HENRIQUE DIAS

Henrique Dias

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Henrique Dias
Adicionar legendaHenrique Dias foi um brasileiro filho de escravos africanos libertos nascido em Princípios do século XVII, na capitania de Pernambuco, Brasil.

Biografia

Henrique Dias.

Foi mestre-de-campo e cavaleiro da Ordem de Cristo. Não existe consenso entre os historiadores, se nasceu cativo ou livre.
No contexto das Invasões holandesas do Brasil, ofereceu-se como voluntário a Matias de Albuquerque para lutar contra os holandeses, tendo recrutado um grande efetivo de africanos oriundos dos engenhos conquistados pelos invasores.
Participou de inúmeros combates, distinguindo-se por bravura, nos combates de Igaraçu onde foi ferido duas vezes, participou ainda da reconquista de Goiana e, notoriamente, em Porto Calvo, em 1637, quando teve a mão esquerda estralhaçada por um tiro de arcabuz. Sem abandonar o combate, decidiu a vitória na ocasião.
Estando Portugal em trégua com a Holanda, Dom João IV desautorizara a Insurreição Pernambucana contra o domínio holandês, do que estes muito se valiam espalhando a notícia. Henrique Dias, no entanto, sem autorização superior escreveu-lhes:



Meus senhores holandeses. Meu camarada, o Camarão, não está aqui; mas eu respondo por ambos. Saibam Vossas Mercês que Pernambuco é Pátria dele e minha Pátria, e que já não podemos sofrer tanta ausência dela. Aqui haveremos de perdar as vidas, ou havemos de deitar a Vossas Mercês fora dela. E ainda que o Governador e Sua Majestade nos mandem retirar para a Bahia, primeiro que o façamos havemos de responder-lhes, e dar-lhes as razões que temos para não desistir desta guerra.

Títulos de Fidalgo

Henrique Dias em rótulo de cigarro.

Devido aos serviços prestados, recebeu títulos de fidalgo, a mercê do Hábito da Ordem de Cristo e a patente de Mestre de campo. Conhecido como Governador dos crioulos (descendentes de portugueses), pretos e mulatos do Brasil, envolveu-se ainda na repressão a quilombos, tendo sido cogitado pelo vice-rei Marquês de Montalvão, em novembro de 1640, para combater um quilombo no sertão da Bahia, o que foi recusado pelos vereadores de Salvador.
Como mestre-de-campo, comandou o Terço de Homens Pretos e Mulatos do Exército Patriota, também denominados Henriques, nas duas batalhas dos Guararapes (1648 e 1649), vindo a falecer em 1662, oito anos após a vitória sobre os holandeses. Pela criação desse Terço, pode ser considerado o "pai" das milícias negras no Brasil.

Patrono de uma Organização Militar do Exército

Retrato de Henrique Dias, de autor anônimo, acervo do Museu do Estado de Pernambuco.

Pela sua vida de bravura, dedicação, coragem e liderança foi escolhido, no ano de 1992, patrono do então 28º Batalhão de Infantaria Blindada (28º BIB), atualmente, 28º Batalhão de Infantaria Leve (28º BIL) localizado em Campinas - SP.

Família

Seu genro Pedro de Val de Vezo herdou os títulos de Henrique Dias, que incluíam a Comenda de Soure e o título de cavaleiro da Ordem de Cristo. Sua outra filha, Benta Henriques, casou com o Capitão do Terço de Homens Pretos e Mulatos Amaro Cardigo, que também era negro. Cardigo cobrou da coroa o título de cavaleiro da Ordem de Santiago que foi prometida por Luísa de Gusmão aos genros de Henrique Dias. Este pedido foi negado pela ordem após três apelações.

Herói da Pátria




Litografia em rótulo de cigarro com os quatro heróis da Insurreição Pernambucana: Vidal de Negreiros, Fernandes Vieira, Henrique Dias e Felipe Camarão.
         

          Há pouca documentação sobre Henrique Dias, um dos heróis negros da luta contra os holandeses. As informações só começam a aparecer, em 1633, quando ele se apresentou ao general Matias de Albuquerque “para servir com alguns de sua cor em tudo o que lhe determinasse”, tornando-se o capitão do grupo e recebendo a patente de governador dos crioulos, negros e mulatos do Brasil.

Sabe-se que nasceu em Pernambuco, mas não se conhece a data do seu nascimento. Também não se sabe se nasceu escravo ou liberto, nem quem foi sua mulher. Não teve filhos homens, mas quatro filhas, duas das quais se chamavam Guiomar e Benta.

Não há um retrato seu autêntico, conhecido. Os que aparecem nos compêndios e até em livros eruditos são pura fantasia.

Sua primeira ação militar foi a defesa do Engenho São Sebastião, quando contou  com a ajuda de vinte negros e de outros capitães, e onde recebeu o primeiro dos seus 24 ferimentos lutando contra os holandeses. Num desses ferimentos sua mão esquerda teve que ser amputada.

Travou combates com os holandeses em Pernambuco, Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte, não perdendo sequer uma batalha. Tomou parte, entre outras, nas batalhas das Tabocas, de Casa Forte, quando defendeu o engenho de Dona Anna Paes, de Cunhaú e dos Guararapes. 

Henrique Dias estabeleceu-se numa estância no contorno do Recife e da cidade Maurícia (atual bairro de Santo Antônio) que, segundo os documentos, era a mais próxima dos inimigos. Ficava tão perto dos holandeses que, às vezes, o duelo não era com bala e sim com palavras de desafio e injúria. Da sua estância realizou várias investidas importantes contra os batavos. O local foi atacado diversas vezes pelos flamengos, porém eram sempre rechaçados.

Com a rendição do Recife, em 1654, Henrique Dias, ao contrário de outros militares que combateram os holandeses, não recebeu as recompensas que lhe eram devidas, tendo que viajar a Portugal, em março de 1956, para requerer a remuneração atrasada dos seus serviços.

Foi-lhe concedida por Dom João IV, a comenda dos Moinhos de Soure, da Ordem de Cristo, que estava vaga por morte de Antônio Felipe Camarão, que já a possuía desde 1641.

Passou seus últimos anos em Pernambuco, morrendo em extrema pobreza no dia 7 ou 8 de junho de 1662, no Recife, sendo enterrado por conta do Governo, no Convento de Santo Antônio, em local desconhecido.

                                                                                                            Recife, 29 de junho de 2004.
                                                                    (Atualizado em 28 de agosto de 2009).

FONTES CONSULTADAS:

MELLO, José Antonio Gonsalves de. Henrique Dias: governador dos crioulos, negros e mulatos do Brasil. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1988. 73 p.

VASCONCELOS, Everardo. Um herói que a pátria esqueceu.  Arquivos, Recife, n. 21/47, p. 13-17, 1952-1965.


A Lei nº 12.701, de 06 de agosto de 2012, reconhecendo sua importância na história do país, determinou que o nome de Henrique Dias fosse incrito no Livro de Heróis da Pátria (conhecido como "Livro de Aço"), depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, um cenotáfio que homenageia os heróis nacionais localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Falta apenas o respectivo cunhamento do nome no Livro.

O Brasil e a Unidade Nacional deve tudo a esses heróis do passado, lusófonos e lusófilos, que aqui derramaram seu sangue em terra e mar para que hoje esta pátria seja a pátria das pátrias, onde todas as etnias convivem em perfeita paz e harmonia. Mas cuidado que o inimigo separatista está de volta e tal como no passado, seu alvo principal é nossa cultura e língua comuns. Naquele passado distante esse teimoso e perverso separatismo vinha pelos oceanos. Hoje vem pelos oceanos, por terra e pelos ares, aproveitando-se da desinformação de nosso povo, bom, mas domesticado pela maioria de uma elite tamoia, que ao contrário do povo, está sempre ligada nas coisas lá de fora, agora nem tanto da Holanda!!!
Portanto, antes que nosso querido Brasil vire um desses Iraques, Líbias, Egíptos, Sírias, etc., etc., da vida, que o separatismo internacional transformou num caldeirão de dor e destruição, vamos iniciar nossa reação, inspirados no exemplo de Henrique Dias, Camarão e outros heróis nacionais, começando por um boicote aos meios de comunicação, que desinformam e entopem a mente de nossos filhos com maus exemplos desses heróis pagos que importamos!
Cobrar de nossos governantes uma reforma profunda no ensino fundamental para que a História deste país dos primeiros dois séculos seja matéria obrigatória no nosso currículo escolar.
Incentivar pleno intercâmbio cultural e artístico entre as crianças lusófonas do mundo.
Substituir as paradas militares do dia da Independência por esse intercâmbio acima citado.
Se assim fizermos, estaremos homenageando esses heróis do passado e mantendo o Brasil Unido nas fronteiras, na língua, na família e na religião, que já, tal como no calvinismo distante ameaça a paz dos brasileiros!!! A não ser que as intenções calvinistas de hoje não sejam as de ontem, até porque os tempos são outros e o próprio luso-catolicismo é uma das poucas religiões que sempre soube conviver com o sincretismo religioso. 
 Tomara que assim seja!

Referências

  1. Ir para cima MATTOS, HEBE, Pretos and Pardos between the Cross and the Sword, 2006 Revista Europea de Estudios Latinoamericanos y del Caribe disponível em: http://www.cedla.uva.nl/60_publications/PDF_files_publications/80RevistaEuropea/80Mattos-ISSN-0924-0608.pdf
  2. Ir para cima MATTOS, HEBE, Da Guerra Preta as hierarquias de cor no Atlântico Português disponível em: http://snh2007.anpuh.org/resources/content/anais/Hebe%20Mattos.pdf

NAVIO - HOSPITAL CHINÊS - "ARCA DA PAZ"



Navio - Hospital Chinês "Arca da Paz"

Navio-hospital chinês realiza trabalhos de resgate nas Filipinas
2013-11-25 16:18:31 

Três cidadãos filipinos, feridos durante a passagem do tufão "Haiyan", foram transferidos no dia 24 para o navio-hospital chinês "Arca da Paz". Os feridos foram operados pela equipe chinesa.
O navio chinês partiu no dia 21 da província de Zhejiang e viajou até às Filipinas. Foi o primeiro navio-hospital estrangeiro a chegar às zonas afetadas pelas Filipinas para realizar trabalhos de resgate.
O responsável pelo navio, Shen Hao, afirmou que a equipe vai superar todas as dificuldades para receber e tratar dos feridos causados pelo desastre e vão enviar equipes médicos para as regiões mais afetadas também.

Tradução: Zhao Hengzhi
Revisão: João Pimenta

ESPORTE CLUBE TAUBATÉ

Esporte Clube Taubaté

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Taubaté

Esporte Clube Taubaté.png
Nome Esporte Clube Taubaté
Alcunhas Burro da Central
Gigante do Vale
Alvi Azul
Torcedor/Adepto taubateano
Mascote Burro
Fundação 1 de novembro de 1914 (99 anos)
Estádio Joaquim de Morais Filho (Joaquinzão)
Capacidade 9.600 lugares
Presidente Brasil Daniel Ambrogi
Treinador Brasil Paulinho McLaren
Material esportivo Brasil RT Sports
Competição São Paulo Campeonato Paulista - Série A3
São Paulo Copa Paulista
São Paulo A3 2013
São Paulo CP 2013
11º Colocado
19º Colocado
São Paulo A3 2012 11º Colocado
São Paulo A3 2011
São Paulo CP 2011
5º Colocado
25º Colocado
Website esporteclubetaubate.com.br
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
Estádio Joaquim de Morais Filho
Esporte Clube Taubaté é um clube brasileiro de futebol da cidade de Taubaté, localizada no interior do estado de São Paulo. Seu precursor, o "Club Sportivo Taubateense", fundado em 1904, foi o pioneiro na fundação e disseminação do futebol na região do Vale do Paraíba no início do século passado, além do Esporte Clube Taubaté ter sido o primeiro clube do Vale do Paraíba a se profissionalizar e a ascender à elite do Campeonato Paulista, disputando-a de 1955 a 1962 e de 1980 a 1984. Atualmente disputa o Campeonato Paulista Série A3, eventualmente também disputando a Copa Paulista de Futebol.

História

O início do futebol em Taubaté


Velodromo Caieiras é um dos 4 existentes no Brasil

Inaugurado em 3 de abril de 1904, o Velódromo Taubateano logo passou a ser o ponto de encontro dos esportistas nas tardes dos domingos.
Sua inauguração foi marcada por uma grande festa, contando com a presença da "Corporação Philarmonica Taubateense e Jacareyense", a Banda João do Carmo, membros da diretoria do Velódromo Taubateano e do Velo Clube de Jacarey e do Dr. Pereira de Mattos, redator do jornal O Povo de Caçapava.
Os festejos da inauguração se iniciaram às 15 horas, com uma série de provas. O ciclismo era o esporte que despertava maior interesse no Estado de São Paulo. Em Taubaté era raro o domingo em que não se realizavam provas ciclistas, sempre com participação de corredores da região e da cidade de São Paulo. Sérgio Areão, Mauricio de P. Natividade, Indiani e outros eram ciclistas famosos, sempre com participações de destaques em provas válidas pelo Campeonato Paulista. Os intervalos dos páreo das provas ciclistas eram preenchidos com apresentações da Orquestra Filarmônica de Taubaté.
Nessa época, os "ensaios" de foot-ball, começavam a surgir em nosso país. A idéia de se criar a primeira equipe de futebol ocorreu exatamente no dia 10 de Junho de 1904, quando os amantes do esporte, José Pedro de Oliveira, Jayme Tindal e Frederico Livrero, se reuniram no edifício da Associação Comercial com objetivo de estudar a melhor possibilidade de se fundar uma equipe de futebol na cidade. Nesse primeiro encontro decidiu-se que a equipe ganharia o nome de "Club Sportivo Taubateense".

Fundação

Uma reunião realizada no dia 25 de outubro de 1914 estabeleceu os detalhes para a fundação do Sport Club Taubaté. No dia 1 de novembro, a primeira Assembléia Geral, realizada na residência de Francisco de Paula Pereira Barbosa, reuniu 48 sócios e estabeleceu a fundação da agremiação. A partir daí, o clube adotava o azul e o branco como as suas cores. Na ocasião, o prefeito de Taubaté, Gastão da Câmara Leal, foi escolhido como primeiro presidente do clube.1

O mascote

Em 1954, o Esporte Clube Taubaté disputava o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, e tinha se classificado para a fase final. A primeira partida desta etapa foi contra o Comercial, da cidade de Ribeirão Preto, no campo do Bosque, em Taubaté.
O "Gigante do Vale", como o clube era conhecido naquela época, venceu o Comercial por 6 a 3. Porém, na ocasião, o atacante Alcino entrou em campo sem estar com a sua documentação regularizada junto a FPF (Federação Paulista de Futebol). Por este motivo, o Comercial pleiteou os pontos da derrota, sendo prontamente atendido pela entidade esportiva.
Com isto, uma charge no diário esportivo Gazeta Esportiva se referiu ao Taubaté com um desenho de um burro. O animal, que seria motivo de chacota pelas torcidas adversárias, foi carinhosamente adotada pela torcida taubateana.
A denominação "Burro da Central" já existiu desde 1955, ano em que se encerrou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 1954. Não é verdadeira a informação de que o complemento do apelido "da Central" só surgiu em 1968, após a construção do Estádio Joaquim de Morais Filho. Desde o início, o apelido era "Burro da Central", pelo fato de passar por Taubaté a Estrada de Ferro Central do Brasil. Assim como já existiam a "Pantera da Mogiana" (Botafogo de Ribeirão Preto), o "Elefante da Noroeste" (C.A. Linense), também foi colocado no E.C.Taubaté, pelo jornalista Thomaz Mazzoni do jornal "A Gazeta Esportiva", o apelido de "Burro da Central".
Desta forma, os torcedores adotam o burro como mascote em camisas, bandeiras, adesivos e faixas.

Presidentes

O Esporte Clube Taubaté já teve, em sua história, 34 presidentes. Entre os presidentes mais importantes da história do clube, está Joaquim de Morais Filho. Em sua primeira gestão, o Burro da Central disputou, pela primeira vez, a principal divisão do Campeonato Paulista de Futebol. Também teve início em seu mandato a construção do estádio que recebe o seu nome.

Abaixo, a relação dos presidentes do Taubaté.

1914-1919 - Gastão da Câmara Leal
1919-1925 - José César de Oliveira Costa
1926-1927 - Alfredo Cândido Vieira
1927-1933 - Lavaro de Mattos
1933 - Luciano Alves
1933-1936 - Antonio de Mattos Ribas
1936-1938 - Artur Audrá
1938-1939 - Francisco Costa Nápoles
1939-1944 - Artur Audrá
1944-1948 - José Geraldo de Oliveira Costa
1949-1951 - José Rodrigues Pereira
1951-1953 - Francisco de Matos
1953-1957 - Joaquim de Morais Filho
1957-1959 - José Rodrigues Pereira
1959- Alfredo Fernandes
1959-1960 - Odnen Montesi
1960-1962 - Joaquim de Morais Filho
1962-1964 - Savério Mário Árdito
1964-1965 - Joaquim de Morais Filho
1965-1966 - Oswaldo Abirached
1966-1968 - Joaquim de Morais Filho
1968- Rubens Retro / Francisco Tolomio
1969-1974 - Joaquim de Morais Filho
1975-1976 - Benedito Elias de Souza (Lolito)
1977-1978 - Brasil Natalino
1979-1980 - Benedito Elias de Souza (Lolito)
1981-1982 - Gustavo Henrique Schuch
1983-1984 - Willian Beny B. Telles Alves
1984- Reinaldo Carneiro Bastos
1985-1986 - Reinaldo Carneiro Bastos
1987-1988 - Reinaldo Carneiro Bastos
1989-1990 - José Diniz Junior
1991-1992 - Giuseppe Del Vecchio (Pepe)
1992- Fernando Silveira Queiroz
1993-1994 - José Diniz Junior
1995-1996 - Antonio Roberto Paolicchi
1997- Edgar Soares (janeiro a março)
1997- Horton Sidney da Cunha (abril a novembro)
1997-1998 - Antonio Luis Ravani
1999-2000 - Antonio Luis Ravani
2001-2003 - Antonio Luis Ravani
2003-2006 - Francisco Rodrigues Tulha
2006-2008 - Elidemberg Mauricio Nascimento
2009 - Sinival José Inácio
2009-2012 - Ary Kara José
2012-2014 - Daniel Ambrogi

Crise

Atualmente o clube supera uma crise deixada por admistrações anteriores. A administração Elindenberg Nascimento 2007-2008 não conseguiu reverter o caos deixado pela empresa Meca Sports, que saiu do comando do futebol no final de 2007. Na administração da Meca Sports, o time caiu duas divisões. Em 2008, o clube foi rebaixado para a última divisão do futebol paulista, porém ascendeu à Série A3 no ano seguinte.
Em 2009, sob a presidência de Ary Kara José, ex-deputado que conseguiu agregar um grupo de abnegados empresários e amantes do esporte, o clube tomou outro rumo, com um projeto a longo prazo que objetiva o retorno à elite do futebol paulista até 2014 (ano do centenário do clube).

Elenco atual (Série A3 - 2013)

Goleiros
Jogador
Brasil Santos
Brasil William
Brasil Yuri
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Amarildo Z
Brasil Juan Z
Brasil Rafael Almeida Z
Brasil Wagner Z
Brasil Fernando Z
Brasil Viola LD
Brasil Alex LD
Brasil Jefferson LE
Brasil Júlio Fantone LE
Brasil Raí LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Bruno Chorão V
Brasil Foguinho V
Brasil Felipe V
Brasil Célio V
Brasil Serginho V
Brasil Samuel M
Brasil Nenê M
Brasil Thiago Vieira M
Atacantes
Jogador
Brasil Gilsinho
Brasil Reginaldo
Brasil Gilson
Brasil John Lennon
Brasil Lucas
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Paulinho MacLaren T

Inicial 2013

(Atualizado: 18/03/2013)
Entradas Entradas
Jogador Pos. Clube anterior
Brasil William G Brasil Noroeste
Brasil Alex L Brasil União Frederiquense-RS
Brasil Júlio Fantone L Brasil Ypiranga de Erechim
Brasil Viola L Brasil São Carlos
Brasil Jefferson L Brasil Barretos
Brasil Amarildo Z Brasil São José
Brasil Juan Z Portugal Arouca-POR
Brasil Rafael Almeida Z Brasil Capivariano-SP
Brasil Fernando Z Brasil Osasco FC-SP
Brasil Wagner Z Brasil Trem-AP
Brasil Célio V Brasil Santa Cruz-RS
Brasil Felipe V Brasil Guariba-SP
Brasil Serginho V Brasil Cene-MS
Brasil Douglas Tandú M Brasil Marcílio Dias-SC
Brasil Nenê M Brasil Guaratinguetá-SP
Brasil Samuel M Brasil Corinthians-SP
Brasil Gilson A Brasil Foz do Iguaçu-PR
Brasil John Lennon A Brasil Atlético Joseense-SP
Brasil Gilsinho A Brasil Taubaté-SP
Brasil Bruno Moraes A Brasil Rio Claro-SP
Brasil Lucas A Brasil Mogi Mirim-SP

Hino

A letra e a interpretação do hino do clube é de Santos Cursino e Augusto César Guará.



Hino do Esporte Clube Taubaté

Nós somos a torcida alvi anil
O esporte é a nossa bandeira
Sentindo os chamados do Brasil
Estamos novamente na primeira

Nossa gente viril e capaz
De passar por todas as barreiras
O azul é o céu
O branco a paz
São as cores da nossa bandeira

A nossa bandeira que a torcida conduz
Tem em seu emblema nosso espírito de luz
No nosso alvi-azul a ordem é lutar
E de norte a sul vai a garra mostrar"

Títulos

Estaduais

  • São Paulo Campeonato Paulista do Interior: 3 vezes (1919, 1926 e 1942)
  • São Paulo Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1954 e 1979)
  • Vice-Campeonato Paulista A2: 2 vezes (2004 e 1947)
  • São Paulo Campeonato Paulista - Série A3: 2003
  • Vice-Campeonato Paulista A3: 1998

Inter-estadual

  • Torneio Miguel Couto Filho: 1956

Regionais

  • Torneio do Vale do Paraíba: 1953
  • Copa do Vale do Paraíba: 2 vezes (1986 e 1987)

Categorias de base

  • Campeonato Paulista Sub-20 - Segunda Divisão: 1985

Torcidas organizadas

  • Dragões Alvi-Azul
  • Burrão Chopp
  • Comando 1914
  • Cocheira ( Barra-Brava)

Rivais

Os tradicionais rivais do Taubaté são as equipes profissionais das demais cidades do Vale do Paraíba, em particular o São José (contra quem o Burro faz o equilibrado Clássico do Vale) e a Esportiva de Guaratinguetá, sendo que esta última foi extinta nos anos 90. Até meados da década de 60 o grande rival do E.C. Taubaté foi a Esportiva de Guaratinguetá, pois o São José só se profissionalizou definitivamente em 1964. Atualmente o Burro disputa a mesma divisão de um outro time do Vale do Paraíba, o Joseense, embora não haja ainda uma rivalidade significativa entre as duas equipes.

Referências

↑  História do Futebol Taubateense


COMO NASCEU O ESPORTE CLUBE TAUBATÉ

 Pelos idos de 1914 as coisas não andavam muito bem para o “Taubaté Foot-Ball Club”, a entidade futebolística do Velódromo, que substituíra o “Taubateense”.
Fosse pelo impacto da guerra, por uma diretoria ineficiente ou outro qualquer motivo, na realidade, depois de brilhantes vitórias por toda região, o “Taubaté Foot-Ball Club” começou a declinar no seu entusiasmo e consequentemente nas suas atividades; se o futebol varzeano prosperava e fundavam-se clubes e mais clubes em todos os bairros e por toda zona rural do Município, ainda que, como jocosamente diziam “a sede fosse debaixo do poste” a verdade é que com a crise do Velódromo, o “Taubaté F. C.” estava nos seus derradeiros alentos e a própria praça de esportes da rua 4 de março.
Na Europa a guerra se desenvolvia incruenta: em Verdun, o herói másculo Petain escrevia com o sangue indômito de seus patrícios gauleses, a divisa imortal: “On ne passe pas”. Aqui não passareis! Não havia rádio e os jornais de São Paulo eram esperados diariamente na gare do Parque Dr. Barbosa de Oliveira e até arrancados das mãos dos jornaleiros. As emoções, os impactos determinados pelas notícias do torpedeamento de navios, indefesos navios mercantes brasileiros eram indescritíveis: se o “Jeca” nas roças, indiferentemente ouviu falar em guerra, mas receiosamente decidiu diminuir suas vindas à cidade, o “Juca Pato” das ruas lê jornais, avidamente, desdes as manchetes nas bancas, discute, “ergue as duas mãos fechadas” nas rodinhas de esquina, jura vingança e bate palmas e grita nos comícios e se sente também um estrategista como um técnico de futebol antes da guerra, a verdade é que o clima menos para o cabloco amedrontado e a certo modo displicente, era da maior tensão, do maior desassossego.
S.C. Taubaté. Álbum do tri-centenário de Taubaté
E voltemos para o Velódromo: Ao lado do campo, próximo ao grande portão de madeira da entrada havia uma casa rústica onde morava o zelador do campo, um senhor Moreira, mulato, pouco tratável, também conhecido por Moreirinha, mas que nada tinha que ver com o “velho” Moreirinha, nascido nas plagas das “arregueifas”, no Valongo, na “boa terra”, goleiro campeão do interior de 1926 e zelador “honoris causa” e permanente do Esporte Clube Taubaté.
Pois, o Moreirinha do começo do começo do século, ficou sendo por insinuação o “dono da bola” e fazia o que queria e quando queria, com o campo e com os jogadores.
Assim, se o “seu Moreira” quisesse haveria treino e se não quisesse a turma voltava para as suas casas, num tempo em que a diversão para os moços era futebol à tarde, cinema mudo à noite, eventualmente alguma companhia circense e no mais, “conversa de guerra”, serenatas e aos domingos uma brincadeira dançante na casa grande do dr. Barbosa!
E como haveria um jogo de certa importância, tratado com o clube de São José dos Campos, uma tarde em que a turma veio treinar, prelibando as sensações dessa partida que seria no dia 15 de novembro, além do aviso de que “não haveria treino” os moços encontraram um “aviso” afixado na parede, redigido pelo “dono da bola” escalando o quadro que jogaria naquela cidade. Como centro atacante ele mesmo, Moreira, se escalou! O homem não jogava bulhufas”.
Campo do E.C. Taubaté, construído no Largo do Convento, na atual praça Mons. Silva Barros.
Houve com a exasperação provocada pelas duas notícias um pequeno quebra nas instalações do velódromo e… não pegaram o Moreirinha, porque o mesmo vendo as coisas pretas… muscou-se em tempo!
Os participantes não voltariam mais ao Velódromo e naquela tarde por sugestão do Prof. Irito Barbosa se reuniram informalmente, para tratar da fundação do glorioso, respeitado e querido alvi-azul.
Irito Barbosa foi o presidente fundador do Esporte Clube Taubaté.
Falecido há quase 20 anos, o futebol taubateano ainda não prestou as devidas homenagens à sua memória, especialmente o E. C. Taubaté.

oswaldoFoi executivo da CTI, vereador e presidente da Câmara. Idealista, participou do grupo fundador da Semana Monteiro Lobato e por 30 anos foi seu principal divulgador, mantendo acesa a sua chama original. Batalhou com perseverança pela preservação e tombamento da Chácara do Visconde, local onde nasceu Monteiro Lobato. Sua fabulosa memória o levou a escrever o livro “Taubaté no aflorar do século, uma grande obra.
 Oswaldo Barbosa Guisard (1903-1982) 
 
geral musas 2A diretoria do Taubaté abriu ao público neste sábado a votação para a escolha da "Musa do Burrão". São 14 candidatas, que foram apresentadas na última quinta-feira. A votação popular terá peso na escolha da vencedora. O anúncio oficial será feito durante um desfile no shopping Via Vale Garden Shopping, no dia 9 de maio.



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