MENSAGEM 2019

NAS ÚLTIMAS HORAS DE 2018, VENHO DESEJAR A TODOS OS ADMIRADORES DO NOSSO CCLBDOBRASIL.BLOGSPOT.COM.BR E DA NOSSA RÁDIO UNIÃO LUSÓFILA A NOSSA CCLBDOBRASIL.MINHARADIO.FM, OS MEUS SINCEROS AGRADECIMENTOS PELO APOIO QUE VOCÊS NOS TÊM DADO NESTA TAREFA DIFÍCIL DE DIVULGAR A LUSOFILIA, NUM PAÍS QUE AINDA NÃO COMEMOROU SEQUER O DIA DE SEU NASCIMENTO, O 22 DE ABRIL A MEU VER, ENQUANTO ESTES MAIS DE 250 MILHÕES DE LUSO DESCENDENTES NÃO SE CONHECEREM E UNIREM, ORGULHANDO-SE DO FEITO DE SEUS ANTEPASSADOS PELO MUNDO, VAMOS CONTINUAR SENDO SEMPRE UMA COMUNIDADE ROBÓTICA BEM DOMESTICADA E CONFORMADA, APESAR DO POTENCIAL HUMANO E MATERIAL QUE DISPOMOS. APROVEITO ESTAS ÚLTIMAS HORAS DE 2019 PARA ALERTAR A TODOS DO PERIGO QUE CORREMOS SE NÃO NOS UNIRMOS LOGO EM TORNO DESTA CULTURA, QUE, PELA SUA UNIVERSALIDADE É A ÚNICA CAPAZ DE MANTER EM UNIÃO PAZ E PROGRESSO ESTA IMENSA COMUNIDADE LUSÓFILA.           

JPL

O BRASIL DE BOLSONARO

 Às vésperas da posse do governo Bolsonaro uma imensa ansiedade toma conta do Brasil, principalmente dos brasileiros pobres e de classe média baixa, justamente aqueles que formam a grande maioria desse povo.

Num Brasil dividido ao meio e mergulhado num clima de ódio e separatismo não vai ser fácil para o novo governo a tarefa de governar, principalmente se este insistir em colocar em prática sua doutrina econômica liberal, uma doutrina que enfatiza o capitalismo e que no momento está em queda frente ao socialismo.

Tal como o império romano que acelerou sua queda a partir de 1453 com a queda de Constantinopla, também o império ocidental agora está ameaçado com a queda de Londres e Washington. 

Bolsonaro e seus seguidores liberais pretendem enfatizar em seu governo a partir de janeiro de 2019, os princípios desta doutrina, enfatizadora do lucro. Eu disse enfatizar, porque na verdade ela sempre foi a doutrina econômica presente no Brasil desde que a Inglaterra assumiu a Economia mundial em 1750 e agora com seus parceiros americanos do norte.

O Brasil nunca foi socialista, nem mesmo nos governos de Jango ou Lula. O Brasil sempre foi capitalista.

E é esse capitalismo anglo americano que Bolsonaro agora quer reforçar por aqui. Um capitalismo sem nenhum compromisso com o social. Um capitalismo ameaçado pelo socialismo russo e chinês, Coreia do Norte, Iran, Vietnam, etc.

Um capitalismo que agora tenta se fortalecer na América Latina, combatendo com sanções, mídia e outros processos menos legais, países como Venezuela, Cuba, Bolívia, México, etc. que avançam rumo ao socialismo com o apoio da China e da Rússia. E o Brasil só não rumou, graças à teimosia do PT em não abrir mão da candidatura de Haddad em favor de Ciro.

E é esse mesmo capitalismo, que teve grande participação na eleição de Bolsonaro, que agora vai dar todo apoio a este, ao contrário do que fez com  
Lula e Dilma, quando os preços dos comestíveis nas prateleiras dos super mercados, desrespeitando a famosa lei da oferta e da procura subiam diariamente, forçados pelas ordens dos grandes empresários do setor. 

 É neste clima de ansiedade que temos que aguardar a posse do novo governo para ver se teremos um Brasil para todos ou um Brasil somente  para as multinacionais dos illuminatis.

Mas, eu, particularmente, não estou ansioso pelo início deste governo, pois, pelo time até agora escalado, já sei qual vai ser o resultado final. Tomara que eu esteja errado e venha por aí uma enxurrada de justiça social e tributária através de um imposto único, sem essa de alíquotas! Quem sabe um socialismo de direita!!!


JPL
 
            

       

O QUE É O NATAL




O Natal é uma data comemorativa que simboliza o nascimento de Jesus Cristo. Esta celebração acontece há mais de 1.600 anos no dia 25 de dezembro.
Natal se refere a nascimento ou ao local onde alguma pessoa nasceu. Por exemplo, a expressão "cidade natal" indica a cidade onde um determinado indivíduo nasceu. A palavra "natal" significa "do nascimento".

Origem do Natal

Natal é o nome da festa religiosa cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo, a figura central do Cristianismo. O dia de Natal, 25 de dezembro, foi estipulado pela Igreja Católica no ano de 350 (século IV) através do Papa Júlio I, sendo mais tarde oficializado como feriado.

A Bíblia não diz nada sobre o dia exato em que Jesus nasceu e por isso a comemoração do Natal não fazia parte das tradições cristãs no início. O Natal começou a ser celebrado para substituir a festa pagã da Saturnália, que por tradição acontecia entre 17 e 25 de dezembro. A comemoração do Natal em substituição dessa celebração foi uma tentativa de facilitar a aceitação do cristianismo entre os pagãos.
Apesar disso, alguns estudiosos afirmam que Jesus terá nascido em abril, e que a data foi instituída pela Imperador Romano Constantino para agradar os cristãos.

História do Natal

De acordo com a história do Natal descrita na Bíblia, nos evangelhos de Mateus e Lucas, Jesus nasceu em Belém, em um estábulo.
Um dos textos mais conhecidos sobre o Natal se encontra na Bíblia, em Lucas 2:1-14:
Naqueles dias, César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano. Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria. E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.
Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galileia para a Judeia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi. Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.
Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados.
Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou trazendo boas-novas de grande alegria para vocês, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. Isto servirá de sinal para vocês: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura".
De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:
"Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens
aos quais ele concede
o seu favor".

Significado dos Símbolos de Natal

As comemorações de Natal incluem a presença de diversos símbolos tradicionais como a ceia de Natal, árvore de Natal, o Papai Noel, as músicas, a troca de presentes, o presépio, a iluminação e outras decorações natalinas.

Árvore de Natal

A árvore de Natal é um dos símbolos mais populares, e normalmente é um pinheiro. Há muitas versões sobre a associação da árvore ao Natal. Uma delas é que o formato triangular do pinheiro representaria a Santíssima Trindade. O costume de enfeitar as árvores de Natal surgiu em 1539 em Estrasburgo na França. Na América Latina, apenas no século XX teve início essa tradição. Atualmente, as árvores são naturais ou artificiais, sendo que estas últimas encontram-se à venda em cores variadas.

Papai Noel

Inspirado na figura de São Nicolau, um bispo do século III, o Papai Noel é responsável por trazer os presentes das crianças no Natal, segundo a tradição.
Estrela de Natal
Simboliza a estrela que guiou os Três Reis Magos até o local do nascimento de Jesus, segundo o relato do Evangelho de Mateus, na Bíblia.

Presentes de Natal

Os magos deram presentes para Jesus e o bispo Nicolau (que originou Papai Noel) era conhecido por dar presentes. Trocar presentes é uma das tradições de natal mais antigas.

Velas de Natal

Tanto as velas como as outras iluminações de Natal simbolizam Jesus, que afirmou ser "a luz do mundo".
Em termos gerais, o Natal significa paz, alegria, fraternidade e generosidade. Todas as tradições associadas às comemorações natalinas proporcionam um forte aumento das vendas, constituindo a melhor época para os comerciantes.

Presépio

Na língua portuguesa, presépio designa o local onde se recolhe o gado ou o estábulo. Entretanto, ele também é uma referência cristã que remete ao local exato do nascimento de Jesus em Belém, na companhia de São José e da Virgem Maria.

Guirlandas

A guirlanda é uma espécie de ornamento feito de flores, frutas e ramagens entrelaçadas, especialmente usadas na época do Natal para decorar as portas das casas.

Ceia de Natal

A Ceia de Natal é o momento onde ocorre a reunião das famílias e envolve muitas tradições populares. Normalmente é servido o peru ou o bacalhau que são os pratos mais tradicionais das ceias natalícias, acompanhados de rabanadas.

Festa da Reflexão e da União entre as Famílias

Num mundo cada vez mais dividido pela desunião da família provocado pelo desemprego, pela violência, as desigualdades sociais e sobretudo pela mídia domesticadora e alienadora, o Natal poderia representar um momento de reflexão para aqueles casais que nesta data tão sublime estão à beira da ruptura familiar com consequências gravíssimas para seu  futuro e de seus filhos. Jesus que tanto amou os pequeninos, irá ficar muito contente e abençoar aqueles pais  que abolirem mão de suas vaidades pessoais e se sacrificarem pela alegria maior de seus filhos, que é verem seus pais sempre juntos.  Então! Vamos pensar nisso?!   



Juca Paranhos, o Barão do Rio Branco

Sabia que o minuto de silêncio foi inventado
em Portugal?

De todas as “invenções” portuguesas, a mais universal e mais
difundida é, sem dúvida, o minuto de silêncio. O minuto de silêncio
com o qual  se presta homenagem a um morto ilustre ou a mortos em
catástrofes.
 Tudo começou em 1912 com a morte do Barão do Rio Branco,
ministro dos negócios Estrangeiros do Brasil e pessoa muito querida
em Portugal, por ter sido um dos primeiros estadistas a patrocinar o
reconhecimento da República Portuguesa em 1910.
 
 
José Maria da Silva Paranhos Júnior nasceu no Rio de Janeiro a 20
de abril de 1845, filho do também diplomata que se tornou famoso sob
o título de Visconde do Rio Branco.
 
Político competente, o barão foi ministro dos Negócios Estrangeiros
durante os governos presidenciais de 1901 até a data de sua morte
em 10 de fevereiro de 1912. Antes da República, Paranhos Júnior
servira com igual empenho a causa da monarquia.

A sua morte teve tal repercussão no Brasil que o governo fez um
decreto adiando o carnaval, para que esse período de festas não
coincidisse com o luto nacional. Como ministro dos Negócios
Estrangeiros, Rio Branco foi o responsável pela demarcação das
fronteiras, trabalho que executou com engenho e arte, dilatando ainda
mais o já vasto território brasileiro com a anexação do atual estado do
Acre, que pertencia à Bolívia (1904), uma área em litígio com a
Guiana Francesa, que abrangia quase todo o atual Estado do Amapá,
e resolvendo em favor do Brasil um litígio fronteiriço com a Argentina,
incorporando em definitivo uma área territorial de 30 mil 621 km
quadrados.
 
“Em Portugal havia um verdadeiro culto pelo Barão do Rio
Branco, o estadista ilustre que o Brasil perdeu, e o seu nome era
entre nós tão querido e tão espalhado que raro dos portugueses de
uma certa cultura o desconhecia. Todos os que amam o Brasil e
seguem atentamente os seus movimentos políticos e literários, os que
lá vão em busca de um pouco de bem-estar, os artistas que viajam
anualmente na terra nossa irmã, os comerciantes que regressam com
o seu pecúlio e vão instalar-se nas suas províncias, todos recordavam
com admiração o nome do ilustre homem de Estado”, como ficou
registrado na Ilustração Portuguesa, de 26 de fevereiro de 1912,
lamentando a sua morte e noticiando a missa de sétimo dia em
sufrágio da sua alma.
 
A morte do Barão do Rio Branco causou um forte impacto em
Portugal. O parlamento português na sua reunião do dia 13 de
fevereiro, sob a presidência de Aresta Branco, em homenagem ao
morto ilustre, suspendeu a sessão por meia hora – como era
tradicional. Já na reunião do Senado no dia seguinte, sob a
presidência de Anselmo Braamcamp e secretariada por Bernardino
Roque e Paes de Almeida, inovou e revolucionou. “O presidente,
aludindo ao falecimento do Sr. Barão do Rio Branco, recordou que os
altos serviços por aquele estadista prestados ao seu país e a
circunstância de ser ele ministro quando o Brasil reconheceu a
república portuguesa”, escrevia o Diário de Notícias sobre a sessão.
Continuando com a evocação do DN: “Honrou também o Barão do Rio
Branco as tradições lusitanas da origem da sua família e por tudo isso
propôs que durante dez minutos, e como homenagem à sua
memória, os senhores senadores, se conservassem silenciosos
nos seus lugares. Assim se fez…”. Cumpriu-se, assim, o primeiro
momento de silêncio que se tem notícia, numa sucessão que se
vem prolongando até os nossos dias.
 
Depois deste dia, todas as vezes que morria alguém passível de
homenagem, o parlamento português repetia o gesto. Com o
tempo, de dez minutos passou a cinco, depois a um, como
atualmente. Em seguida, as casas legislativas europeias copiaram
o modelo português e daí para o resto do mundo, ganhando
visibilidade sobretudo nos estádios desportivos.

LULA CONTINUA PRESO






O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, Dias Toffoli, suspendeu nesta quarta-feira uma decisão temporária que poderia permitir a libertação do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de outros presos condenados em segunda instância.
A decisão anula uma providência cautelar requerida pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que foi acatada hoje pelo juiz Marco Aurelio Mello, também do STF, e que gerou polémica porque poderia beneficiar Lula da Silva e outros 169 mil presos temporários no Brasil.

Em resposta à decisão do juiz Marco Aurelio de Mello, a Procuradoria-Geral da República (PGR) entrou com um outro recurso pedindo ao presidente do STF que determinasse "a suspensão da medida até que o Plenário da Corte [STF] analise o mérito da questão".

Toffoli atendeu ao pedido da PGR decidindo que nem o ex-Presidente Lula da Silva nem os outros presos que poderiam ser libertados poderão sair da prisão.
O presidente do STF defendeu, ao derrubar a cautelar, que o mérito da discussão sobre a legalidade ou não da prisão de um réu condenado em duas instâncias da justiça no Brasil voltará a ser analisado num julgamento no plenário do STF, que está marcado para abril de 2019.

Lula da Silva está preso desde abril passado na sede da polícia federal de Curitiba após ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), corte de 2ª instância, a doze anos e um mês de prisão num processo sobre a propriedade de um apartamento de luxo na cidade litoral do Guarujá, e que ainda tem recursos pendentes nos tribunais superiores.

Esta não foi a primeira vez que uma decisão tomada por um juiz brasileiro colocou em causa a libertação de Lula da Silva.
Em julho passado, o juiz de plantão Rogério Favreto deu parecer favorável a uma cautelar apresentada por advogados do Partido dos Trabalhadores (PT) e determinou a liberdade imediata do ex-Presidente.

Na época, Lula da Silva permaneceu preso depois de uma série de ordens de prisão e libertação proferidas por juízes diferentes, que foram encerradas por ordem do presidente do TRF-4, o juiz Thompson Flores.

SUGESTÃO A BOLSONARO

Nesta manhã chuvosa e fria de inverno, embora seja primavera aqui da minha cidade Barra do Piraí, sinto-me imbuído de um sentimento contemplativo, embora  um pouco depressivo, ao abrir a internet e deparar com tanto ódio entre a grande maioria dos internautas, inclusive de alguns que até conheço e com os quais até tenho boas relações de amizade e que nem pensava serem tão desinformados em política. São até pessoas boas, bons chefes de família, honestos e de grande coração, mas que, por motivos diversos, talvez por influência do sistema econômico, cultural e social em que vivem, não conseguem enxergar o que se passa à sua volta. Por isso, pela idade e experiência de vida que nestes longos anos adquiri, sinto-me na obrigação humana de tentar fazer alguma coisa por eles...
Sei que todos vocês  e todos esses mais de cem milhões de brasileiros e brasileiras que votaram no sr. Jair Bolsonaro, estão ansiosos pelo pontapé inicial de seu governo e que muitos deles, devido às suas declarações preliminares à imprensa, sobre seu plano de governo, já começam a sentir desconfiança de suas propostas eleitorais!
Eu, que votei em Ciro Gomes no primeiro turno e em Haddad no segundo, sugeri a estes, que se eleitos, fizessem um governo sem ódio, e sem retaliações, mas com a participação de todos os brasileiros, agora estou preocupado com este clima de ódio, vindo da ala mais extremista da direita, que usando os meios midiáticos continua atacando com palavras depreciativas de baixo calão e agressividade os militantes petistas. 
Mediante tal clima de guerra psicológica, quero fazer um pedido ao sr. Jair Bolsonaro.  Sr. presidente, o sr. que depois do atentado à sua vida deve ter amadurecido e revisto suas propostas para tornar o Brasil um país para "Todos"!
Um país sem "ódio e sem miséria", ouça o que vou pedir-lhe!!!
Pare com essa de dar carta branca para seus ministros, pois muitos deles não se identificam com os interesses e necessidades de nosso povo, sempre defendendo os interesses das grandes multinacionais privadas, enquanto deveriam estar preocupados com os milhões de criancinhas desnutridas! Ou mesmo com os milhões da classe média como eu, que não aguentam mais suportar a mordida do Leão.  Se o sr. seguir este conselho, pode crer, daqui a quatro anos deixará o planalto carregado nos braços do povo brasileiro, acabando com esta minha pouca depressão...Continue lendo...

MÁRIO CENTENO O HOMEM DAS FINANÇAS DA EUROPA


Os correspondentes estrangeiros atribuíram o prémio ao ministro das Finanças português que se destacou na imprensa internacional depois da sua chegada no inicio do ano à presidência do Eurogrupo", refere o comunicado da AIEP.
O Prémio Personalidade do Ano/Martha de la Cal tem como objetivo distinguir a pessoa ou a instituição que mais contribuiu para promover
a imagem do país no estrangeiro durante o ano, tratando-se de uma "distinção criada em 1990 e atribuída anualmente, após uma eleição
dos 60 jornalistas estrangeiros acreditados e inscritos na Associação".

MÁRIO CENTENO "O Ronaldo das Finanças"

A Associação salienta, no comunicado, que Mário Centeno foi "apresentado na imprensa internacional como "O Ronaldo das Finanças"", tornando-se "o primeiro líder do grupo de ministros das Finanças da zona euro com origem no Sul da Europa, em particular de um
país que foi alvo de um programa de resgate financeiro, como foi o caso de Portugal.
Para os correspondentes, Mário Centeno, enquanto presidente do Eurogrupo, um cargo internacional de relevo, com uma forte projeção internacional, que colocou o nome de Portugal em muitas reportagens na imprensa estrangeira, enquadra-se perfeitamente nos critérios do prémio", salienta no comunicado o presidente da AIEP, Levi Fernandes.
Em edições anteriores, o prêmio já foi entregue a empresários, políticos, artistas, desportistas e instituições. Entre os escolhidos
estão nomes como o escritor José Saramago, a fadista Mariza, os Capitães de Abril, o antigo presidente Mário Soares, o futebolista
Cristiano Ronaldo e o secretário-geral da ONU, António Guterres. O ano passado, o prêmio foi entregue aos irmãos Luísa e Salvador Sobral,
vencedor do Festival da Eurovisão.
O prêmio dos correspondentes estrangeiros é denominado Martha de La Cal (1927-2011) em homenagem à jornalista norte-americana que trabalhou durante vários anos em Portugal para a revista Time. Foi uma das fundadoras da Associação da imprensa estrangeira, que comemora em 2018 os seus 40 anos.

 Mário Centeno é filiado ao partido socialista português.

LA CUMPARSITA

ANA MOURA

EASSIM NASCEU PELOTAS





Pelotas
 

Da Wikipédia, a enciclopédia livre Apelido : Princesa do Sul
 

Localização no Rio Grande do Sul, Brasil
 

Pelotas está localizado em Brasil

Localização no Brasil
 

Coordenadas: 31 ° 46′19 ″ S 52 ° 20′33 ″ País brasil
Região- Sul
Estado do Rio Grande do Sul
Fundada em 1812
1835 (cidade)
 

Governo
 

• Prefeita Paula Schild Mascarenhas (PSDB)
Área • Total de 1.609 km2 (621 sq mi)
 

Elevação
 

7 m (23 pés)
Maior elevação
429 m (1.407 pés)
Menor elevação
0 m (0 pés)
 

População 

(2006 346.452 hab.
 • Densidade 215,32 / km2 


Fuso horário UTC-3   Verão  UTC-2 

Prefeitura de Pelotas

Pelotas é uma cidade e município brasileiro, o terceiro mais populoso do sul do estado do Rio Grande do Sul e está localizada a 270 km de Porto Alegre, capital do estado e a 130 km da fronteira uruguaia. A Lagoa dos Patos fica a leste e o canal de São Gonçalo fica ao sul, separando Pelotas da cidade de Rio Grande.

No século 19, Pelotas era o principal centro brasileiro para a produção de carne seca (charque), um alimento básico feito por escravos e destinado a alimentar os escravos das plantações de cana-de-açúcar, café e cacau em todo o
país. Atualmente Pelotas abriga duas grandes universidades, a Universidade Federal de Pelotas, e a Universidade Católica de Pelotas. Juntos, elas representam uma população de 22 mil estudantes do ensino superior.

A cidade possui três clubes de futebol: Esporte Clube Pelotas (fundado em 1908), Grêmio Esportivo Brasil (também conhecido como Brasil de Pelotas; fundado em 1911)  e Grêmio Atlético Farroupilha (fundado em 1926).

História

A história da cidade começa em junho de 1758, através de uma doação que Gomes Freire de Andrade, conde de Bobadela, fez ao coronel Thomáz Luiz Osório, dando-lhe terras que ficavam às margens da Lagoa dos Patos. Em 1763, fugindo da invasão espanhola, muitos habitantes da aldeia de Rio Grande buscaram refúgio nas terras pertencentes a Osório. Mais tarde, também vieram refugiados da Colônia do Sacramento, que haviam sido entregues pelos portugueses aos espanhóis em 1777.

Em 1780, o fazendeiro português José Pinto Martins se estabeleceu em Pelotas. A prosperidade de seu estabelecimento estimulou a criação de outras fazendas e o crescimento na região, criando uma população que definiria a cidade primitiva.

A Paróquia Civil de São Francisco de Paula, fundada em 7 de junho de 1812, pelo padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada à categoria de cidade em 7 de abril de 1832. Três anos depois, em 1835, a cidade foi declarada cidade, com o nome Pelotas.
 
No Brasil, 'pelota' pode se referir a uma jangada de couro, e o nome da cidade vem dos barcos feitos de galos de coral cobertos com peles de animais, usados ​​para cruzar rios em tempos de pecuária.
 
Nos primeiros anos do século XX, o progresso foi estimulado pelo Banco Pelotense (Banco de Pelotas), fundado em 1906 por investidores locais. Sua liquidação, em 1931, foi devastadora para a economia local.
 
Em 1990, o Urban Conurbation de Pelotas foi criado como resultado de uma lei estadual. Em 2001, tornou-se a Conurbação Urbana de Pelotas e Rio Grande, e em 2002 a Conurbação Urbana do Sul. O objetivo é integrar as cidades participantes e é o embrião de uma futura região metropolitana, incluindo as cidades de Arroio do Padre, Capão do Leão, Pelotas, Rio Grande e São José do Norte, que têm uma população total de cerca de 600.000 habitantes. 

Geografia
 
O Laranjal na costa da Lagoa dos Patos
 
Topografia

Por estar situada em uma planície próxima ao oceano, a área urbana encontra-se em uma elevação baixa, estando, em média, a 7 metros (23 pés) acima do nível do mar. O interior do município fica em um planalto chamado Serras de Sudeste. Consequentemente, a altitude na área rural de Pelotas atinge 429 metros (1.407,4 pés) no distrito de Quilombo.

A cidade se estende até o Laranjal, um bairro na costa da Lagoa dos Patos. Além das regiões litorâneas de Santo Antônio e Valverde, a área também possui uma área ainda mais remota, o Balneário dos Prazeres (popularmente conhecido como Barro Duro).







VEJA COMO É A POSSE DE UM PRESIDENTE DO BRASIL



A Posse do presidente do Brasil ou Posse Presidencial do Brasil é composta por várias cerimônias que acontecem no mesmo dia. Ela se desenvolveu durante os anos mas adquiriu o formato atual num decreto de 1972. Essa lei mantém os detalhes da posse sob consulta do presidente-eleito.
Através de eleições democráticas ou golpes, renúncias e mortes, as posses presidenciais têm sido eventos muito importantes na história brasileira. Como propaganda ufanista, festa oligárquica ou festa popular, as cerimônias tiveram significados diferentes em tempos diferentes. Posses de presidentes foram desenvolvidas como a própria democracia brasileira.

As cerimônias


Livro do Congresso Nacional com o original do Compromisso Constitucional e do Termo de Posse Presidencial e Vice-Presidencial da República Federativa do Brasil em 1 de janeiro de 2007 (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil).
No Brasil, todos os funcionários públicos devem tomar posse perante a presença de um superior. O mesmo acontece com o presidente, mas o seu único superior é o povo brasileiro (representado pelos deputados federais).

A catedral

A Catedral de Brasília se localiza no início da Esplanada dos Ministérios e o dia da posse se inicia nela. O Presidente-eleito é conduzido no Rolls Royce Presidencial (somente usado em certas ocasiões) e desfila até o Congresso Nacional, escoltado pelos Dragões da Independência.
A missa faz parte oficialmente do cerimonial da posse. Nesse caso o Carro Presidencial é utilizado após a missa.
O Vice-presidente-eleito se posiciona a esquerda do Presidente-eleito no Rolls Royce Presidencial, ou em outro carro logo atrás.

Compromisso Constitucional

Ao chegar no Congresso Nacional, eles são recebidos pelos Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados. Na presença dos 513 deputados, 81 senadores e de convidados, como chefes de estado ou seus representantes, os novos mandatários fazem um juramento à nação, prestando o compromisso de:
Depois da assinatura do termo de posse eles se tornam Presidente e Vice-presidente da República. O Hino Nacional é executado e o Discurso de Posse é feito.
Saindo do Congresso Nacional, o Hino Nacional é novamente tocado mas dessa vez é seguido por 21 salva de tiros da Bateria Histórica Caiena. Como o Presidente é Comandante em chefe das Forças Armadas, ele é saudado pelo Batalhão da Guarda Presidencial e por tropas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Depois o Presidente e o Vice-presidente se dirigem ao Palácio do Planalto a bordo do Rolls Royce.
Livro de Posse utilizado de 1891 a 1951

 

Passagem da faixa presidencial

No Palácio do Planalto, eles são recebidos pelo ex-Presidente na rampa de entrada (somente usada em Cerimônias Oficiais). No Salão Nobre ou no parlatório do Palácio o ex-Presidente passa a Faixa presidencial ao novo Presidente. O Hino Nacional é tocado pela terceira vez.

Discurso à Nação

No parlatório, o Discurso ao povo (similar ao de Posse só que menor e mais informal) é feito.

Despedida do ex-Presidente

O Presidente acompanha o ex-Presidente até a entrada principal do Palácio do Planalto e o observa descer a rampa e entrando num carro oficial que o levará até sua casa ou até o aeroporto.

Nomeações

Já com a Faixa presidencial, o Presidente se dirige ao Salão Nobre do Palácio do Planalto onde dará posse ao novo Ministério. Segundo a tradição, o primeiro a assumir é o Ministro da Justiça, que assina o livro de posse e depois é seguido por todos os outros novos Ministros. Por último, o Presidente da República assina também o livro declarando empossado o novo Ministério.Desfile

O presidente ao lado ou da primeira-dama ou do vice-presidente, realiza um desfile a céu aberto abordo do Rolls Royce Presidencial pela Esplanada dos Ministérios.

Missões Estrangeiras

Depois de um tempo para descansar após o longo desfile, recebem os chefes de Estado e suas delegações em audiência solene.

Recepção

Mais tarde, à noite, o Presidente confraterniza junto de convidados VIPs no Palácio Itamaraty.

Dia da Posse do 1° Presidente

Fotografia do desfile em carro aberto do presidente Hermes da Fonseca em sua posse (1910).
De 1889 a 1930, o mandato presidencial iniciava em 15 de novembro. Após a Era Vargas e com a promulgação da Constituição de 1946, decidiu-se que a posse presidencial seria realizada no dia 31 de janeiro. Com o advento da Constituição de 1967 optou-se pelo dia 15 de março.
Desde 1995, ficou difícil convencer os chefes de Estado a passar o primeiro dia do ano em Brasília. Essa data foi instituída pela Constituição Federal de 1988, mas Fernando Collor de Mello escapou dela graças a um artigo das Disposições Transitórias da carta magna que determinava que o mandato do então presidente na época, José Sarney, terminasse só em 15 de março de 1990.

SARA TAVARES