Mais uma delícia da culinária nacional: carne seca desfiada,
mandioca, tutu de feijão e um arroz branco bem soltinho com um toque
de cebolinha, é a saborosa combinação gastronômica gaúcha, que recebeu o
nome de Roupa Velha!
da culinária gaúcha, esse prato é muito saboroso e agrada à
grande maioria das pessoas. Essa tradição, passou a existir a partir do
reaproveitamento das sobras da ceia da véspera de Natal. Assim sendo,
em sua origem, este prato é típico do dia 25 de dezembro (o dia
seguinte).
Para preparar:
Frite as mandiocas, de modo que fiquem bem sequinhas e crocantes.
Faça um Tutu de feijão e refogue a carne seca com cebola e salsinha.
Para o arroz, ao terminar, salpique um pouco de cebolinha por cima.
Monte o prato dividindo-o em quatro partes, separando os quatro
elementos do prato: carne seca, tutu de feijão, mandioca e arroz.
Cuidado: fique atento ao sal, pois a carne seca já é bem salgada.
Para acompanhar o ritual do preparo, compre mandiocas a mais
e frite-as para servir como aperitivo, em acompanhamento de uma cerveja
bem gelada. Além disso, antes de engrossar o caldo do feijão para o
tutu, você pode serví-lo como um saboroso caldinho, temperado com
azeite, salsinha e molho de pimenta Tabasco. Durante o processo de
preparação e elaboração do prato, lembre-se “a pressa é inimiga da refeição”.
Dados
oficiais do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirmam que os
pedidos americanos de autorização para residir em Portugal aumentaram de
372 em 2015 para 495 em 2016.
Os preços em
Portugal são convidativos, entretanto há outro fator que está levando os
norte americanos a quererem deixar os Estados Unidos para irem...Continue lendo...
A portuguesa IKI Mobile lançou, em Lisboa, o primeiro protótipo de
telemóvel do mundo feito com cortiça, o “KF 5 Bless Cork Edition”,
prevendo-se que esteja disponível no mercado já em meados...Continue lendo...
Alenquer é um município brasileiro do estado do Pará, pertencente à Mesorregião do Baixo Amazonas. Localiza-se no norte brasileiro, à latitude 01º 56' 30" sul e à longitude 54º 44' 18" oeste.
Etimologia
Primitivamente chamada de aldeia de Surubiú,
fundada pelos portugueses com a ajuda dos capuchos da piedade ou capuchinhos nos fins do século XVII
nos tempos da colonização da Amazônia, à margem do rio Surubiú ou igarapé
de Alenquer, na confluência com o igarapé Itacarará. Sendo chamado de
vila de Alenquer em 1758, por determinação do Governador Capitão General
Francisco Xavier de Mendonça Furtado.
História
Devido
as dificuldades de comunicação e endemia de sezões os luso-descendentes
mudaram para a margem do então rio Surubiú ou igarapé de Alenquer e com a
ajuda de índios do rio Trombetas, fundaram a aldeia de Surubiú, na
região do atual município de Alenquer.
Em 1758 a aldeia de Surubiú foi elevada à categoria de vila. No
período, da viagem do governador capitão general Francisco Xavier de
Mendonça Furtado ao rio Negro para reunir-se com o plenipotenciário
espanhol sobre a demarcação de limites das terras das coroas de Portugal
e Espanha. Durante a viagem, visitou as povoações e aldeamentos
ribeirinhos e elevou à categoria de vila as que julgou merecer.
Alenquer foi elevada à categoria de município em 10 de junho de 1881.
Em seguida, foi elevada à categoria de comarca em 29 de março de 1883.
Geografia
Localiza-se à latitude 01º 56' 30" sul e à longitude 54º 44' 18" oeste, a uma altitude de 52 metros, distante 68 km da capital estadual Belém e 2 078 km da capital federal, Brasília. Sua população estimada em 2015, de acordo com o IBGE, era de 54 662 habitantes, distribuídos em uma área territorial de 23 645,452 km².
Turismo
A pequena cidade do interior paraense conta com muitas belezas naturais. Dentre elas, destacam-se as cachoeiras do Vale do Paraíso:
Véu de Noiva, de 25 metros; Preciosa, de 35 metros; e Cachoeira
Paraíso, de 12 metros. Esta última, contem uma boa infraestrutura para
turístico.
O município de Alenquer também conta com uma formação rochosa erodida
pelo vento, que esculpiu gigantescas figuras, onde povos primitivos
fizeram inscrições e desenhos até hoje não decifrados. E a Cidade dos Deuses, que fica a 45 km do centro da cidade.
A grande festividade de Santo Antônio, que ocorre do dia 1º à 13 do mês de junho.
Alenquer é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Lisboa, região Centro e sub-região do Oeste, com perto de 9 000 habitantes. É banhada pelo rio do mesmo nome.
É sede de um município com 304,22 km² de área e 43 267 habitantes (2011), subdividido em 11 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Cadaval, a leste pela Azambuja, a sudeste por Vila Franca de Xira, a sul por Arruda dos Vinhos, a sudoeste por Sobral de Monte Agraço e a oeste por Torres Vedras.
História
Alenquer de "Alen Ker" significa "A vontade de Alão". O Cão alano,
uma raça conhecida pelas suas qualidades na caça e combate, continua a
proteger a vila de Alenquer no seu brasão. Alenquer foi fundada por
muçulmanos e conquistada por D. Afonso Henriques. Recebeu foral em 1212 da infanta D. Sancha, filha de Sancho I de Portugal,
esta é uma das versões outras autores preferem referir sobre a
etimologia de Alenquer referir que a vila de origem romana, dizendo que
então se chamara Jerabrica, querem outros que fosse fundação dos alanos,
no ano de Cristo de 418, e que estes a denominaram Alan Kerke, na sua
língua «Templo dos Alanos».
O concelho de Alenquer desempenhou um papel preponderante em cada
época, em cada momento, da História de Portugal. Desses tempos ficaram
vestígios materiais, lendas, memórias, tradições, que sendo patrimônio
de todos nós deve ser entendido e acarinhado.
Pré-história
De entre os fósseis de animais pré-históricos encontrados na região de Alenquer, destaca-se o Apatosaurus alenquerensis. Foi descoberto pelo geólogo americano Harold Weston Robbins que então trabalhava por conta da Companhia Portuguesa de Petróleos.
As ossadas apareceram no meio de um caminho rural, algumas dezenas de
metros a Norte de um moinho arruinado chamado Moinho do Carmo, situado a
cerca de 1500 metros a Sul de Alenquer.
Depois de uma visita ao local, pessoal dos Serviços Geológicos, sob a direção de Georges Zbyszewski, realizou, em junho de 1949, as escavações, recolhendo 26 enormes vértebras pertencentes ao fóssil de um mesmo animal, muito frágeis, permitindo no entanto serem reconstituídas.
O estudo paleontológico dos achados revelou tratar-se de um animal do período Jurássico
(135-165 milhões de anos), de proporções gigantescas (podendo atingir
35 toneladas de peso, 22 metros de comprimento e 6 de altura),
pertencente à família dos Saurópodes herbívoros.
Por se tratar de nova espécie, semelhante ao Apatosaurus da América, e tendo em conta o local onde foi encontrado, recebeu o nome de Apatosaurus alenquerensis. Encontra-se no Museu dos Serviços Geológicos, em Lisboa.
Origens de Alenquer
A descoberta pelo arqueólogo Hipólito Cabaço
de objetos polidos no sítio do Castelo (sem precisar exatamente a
localização) e de fragmentos cerâmicos junto da vulgarmente chamada
Porta da Conceição parece indício seguro de uma origem pré-histórica da
vila, no espaço depois limitado pela fortificação medieval.
As cerâmicas, classificadas por Cabaço como Eneolítico, são por ele descritas como “Diversos fragmentos de vasos campaniformes com desenhos incisos encontrados por baixo da muralha da Porta da Conceição – Alenquer”.
Localizado a meia-encosta, o sítio da Porta da Conceição levanta
dúvidas quanto à localização e estrutura do povoado a que estariam
associados aqueles vasos. João José Fernandes Gomes, que estudou o
espólio, aponta duas possibilidades: a de se tratar de um povoado de
tipo castrejo, que ocupara o topo do outeiro do Castelo, a 107 metros de
altitude; ou de um povoado que ocupara uma das vertentes do mesmo
monte.
A primeira parece, contudo, comprometida. Hipólito Cabaço, que nos anos trinta do século XX
realizou escavações na zona da alcáçova do castelo medieval nada
encontrou de tempos pré-históricos. Como escreveu Luciano Ribeiro:
“Supoz-se que, abaixo do piso relativo à primeira dinastia alguma coisa
houvesse das civilizações anteriores. Porém, infelizmente: nada!”.
Aceitando a segunda hipótese – povoado de encosta - não será
indiferente a proximidade da Porta da Conceição às inúmeras fontes e
nascentes que brotavam no sítio das Águas, de ambos os lados do rio, que
era abundante de peixes, conforme relatos modernos.
Também para lá do rio, no monte fronteiro a esta encosta da Porta da
Conceição, chamado do Pedregal, Cabaço recolheu, para além de restos
paleontológicos e antropológicos, materiais eneolíticos.
Atividades econômicas
O concelho de Alenquer pode ser visto, em traços gerais, como um
espaço em processo de expansão, sobretudo urbanisticamente, e em que a
base econômica é fortemente marcada pela agricultura, em especial a
vinha e o vinho.
A evolução tem vindo a ser condicionada pelo posicionamento
territorial do concelho em relação à Área Metropolitana de Lisboa (AML),
principal centro de produção e consumo do país. Esta circunstância,
muito ligada à proximidade geográfica e à crescente dotação em matéria
de infraestruturas de transporte, conferiu a Alenquer (nomeadamente às
zonas do concelho melhor servidas neste domínio) uma significativa
vantagem competitiva com efeitos na criação de importantes dinâmicas de
desenvolvimento.