CHAPADA DE DIAMANTINA

Chapada Diamantina



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Coordenadas: 12° 52' 49" S 41° 22' 20" O
Chapada Diamantina
(chapada)
Panorama geral da Chapada Diamantina
País  Brasil
Região  Bahia

Chapada Diamantina está localizado em: Brasil
Chapada Diamantina
Localização da Chapada no Brasil.
Coordenadas 12° 52' 49" S 41° 22' 20" O

A Chapada Diamantina é uma região de serras, protegida pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, situada no centro do estado brasileiro da Bahia, onde nascem quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Essas correntes de águas brotam nos cumes e deslizam pelo relevo em belos regatos, despencam em borbulhantes cachoeiras e formam transparentes piscinas naturais. O parque nacional é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A vegetação é exuberante, composta de espécies da caatinga semi-árida e da flora serrana, com destaque para as bromélias, orquídeas e sempre-vivas.
A Chapada Diamantina é composta por 28 municípios: Abaíra e seu distrito Ouro Verde e Catolés, Andaraí, Barra da Estiva, Dom Basílio, Ibitiara, Itaetê, Livramento de Nossa Senhora, Marcionílio Souza, Morro do Chapéu, Novo Horizonte, Palmeiras, Rio de Contas e seus distritos Arapiranga e Marcolino Moura, Ruy Barbosa, Seabra, Souto Soares, Tapiramutá, Utinga, Wagner, Boninal, Bonito, Ibicoara e seu distrito Cascavel, Ibiquera, Iraquara, Jussiape e seu distrito Caraguataí, Lençóis, Mucugê, Nova Redenção e Piatã e seus distritos Cabrália e Inúbia.

Geologia

Os Três Irmãos, formações rochosas vistas a partir da rodovia BR-242 na cidade de Palmeiras.
As rochas da Chapada Diamantina fazem parte da unidade geológica conhecida como Supergrupo Espinhaço, que tomou este nome por ocorrer na serra do Espinhaço, no estado de Minas Gerais. Apresenta-se em geral como um altiplano extenso, com altitude média entre 800 e 1.200m acima do nível do mar. As serras que compõem a Chapada Diamantina abrangem uma área aproximada de 38.000 km² e são as divisoras de águas entre a bacia do rio São Francisco (rios S. Onofre, Paramirim) e os rios que deságuam diretamente no oceano Atlântico, como o Rio de Contas e o Rio Paraguaçu. As montanhas mais altas do Nordeste brasileiro estão na Chapada Diamantina: o Pico do Barbado com 2.033 metros, o Pico do Itobira com 1.970 metros e o Pico das Almas com 1.958 metros.
A Chapada Diamantina nem sempre foi uma imponente cadeia de serras. Há cerca de um bilhão e setecentos milhões de anos, iniciou-se a formação da bacia sedimentar do Espinhaço, a partir de uma série de extensas depressões que foram preenchidas com materiais expelidos de vulcões, areias sopradas pelo vento e cascalhos caídos de suas bordas. Sobre essas depressões depositaram-se sedimentos em uma região em forma de bacia, sob a influencia de rios, ventos e mares. Posteriormente, aconteceu um fenômeno chamado soerguimento, que elevou as camadas de sedimentos acima do nível do mar, pressionada pela força epirogenética, tendo aos pouco um sofrível erguimento ao longo de milhões de anos. As inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, hoje expostas na Chapada Diamantina, representam os depósitos sedimentares primitivos; a paisagem atual é o produto das atividades daqueles agentes ao longo do tempo geológico. Nas ruas e calçadas das cidades da Chapada, lajes de superfícies onduladas revelam a ação dos ventos e das águas que passavam sobre areais antigos.

Potencial turístico

Lago subterrâneo na
chapada.
Alguns atrativos naturais causam espanto e êxtase, como a Cachoeira da Fumaça e seus 380 metros de queda livre ou o deslumbrante Poço Encantado. Mas são tantas as atrações que se pode optar entre visitar grutas, tomar banho de cachoeira, fazer trekking em antigas trilhas de garimpeiros, montar a cavalo ou praticar esportes e aventuras. A Chapada abriga, em seus vales e cumes, comunidades esotéricas e alternativas como no Vale do Capão.
Caminhar respirando o ar puro e admirando a paisagem é a principal opção dos turistas de todas as partes que visitam a Chapada. Os lugares verdejantes guardam sempre uma surpresa com águas cristalinas ou areias coloridas, belos morros, flores e hortaliças que encantam pela beleza e viço. Em Igatu, a curiosidade se aguça em meio às ruínas da cidade fantasma, construída com pedras que formam as paredes de pequenas grutas. Em Capão da Volta o "morro da igrejinha" é um dos lugares mais visitados, por católicos e todos que apreciam a beleza da Chapada.

Panorama da Chapada Diamantina, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia

Referências

  1. Guia Quatro Rodas: Chapada Diamantina- Bahia. Página visitada em 8 de fevereiro de 2014.
 

  Chapada Diamantina 




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Localização:


Localização
A Chapada Diamantina reúne variados atrativos naturais e culturais, no coração do Estado da Bahia. Roteiro certo para quem busca paz e tranquilidade ou para quem está atrás de história e aventura.
A vasta Mata Atlântica, campos floridos e planícies de um verde sem fim dividem a paisagem com toques de caatinga e cerrado. Imensos paredões, desfiladeiros, cânions, grutas, cavernas, rios e cachoeiras completam o cenário de rara beleza da Chapada Diamantina. Inicialmente habitada pelos índios Maracás, a ocupação de fato da região remonta aos anos áureos da exploração de jazidas e minérios, a partir de 1710, quando foi encontrado ouro próximo ao Rio de Contas Pequeno, marcando o início da chegada dos bandeirantes e exploradores. Em 1844, a colonização é impulsionada pela descoberta de diamantes valiosos nos arredores do Rio Mucugê, e os comerciantes, colonos, jesuítas e estrangeiros se espalham pelas vilas, controladas e reguladas pela força da riqueza. A atividade agropecuária tomba diante da opulência do garimpo.
Reduto de belezas naturais, a Chapada abarca uma diversidade grande de fauna e flora. São mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras, além de espécies animais raras, como o tamanduá-bandeira, tatu-canastra, porco-espinho, gatos selvagens, capivaras e inúmeros tipos de pássaros e cobras. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado na década de 80 do séc. XX, atua como órgão protetor de toda essa exuberância.

 História




Os primeiros habitantes da Chapada Diamantina foram os índios. No século 17 chegaram os negros e os portugueses, que iniciaram uma economia baseada na exploração da agropecuária, e mais tarde, no garimpo de diamantes.

A Chapada foi sendo povoada gradativamente por grandes fazendas e comunidades quilombolas ¹, até que foram descobertos o ouro e o diamante, iniciando o ciclo do garimpo. A exploração do ouro perdurou por quase um século. Nessa época, foi construída a chamada Estrada Real para transportar o minério, que ligava a Chapada de Norte a Sul, de Jacobina a Rio de Contas. Com o declínio da produção aurífera, começa a exploração dos diamantes, responsável por trazer uma nova povoação à região, negociando com mercadores franceses, ingleses e alemães, mas que durou apenas 26 anos. A exploração da pedra começou em Mucugê, expandindo-se para o norte e para o sul, criando novos povoados, como Barra da Estiva, Rio de Contas, Igatu, Andaraí, Lençóis até Morro do Chapéu, definindo assim a região que passou a ser denominada de Chapada Diamantina, fazendo alusão à abundância do mineral e a sua formação geológica.
Por volta de 1870, o ciclo do diamante entra em decadência e no início do século 20, o diamante de aluvião se esgota e se inicia a era dos coronéis, em que as famílias dominantes disputavam o poder sobre o território. A principal figura desta época foi a do Coronel Horácio de Mattos, com memoráveis participações históricas, incluindo a ligação com Lampião ² e a perseguição à Coluna Prestes³.
Entre 1980 e 1996 a economia da região foi reaquecida com base na extração mecanizada de diamante, que foi finalmente proibida com a criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, dando início ao turismo.

¹ Comunidades remanescentes de quilombos, onde os escravos se refugiavam.  
² Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, foi o principal integrante do Cangaço, movimento do nordeste brasileiro (início do sec. XX) marcado por ações violentas.
 ³ Movimento político-militar, existente entre 1925 a 1927, que percorreu mais de 24 mil km no interior do Brasil pregando reformas político-sociais e lutando contra a República Velha.


 


CULTURA



Jagunços
 Região marcada por grandes diferenças sociais e concentrações de renda, a Chapada Diamantina foi, da segunda metade do século XIX até década de 1930, um barril de pólvora comandado por poucos e muito poderosos coronéis.

As tradicionais famílias proprietárias de terra davam abrigo e emprego para os colonos e exploradores a procura de riquezas, e em troca conquistavam a gratidão e fidelidade dessas pessoas. Formaram-se assim verdadeiros exércitos de jagunços disposto a defender com a própria vida os interesses dos patrões.

As divergências entre coronéis levaram à criação de dois partidos políticos que, mais que uma posição ideológica, representavam uma escolha social. Os liberais e conservadores (ou pinguelas e mandiocas, apelidos dados a um pelo outro) dividiam-se em tudo, do uso obrigatório da cor-símbolo do partido à formação de duas orquestras filarmônicas que disputam as atenções nas festas populares.
Filarmônica Pinguela

As mudanças da transição do Império para a República, ainda que chegando com certo atraso à região, acirraram ainda mais a tensão política dos grupos rivais. A tentativa de centralização do poder em um governo federal (e a consequente perda de influência na política local) e a abolição da escravatura foram mudanças que assustaram a política conservadora local.

Com a morte do coronel Felisberto Augusto de Sá em 1896, acirraram-se as disputas pelo poder na região. Os coronéis Felisberto Sá e Heliodoro de Paula Ribeiro travaram, através de seus jagunços, uma verdadeira guerra na região. O seqüestro do filho de Felisberto, Francisco Sá, agravou a disputa, que só terminou com a intervenção do governador baiano.

Coronel
 Um período de relativa paz marcou a passagem de comando dos coronéis a seus sucessores. Horácio de Matos, sobrinho de Clementino de Matos (outro coronel), é chamado para assumir as áreas do tio e propõe paz entre as famílias. Um curioso início de carreira para o homem que, após violentas batalhas contra a Coluna Prestes, seria definitivamente considerado o coronel mais temido e respeitado da Chapada.


 Como chegar

Como-chegar-2014

Para quem vem de avião
O aeroporto Horácio de Matos, no município de Lençóis, recebe voos regulares a partir de Salvador e está a 20km do centro da cidade, na BR-242.

Voos: Quintas e domingos

Saída SSA: 12h30 / Chegada LEC: 13h40

Saída LEC: 14h05 / Chegada SSA: 15h00
Azul Linhas Aéreas (Lençóis) +55 (75) 3625-0026 / aeroporto.lec@voezaul.com.br
Aeroporto Horácio de Matos (Lençóis): +55 (75) 3625-8100
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães (Salvador): +55 (71) 3204-1010 / 3204-1555
Para quem vem de ônibus (Partindo de Salvador)

Destino Lençóis e Palmeiras/Vale do Capão
Centro de Atendimento Rápido Federal: 0800 280 7325
Rápido Federal (Lençóis): +55 (75) 3334-1112
Rápido Federal (Feira de Santana): +55 (75) 3221-4555 ou www.rapidofederal.com.br
Rápido Federal (Vale do Capão): +55 3334 1025

Obs: Para chegar ao Vale do Capão é necessário pegar um traslado em Palmeiras, que sai diariamente nos horários: 6h30 / 14h30 / 19h30 / 24h
Destino Andaraí/Igatu, Ibicoara e Mucugê

Viação Águia Branca 0800 725-1211
www.aguiabranca.com.br

Destino Rio de Contas (Sul da Chapada)

Viação Novo Horizonte (71) 3450-2224 / 5557
www.novohorizonte.com.br

Ônibus intermunicipal

Emtram: 0800 550 220 ou www.emtram.com.br
Dica: Os transportes intermunicipais possuem poucas opções de itinerário e não possuem horário regular, por isso, para se deslocar de uma cidade você pode contratar um transfer, alugar um carro ou fechar um pacote com uma agência.
 
Para quem vem de carro
De carro você terá mais liberdade para organizar seu próprio roteiro, mas para aproveitar melhor seu tempo trace seu itinerário com antecedência, traga um mapa de rodovias e/ou GPS.
Lembre-se: mesmo de carro é necessário contratar um guia para ter acesso à maioria dos atrativos naturais.
Informações sobre rodovias:
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT: 0800 611 535 ou www.dnit.com.br

    ARROZ DE POLVO

     
    1,200 kg de polvo
     1dl de vinho tinto
    1folha de louro
    1 ramo de salsa
    2 cebolas  
    2 dentes de alho
    1dl de azeite
    2 tomates limpos
    250g de arroz
    2c.(sopa) de salsa picada
    sal e pimenta q.b.

    Coze-se o polvo na panela de pressaõ ,coberto de água, o vinho, o louro,sal e pimenta, durante 20 minutos.
    De seguida pica-se as cebolas e os alhos e refogam-se no azeite, juntamente com o tomate picado.
    Adiciona-se o polvo cortado em pedaços e deixa-se refogar mais um pouco.
    Rega-se com 6dl da água da cozedura do polvo e junta-se o arroz, tapa-se e deixa-se cozinhar por mais 10 minutos.
    Rectifica-se os  temperos e polvilha-se com a salsa picada .
    Deixa-se em repouso durante alguns minutos antes de servir.

    Esta é a minha participação  para o passatempo da Vania http://cincosentidosnacozinha.blogspot.com/, sobre a cozinha tradicional portuguesa, escolhi o arroz de polvo que é prato que cá em casa gostamos muito.

    FRANGO COM QUIABO

     
     










    Ingredientes
    • 1 kg de frango inteiro em pedaços médios
    • 300 gr de quiabo
    • 2 unidade(s) de cebola
    • 1 dose(s) de suco de limão
    • quanto baste de sal
    • 1 colher(es) (sopa) de alho picado(s)
    • 1 colher(es) (sopa) de Óleo de urucum
    • 1 talo(s) de salsinha picada(s)
    • 1 talo(s) de cebolinha verde picado(s)
    • 1 folha(s) de louro
    • 1 xícara(s) (chá) de banha de porco
    • quanto baste de Água

    Como fazer
    1. Lave o frango, corte nas juntas e afervente levemente com água e limão.
    2. Escorra, lave e reserve.
    3. Em uma panela, aqueça a banha, o sal com alho, deixe alourar; junte o frango, deixe fritar levemente, escorra o excesso de gordura, acrescente o urucum, misture bem.
    4. Pingue água aos poucos, deixe suar e junte a salsinha e a cebolinha verde, as cebolas inteiras, o louro, tampe para manter um bom caldo.
    5. Acerte o tempero e mantenha tampado para cozinhar bem.
    6. À parte, lave e seque os quiabos novos e tenros.
    7. Retire as pontas e os pés, pique em rodelas e agregue ao frango.
    8. Não mexa.
    9. Tampe por alguns minutos.
    10. Verifique se os quiabos estão macios.
    11. Retire do fogo e sirva com arroz, angu e couve.
    Receita extraída do Livro História da Arte da Cozinha Mineira por Dona Lucinha.

    NUVENS DE ÓDIO E SEPARATISMO SOB OS CÉUS DO BRASIL





    Nuvens cinzentas carregadas de ódio separatista ameaçam o palácio do Planalto, desde que um governo realmente preocupado com o social assumiu os destinos deste país já lá vão aproximadamente treze anos.
    Um governo que mexeu com os interesses dos grandes grupos internacionais, que além de explorarem nossas riquezas naturais ainda pregam o separatismo de nossa gente com velhas frases depreciantes, como por exemplo: - a capital do Brasil é Buenos Aires, o povo brasileiro não tem memória, o Brasil não é um país sério. O brasileiro só pensa em carnaval, praia e futebol. O brasileiro só pensa em roubar. O brasileiro não gosta de trabalhar. E até nossos irmãos portugueses pagam o pato até hoje, pois a culpa de tudo isso é em parte atribuida a eles! Um discurso separatista, que conta com a conivência de nossas elites governantes, da mídia em geral  e por isso mesmo com a aceitação inocente da maioria de nosso povo, principalmente pela falta de escolaridade deste! Tudo que vem de fora, é sempre melhor!!! E assim vem desde o advento da "Revoluçaçao Industrial" em meados do século XIX, esta imposta e depreciativa domesticação, que acaba por adormecer a vontade de nosso povo. Até o futebol trazido pelos ingleses pregava este complexo, determinando que só os brancos podiam praticar este popular esporte. O Vasco da Gama desobedeceu a este separatismo em 1923 e foi campeão com quatro afro-descendentes e sete luso-descendentes, mas acabou sendo afastado da primeira liga por Flamengo, Fluminense, Botafogo, América, Andaraí e outros, que não aceitaram a presença de pobres operários neste esporte, só voltando à elite do futebol em 1933, porque o povo daquela época se revoltou com aquele separatismo !
    Comparando a política de hoje ao futebol de ontem, percebemos que nosso povo continua sendo domesticado e descriminado. É só dar uma olhadinha no congresso "nacional" que logo percebemos que essa descriminação continua! Agora mesmo, esse congresso vetou o projeto da presidenta Dilma Rousseff,  que destinava todo o dinheiro dos royalts do petróleo do Pré- Sal para a educação e cultura.
    A questão das cotas nas faculdades, 20% para os afro-descendentes também encontra enorme resistência na sociedade, que não aceita que um filho de pobre possa ter acesso a uma faculdade, embora neste caso eu ache, que, o sistema de cotas, poderia ter outra conotação, pois, assim como está colocado,  também nos dá uma imagem separatista, colocando os afro-descendentes numa condição inferior aos demais brasileiros, já que a maioria destes, de outras etnias, também são vítimas da injustiça social. A meu ver, o mais certo, seria    determinar o sistema de cotas para as classes mais pobres de nossa sociedade, que são afro-descendentes, luso descendentes, ítalos-descendentes, etc., etc..!!!
    Enfim, foram boas as intenções do governo federal, mas precisa haver esta correção, pois como está, dá-nos a impressão de que nossas autoridades não conhecem os pilares de nossa sociedade integracionista, humanística e internacionalista, herança maior de nossa lusofilia!
    Outra correção que também seria benvinda seria na distribuição das bolsas-famíĺia, que deveriam integrar os beneficiados num projeto de hortas comunitárias junto aos colégios com a participação dos alunos.
    Mas, apesar destes detalhes, que terão que ser corrigidos, temos que convir que o Brasil destes 12 anos para cá vem conseguindo desfazer estas nuvens carregadas de ódio separatista.
    O que acontece com o Brasil de Dilma de hoje, aconteceu com a China de Mão de ontem! Também o povo de lá era tachado de indolente e desonesto pelos colonizadores ingleses, que tentaram a todo o custo impedir a revolução cultural, mas acabaram derrotados pelo exército de Mão, que mandou queimar na praça celestial de Pequim toda aquela lixo-cultura, que por muitos anos domesticou a cabeça daquele povo! Foi o maior incêndio da história da China! Quem não se lembra daquelas imagens passadas para todo o mundo, de um estudante, enfrentando um tanque do exército, mostrando a suposta falta de liberdade de então naquele país?! E se isso aconteceu na China de Mão, após mais de 12 anos de revolução sangrenta, o que não poderá acontecer no Brasil de Dilma também após 12 anos de governo pacífico, que conseguiu expulsar daqui o famigerado FMI, que conseguiu transformar o Brasil numa das mais baixas taxas de desemprego e mortalidade infantil do mundo!
    Por aqui as armas separatistas ainda não são as bélicas, mas, nem por isso menos perigosas que as armas da mídia, alimentadas pela pólvora da mentira e da desinformação.
    Mas, certamente, no momento próprio, Dilma saberá resistir, tal como Felipe Camarão, mostrando a verdade e a informação de seu governo a favor do social e da soberania nacional!
    Camarão resistiu às promessas de corrupção dos separatistas calvinistas para que ficasse ao lado deles, com as seguintes palavras: - respondo às promessas de corrupção de vossos papéis com a moral da pólvora de meus canhões!        


    Da minha janela observo tudinho o que acontece no mundo e no meu país de coração, pois nesta globalização mentirosa, não há como entender efeitos sem causas, principalmente no Brasil um país rico em quase tudo! Natureza, humanismo, generosidade, integracionismo e tantas outras virtudes que nosso ancestrais nos legaram à custa de tanto sangue derramado!
    Nesta minha janela, entretanto, olhando este céu cinzento, por vezes uma certa depressão invade minha alma, que consigo amenizar, lendo os versos do grande poeta e cantor luso-argentino Facundo Cabral.
    Saindo da janela e indo até à minha varanda, posso, entretanto,  observar melhor os estragos que estas nuvens carregadas de ódio e separatismo provocam sobre um país que há aproximadamente 12 anos deixou de ser um país do futuro para agora se transformar num país emergente!
    Num país que conseguiu se livrar da humilhação do famigerado FMI de Fernando Henrique Cardoso e seus seguidores liberais e que hoje até se dá ao luxo de emprestar dinheiro a outros países. Num país que hoje, após esses 12 anos de governo de coligação se dá ao luxo de ter o menor desemprego do mundo. Num país que nestes 12 anos de governo popular,  conseguiu colocar dentro das faculdades brasileiras mais de 20% de pessoas da classe pobre. Num país que hoje tem mais de 1800 km de estradas federais duplicadas e mais de 5700 km já construídas, que resulta em mais de 25000 km de modernas rodovias federais em todo o Brasil.
     Num país que hoje tirou da miséria absoluta mais de 20 milhões de seres humanos, que os liberalistas chamam de malandros e indolentes, mas que está jogando em circulação, na base monetária e no meio rural, 23,9 bilhões de reais por ano, que vão gerar emprego no campo e na indústria, diminuando assim a pobreza, a ocupação de leitos nos hospitais, os gastos com remédios dos laboratórios, etc., etc..  Não nego a necessidade de aprimoramento neste programa, já que ele nasceu de uma emergência de não deixar num país tão rico como o Brasil, morrerem de fome tantas criancinhas inocentes!!! Mas, já, já, será dada a vara para esta gente pescar e se integrar nesta sociedade tão injusta e descriminatória.
     Num país, que constrói uma das maiores obras do mundo, a transposição do Rio São Francisco, numa das regiões mais pobres do Brasil, que, sem agredir a natureza,  vai transformá-la numa das regiões mais ricas do Brasil e num dos maiores celeiros do mundo, não há como duvidar da capacidade empreendedora de nossa gente! O separatismo foi identificado e por isso está com os dias contados, conforme irá demonstrar o resultado das próximas eleições de outubro de 2014.  

    JPL




       

    MELGAÇO DO BRASIL

    Melgaço (Pará)

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Município de Melgaço do Pará
    Bandeira de Melgaço
    Brasão desconhecido
    Bandeira de Melgaço Brasão desconhecido


     Hino de Melgaço
    Aniversário 30 de dezembro
    Fundação 1961
    Gentílico melgacense
    Prefeito(a) Adiel Moura de Sousa (PP)
    (2013–2016)
    Localização
    Localização de Melgaço
    Localização de Melgaço no Pará
    Melgaço está localizado em: Brasil
    Melgaço
    Localização de Melgaço do Pará no Brasil
    01° 48' 21.44" S 50° 43' 0.00" O
    Unidade federativa  Pará
    Mesorregião Marajó IBGE/2008 
    Microrregião Portel IBGE/2008 
    Municípios limítrofes Breves, Portel, Bagre, Gurupá e Porto de Moz
    Distância até à capital Belém 290 km
    Características geográficas
    Área 6 774 km² 
    População 24 808 hab. IBGE/2010
    Densidade 3,66 hab./km²
    Altitude 12 m
    Clima equatorial
    Fuso horário UTC−3
    Indicadores
    IDH-M 0,418 (PA: 144º) – muito baixo PNUD/2010
    PIB R$ 46 682,827 mil IBGE/2008
    PIB per capita R$ 2 595,08 IBGE/2008
    Página oficial

    Melgaço é um município situado do estado do Pará, especificamente no Arquipélago do Marajó a uma latitude 01º48'16" sul e a uma longitude 50º42'44" oeste, estando a uma altitude de 12 metros em relação ao nível do mar, possui uma área de aproximadamente 6774 km² e uma população estimada em 2010 de 24.808 habitantes, segundo o IBGE. Está oficialmente localizado na Amazônia Legal. 
    Cidade de Melgaço (Pará)
    Melgaço, no Pará, a cidade menos desenvolvida do país, é a mais populosa delas.

     

     

     

     


     

     

     

     

    Geografia

    Melgaço está localizada a 290 km, em linha reta, da capital do estado, Belém e possui acesso aéreo e fluvial, aproximadamente de 20 a 30 minutos de helicóptero, 6 a 8 horas de lancha e 12 a 16 horas de navio partindo da capital do estado.
    Possui inúmeras ilhas com praias de água doce banhadas pelos rios Amazonas, Tajapuru, Laguna, Anapu, dentre outros em toda a sua extensão rural e urbana. Balneário da magnífica Baía de Melgaço, além da estupenda e vasta Floresta Nacional de Caxiuanã, a mais antiga da Amazônia Legal, onde se fundou a Reserva Nacional de Caxiuanã em 1961e onde foi instalada a Estação Científica Ferreira Pena e o Museu de história Emílio Goeldi, que foi inaugurado em 1993 com intuito de apoiar pesquisas regionais de interesse nacional e internacional. Devido à grande variedade de espécimes da fauna e flora amazônica de interesse social, científico e cultural acolhe turistas e pesquisadores dos quatro cantos do mundo o ano todo. Por isso, o município de Melgaço, possui parte de sua área enquadrada como unidade de conservação de uso sustentável pela Reserva Extrativista Gurupá-Melgaço e pela Floresta Nacional de Caxiuanã.
      

    Melgaço, município do Pará

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    Melgaço
    ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS HISTÓRICO 

    A origem do município de Melgaço está relacionada com a fundação da aldeia de Maricuru, também chamada Guaricuru e Aricuru, pelo Padre Antônio Vieira, em data posterior a 1653. Em 1758, após a expulsão dos jesuítas, o governador Francisco Xavier de Mendonça, obedecendo a política adotada pelo Marquês de Pombal, que expulsava todos os jesuítas de Portugal e de suas colônias, e em cumprimento a uma determinação REAL, deixou Belém em direção ao rio Negro, para acertar os limites das terras dos reinos de Portugal e Espanha. E também cumprindo outra determinação, de 6 de junho de 1755, para que elevasse a Vilas todas as povoações que julgasse merecer essa elevação. Assim, deu à aldeia dos Guaricuru o predicamento de Vila, com a denominação de Melgaço. Deu-lhe o nome português de Melgaço, dentro da política de substituir as denominações indígenas por topônimos de Portugal. Com a divisão da Província do Pará, em Termos e Comarcas, nas sessões do Conselho do Governo, de 10 a 17 de maio de 1833, a vila de Melgaço constitui Termo de mesmo nome, ficando a lhe pertencer os territórios da vila de Portel, rebaixada para freguesia e aumentando, dessa forma, a jurisdição e a extensão do Município. Nessa ocasião, Melgaço era formado por áreas hoje pertencentes ao município de Breves. Em 1843, ocasião em que Portel foi restaurado como vila, pela Lei nº 110, de 25 de setembro, Melgaço perdeu o território daquele Município. Com a Resolução nº 200, de 25 de outubro de 1851, perdeu o predicamento de vila e passou a fazer parte da freguesia dos Breves, que havia recebido categoria de vila. Porém, o município não foi extinto de fato, o que somente aconteceu com a suspensão da Comarca, em 1852. Até a restauração do Município, em 1856, através da Lei nº 280, de 29 de agosto, Melgaço permaneceu como capela da freguesia dos Breves, sendo instalado em 12 de outubro de 1857. O Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, incorporou Melgaço aos territórios de Curralinho e Breves. Já pelo Decreto nº 72, de 27 de dezembro de 1930, Melgaço foi incorporado a Portel. O Município restabeleceu sua autonomia pela Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961. Além do distrito-sede, o Município possui o distrito de Areias.



     CULTURA

    A festividade de São Miguel Arcanjo, padroeiro do município, e a de São Francisco de Assis são as que mais se destacam em Melgaço. Nessas ocasiões, ocorrem festas dançantes, arraiais, procissões e feiras de artesanato e de comidas típicas. Nos meses de junho e julho, ocorre, com mais freqüência, a exibição de grupos de danças típicas, como bois-bumbás, quadrilhas e de "Dança do Japim". São realizados, ainda, o Festival do Peixe, no segundo domingo de julho, e o Festival da Mandioca. A igreja de São Miguel é considerada patrimônio de Melgaço. Apenas uma Biblioteca Pública funciona como equipamento cultural na cidade.

    ASPECTOS FÍSICO-TERRITORIAIS 

    LOCALIZAÇÃO

    O município de Melgaço pertence à mesorregião de Marajó e a microrregião de Portel. A sede Municipal, apresenta AS seguintes coordenadas: 01º 48' 30" S e 50º 42' 45" W Gr. LIMITES Ao Norte - Municípios de Gurupá e Breves A Leste - Municípios de Breves e Bagre Ao Sul - Município de Portel A Oeste - Municípios de Porto de Moz e Gurupá

    SOLOS

     
    Os solos do Município são representados pelo Latossolo Amarelo distrófico textura média e Gley Pouco Húmico distrófico textura argilosa; Gleys eutrófico argilosa e aluviais eutróficos e distróficos textura indiscriminada; Areia Quartzosa distrófica e plintossolo distrófico textura indiscriminada.




    VEGETAÇÃO 

    A cobertura é representada pela Floresta Densa dos baixos platôs e pela Floresta Densa Aluvial com elevada presença de palmáceas, principalmente de açaí. Nas áreas deprimidas, com cotas mais baixas, encontram-se campos naturais e, ao longo das margens dos cursos d'água, domina a vegetação arbustiva das formações aluviais mais recentes.

    PATRIMÔNIO NATURAL 

    A alteração da cobertura vegetal observada em imagens LANDSAT-TM, no ano de 1986, era de 1,94%. Divide com o município de Portel, a Floresta Nacional de Caxiunã, oficialmente com 200.000 há (2.000 km²) TOPOGRAFIA A topografia de Melgaço se caracteriza por uma altimetria de cotas baixas e de variação inexpressiva, sendo na sede municipal, de aproximadamente 10 metros.

    GEOLOGIA E RELEVO

     A estrutura geológica de Melgaço é bem simples, considerando-se que é constituída por sedimentos do Quaternário Antigo, e do Quaternário Recente representado pelos sedimentos aluviais. O relevo, consoante a geologia, é inexpressiva, por apresentar terraços altos e várzeas, inserindo-se no Planalto Rebaixado da Amazônia (do Baixo Amazonas), como unidade morfoestrutural.  

    HIDROGRAFIA


    Crianças manuseiam ostras na praia do Jambeiro, principal centro de entretenimento e atividades de lazer em Melgaço (a cerca de 300 km de Belém), a cidade com pior IDH do país
    Alex Almeida/UOL

     A hidrografia do município de Melgaço é representada, ao Norte, pelo furo Tajapuru, que toma a direção NW-SE, indo interligar-se com uma série de furos que se dirigem, ora pela baía de Melgaço, ora para a baía das Bocas. O furo Tajapuru serve de limite Noroeste/Sudeste entre Melgaço e Breves e recebe como afluentes: os rios Preto e da Laguna, sendo esse o maior de todos. Ao Sul, o rio Anapu, limite com Portel, interliga a Baía do Pacajá com a Baía de Melgaço. A Sudoeste do Município, o rio Caxiuanã, que segue a direção Oeste-Leste, deságua na baía de Caxiuanã, sendo que, para esta, convergem outros menores, tais como o furo de Laguna e rio Pracupijó.

    CLIMA 

    Fazendo parte do clima equatorial úmido, o clima do Município apresenta todas as características inerentes a esse clima: amplitude térmica mínima, temperatura média em torno de 27o C, mínima superior a 18o C e máxima de 36o C, umidade elevada e alta pluviosidade nos seis primeiros meses do ano. Nesses meses mais chuvosos, ocorrem as menores temperaturas, enquanto, nos últimos seis meses, são registradas as temperaturas mais elevadas. Fonte: SEPOF-PA Portal Amazônia 06/02/2007 - KR


    Maria Lucileine, 22 anos, com os filhos Leandro, 7, Isaqueu (5) e Vitória (1) em sua casa. Moradora do bairro do Tucumã, ela é assistida pelo programa do governo federal Bolsa Família. A família vive com água sem tratamento e usa eletricidade improvisada por "rabichos"  Alex Almeida/UOL


    Crianças fazem lição deitadas em sala de aula do 4º ano do ensino fundamental, na escola José Maria Rodrigues Viegas Júnior, em Melgaço (a cerca de 300 km de Belém). Indagada pela reportagem do UOL se faltam cadeiras, uma funcionária da escola alegou que deitados os alunos não passariam tanto calor. O município possui ainda mais três escolas na área urbana, além de outras espalhadas em áreas rurais. 

    Matéria em construção...

    VILA DE MELGAÇO - PORTUGAL

    Melgaço (Portugal)

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Coordenadas: 42º 7' N 8º 16' O
    Melgaço
    Brasão de Melgaço Bandeira de Melgaço
    Brasão Bandeira
    Localização de Melgaço
    Gentílico Melgacense
    Área 238,25 km²
    População 9 213 hab. (2011)
    Densidade populacional 38,67 hab./km²
    N.º de freguesias 13
    Presidente da
    Câmara Municipal
    Manoel Batista (PS)
    Fundação do município
    (ou foral)
    1181
    Região (NUTS II) Norte
    Sub-região (NUTS III) Minho-Lima
    Distrito Viana do Castelo
    Antiga província Minho
    Orago Santa Maria da Porta
    Feriado municipal Quinta-feira de Ascensão
    Código postal 4960
    Sítio oficial http://www.valedominho.net/Melgaço
    Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

    Melgaço é uma vila raiana portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e sub-região do Minho-Lima, com cerca de 1 500 habitantes.
    É sede de um concelho com 238,25 km² de área e 9 213 habitantes (2011 ), subdividido em 13 freguesias. O município é limitado a norte e leste pela Espanha, a sudoeste pelo município de Arcos de Valdevez, e a oeste por Monção. É o município mais setentrional do país.
    O ponto mais elevado do concelho situa-se no Giestoso, com 1 335 metros de altitude, na freguesia de Castro Laboreiro.
    Em Melgaço existe toda uma tradição de contos e fábulas com criaturas fantásticas como arganões e outros seres com poderes mágicos. Esta cultura popular foi sendo transmitida oralmente ao longo de gerações, estando atualmente em declínio.
    Não será por acaso, que há cerca de 10 anos, foram descobertas no Monte de Prado, projectadas da encosta ribeirinha (e quase despercebidas na vegetação desordenada), uma série ainda não quantificada de esculturas de monstros, cujas características são em tudo semelhantes às proas dos barcos viquingues. É sabido, das incursões constantes deste povo no local, bem como na restante costa marítima e ribeirinha do norte de Portugal e da Galiza.
    Este facto está ultimamente a interessar historiadores e jornalistas noruegueses.Urge que o mesmo interesse seja suscitado na Autarquia local.
    A zona da montanha, nomeadamente Castro Laboreiro, tem também carácter único humano e cultural, no caso de origem celta. Hábitos e costumes próprios,que vale a pena vivenciar; destacam-se a cultura local de transumância, única no país (brandas e inverneiras), o linguajar e os hábitos de vestir locais. Existe nesta zona uma raça autóctone de cão, "cruzado" com lobo, óptimo guarda e guia de gado bovino.
    São também notáveis as inúmeras pontes romanas, a celta (no lugar de Portos), e o belíssimo Castelo de Castro Laboreiro.



     Vista Geral da Praça da República
    Praça da República
    Vista do Centro Histórico
    Câmara Municipal de Melgaço
    Praça da República

    Demografia

             Evolução da População desde 1864 até 2011  
    
    ; Variação da População  1864 / 2011; Comparando 2011 com 1864
              Evolução dos Grupos Etários (de 1981 a 2011)
    
     Nº de habitantes por grupos etários – de  1981 a 2011;
    População do concelho de Melgaço (1801 – 2013)
    1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011 2012 2013
    5 141 7 960 15 558 15 759 18 211 13 246 11 018 9 996 9 213 8 943 8 804
    Mais informação em:
    • A Evolução da População do Distrito de Braga de 1864 a 2011
    • A Evolução da População Portuguesa de 1864 a 2011

    Freguesias


    Freguesias do concelho de Melgaço.
    O concelho de Melgaço está dividido em 13 freguesias:
    • Alvaredo
    • Castro Laboreiro e Lamas de Mouro
    • Chaviães e Paços
    • Cousso
    • Cristóval
    • Fiães
    • Gave
    • Paderne
    • Parada do Monte e Cubalhão
    • Penso
    • Prado e Remoães
    • São Paio
    • Vila e Roussas

    Património Edificado

    Igrejas
    • Igreja de Paderne
    •  Igreja e Convento de Paderne
      Igreja e Convento de Paderne

    • Igreja da Misericórdia
    • Igreja de Fiães
    • Igreja romãnica de Chaviães
    • Igreja Matriz de Castro Laboreiro
    • Igreja de Alvaredo
    • Igreja de Lamas de Mouro
    • Igreja Matriz de Melgaço
    • Capela de Nossa Senhora da Orada

    Museus

    Museu de Arqueologia (entrada)

     Museu do Cinema

    Museu do Cinema de Melgaço - Jean Loup Passek

    Museu do Cinema de Melgaço - Jean Loup Passek

    Rua do Carvalho
    4960-542 Melgaço




    Outros

    • Castelo de Melgaço
    Castelo de Melgaço


    • Castelo de Castro Laboreiro
    Castelo de Castro Laboreiro
    • Parque Termal do Peso
    • Solar de Galvão
    • Fonte de São João
    Piscinas Municipais
    Rio na Peneda


    Sita na fronteira entre Portugal e Espanha, a localidade de Melgaço sempre beneficiou das relações culturais com as regiões vizinhas, nomeadamente a Galiza. Por si, esta dinâmica estreita originou uma indústria redobrada nas excentricidades próprias dos meios rurais, transformando Melgaço no epicentro português dos mitos brejeiros e numa verdadeira babilónia de vernacular castiço.


    Melgacenses ilustres

    • Jerônimo José Nogueira de Andrade, militar português
    • Adelino Joaquim Pereira Soares de Castro, jornalista, escritor, investigador que exerceu grande parte da sua carreira em Moçambique.

    Referências

    1. Instituto Geográfico Português, Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013 (ficheiro Excel zipado). Acedido a 28/11/2013.
    2. INE (2012) – "Censos 2011 (Dados Definitivos)", "Quadros de apuramento por freguesia" (tabelas anexas ao documento: separador "Q101_NORTE"). Acedido a 27/07/2013.
    3. Diário da República, Reorganização administrativa do território das freguesias, Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro, Anexo I. Acedido a 19/07/2013.
    Como Chegar a Melgaço





    De carro


    Vindos do sul- A1/A3 Lisboa, Porto, Braga Valença e depois N202 até Melgaço.
    - A1/A28 Lisboa, Porto, Viana do Castelo, A27 até Ponte de Lima e A3 até Valença depois N202 até Melgaço.
    - A1/A28 Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira e depois N13 até Valença e N202 até Melgaço


    Vindos da Galiza
    - A6 que liga a Galiza ao centro de Espanha.
    - AP9 A Coruña
    - AP9 Santiago de Compostela
    - Vigo A52, saída, As Neves ou A Cañiza, depois direcção Arbo – Portugal
    - Ourense A52 saída A Cañiza e depois direcção Arbo – Portugal

    De comboio (Trem)

    Nacionais e internacionais, até Valença do Minho
    Para mais informações sobre trajectos, horários e tarifas consulte www.cp.pt


    De Avião

    O concelho de Melgaço está relativamente bem situado em relação a alguns aeroportos, nomeadamente aos do Porto (Portugal) e de Vigo (Espanha).

    As companhias que operam em cada um destes aeroportos são as seguintes:
    PORTO - Aeroporto Francisco Sá Carneiro
    Aigle Azur   - www.aigle-azur.fr
    Air Berlin - www.airberlin.com 
    Air France - www.airfrance.pt
    Brussels Airlines – pt.brusselsairlines.com
    Clickair - www.clickair.com
    Easyjet -   www.easyjet.com
    Iberia - www.iberia.com
    Lufthansa - www.lufthansa.com
    Luxair - www.luxair.lu
    Portugália - www.flytap.com
    Tuifly  - www.tuifly.com  
    Ryanair  - www.ryanair.com
    Sata Internacional - www.sata.pt 
    Tap Portugal - www.flytap.com
    Transavia - www.transavia.com
    VIGO: Aeropuerto de Peinador
    Airfrance - www.airfrance.pt
    Ibéria - www.iberia.com
    Spanair - www.spanair.com




    Parque do Centro de Estágio

    Parque de Eólico (energia produzida pelo vento)


    Lamas de Mouro
    Ponte Internacional, ligação de Melgaço a Espanha
    Ponte Medieval de Castro Laboreiro
    Solar do Alvarinho
    Vinha de Alvarinho
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