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OS VERDADEIROS FUNDADORES DE SÃO PAULO

...E ASSIM NASCEU A CIDADE DE SÃO PAULO




Tudo começou com a chegada do primeiro governador geral Tomé de Souza em 1549 em cuja esquadra vinha o grande padre Nóbrega, continuando com a chegada de Anchieta em 1553 na esquadra que trouxe o segundo governador geral, Duarte da Costa.
 
Nóbrega, tinha como prioridade estender a ação missionária a toda a gente, mas, estava muito preocupado com a degeneração dos costumes cristãos e com o clima de guerra que outros países incentivavam entre os nativos e os portugueses. Por isso, Nóbrega, tinha um grande projeto, que era atingir o Paraguai e catequizar os índios carijós. Para tal, pede mais padres ao rei de Portugal D. João III, enfatizando em sua carta, que este não fizesse nenhuma seleção e mandasse mesmo aqueles “doentes de corpo e fracos de engenho”.
 
Anchieta, que nascera a 19 de março de 1534 em San Cristóbal de La Laguna na ilha de Tenerife no Arquipélago das Canárias, era um desses “doentes de corpo”, pois sua coluna vertebral se assemelhava a um “S” , para ajudar Nóbrega nessa difícil missão de catequizar o Brasil.
 
Apesar dos longos 66 dias da viagem e da forte dor na coluna, que o fazia parecer mais velho, é com enorme curiosidade, que espera conhecer o país, que tanto ouvira falar no colégio de Coimbra.
 
Junto com outros jesuítas, saiu de Lisboa a 8 de maio de 1553, na esquadra que veio trazer o segundo governador geral Duarte da Costa, chegando a Salvador a 13 de julho desse mesmo ano.
 
Algumas semanas depois, padre Nóbrega distribuiu pelos vários colégios que já se espalhavam pelo Brasil, todos os padres e leigos recém-chegados.
 

Anchieta, padre Leonardo e alguns leigos, seguiram então para São Vicente, com a missão de levarem à prática as metas de padre Manuel da Nóbrega. Porém, no percurso entre Salvador e São Vicente, aconteceu um grave acidente com um dos navios da frota, que ficou totalmente destruído, na altura do rio Caravelas, obrigando-os a permanecerem parados nesse local, durante 10 dias, alimentando-se de abóboras e farinha de mandioca.
 
Ali, Anchieta, convivia com os índios pela primeira vez, observando, que as mangabas eram muito parecidas com as sorvas de Portugal e as pitangas lhe lembravam as amoras.


FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO

Para passar de São Vicente ao planalto, onde seria construída a cidade de São Paulo, era muito difícil, pois, além da difícil topografia, tinha o problema dos índios, que atacavam os portugueses. Foi, então, que a ação de um português chamado João Ramalho, possivelmente um antigo náufrago, que morava na tribo de Tibiriçá e era casado com sua filha Bartira, facilitou as coisas, conseguindo convencer os índios das boas intenções de seus compatriotas. 
 
Assim foi possível aos luso brasileiros atingir o planalto e fundar Santo André da Borda do Campo.

Logo nos primeiros dias de 1554, um grupo de religiosos, entre os quais Anchieta, sobe a serra do mar rumo ao planalto, onde iria se instalar. E, seria, nessa dura viagem a pé, que o irmão Anchieta iria manter o seu primeiro contato com a floresta tropical. A trilha aberta pelos tupis era tortuosa, e Anchieta espantou-se com as densas matas.





O PRIMEIRO BARRACÃO


A 25 de janeiro de 1554 justamente no dia da conversão do apóstolo São Paulo, celebraram então numa pequena casinha, a primeira missa da cidade.

OS VERDADEIROS FUNDADORES DE SÃO PAULO


O grupo fundador, sob a orientação de Nóbrega, compunha-se das seguintes pessoas: - Anchieta, padre Manuel de Paiva, Pero Correia, Manuel de Chaves, Gregório Serrão, Afonso Brás, Diogo Jácome, Leonardo do Vale, Gaspar Lourenço, Vicente Rodrigues, Lourenço Brás, João Gonçalves e Antônio Blasquez. 
Tempos difíceis, pois essa casinha, o barracão inicial, servia ao mesmo tempo de dormitório, enfermaria, escola, refeitório, cozinha e até de capela.
 
A esse barracão montado junto à aldeia de Tibiriçá, foram chamados de início 130 índios para o catecismo e 36 para o batismo. Eram todos os dias instruídos na doutrina católica, repetindo orações em português e na sua própria língua.
  
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