FRANGO COM QUIABO

 
 










Ingredientes
  • 1 kg de frango inteiro em pedaços médios
  • 300 gr de quiabo
  • 2 unidade(s) de cebola
  • 1 dose(s) de suco de limão
  • quanto baste de sal
  • 1 colher(es) (sopa) de alho picado(s)
  • 1 colher(es) (sopa) de Óleo de urucum
  • 1 talo(s) de salsinha picada(s)
  • 1 talo(s) de cebolinha verde picado(s)
  • 1 folha(s) de louro
  • 1 xícara(s) (chá) de banha de porco
  • quanto baste de Água

Como fazer
  1. Lave o frango, corte nas juntas e afervente levemente com água e limão.
  2. Escorra, lave e reserve.
  3. Em uma panela, aqueça a banha, o sal com alho, deixe alourar; junte o frango, deixe fritar levemente, escorra o excesso de gordura, acrescente o urucum, misture bem.
  4. Pingue água aos poucos, deixe suar e junte a salsinha e a cebolinha verde, as cebolas inteiras, o louro, tampe para manter um bom caldo.
  5. Acerte o tempero e mantenha tampado para cozinhar bem.
  6. À parte, lave e seque os quiabos novos e tenros.
  7. Retire as pontas e os pés, pique em rodelas e agregue ao frango.
  8. Não mexa.
  9. Tampe por alguns minutos.
  10. Verifique se os quiabos estão macios.
  11. Retire do fogo e sirva com arroz, angu e couve.
Receita extraída do Livro História da Arte da Cozinha Mineira por Dona Lucinha.

NUVENS DE ÓDIO E SEPARATISMO SOB OS CÉUS DO BRASIL





Nuvens cinzentas carregadas de ódio separatista ameaçam o palácio do Planalto, desde que um governo realmente preocupado com o social assumiu os destinos deste país já lá vão aproximadamente treze anos.
Um governo que mexeu com os interesses dos grandes grupos internacionais, que além de explorarem nossas riquezas naturais ainda pregam o separatismo de nossa gente com velhas frases depreciantes, como por exemplo: - a capital do Brasil é Buenos Aires, o povo brasileiro não tem memória, o Brasil não é um país sério. O brasileiro só pensa em carnaval, praia e futebol. O brasileiro só pensa em roubar. O brasileiro não gosta de trabalhar. E até nossos irmãos portugueses pagam o pato até hoje, pois a culpa de tudo isso é em parte atribuida a eles! Um discurso separatista, que conta com a conivência de nossas elites governantes, da mídia em geral  e por isso mesmo com a aceitação inocente da maioria de nosso povo, principalmente pela falta de escolaridade deste! Tudo que vem de fora, é sempre melhor!!! E assim vem desde o advento da "Revoluçaçao Industrial" em meados do século XIX, esta imposta e depreciativa domesticação, que acaba por adormecer a vontade de nosso povo. Até o futebol trazido pelos ingleses pregava este complexo, determinando que só os brancos podiam praticar este popular esporte. O Vasco da Gama desobedeceu a este separatismo em 1923 e foi campeão com quatro afro-descendentes e sete luso-descendentes, mas acabou sendo afastado da primeira liga por Flamengo, Fluminense, Botafogo, América, Andaraí e outros, que não aceitaram a presença de pobres operários neste esporte, só voltando à elite do futebol em 1933, porque o povo daquela época se revoltou com aquele separatismo !
Comparando a política de hoje ao futebol de ontem, percebemos que nosso povo continua sendo domesticado e descriminado. É só dar uma olhadinha no congresso "nacional" que logo percebemos que essa descriminação continua! Agora mesmo, esse congresso vetou o projeto da presidenta Dilma Rousseff,  que destinava todo o dinheiro dos royalts do petróleo do Pré- Sal para a educação e cultura.
A questão das cotas nas faculdades, 20% para os afro-descendentes também encontra enorme resistência na sociedade, que não aceita que um filho de pobre possa ter acesso a uma faculdade, embora neste caso eu ache, que, o sistema de cotas, poderia ter outra conotação, pois, assim como está colocado,  também nos dá uma imagem separatista, colocando os afro-descendentes numa condição inferior aos demais brasileiros, já que a maioria destes, de outras etnias, também são vítimas da injustiça social. A meu ver, o mais certo, seria    determinar o sistema de cotas para as classes mais pobres de nossa sociedade, que são afro-descendentes, luso descendentes, ítalos-descendentes, etc., etc..!!!
Enfim, foram boas as intenções do governo federal, mas precisa haver esta correção, pois como está, dá-nos a impressão de que nossas autoridades não conhecem os pilares de nossa sociedade integracionista, humanística e internacionalista, herança maior de nossa lusofilia!
Outra correção que também seria benvinda seria na distribuição das bolsas-famíĺia, que deveriam integrar os beneficiados num projeto de hortas comunitárias junto aos colégios com a participação dos alunos.
Mas, apesar destes detalhes, que terão que ser corrigidos, temos que convir que o Brasil destes 12 anos para cá vem conseguindo desfazer estas nuvens carregadas de ódio separatista.
O que acontece com o Brasil de Dilma de hoje, aconteceu com a China de Mão de ontem! Também o povo de lá era tachado de indolente e desonesto pelos colonizadores ingleses, que tentaram a todo o custo impedir a revolução cultural, mas acabaram derrotados pelo exército de Mão, que mandou queimar na praça celestial de Pequim toda aquela lixo-cultura, que por muitos anos domesticou a cabeça daquele povo! Foi o maior incêndio da história da China! Quem não se lembra daquelas imagens passadas para todo o mundo, de um estudante, enfrentando um tanque do exército, mostrando a suposta falta de liberdade de então naquele país?! E se isso aconteceu na China de Mão, após mais de 12 anos de revolução sangrenta, o que não poderá acontecer no Brasil de Dilma também após 12 anos de governo pacífico, que conseguiu expulsar daqui o famigerado FMI, que conseguiu transformar o Brasil numa das mais baixas taxas de desemprego e mortalidade infantil do mundo!
Por aqui as armas separatistas ainda não são as bélicas, mas, nem por isso menos perigosas que as armas da mídia, alimentadas pela pólvora da mentira e da desinformação.
Mas, certamente, no momento próprio, Dilma saberá resistir, tal como Felipe Camarão, mostrando a verdade e a informação de seu governo a favor do social e da soberania nacional!
Camarão resistiu às promessas de corrupção dos separatistas calvinistas para que ficasse ao lado deles, com as seguintes palavras: - respondo às promessas de corrupção de vossos papéis com a moral da pólvora de meus canhões!        


Da minha janela observo tudinho o que acontece no mundo e no meu país de coração, pois nesta globalização mentirosa, não há como entender efeitos sem causas, principalmente no Brasil um país rico em quase tudo! Natureza, humanismo, generosidade, integracionismo e tantas outras virtudes que nosso ancestrais nos legaram à custa de tanto sangue derramado!
Nesta minha janela, entretanto, olhando este céu cinzento, por vezes uma certa depressão invade minha alma, que consigo amenizar, lendo os versos do grande poeta e cantor luso-argentino Facundo Cabral.
Saindo da janela e indo até à minha varanda, posso, entretanto,  observar melhor os estragos que estas nuvens carregadas de ódio e separatismo provocam sobre um país que há aproximadamente 12 anos deixou de ser um país do futuro para agora se transformar num país emergente!
Num país que conseguiu se livrar da humilhação do famigerado FMI de Fernando Henrique Cardoso e seus seguidores liberais e que hoje até se dá ao luxo de emprestar dinheiro a outros países. Num país que hoje, após esses 12 anos de governo de coligação se dá ao luxo de ter o menor desemprego do mundo. Num país que nestes 12 anos de governo popular,  conseguiu colocar dentro das faculdades brasileiras mais de 20% de pessoas da classe pobre. Num país que hoje tem mais de 1800 km de estradas federais duplicadas e mais de 5700 km já construídas, que resulta em mais de 25000 km de modernas rodovias federais em todo o Brasil.
 Num país que hoje tirou da miséria absoluta mais de 20 milhões de seres humanos, que os liberalistas chamam de malandros e indolentes, mas que está jogando em circulação, na base monetária e no meio rural, 23,9 bilhões de reais por ano, que vão gerar emprego no campo e na indústria, diminuando assim a pobreza, a ocupação de leitos nos hospitais, os gastos com remédios dos laboratórios, etc., etc..  Não nego a necessidade de aprimoramento neste programa, já que ele nasceu de uma emergência de não deixar num país tão rico como o Brasil, morrerem de fome tantas criancinhas inocentes!!! Mas, já, já, será dada a vara para esta gente pescar e se integrar nesta sociedade tão injusta e descriminatória.
 Num país, que constrói uma das maiores obras do mundo, a transposição do Rio São Francisco, numa das regiões mais pobres do Brasil, que, sem agredir a natureza,  vai transformá-la numa das regiões mais ricas do Brasil e num dos maiores celeiros do mundo, não há como duvidar da capacidade empreendedora de nossa gente! O separatismo foi identificado e por isso está com os dias contados, conforme irá demonstrar o resultado das próximas eleições de outubro de 2014.  

JPL




   

MELGAÇO DO BRASIL

Melgaço (Pará)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Município de Melgaço do Pará
Bandeira de Melgaço
Brasão desconhecido
Bandeira de Melgaço Brasão desconhecido


 Hino de Melgaço
Aniversário 30 de dezembro
Fundação 1961
Gentílico melgacense
Prefeito(a) Adiel Moura de Sousa (PP)
(2013–2016)
Localização
Localização de Melgaço
Localização de Melgaço no Pará
Melgaço está localizado em: Brasil
Melgaço
Localização de Melgaço do Pará no Brasil
01° 48' 21.44" S 50° 43' 0.00" O
Unidade federativa  Pará
Mesorregião Marajó IBGE/2008 
Microrregião Portel IBGE/2008 
Municípios limítrofes Breves, Portel, Bagre, Gurupá e Porto de Moz
Distância até à capital Belém 290 km
Características geográficas
Área 6 774 km² 
População 24 808 hab. IBGE/2010
Densidade 3,66 hab./km²
Altitude 12 m
Clima equatorial
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,418 (PA: 144º) – muito baixo PNUD/2010
PIB R$ 46 682,827 mil IBGE/2008
PIB per capita R$ 2 595,08 IBGE/2008
Página oficial

Melgaço é um município situado do estado do Pará, especificamente no Arquipélago do Marajó a uma latitude 01º48'16" sul e a uma longitude 50º42'44" oeste, estando a uma altitude de 12 metros em relação ao nível do mar, possui uma área de aproximadamente 6774 km² e uma população estimada em 2010 de 24.808 habitantes, segundo o IBGE. Está oficialmente localizado na Amazônia Legal. 
Cidade de Melgaço (Pará)
Melgaço, no Pará, a cidade menos desenvolvida do país, é a mais populosa delas.

 

 

 

 


 

 

 

 

Geografia

Melgaço está localizada a 290 km, em linha reta, da capital do estado, Belém e possui acesso aéreo e fluvial, aproximadamente de 20 a 30 minutos de helicóptero, 6 a 8 horas de lancha e 12 a 16 horas de navio partindo da capital do estado.
Possui inúmeras ilhas com praias de água doce banhadas pelos rios Amazonas, Tajapuru, Laguna, Anapu, dentre outros em toda a sua extensão rural e urbana. Balneário da magnífica Baía de Melgaço, além da estupenda e vasta Floresta Nacional de Caxiuanã, a mais antiga da Amazônia Legal, onde se fundou a Reserva Nacional de Caxiuanã em 1961e onde foi instalada a Estação Científica Ferreira Pena e o Museu de história Emílio Goeldi, que foi inaugurado em 1993 com intuito de apoiar pesquisas regionais de interesse nacional e internacional. Devido à grande variedade de espécimes da fauna e flora amazônica de interesse social, científico e cultural acolhe turistas e pesquisadores dos quatro cantos do mundo o ano todo. Por isso, o município de Melgaço, possui parte de sua área enquadrada como unidade de conservação de uso sustentável pela Reserva Extrativista Gurupá-Melgaço e pela Floresta Nacional de Caxiuanã.
  

Melgaço, município do Pará

Thumb
Melgaço
ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS HISTÓRICO 

A origem do município de Melgaço está relacionada com a fundação da aldeia de Maricuru, também chamada Guaricuru e Aricuru, pelo Padre Antônio Vieira, em data posterior a 1653. Em 1758, após a expulsão dos jesuítas, o governador Francisco Xavier de Mendonça, obedecendo a política adotada pelo Marquês de Pombal, que expulsava todos os jesuítas de Portugal e de suas colônias, e em cumprimento a uma determinação REAL, deixou Belém em direção ao rio Negro, para acertar os limites das terras dos reinos de Portugal e Espanha. E também cumprindo outra determinação, de 6 de junho de 1755, para que elevasse a Vilas todas as povoações que julgasse merecer essa elevação. Assim, deu à aldeia dos Guaricuru o predicamento de Vila, com a denominação de Melgaço. Deu-lhe o nome português de Melgaço, dentro da política de substituir as denominações indígenas por topônimos de Portugal. Com a divisão da Província do Pará, em Termos e Comarcas, nas sessões do Conselho do Governo, de 10 a 17 de maio de 1833, a vila de Melgaço constitui Termo de mesmo nome, ficando a lhe pertencer os territórios da vila de Portel, rebaixada para freguesia e aumentando, dessa forma, a jurisdição e a extensão do Município. Nessa ocasião, Melgaço era formado por áreas hoje pertencentes ao município de Breves. Em 1843, ocasião em que Portel foi restaurado como vila, pela Lei nº 110, de 25 de setembro, Melgaço perdeu o território daquele Município. Com a Resolução nº 200, de 25 de outubro de 1851, perdeu o predicamento de vila e passou a fazer parte da freguesia dos Breves, que havia recebido categoria de vila. Porém, o município não foi extinto de fato, o que somente aconteceu com a suspensão da Comarca, em 1852. Até a restauração do Município, em 1856, através da Lei nº 280, de 29 de agosto, Melgaço permaneceu como capela da freguesia dos Breves, sendo instalado em 12 de outubro de 1857. O Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, incorporou Melgaço aos territórios de Curralinho e Breves. Já pelo Decreto nº 72, de 27 de dezembro de 1930, Melgaço foi incorporado a Portel. O Município restabeleceu sua autonomia pela Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961. Além do distrito-sede, o Município possui o distrito de Areias.



 CULTURA

A festividade de São Miguel Arcanjo, padroeiro do município, e a de São Francisco de Assis são as que mais se destacam em Melgaço. Nessas ocasiões, ocorrem festas dançantes, arraiais, procissões e feiras de artesanato e de comidas típicas. Nos meses de junho e julho, ocorre, com mais freqüência, a exibição de grupos de danças típicas, como bois-bumbás, quadrilhas e de "Dança do Japim". São realizados, ainda, o Festival do Peixe, no segundo domingo de julho, e o Festival da Mandioca. A igreja de São Miguel é considerada patrimônio de Melgaço. Apenas uma Biblioteca Pública funciona como equipamento cultural na cidade.

ASPECTOS FÍSICO-TERRITORIAIS 

LOCALIZAÇÃO

O município de Melgaço pertence à mesorregião de Marajó e a microrregião de Portel. A sede Municipal, apresenta AS seguintes coordenadas: 01º 48' 30" S e 50º 42' 45" W Gr. LIMITES Ao Norte - Municípios de Gurupá e Breves A Leste - Municípios de Breves e Bagre Ao Sul - Município de Portel A Oeste - Municípios de Porto de Moz e Gurupá

SOLOS

 
Os solos do Município são representados pelo Latossolo Amarelo distrófico textura média e Gley Pouco Húmico distrófico textura argilosa; Gleys eutrófico argilosa e aluviais eutróficos e distróficos textura indiscriminada; Areia Quartzosa distrófica e plintossolo distrófico textura indiscriminada.




VEGETAÇÃO 

A cobertura é representada pela Floresta Densa dos baixos platôs e pela Floresta Densa Aluvial com elevada presença de palmáceas, principalmente de açaí. Nas áreas deprimidas, com cotas mais baixas, encontram-se campos naturais e, ao longo das margens dos cursos d'água, domina a vegetação arbustiva das formações aluviais mais recentes.

PATRIMÔNIO NATURAL 

A alteração da cobertura vegetal observada em imagens LANDSAT-TM, no ano de 1986, era de 1,94%. Divide com o município de Portel, a Floresta Nacional de Caxiunã, oficialmente com 200.000 há (2.000 km²) TOPOGRAFIA A topografia de Melgaço se caracteriza por uma altimetria de cotas baixas e de variação inexpressiva, sendo na sede municipal, de aproximadamente 10 metros.

GEOLOGIA E RELEVO

 A estrutura geológica de Melgaço é bem simples, considerando-se que é constituída por sedimentos do Quaternário Antigo, e do Quaternário Recente representado pelos sedimentos aluviais. O relevo, consoante a geologia, é inexpressiva, por apresentar terraços altos e várzeas, inserindo-se no Planalto Rebaixado da Amazônia (do Baixo Amazonas), como unidade morfoestrutural.  

HIDROGRAFIA


Crianças manuseiam ostras na praia do Jambeiro, principal centro de entretenimento e atividades de lazer em Melgaço (a cerca de 300 km de Belém), a cidade com pior IDH do país
Alex Almeida/UOL

 A hidrografia do município de Melgaço é representada, ao Norte, pelo furo Tajapuru, que toma a direção NW-SE, indo interligar-se com uma série de furos que se dirigem, ora pela baía de Melgaço, ora para a baía das Bocas. O furo Tajapuru serve de limite Noroeste/Sudeste entre Melgaço e Breves e recebe como afluentes: os rios Preto e da Laguna, sendo esse o maior de todos. Ao Sul, o rio Anapu, limite com Portel, interliga a Baía do Pacajá com a Baía de Melgaço. A Sudoeste do Município, o rio Caxiuanã, que segue a direção Oeste-Leste, deságua na baía de Caxiuanã, sendo que, para esta, convergem outros menores, tais como o furo de Laguna e rio Pracupijó.

CLIMA 

Fazendo parte do clima equatorial úmido, o clima do Município apresenta todas as características inerentes a esse clima: amplitude térmica mínima, temperatura média em torno de 27o C, mínima superior a 18o C e máxima de 36o C, umidade elevada e alta pluviosidade nos seis primeiros meses do ano. Nesses meses mais chuvosos, ocorrem as menores temperaturas, enquanto, nos últimos seis meses, são registradas as temperaturas mais elevadas. Fonte: SEPOF-PA Portal Amazônia 06/02/2007 - KR


Maria Lucileine, 22 anos, com os filhos Leandro, 7, Isaqueu (5) e Vitória (1) em sua casa. Moradora do bairro do Tucumã, ela é assistida pelo programa do governo federal Bolsa Família. A família vive com água sem tratamento e usa eletricidade improvisada por "rabichos"  Alex Almeida/UOL


Crianças fazem lição deitadas em sala de aula do 4º ano do ensino fundamental, na escola José Maria Rodrigues Viegas Júnior, em Melgaço (a cerca de 300 km de Belém). Indagada pela reportagem do UOL se faltam cadeiras, uma funcionária da escola alegou que deitados os alunos não passariam tanto calor. O município possui ainda mais três escolas na área urbana, além de outras espalhadas em áreas rurais

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