A traição chocante que levou Ronaldo a abandonar o Real Madrid




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Tudo terá começado em maio de 2017, quando o craque português solicitou uma reunião na casa do seu empresário Jorge Mendes, quando se viu confrontado com um caso de evasão fiscal junto à Receita espanhola.

"Quem é o responsável por isto", terá questionado o jogador.

Ronaldo dirigiu-se posteriormente a Carlos Osório, advogado responsável pelas questões fiscais dos jogadores agenciados por Jorge Mendes e a quem o goleador luso pagava os honorários.

"Doutor, eu tinha dito que não queria riscos. Não tenho estudos. A única coisa que fiz na vida foi jogar futebol, mas não sou tonto e não confio em ninguém. Por isso, quando contrato um assessor pago sempre 30 por cento a mais do que me pede porque não quero problemas", terá dito.

O advogado retorquiu, assumindo a responsabilidade.

"Cris, eu sou o responsável. Está descansado, vamos lutar até à morte".

Chegar a um acordo com as autoridades fiscais espanholas, era algo que custava a Ronaldo aceitar, uma vez que considerava que sempre havia cumprido com as suas obrigações. Irritado e incomodado com a situação, o internacional português terá exclamado:

"Eu nunca disse que não pagaria impostos! Quero saber o que se passou! Não entendo nada, os impostos pagam os patrocinadores. Por que razão estou a ser acusado?"

O El Mundo acrescenta ainda que Ronaldo achava que a lógica dos patrocinadores dos clubes se aplicava igualmente aos futebolistas. Contudo em Espanha são estes que tem de fazer as contas com o fisco e só depois recebem as verbas das marcas que os patrocinam. Em Inglaterra, por exemplo, é possível os desportistas desviarem 50 por cento dos direitos de imagem para sociedades fora do país.

É aqui que se dá o momento em que Ronaldo se sentiu traído pelo Real Madrid e Florentino Pérez. O avançado luso esperava que o clube merengue o compensasse com uma subida no salário pelo dinheiro que teria de pagar ao fisco (desembolsou 18,8 milhões de euros). De resto o Barcelona adotou esta estratégia para ajudar Lionel Messi, Javier Mascherano e muitos outros dos seus jogadores que também tiveram problemas com o fisco espanhol.

Carlos Osório descobriu que no contrato de Ronaldo estava prevista uma cláusula em que o Real Madrid assumia as contingências fiscais. Contudo, o emblema merengue que essas contingências se deviam apenas ao salário de CR7, pelo que o clube preferiu não saiu em seu auxílio.

Assim Ronaldo viu nesta falta de solidariedade como uma traição.

De acordo com o El Mundo, em 2017 o AC Milan ofereceu ao português 150 milhões de euros líquidos em cinco anos, mas Ronaldo estava determinado em permanecer em Madrid e continuar a fazer história contra tudo e contra todos.

Entretanto começou a ficar cada vez mais distante na lista dos jogadores mais bem pagos do mundo. Messi e Neymar renovaram com os respetivos clubes e Ronaldo passou a ser o terceiro jogador mais bem pago do mundo, algo que não coincidia com o estatuto de melhor do mundo e detentor da Bola de Ouro.

Pérez prometeu a Ronaldo que lhe aumentaria o salário caso o Real Madrid conquistasse a Liga dos Campeões.

"Não é uma questão de dinheiro, é status, respeito", disse aos que lhe eram mais próximos.

O jogador recebeu uma proposta de aumento salarial de 21 para 25 milhões de euros por ano, que se poderiam estender para os 30 milhões mediante o cumprimento de determinados objetivos. A proposta foi imediatamente rejeitada e Ronaldo até chegou a transmitir a Jorge Mendes o seu arrependimento por não ter saído do clube no início da temporada.

O Real Madrid acreditava que era Jorge Mendes quem o incitava a deixar o clube, mas o empresário garantia a Florentino Pérez que não pensava na saída do português.

Chegaram mais propostas pelo avançado. O Manchester United chegou-se à frente, mas os valores apresentados pelos red devils não convenceram Florentino Pérez.

"Traz-me uma proposta de 100 milhões de euros", terá dito o líder merengue a Mendes.

O PSG falou com Jorge Mendes e deixou uma condição: "Se o contratarmos tem de ser no último dia do mercado, para o Real Madrid não nos levar o Neymar ou o Mbappé."

Mas Ronaldo não queria esperar tanto tempo, correndo o risco de algo correr mal e o negócio não se realizar.

Em dezembro, o português terá pedido a Mendes que sondasse a Juventus.

"Gosto porque é um clube organizado e não esqueço que tentaram contratar-me quando eu estava no Sporting. Chegaram a duas finais da Liga dos Campeões nos últimos anos e comigo podem ganhar".

E foi no jogo em que Ronaldo apontou aquele golaço de bicicleta e que escandalosamente não levou o prémio Puskàs, que surgiu uma primeira aproximação de Mendes a Andrea Agnelli, presidente dos bianconeri.

O Nápoles também se juntou à corrida e foi o próprio Carlo Ancelotti a contactar Jorge Mendes.

"Jorge, eu quero o Cristiano, fala com o meu presidente".

Contudo Aurelio De Laurentiis considerou que o negócio não seria viável para o Nápoles.

Agnelli começou a considerar seriamente a contratação de Ronaldo, sobretudo pelos efeitos desportivos e económicos que o jogador traria.

Jorge Mendes tentou até ao último segundo manter a porta aberta para o Real Madrid, mas a certa altura o português já estava decidido.

"Dei a minha palavra a quem me valorizou. Se agora Florentino me oferecer o dobro, não quero saber. Vou para a Juventus

MANIFESTAÇÕES A FAVOR E CONTRA BOLSONARO OCUPAM VÁRIAS CIDADES DO BRASIL

Manifestantes pró-Bolsonaro ocupam várias cidades do país

Publicado em 29/09/2018 - 20:46
Por Agência Brasil Brasília

Em protesto ao movimento #Ele não, manifestantes saíram às ruas hoje (29) em favor da candidatura à Presidência da República pelo PSL de Jair Bolsonaro. Houve protesto em Copacabana, no Rio de Janeiro, no qual homens e mulheres se vestiram de verde e amarelo, levaram cartazes com elogios ao deputado e reagiram às críticas.

Há informações de manifestações em São Paulo, Belo Horizonte, Teresina, Manaus e em várias cidade de grande e médio porte no país. Em alusão aos adversários, os manifestantes usaram como referência # Ele sim.    

Nas redes sociais, Flávio e Carlos Bolsonaro,  filhos do candidato, postaram vídeos com imagens de manifestações favoráveis ao pai. O mesmo fez o próprio candidato. 

No Twitter de Jair Bolsonaro foi publicado o vídeo de uma caminhada de apoio a ele, em uma das principais avenidas de Joinville, em Santa Catarina.

A equipe de Bolsonaro também postou vídeo de uma carreata em Jiparaná, em Rondônia. Sem mencionar o local exato do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo em que mulheres, reunidas em um auditório, gritam que o candidato as representa.

No Twitter de Carlos Bolsonaro, ele postou um vídeo do Teatro Amazonas, em Manaus, em que manifestantes ocuparam a frente do local e gritaram palavras de ordem favoráveis à candidatura. A maioria era de mulheres vestidas de cor-de-rosa e cantando músicas em favor de Bolsonaro.

As imagens da chegada de Bolsonaro em sua casa no Rio também foram postadas no Twitter do filho Carlos. Nelas, o candidato não aparece, mas há manifestantes gritando palavras de apoio e imagens da movimentação da escolta policial.

Saiba mais

  • Mulheres protestam em várias cidades contra machismo e homofobia
Edição: Renata Giraldi e Graça Adjuto
Tags: Bolsonaro manifestações candidatura a favor

Mulheres protestam em várias cidades contra machismo e homofobia

Publicado em 29/09/2018 - 17:46
Por Pedro Rafael Vilela, Fernanda Cruz e Léo Rodrigues - Repórteres da Agência Brasil Brasília


Pelo menos 30 mil pessoas - de acordo com as organizadoras - participaram hoje (29), em Brasília, do ato convocado pelo coletivo "Mulheres Unidas contra Bolsonaro". Na última atualização da Polícia Militar (PM), a mobilização tinha 7 mil pessoas. O protesto foi pacífico. Além da capital federal, a manifestação ocorreu em várias cidades brasileiras e no exterior. Houve atos também em várias cidades a favor do candidato.

Ato de mulheres "#EleNão" contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em Brasília
Manifestação reúne mulheres em Brasília - Antonio Cruz/ Agência Brasil
As manifestantes ocuparam três das cinco faixas da pista norte do Eixo Monumental, saindo da altura da Rodoviária do Plano Piloto em direção ao complexo cultural da Funarte, próximo à Torre de TV, zona central da capital do país.

A assistente administrativa Socorro Paiva vestia uma camiseta colorida, com frases contra o machismo. Para ela, o ato é uma forma de evitar que o país mergulhe no que considera um retrocesso histórico.

"Não podemos compactuar com a intolerância. Quero que meus filhos e netos cresçam em um país sem machismo e homofobia", afirmou.

As amigas Luciene de Souza  e Mônica Carvalho disseram estar no ato em defesa da democracia. "Estamos lutando pela nossa democracia, mas também em defesa do respeito, da paz e do amor", afirmou Luciene.

"Esse ato também nos ajuda a ter coragem de sair e se juntar contra a intolerância. Se tem 10 mil pessoas aqui, sabemos que pelo menos outras 10 mil não vieram porque ainda estão com medo da violência, do machismo", disse Mônica.

Além de palavras de ordem contra Jair Bolsonaro, que ressaltavam a postura do candidato em relação às mulheres, à população negra e ao movimento LGBT, centenas de manifestantes portavam cartazes, camisetas e bandeiras com frases sobre a  luta anti-homofobia e antirracismo.

A servidora pública Nara Kohlsdorf levou os filhos, um de 11 e outro de 9 anos. "Quero que eles vivenciem a história", afirmou. Para ela, o ato não se centra apenas em uma postura relacionada às eleições, mas expressa um movimento por direitos das mulheres. "Quando a gente se une em torno de uma agenda de igualdade, a gente é mais forte".

Incidente

Durante a marcha, um contêiner com entulho, ao lado do Eixo Monumental, pegou fogo e assustou os manifestantes. A PMDF e o Corpo de Bombeiros tiveram que interferir, desviar o trânsito e os manifestantes, para conter o incêndio. Pelo menos duas viaturas de combate a incêndio foram usadas. Não houve registro de danos materiais, nem feridos. As autoridades não souberam informar quem teria provocado o fogo.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, uma mulher teve um mal súbito e foi atendida pelos socorristas, mas não chegou a ser transportada para o hospital. O incidente pode ter sido causado pelo excesso de calor. Durante a marcha, a temperatura era de de pelo menos 33 graus Celsius. Muitas pessoas usavam bonés, chapéus e até guarda-chuva para se proteger do sol forte.

São Paulo

Na capital paulista, a concentração começou às 15h no Largo da Batata, na zona oeste. A organização do ato estimou o número de participantes em 200 mil. A Polícia Militar não fez estimativa e informou que não foram registradas ocorrências relevantes.

 Manifestação Mulheres contra Bolsonaro no Largo da Batata, região oeste de São Paulo
 Manifestação Mulheres contra Bolsonaro no Largo da Batata, região oeste de São Paulo - Rovena Rosa/Agência Brasil

Participaram da manifestação representantes de partidos políticos, movimentos sociais e ativistas de diversas áreas. Estiveram presentes também alas das torcidas do Corinthians e Palmeiras.
Por volta das 17h30, a passeata começou a se movimentar pela Avenida Faria Lima, em direção à Avenida Paulista. Um grupo de mulheres entoava palavras de ordem contra o candidato do PSL.
Ana Silveira, 26 anos, era uma das responsáveis pela batucada. “Faço parte do coletivo que pretende ocupar os espaços da cidades e estamos hoje pedindo liberdade e felicidade. "Ele não”, disse ela.
Joana Brandão, 38 anos, também se manifestava. "Pelos direitos das minorias, por isso protestamos”, afirmou.

Rio de Janeiro

Atividades culturais marcaram o início da concentração, às 15h, na Cinelândia, no centro do Rio. A mobilização contou a presença de homens e mulheres. No carro de som, a organização foi liderada por elas. Músicas e palavras de ordem falavam de machismo no comportamento do candidato Jair Bolsonaro e lembravam o mote o ato: "Ele não".

Da Cinelândia, as manifestantes se dirigiram para a Praça XV, também no centro da capital fluminense, onde um palco foi preparado para apresentações teatrais e shows. A analista de contas Consuelo Lardosa estava lá com a filha. "As palavras que têm sido ditas são de muita violência contra as mulheres e agridem a todas as mães que lutam e batalham por um pouco dignidade para seus filhos, em país tão difícil como o nosso. Estamos aqui, assim como outras famílias, pais com suas crianças, afinal é um movimento de paz e não de ódio", afirmou.

Mulheres protestam contra o presidenciável Jair Bolsonaro no centro do Rio.
Mulheres protestam contra o candidato Jair Bolsonaro no centro do Rio - Tomaz Silva/Agência Brasil

Para a técnica em edificações Bárbara Ribeiro, é uma possibilidade de discutir as propostas dos candidatos e mostrar como algumas delas revelam posições machistas, homofóbicas e anti-trabalhistas. "Quando você organiza um ato desse tamanho, você chama a atenção da sociedade para a importância de analisar os planos de governo. É algo sério".
A psicóloga Júlia Pierezan destacou a importância de manter a mobilização, mesmo após o primeiro turno e depois das eleições. "Antes de tudo, é uma luta a favor da democracia", disse. Embora a mobilização envolvesse jovens em sua maioria, havia representantes de todas as faixas etárias.

Uma concentração de apoiadores de Bolsonaro ocorreu na praia de Copacabana, na zona sul da cidade. Marcada para as 14h, a manifestação foi na altura do Posto 5. Pouco antes das 19h, o Centro de Operações do Rio informou, nas redes sociais, que as pistas estavam liberadas.

Datafolha: Bolsonaro tem 28% das intenções de voto; Haddad tem 22%
Edição: Graça Adjuto
Tags: mulheres marcha Bolsonaro - manifestação machismo homofobia



DISCURSOS DE MADURO E TEMER NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU






Maduro critica Trump por ataques à Venezuela em discurso na ONU




Nações Unidas, 26 set (EFE).- O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou nesta quarta-feira, em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelos ataques feitos a seu país durante discurso realizado ontem na Assembleia Geral da ONU.

"Hoje a Venezuela é vítima de uma agressão permanente, política e midiática por parte dos Estados Unidos. Ressuscitaram a Doutrina Monroe para justificar do ponto de vista ideológico a agressão contra nossa pátria amada", disse Maduro, que decidiu de última hora ir à cidade americana para participar da Assembleia Geral da ONU.

A Doutrina Monroe, que passou a nortear a política externa dos Estados Unidos a partir de 1823, pregava a ideia de uma "América para os americanos" para afastar as influências europeias do continente. No entanto, a estratégia foi vista por governos de muitos países da região como uma tática imperialista da Casa Branca.
Ontem, Trump citou o presidente James Monroe, o criador da doutrina, para afirmar que a ideia de rejeitar interferências de países estrangeiros no continente é uma política formal dos EUA.

"É um velho conflito, uma velha contradição, entre uma doutrina que pretende dominar nossa região e a que defende a Venezuela. No século XXI, eles pretendem seguir governando o mundo como se ele fosse uma propriedade deles. Em nossa região, esse conflito tem 200 anos", afirmou Maduro em seu discurso.

O presidente americano pediu que os países presentes na Assembleia Geral da ONU ajudem o governo dos EUA a restaurar a democracia na Venezuela e chamou a crise enfrentada pelo país de uma "tragédia humana". convidou a ONU a supervisionar a democracia em seu país onde teve o mesmo teve 67% de votos na eleição recente.

Além disso, Trump culpou o socialismo por "quebrar" uma nação rica em petróleo e pediu que o mundo resista a esse sistema político, que, segundo ele, traz consigo
"sofrimento, corrupção e decadência".

Fatos importantes sobre a guerra no Iêmen

A guerra em andamento no Iêmen, que deslocou milhões de pessoas, é muito mais complexa do que um conflito entre sunitas e xiitas.

Por três anos, o Iêmen, o país mais pobre do mundo árabe, foi destruído por uma sangrenta guerra entre os rebeldes houthi e apoiadores do governo internacionalmente reconhecido do Iêmen.

Os houthis e o governo iemenita têm lutado desde 2004, mas grande parte dos combates se limitou à fortaleza dos houthis, a empobrecida província de Saada, no norte do Iêmen.

Em setembro de 2014, os houthis assumiram o controle da capital do Iêmen, Sanaa, e seguiram em direção ao sul, em direção à segunda maior cidade do país, Aden. Em resposta aos avanços dos Houthis, uma coalizão de estados árabes lançou uma campanha militar em 2015 para derrotar os houthis e restaurar o governo do Iêmen.

Uma mulher iemenita carrega seu filho enquanto aguarda 
para receber uma ração fornecida por um grupo de assistência 
local em Sanaa [EPA]

Em 26 de março de 2018, pelo menos 10.000 iemenitas haviam sido mortos pelos combates, com mais de 40.000 baixas no total.

Obter informações precisas sobre o número de mortos é difícil, mas a Save The Children estimou que pelo menos 50.000 crianças morreram em 2017, uma média de 130 por dia.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, estima que os ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita causaram quase dois terços das mortes de civis, enquanto os Houthis foram acusados ​​de causar baixas civis em massa devido ao cerco de Taiz, a terceira maior do Iêmen. cidade.
Milhões de iemenitas foram deslocados.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) estima...Continue lendo...

Navio-hospital chinês chega à Venezuela para assistência médica

Navio-hospital chinês chega à Venezuela para assistência médica



Navio-hospital chinês "Arca da paz" no porto de La Guaira, em 22 de setembro de 2018 - AFP

Escoltado por aviões militares, um navio-hospital chinês chegou à Venezuela neste sábado para assistência médica gratuita por uma semana, em meio à grave crise sofrida pelo sistema de saúde venezuelano.

“Eles vão ficar toda a semana, atendendo e recebendo pacientes”, declarou o ministro da Defesa, o general Vladimir Padrino, após a embarcação He Ping fang Zhou (“Arca da Paz”) ancorar em La Guaira, a cerca de 40 km de Caracas.

Segundo informações oficiais, a embarcação está equipada com 500 leitos, 35 unidades de terapia intensiva e 12 salas de cirurgia. Sua tripulação foi recebida com danças típicas.
“Isso é diplomacia, com ações concretas de cooperação e não (…) invocando os tambores da guerra, do intervencionismo”, acrescentou Padrino no convés do navio de 178 metros de comprimento.

Ele se referiu assim às denúncias do governo de Nicolás Maduro sobre planos liderados pelos Estados Unidos para uma intervenção militar na Venezuela.

ELEIÇÕES 2018

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita,  o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos. 

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais  americanas, inglesas francesas principalmente.  

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018! 

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria  sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita,  o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos. 

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais  americanas, inglesas francesas principalmente.  

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018! 

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria  sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

DEPUTADOS E SENADORES QUE VOTARAM A FAVOR E CONTRA NO PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF

Conheça os deputados federais e os senadores que votaram a favor e contra o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff


Com os recentes acontecimentos na política brasileira, mais do que nunca foi tão grande a importância de ficar ainda mais atento em quem votamos. Muitas vezes o eleitor escolhe de forma irresponsável certos candidatos devido à falta de consciência da importância da figura deles.

Um exemplo disso são os deputados federais. São eles os representantes do Poder Legislativo. Uma das principais funções dos políticos que ocupam esse cargo é autorizar processos contra o presidente da república.

É de fundamental importância que o eleitor sinta que o deputado federal que está ocupando esse cargo graças ao seu voto, realmente, o represente e corresponda às suas ideias e vontades.
Deputados que votaram contra e a favor do impeachment de Dilma
Foto: reprodução/agencia brasil

Deputados que votaram contra e a favor do impeachment

Distrito Federal (DF)

  • Alberto Fraga (DEM) – SIM
  • Augusto Carvalho (SD) – SIM
  • Erika Kokay (PT) – NÃO
  • Izalci (PSDB) – SIM
  • Laerte Bessa (PR) – SIM
  • Rogério Rosso (PSD) – SIM
  • Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
  • Rôney Nemer (PP) – SIM

Acre (AC)

  • Alan Rick (PRB) – SIM
  • Angelim (PT) – NÃO
  • César Messias (PSB) – NÃO
  • Flaviano Melo (PMDB) – SIM
  • Jéssica Sales (PMDB) – SIM
  • Leo de Brito (PT) – NÃO
  • Rocha (PSDB) – SIM
  • Sibá Machado (PT) – NÃO

Roraima (RR)

  • Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
  • Carlos Andrade (PHS) – SIM
  • Edio Lopes (PR) – NÃO
  • Hiran Gonçalves (PP) – SIM
  • Jhonatan de Jesus (PRB) – SIM
  • Maria Helena (PSB) – SIM
  • Remídio Monai (PR) – SIM
  • Shéridan (PSDB) – SIM

Amazonas (AM)

  • Alfredo Nascimento (PR) – SIM
  • Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
  • Átila Lins (PSD) – SIM
  • Conceição Sampaio (PP) – SIM
  • Hissa Abrahão (PDT) – SIM
  • Marcos Rotta (PMDB) – SIM
  • Pauderney Avelino (DEM) – SIM
  • Silas Câmara (PRB) – SIM

Amapá (AP)

  • André Abdon (PP) – SIM
  • Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
  • Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
  • Jozi Araújo (PTN) – NÃO
  • Marcos Reategui (PSD) – SIM
  • Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
  • Roberto Góes (PDT) – NÃO
  • Vinicius Gurgel (PR) – ABSTENÇÃO

Pará (PA)

  • Arnaldo Jordy (PPS) – SIM
  • Beto Faro (PT) – NÃO
  • Beto Salame (PP) – ABSTENÇÃO
  • Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
  • Edmilson Rodrigues (PSO) – NÃO
  • Elcione Barbalho (PMDB) – NÃO
  • Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
  • Hélio Leite (DEM) – SIM
  • Joaquim Passarinho (PSD) – SIM
  • José Priante (PMDB) – SIM
  • Josué Bengtson (PTB) – SIM
  • Júlia Marinho (PSC) – SIM
  • Lúcio Vale (PR) – NÃO
  • Nilson Pinto (PSDB) – SIM
  • Simone Morgado (PMDB) – NÃO
  • Wladimir Costa (SD) – SIM
  • Zé Geraldo (PT) – NÃO

Paraná (PR)

  • Alex Canziani (PTB) – SIM
  • Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
  • Aliel Machado (REDE) – NÃO
  • Assis do Couto (PDT) – NÃO
  • Christiane de Souza Yared (PR) – SIM
  • Diego Garcia (PHS) – SIM
  • Dilceu Sperafico (PP) – SIM
  • Enio Verri (PT) – NÃO
  • Evandro Roman (PSD) – SIM
  • Fernando Francischini (SD) – SIM
  • Giacobo (PR) – SIM
  • Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
  • João Arruda (PMDB) – SIM
  • Leandre (PV) – SIM
  • Leopoldo Meyer (PSB) – SIM
  • Luciano Ducci (PSB) – SIM
  • Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
  • Luiz Nishimori (PR) – SIM
  • Marcelo Belinati (PP) – SIM
  • Nelson Meurer (PP) – SIM
  • Nelson Padovani (PSDB) – SIM
  • Osmar Serraglio (PMDB) – SIM
  • Paulo Martins (PSDB) – SIM
  • Ricardo Barros (PP) – SIM
  • Rubens Bueno (PPS) – SIM
  • Sandro Alex (PSD) – SIM
  • Sergio Souza (PMDB) – SIM
  • Takayama (PSC) – SIM
  • Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
  • Zeca Dirceu (PT) – NÃO

Santa Catarina (SC)

  • Carmen Zanotto (PPS) – SIM
  • Celso Maldaner (PMDB) – SIM
  • Cesar Souza (PSD) – SIM
  • Décio Lima (PT) – NÃO
  • Esperidião Amin (PP) – SIM
  • Geovania de Sá (PSDB) – SIM
  • João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
  • João Rodrigues (PSD) – SIM
  • Jorge Boeira (PP) – SIM
  • Jorginho Mello (PR) – SIM
  • Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
  • Mauro Mariani (PMDB) – SIM
  • Pedro Uczai (PT) – NÃO
  • Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
  • Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
  • Valdir Colatto (PMDB) – SIM

Mato Grosso do Sul

  • Carlos Marun (PMDB) – SIM
  • Dagoberto (PDT) – NÃO
  • Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
  • Geraldo Resende (PSDB) – SIM
  • Mandetta (DEM) – SIM
  • Tereza Cristina (PSB) – SIM
  • Vander Loubet (PT) – NÃO
  • Zeca do PT (PT) – NÃO

Rio Grande do Sul (RS)

  • Afonso Hamm (PP) – SIM
  • Afonso Motta (PDT) – NÃO
  • Alceu Moreira (PMDB) – SIM
  • Bohn Gass (PT) – NÃO
  • Carlos Gomes (PRB) – SIM
  • Covatti Filho (PP) – SIM
  • Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – SIM
  • Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
  • Giovani Cherini (PDT) – SIM
  • Heitor Schuch (PSB) – SIM
  • Henrique Fontana (PT) – NÃO
  • Jerônimo Goergen (PP) – SIM
  • João Derly (REDE) – SIM
  • José Fogaça (PMDB) – SIM
  • José Otávio Germano (PP) – SIM
  • Jose Stédile (PSB) – SIM
  • Luis Carlos Heinze (PP) – SIM
  • Luiz Carlos Busato (PTB) – SIM
  • Marco Maia (PT) – NÃO
  • Marcon (PT) – NÃO
  • Maria do Rosário (PT) – NÃO
  • Mauro Pereira (PMDB) – SIM
  • Nelson Marchezan Junior (PSDB) – SIM
  • Onyx Lorenzoni (DEM) – SIM
  • Osmar Terra (PMDB) – SIM
  • Paulo Pimenta (PT) – NÃO
  • Pepe Vargas (PT) – NÃO
  • Pompeo de Mattos (PDT) – ABSTENÇÃO
  • Renato Molling (PP) – SIM
  • Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
  • Sérgio Moraes (PTB) – SIM

Rondônia (RO)

  • Expedito Netto (PSD) – SIM
  • Lindomar Garçon (PRB) – SIM
  • Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
  • Luiz Cláudio (PR) – SIM
  • Marcos Rogério (DEM) – SIM
  • Mariana Carvalho (PSDB) – SIM
  • Marinha Raupp (PMDB) – SIM
  • Nilton Capixaba (PTB) – SIM

Goiás (GO)

  • Alexandre Baldy (PTN) – SIM
  • Célio Silveira (PSDB) – SIM
  • Daniel Vilela (PMDB) – SIM
  • Delegado Waldir (PR) – SIM
  • Fábio Sousa (PSDB) – SIM
  • Flávia Morais (PDT) – SIM
  • Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
  • Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
  • João Campos (PRB) – SIM
  • Jovair Arantes (PTB) – SIM
  • Lucas Vergilio (SD) – SIM
  • Magda Mofatto (PR) – SIM
  • Marcos Abrão (PPS) – SIM
  • Pedro Chaves (PMDB) – SIM
  • Roberto Balestra (PP) – SIM
  • Rubens Otoni (PT) – NÃO
  • Thiago Peixoto (PSD) – SIM

Tocantins (TO)

  • Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
  • César Halum (PR) – SIM
  • Dulce Miranda (PMDB) – SIM
  • Irajá Abreu (PSD) – NÃO
  • Josi Nunes (PMDB) – SIM
  • Lázaro Botelho (PP) – SIM
  • Professora Dorinha (DEM) – SIM
  • Vicentinho Júnior (PR) – NÃO

Mato Grosso (MT)

  • Adilton Sachetti (PSB) – SIM
  • Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
  • Fabio Garcia (PSB) – SIM
  • Nilson Leitão (PSDB) – SIM
  • Professor Victório Galli (PSC) – SIM
  • Ságuas Moraes (PT) – NÃO
  • Tampinha (PSD) – SIM
  • Valtenir Pereira (PMDB) – NÃO

Maranhão (MA)

  • Alberto Filho (PMDB) – SIM
  • Aluisio Mendes (PTN) – NÃO
  • André Fufuca (PP) – SIM
  • Cleber Verde (PRB) – SIM
  • Eliziane Gama (PPS) – SIM
  • Hildo Rocha (PMDB) – SIM
  • João Castelo (PSDB) – SIM
  • João Marcelo Souza (PMDB) – NÃO
  • José Reinaldo (PSB) – SIM
  • Junior Marreca (PEN) – NÃO
  • Juscelino Filho (DEM) – SIM
  • Pedro Fernandes (PTB) – NÃO
  • Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
  • Sarney Filho (PV) – SIM
  • Victor Mendes (PSD) – SIM
  • Waldir Maranhão (PP) – NÃO
  • Weverton Rocha (PDT) – NÃO
  • Zé Carlos (PT) – NÃO

Piauí (PI)

  • Assis Carvalho (PT) – NÃO
  • Átila Lira (PSB) – SIM
  • Capitão Fábio Abreu (PTB) – NÃO
  • Heráclito Fortes (PSB) – SIM
  • Iracema Portella (PP) – SIM
  • Júlio Cesar (PSD) – SIM
  • Marcelo Castro (PMDB) – NÃO
  • Paes Landim (PTB) – NÃO
  • Rejane Dias (PT) – NÃO
  • Rodrigo Martins (PSB) – SIM

Paraíba (PB)

  • Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
  • Benjamin Maranhão (SD) – SIM
  • Damião Feliciano (PDT) – NÃO
  • Efraim Filho (DEM) – SIM
  • Hugo Motta (PMDB) – SIM
  • Luiz Couto (PT) – NÃO
  • Manoel Junior (PMDB) – SIM
  • Pedro Cunha Lima (PSDB PB) – SIM
  • Rômulo Gouveia (PSD) – SIM
  • Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – SIM
  • Wellington Roberto (PR) – NÃO
  • Wilson Filho (PTB) – SIM

Sergipe (SE)

  • Adelson Barreto (PR) – SIM
  • Andre Moura (PSC) – SIM
  • Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
  • Fabio Reis (PMDB) – SIM
  • João Daniel (PT) – NÃO
  • Jony Marcos (PRB) – SIM
  • Laercio Oliveira (SD) – SIM
  • Valadares Filho (PSB) – SIM

Bahia (BA)

  • Alfonso Florence (PT) – NÃO
  • Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
  • Antonio Brito (PSD) – NÃO
  • Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
  • Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
  • Bacelar (PTN) – NÃO
  • Bebeto (PSB) – NÃO
  • Benito Gama (PTB) – SIM
  • Cacá Leão (PP) – ABSTENÇÃO
  • Caetano (PT) – NÃO
  • Claudio Cajado (DEM) – SIM
  • Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
  • Davidson Magalhães (PCdoB) – NÃO
  • Elmar Nascimento (DEM) – SIM
  • Erivelton Santana (PEN) – SIM
  • Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
  • Fernando Torres (PSD) – NÃO
  • Irmão Lazaro (PSC) – SIM
  • João Carlos Bacelar (PR) – NÃO
  • João Gualberto (PSDB) – SIM
  • Jorge Solla (PT) – NÃO
  • José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
  • José Carlos Araújo (PR) – NÃO
  • José Nunes (PSD) – NÃO
  • José Rocha (PR) – NÃO
  • Jutahy Junior (PSDB) – SIM
  • Lucio Vieira Lima (PMDB) – SIM
  • Márcio Marinho (PRB) – SIM
  • Mário Negromonte Jr. (PP) – ABSTENÇÃO
  • Moema Gramacho (PT) – NÃO
  • Paulo Azi (DEM) – SIM
  • Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
  • Roberto Britto (PP) – NÃO
  • Ronaldo Carletto (PP) – NÃO
  • Sérgio Brito (PSD) – NÃO
  • Tia Eron (PRB) – SIM
  • Uldurico Junior (PV) – SIM
  • Valmir Assunção (PT) – NÃO
  • Waldenor Pereira (PT) – NÃO

Pernambuco (PE)

  • Adalberto Cavalcanti (PTB) – NÃO
  • Anderson Ferreira (PR) – SIM
  • André de Paula (PSD) – SIM
  • Augusto Coutinho (SD) – SIM
  • Betinho Gomes (PSDB) – SIM
  • Bruno Araújo (PSDB) – SIM
  • Daniel Coelho (PSDB) – SIM
  • Danilo Cabral (PSB) – SIM
  • Eduardo da Fonte (PP) – SIM
  • Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
  • Gonzaga Patriota (PSB) – SIM
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB) – SIM
  • João Fernando Coutinho (PSB) – SIM
  • Jorge Côrte Real (PTB) – SIM
  • Kaio Maniçoba (PMDB) – SIM
  • Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
  • Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
  • Mendonça Filho (DEM) – SIM
  • Pastor Eurico (PHS) – SIM
  • Ricardo Teobaldo (PTN) – NÃO
  • Sebastião Oliveira (PR) – ABSTENÇÃO
  • Silvio Costa PTdoB – NÃO
  • Tadeu Alencar (PSB) – SIM
  • Wolney Queiroz PDT – NÃO
  • Zeca Cavalcanti PTB – NÃO

Alagoas (AL)

  • Arthur Lira (PP) – SIM
  • Cícero Almeida (PMDB) – SIM
  • Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
  • JHC (PSB) – SIM
  • Marx Beltrão (PMDB) – SIM
  • Maurício Quintella Lessa (PR) – SIM
  • Paulão (PT) – NÃO
  • Pedro Vilela (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO

Rio Grande do Norte (RN)

  • Antônio Jácome (PTN) – SIM
  • Beto Rosado (PP) – SIM
  • Fábio Faria (PSD) – SIM
  • Felipe Maia (DEM) – SIM
  • Rafael Motta (PSB) – SIM
  • Rogério Marinho (PSDB) – SIM
  • Walter Alves (PMDB) – SIM
  • Zenaide Maia (PR) – NÃO

Ceará (CE)

  • Adail Carneiro (PP) – SIM
  • Aníbal Gomes (PMDB) – AUSÊNCIA
  • Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
  • Arnon Bezerra (PTB) – NÃO
  • Cabo Sabino (PR) – SIM
  • Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
  • Danilo Forte (PSB) – SIM
  • Domingos Neto (PSD) – NÃO
  • Genecias Noronha (SD) – SIM
  • Gorete Pereira (PR) – ABSTENÇÃO
  • José Airton Cirilo (PT) – NÃO
  • José Guimarães (PT) – NÃO
  • Leônidas Cristino (PDT) – NÃO
  • Luizianne Lins (PT) – NÃO
  • Macedo (PP) – NÃO
  • Moroni Torgan (DEM) – SIM
  • Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
  • Odorico Monteiro (PROS) – NÃO
  • Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Martins (PRB) – SIM
  • Vicente Arruda (PDT) – NÃO
  • Vitor Valim (PMDB) – SIM

São Paulo (SP)

  • Alex Manente (PPS) – SIM
  • Alexandre Leite (DEM) – SIM
  • Ana Perugini (PT) – NÃO
  • Andres Sanchez (PT) – NÃO
  • Antonio Bulhões (PRB) – SIM
  • Arlindo Chinaglia (PT) – NÃO
  • Arnaldo Faria de Sá (PTB) – SIM
  • Arnaldo Jardim (PPS) – SIM
  • Baleia Rossi (PMDB) – SIM
  • Beto Mansur (PRB) – SIM
  • Bruna Furlan (PSDB) – SIM
  • Bruno Covas (PSDB) – SIM
  • Capitão Augusto (PR) – SIM
  • Carlos Sampaio (PSDB) – SIM
  • Carlos Zarattini (PT) – NÃO
  • Celso Russomanno (PRB) – SIM
  • Dr. Sinval Malheiros (PTN) – SIM
  • Duarte Nogueira (PSDB) – SIM
  • Edinho Araújo (PMDB) – SIM
  • Eduardo Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Eduardo Cury (PSD) – SIM
  • Eli Corrêa Filho (DEM) – SIM
  • Evandro Gussi (PV) – SIM
  • Fausto Pinato (PP) – SIM
  • Flavinho (PSB) – SIM
  • Floriano Pesaro (PSDB) – SIM
  • Gilberto Nascimento (PSC) – SIM
  • Goulart (PSD) – SIM
  • Guilherme Mussi (PP) – SIM
  • Herculano Passos (PSD) – SIM
  • Ivan Valente (PSOL) – NÃO
  • Jefferson Campos (PSD) – SIM
  • João Paulo Papa (PSDB) – SIM
  • Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – SIM
  • José Mentor (PT) – NÃO
  • Keiko Ota (PSB) – SIM
  • Luiz Lauro Filho (PSB) – SIM
  • Luiza Erundina (PSOL) – NÃO
  • Major Olimpio (SD) – SIM
  • Mara Gabrilli (PSDB) – SIM
  • Marcelo Squassoni (PRB) – SIM
  • Marcio Alvino (PR) – SIM
  • Miguel Haddad (PSDB) – SIM
  • Miguel Lombardi (PR) – SIM
  • Milton Monti (PR) – SIM
  • Missionário José Olimpio (DEM) – SIM
  • Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
  • Nilto Tatto (PT) – NÃO
  • Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
  • Paulo Freire (PR) – SIM
  • Paulo Maluf (PP) – SIM
  • Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
  • Paulo Teixeira (PT) – NÃO
  • Pr. Marco Feliciano (PSC) – SIM
  • Renata Abreu (PTN) – SIM
  • Ricardo Izar (PP) – SIM
  • Ricardo Tripoli (PSDB) – SIM
  • Roberto Alves (PRB) – SIM
  • Roberto de Lucena (PV) – SIM
  • Rodrigo Garcia (DEM) – SIM
  • Samuel Moreira (PSDB) – SIM
  • Sérgio Reis (PRB) – SIM
  • Silvio Torres (PSDB) – SIM
  • Tiririca (PR) – SIM
  • Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
  • Vanderlei Macris (PSDB) – SIM
  • Vicente Candido (PT) – NÃO
  • Vicentinho (PT) – NÃO
  • Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
  • Vitor Lippi (PSDB) – SIM

Rio de Janeiro (RJ)

  • Alessandro Molon (REDE) – NÃO
  • Alexandre Serfiotis (PMDB) – SIM
  • Alexandre Valle (PR) – SIM
  • Altineu Côrtes (PMDB) – SIM
  • Arolde de Oliveira (PSC) – SIM
  • Aureo (SD) – SIM
  • Benedita da Silva (PT) – NÃO
  • Cabo Daciolo (PTdo) – SIM
  • Celso Pansera (PMDB) – NÃO
  • Chico Alencar (PSO) – NÃO
  • Chico D’angelo (PT) – NÃO
  • Clarissa Garotinho (PR) – AUSÊNCIA
  • Cristiane Brasil (PTB) – SIM
  • Deley (PTB) – SIM
  • Dr. João (PR) – SIM
  • Eduardo Cunha (PMDB) – SIM
  • Ezequiel Teixeira (PTN) – SIM
  • Felipe Bornier (PROS) – SIM
  • Fernando Jordão (PMDB) – SIM
  • Francisco Floriano (DEM) – SIM
  • Glauber Braga (PSOL) – NÃO
  • Hugo Leal (PSB) – SIM
  • Indio da Costa (PSD) – SIM
  • Jair Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
  • Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
  • Julio Lopes (PP) – SIM
  • Leonardo Picciani (PMDB) – NÃO
  • Luiz Carlos Ramos (PTN) – SIM
  • Luiz Sérgio (PT) – NÃO
  • Marcelo Matos (PHS) – SIM
  • Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
  • Marcos Soares (DEM) – SIM
  • Miro Teixeira (REDE) – SIM
  • Otavio Leite (PSDB) – SIM
  • Paulo Feijó (PR) – SIM
  • Pedro Paulo (PMDB) – SIM
  • Roberto Sales (PRB) – SIM
  • Rodrigo Maia (DEM) – SIM
  • Rosangela Gomes (PRB) – SIM
  • Sergio Zveiter (PMDB) – SIM
  • Simão Sessim (PP) – SIM
  • Soraya Santos (PMDB) – SIM
  • Sóstenes Cavalcante (DEM) – SIM
  • Wadih Damous (PT) – NÃO
  • Washington Reis (PMDB) – SIM

Espírito Santo (ES)

  • Carlos Manato (SD) – SIM
  • Dr. Jorge Silva (PHS) – SIM
  • Evair de Melo (PV) – SIM
  • Givaldo Vieira (PT) – NÃO
  • Helder Salomão (PT)  – NÃO
  • Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
  • Marcus Vicente (PP) – SIM
  • Max Filho (PSDB) – SIM
  • Paulo Foletto (PSB) – SIM
  • Sergio Vidigal (PDT) – SIM

Minas Gerais (MG)

  • Adelmo Carneiro Leão (PT) – NÃO
  • Aelton Freitas (PR) – NÃO
  • Bilac Pinto (PR)- SIM
  • Bonifácio de Andrada (PSDB) – SIM
  • Brunny (PR) – NÃO
  • Caio Narcio (PSDB) – SIM
  • Carlos Melles (DEM) – SIM
  • Dâmina Pereira (PSL) – SIM
  • Delegado Edson Moreira (PR) – SIM
  • Diego Andrade (PSD) – SIM
  • Dimas Fabiano (PP) – SIM
  • Domingos Sávio (PSDB) – SIM
  • Eduardo Barbosa (PSDB) – SIM
  • Eros Biondini (PROS) – SIM
  • Fábio Ramalho (PMDB) – SIM
  • Franklin Lima (PP) – SIM
  • Gabriel Guimarães (PT) – NÃO
  • George Hilton (PROS) – NÃO
  • Jaime Martins (PSD) – SIM
  • Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
  • Júlio Delgado (PSB) – SIM
  • Laudivio Carvalho (SD) – SIM
  • Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
  • Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
  • Lincoln Portela (PRB) – SIM
  • Luis Tibé (PTdoB) – SIM
  • Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
  • Marcelo Álvaro Antônio (PR) – SIM
  • Marcelo Aro (PHS) – SIM
  • Marcos Montes (PSD) – SIM
  • Marcus Pestana (PSDB) – SIM
  • Margarida Salomão (PT) – NÃO
  • Mário Heringer (PDT) – SIM
  • Mauro Lopes (PMDB) – SIM
  • Miguel Corrêa (PT) – NÃO
  • Misael Varella (DEM) – SIM
  • Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
  • Odelmo Leão (PP) – SIM
  • Padre João (PT) – NÃO
  • Patrus Ananias (PT) – NÃO
  • Paulo Abi-ackel (PSDB) – SIM
  • Raquel Muniz (PSD) – SIM
  • Reginaldo Lopes (PT) – NÃO
  • Renzo Braz (PP) – SIM
  • Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
  • Rodrigo Pacheco (PMDB) – SIM
  • Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
  • Stefano Aguiar (PSD) – SIM
  • Subtenente Gonzaga (PDT) – SIM
  • Tenente Lúcio (PSB) – SIM
  • Toninho Pinheiro (PP) – SIM
  • Weliton Prado (PMB) – SIM
  • Zé Silva (SD) – SIM
  •  

Senadores que votaram contra e a favor do impeachment


Como parte do processo do impeachment, Dilma Rousseff foi convocada ao Senado federal para fazer a sua defesa, respondendo algumas perguntas feita pelos senadores. A sessão foi bastante cansativa, se estendendo por mais de 13 horas.

Depois disso, os senadores realizaram duas votações: a primeira decidiu sobre o impeachment e a segunda, que a presidente não ficará inelegível por oito anos e poderá exercer função pública.

O processo teve fim nove meses após a autorização da abertura pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois das denúncias feitas pelo ex-procurador de justiça Hélio Pereira Bicudo e pelos advogados Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal.

Votos à favor

Após quase 70 horas de julgamento, iniciado no dia 25 de agosto, foram ouvidos, além da própria representada, parlamentares, testemunhas e os advogados das duas partes. No processo, 61 senadores votaram a favor do impeachment. Saiba quais foram eles:

Acir Gurgacz (PDT-RO),
Aécio Neves (PSDB-MG),
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP),
 Alvaro Dias (PV-PR), Ana Amélia (PP-RS),
 Antonio Anastasia    (PSDB-MG),
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE),
 Ataídes Oliveira (PSDB-TO),
Benedito de Lira (PP-AL),
 Cássio Cunha Lima (PSDB-PB),
 Cidinho Santos (PR-MT),
Ciro Nogueira (PP-PI),
Cristovam Buarque (PPS-DF),
Dalírio Beber (PSDB-SC),
Dário Berger (PMDB-SC),
 Davi Alcolumbre (DEM-AP),
 Edison Lobão (PMDB-MA),
 Eduardo Amorim (PSC-SE),
 Eduardo Braga (PMDB-AM),
 Eduardo Lopes (PRB-RJ),
 Eunício Oliveira    (PMDB-CE),
 Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE),
Fernando Collor (PTC-AL),
Flexa Ribeiro (PSDB-PA),
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN),
Gladson Cameli (PP-AC),
Helio José (PMDB-DF),
Ivo Cassol (PP-RO),
 Jader Barbalho (PMDB-PA),
 João Alberto Souza (PMDB-MA),
José Agripino (DEM-RN),
José Anibal (PSDB-SP),
José Maranhão (PMDB-PB),
José Medeiros (PSD-MT),
 Lasier Martins (PDT-RS),
Lúcia Vânia (PSB-GO),
Magno Malta (PR-ES),
Maria do Carmo Alves (DEM-SE),
Marta Suplicy (PMDB-SP),
Omar Aziz (PSD-AM),
 Paulo Bauer (PSDB-SC),
 Pedro Chaves (suplente de Delcídio Amaral cassado pelo Senado) (PSC-MS), Raimundo Lira (PMDB-PB),
 Reguffe (sem partido-DF),
Renan Calheiros (PMDB-AL),
Ricardo Ferraço (PSDB-ES),
Roberto Rocha (PSB-MA),
Romario (PSB-RJ),
Romero Jucá (PMDB-RR),
Ronaldo Caiado (DEM-GO),
Rose de Freitas  (PMDB-ES),
Sérgio Petecão (PSD-AC),
Simone Tebet (PMDB-MS),
Tasso Jereissati (PSDB-CE),
Telmário Mota (PDT-RR),
Valdir Raupp (PMDB-RO),
Vicentinho Alves (PR-TO),
Waldemir Moka (PMDB-MS),
Wellington Fagundes (PR-MT),
Wilder Morais (PP-GO),
Zezé Perrella (PTB-MG).

Votos contra

Por outro lado, tiveram ainda aqueles senadores que votaram contra o processo de impeachment, acreditando que não houve crime de responsabilidade, principal acusação que recai sobre Dilma Rousseff no processo de afastamento. Saiba quais foram os senadores:

Angela Portela (PT-RR),
Armando Monteiro (PTB-PE),
Elmano Férrer (PTB-PI),
Fátima Bezerra (PT-RN),
Gleisi Hoffmann (PT-PR),
Humberto Costa (PT-PE),
João Capiberibe (PSB-AP),
Jorge Viana (PT-AC),
José Pimentel (PT-CE),
Kátia Abreu (PMDB-TO),
Lídice da Mata (PSB-BA),
Lindbergh Farias (PT-RJ),
Otto Alencar (PSD-BA),
Paulo Paim (PT-RS),
Paulo Rocha (PT-PA),
Randolfe Rodrigues (REDE-AP),
Regina Sousa (PT-PI),
Roberto Muniz (PP-BA),
Roberto Requião (PMDB-PR)
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM).

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Transferências bancárias imediatas chegam a Portugal



Com este novo sistema, as transferências demorarão 10 segundos a estarem disponíveis

O Banco de Portugal anunciou, esta quarta-feira, que as transferências de dinheiro imediatas já estão disponíveis, no entanto esta nova funcionalidade está dependente da adesão do banco ao sistema, o que é facultativo.

"O Sistema de Compensação Interbancária (SICOI) – sistema de pagamentos, gerido e regulado pelo Banco de Portugal, que processa a generalidade das operações de pagamento ordenadas diariamente pelos particulares e pelas empresas em Portugal – passou a permitir o processamento de transferências imediatas", pode ler-se num comunicado.

Este novo sistema que vai estar disponível para os prestadores de serviços – como bancos, instituições de pagamento e instituições de moeda eletrónica – vão poder assegurar que o processamento da transferência seja contínuo. Ou seja, pode acontecer a qualquer hora do dia e a qualquer dia da semana. O dinheiro estará disponível nas contas dos beneficiários em poucos segundos.

Porém, a adesão ao sistema é facultativa. “Numa primeira fase, nem todas as instituições ativas no mercado de serviços de pagamento de retalho português terão esta solução disponível para os seus clientes”, alerta o Banco de Portugal acrescentando que está previsto "um gradual aumento de cobertura e amplitude ao longo dos meses subsequentes, tanto ao nível das instituições participantes, como dos segmentos e canais em que o serviço é disponibilizado”.
Segundo este novo modelo – desenvolvido com base nos requisitos pan-europeus que regulam o processamento destas operações – o processamento destas transferências será disponibilizado num máximo de 10 segundos, em operações abaixo dos 15 mil euros, realizadas em qualquer país do espaço SEPA.

Pesquisa Ibope: Haddad sobe para 19% e consolida 2º lugar. Bolsonaro lidera

O Candidato do PT Fernando Haddad, cresce 11 pontos em uma semana, enquanto presidenciável do PSL sobe dois pontos e vai a 28%. A diferença entre os dois caiu pela metade pela última pesquisa IBOPE divulga ontem, 18/09/2018 às 21h00.
 
Pesquisa Ibope Haddad cresce
Haddad recebido por pescadores em Itajaí (SC) e apoiadores com boneco de Bolsonaro na Paulista. Polarização consolidada

São Paulo – O Ibope divulgou na noite desta terça-feira (18) mais um levantamento sobre as intenções de voto para a Presidência da República. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, segue na liderança, com 28%, oscilando positivamente dois pontos em relação à pesquisa anterior.

A novidade é o candidato do PT, Fernando Haddad, se isolando na segunda colocação, com 19%, mais do que dobrando as intenções de voto da última sondagem, que eram de 8% no dia 11, quando a candidatura foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral.
Em seguida, aparece Ciro Gomes (PDT), com 11%, mesmo percentual do levantamento anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou negativamente dois pontos, de 9% para 7%, enquanto Marina Silva (Rede) caiu três pontos, de 9% para 6%. Álvaro Dias do Pode tem 2%, mesmo percentual de João Amoêdo do partido (Novo) e Henrique Meirelles (MDB). Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%. Votos brancos e nulos somam 14% e não souberam ou não quiseram opinar 7% dos entrevistados.

Ibope: Haddad empata com Bolsonaro entre as mulheres e lidera entre mais pobres

O nível de confiança da pesquisa – feita nos últimos três dias e registrada no TSE sob número BR-09678/2018 – é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Nas simulações de segundo turno, só Marina Silva perderia para Bolsonaro, por 41% a 36%. O candidato do PSL empata com Haddad em 40%, com Ciro (39% e 40% do pedetista) e com Alckmin (40% a 38% para o tucano).
Na segunda-feira (17), a Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou a pesquisa CNT/MDA, realizada entre os dias 12 e 15, com Bolsonaro à frente com 28,2%, seguido de Haddad, 17,6%, no segundo lugar. Depois aparecem Ciro, com 10,8%, Alckmin, 6,1%; Marina, 4,1%, e Amoêdo, 2,8%.

QUANTO À REJEIÇÃO 

candidatos presidência 2018 pesquisa ipespe
 
Recorte do Ibope aponta tendências para escolhas dos indecisos e votos estratégicos 

Bolsonaro tem maior rejeição entre eleitores dos adversários, o que sugere mais dificuldades para atrair votos
 O grande número de candidatos ao Palácio do Planalto colocou o voto útil na pauta da disputa presidencial deste ano. Enquanto o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) conclama o eleitorado anti-PT na expectativa de chegar ao segundo turno, os apoiadores do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) tentam arregimentar votos para sonhar em encerrar a disputa logo no primeiro turno. O detalhamento das rejeições entre os eleitores aos principais candidatos da disputa medidas pela pesquisa Ibope do dia 11 de setembro indica como o intercâmbio de votos pode se desenvolver até o dia da votação. Bolsonaro, por exemplo, cresceu de forma consistente nas pesquisas nas últimas semanas, mas é o candidato com maior rejeição entre os eleitores de todos os seus adversários, os indecisos e aqueles que dizem votar em branco ou nulo, o que indica mais dificuldades de atrair votos úteis na reta final.

A maior rejeição a Bolsonaro (78%) aparece entre os eleitores do ex-prefeito Fernando Haddad (PT). Na sequência, aparecem os eleitores de Alckmin, com 61%, de Ciro Gomes (PDT), com 60%, e de Marina Silva (Rede), com 58%. Quando se trata dos eleitores de todos os outros oito candidatos somados, 44% dizem rejeitar o capitão reformado do Exército. Entre os indecisos, que contabilizam hoje 10,3 milhões de votos, a proporção é de 35%, enquanto 55% dos que dizem votar branco ou nulo rejeitam Bolsonaro. Os números sugerem que Bolsonaro terá mais dificuldade para seguir crescendo, e mesmo que pode estar se aproximando de seu teto —mas essa análise já vem sendo feita há dias sem se confirmar.
Por outro lado, apenas 25% daqueles que declararam voto em Bolsonaro rejeitam Alckmin (eram 30% em agosto), que pretende —e precisa— conquistar votos do deputado para seguir na disputa após o dia 7 de outubro. Entre o eleitorado dos oito candidatos com menos votos, entre eles Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo), Alckmin também está entre os menos rejeitados (17%), junto com Ciro (18%). O tucano ainda concorre bem pelos votos de Marina Silva (Rede), que tem derretido nas pesquisas de intenção de voto. Segundo a pesquisa,13% dos eleitores da ex-ministra rejeitam Alckmin —12% deles rejeitam Haddad e 14% rejeitam Ciro.


Os candidatos do PSDB, PT e PDT também disputam quase nas mesmas condições os votos dos indecisos: Haddad e Ciro são rejeitados por apenas 9%, enquanto Alckmin o é por 8%. O petista e o pedetista, os dois representantes da esquerda mais bem cotados na corrida presidencial, também podem intercambiar votos facilmente. Apenas 9% dos eleitores de Haddad rejeita Ciro, enquanto 11% dos eleitores do ex-governador do Ceará rejeitam o petista. O candidato do PDT já começou a disparar diretamente contra a candidatura do substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto Haddad prioriza agenda no Nordeste para garantir que herdará o eleitorado lulista.

Convicção

Entre os eleitores dos candidatos mais bem posicionados nas pesquisas, os mais convictos de acordo com o último levantamento do Ibope são os de Bolsonaro: 54% dos que declararam voto nele dizem que não mudam a decisão de jeito nenhum e outros 19% consideram sua escolha "firme", apesar de dizerem que ainda podem mudar de voto. O segundo eleitorado mais decidido é o de Haddad, com 40% de certeza e 27% de "decisão firme". As situações de Ciro Gomes, Alckmin e Marina são parecidas: 27% dos que dizem votar no candidato do PDT o fazem com certeza e 22% já se decidiram de forma firme. No caso de Alckmin, 23% dizem ter certeza e 27% tomaram uma decisão firme. Para Marina, são 29% de certeza e 24% de firmeza.

Quando se trata dos outros oito candidatos, 22% dos eleitores se dizem decididos e 21% se dizem firmes. Entre os que declaram votar branco ou nulo, apenas 28% já se decidiram e 22% se dizem firmes. Ou seja, apesar das tendências de crescimento ou queda indicadas pelas pesquisas de intenção de voto darem a impressão de que a corrida eleitoral pode estar definida, ainda há milhões de eleitores suscetíveis às mensagens disparadas diariamente pelas campanhas dos candidatos à Presidência. Os dados de rejeição podem servir de norte para entender o que deve acontecer nas próximas duas semanas e meia, mas isso vai depender da efetividade das campanhas na disputa por votos... Continue lendo...

OS CAPITÃES DA AREIA NO TEMPO DAS SEREIAS

CUCÚ E OUTRAS MÚSICAS

Contra Bolsonaro ou PT, o voto útil promete definir os rumos para o segundo turno

Apesar do grande número de presidenciáveis, intensa polarização tende a dirigir escolha do eleitor.

Segundo diretor do Datafolha, brasileiros têm acompanhado pesquisas com mais intensidade






eleições 2018 voto útil


Pesquisa Datafolha sobre a decisão de voto no primeiro turno. Datafolha


O eleitor brasileiro tem 13 candidatos a presidente para escolher nas eleições deste ano, mas a dinâmica eleitoral tende a reduzir muito as opções na reta final do primeiro turno. Os polos representados na campanha pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, agora substituído por Fernando Haddad (PT), prometem dirigir as escolhas de parte da população para um voto útil, no qual o eleitor deixa de escolher seu candidato favorito para tentar evitar o que identifica como o pior resultado possível.



A escolha pelo candidato considerado menos pior deve começar a se configurar nas próximas pesquisas de intenção de voto, aposta o diretor do Datafolha, Mauro Paulino. "Como houve esse embolamento na disputa pela segunda colocação, acho muito possível que essa prática do voto útil aumente, seja maior do que em eleições anteriores e que os eleitores já comecem a pensar nisso bem antes do que de costume, antes da última semana [de eleição]", diz Paulino. O "embolamento" a que ele se refere é o empate técnico entre Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Alckmin e Haddad, identificado pelas últimas pesquisas de intenção de voto.
Na expectativa de se descolar desse grupo, Alckmin afirmou na última quarta-feira, durante uma agenda de campanha em Betim (MG), que “Ciro foi ministro do Lula, sempre apoiou o PT, até a Dilma", e seguiu: "O Meirelles se vangloria de ter sido ministro e presidente do Banco Central do PT, a Marina Silva foi 24 anos filiada ao PT e agora o Haddad... é inacreditável você lançar uma candidatura na porta da penitenciária”. Alckmin divide eleitorado com Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo), todos com cerca de 3% de intenção de voto nas pesquisas.

 A expectativa é de que o voto útil poderia atrair alguns desses eleitores para o tucano. Apenas 35% dos eleitores de Meirelles se dizem totalmente decididos a votar nele, segundo o Datafolha, enquanto 43% dos votantes de Dias estão definidos. No caso de Amoêdo, a convicção é de 53%. Para rebater a estratégia, o partido Novo, em particular, tem feito campanha contra o voto útil e críticas aos tucanos. “A prisão do ex-governador do Paraná Beto Richa, atual candidato ao Senado pelo PSDB, e o mandado de busca e apreensão na casa do governador do Mato Grosso do Sul, também do PSDB, vai deixando claro como PT e PSDB são da mesma política, da velha política", diz Amoêdo em vídeo divulgado por sua campanha no qual pede renovação.

Os eleitores de Amôedo — e de Alvaro Dias — também têm sido alvo da militância pró-Bolsonaro. Os apoiadores do capitão reformado do Exército gostariam de terminar a disputa no primeiro turno, um cenário que neste momento parece muito improvável, e tentam convencer nas redes sociais os eleitores desses adversários a direcionarem seus votos para o militar reformado. "Bolsonaro pode estar a um Amoedo ou a um Álvaro Dias de vencer no 1° turno", afirmou o filho dele, Flávio Bolsonaro, em seu Twitter. Pela última pesquisa Ibope, entretanto, o deputado do PSL teria 35% dos votos válidos.

Alckmin, por sua vez, segue mirando contra Bolsonaro, com quem compete pelos votos anti-PT. "Vejo que o Bolsonaro é um passaporte para voltar o PT. Isso é fato. É só olhar o segundo turno (...) Você vota em um e elege o outro. Então vamos trabalhar muito para chegar no segundo turno”, disse durante a passagem por Minas Gerais. O melhor cenário para o tucano seria chegar à reta final de campanha com intenções de voto o bastante para ser considerado viável, o que poderia lhe render votos antes direcionados a outros candidatos de direita. Por isso, o destaque dado pelo tucano ao segundo turno parece sua grande aposta para engrenar uma campanha que evolui num ritmo devagar demais para o candidato com mais tempo de exposição na televisão.

Segundo o diretor do Datafolha, diante dos números apontados pelas pesquisas, o eleitor já começa a pensar em seu plano B. "A pesquisa é a ferramenta ideal para perceber esse voto calculado. Elas têm ganhado mais repercussão e credibilidade a cada eleição. Os próprios eleitores estão prestando mais atenção", comenta. A CEO do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari, destaca, contudo, que "não temos ainda nenhuma estimativa sobre qual é a proporção de eleitores que pretendem votar de uma forma mais estratégica". "Desde 1994, as eleições presidenciais sempre foram disputadas entre PT e PSDB, então não temos histórico de voto útil nas últimas seis eleições presidenciais. Temos observado que o eleitor decide o seu voto, cada vez mais tarde, nos últimos dias que antecedem as eleições, vamos acompanhar esse processo decisório e avaliar se há alguma movimentação no sentido do voto útil", diz.

Esquerda

Pela esquerda do espectro político, Haddad tenta se colocar no segundo turno, se contrapondo a Ciro Gomes, ex-ministro de Lula que fez sua vida política no Nordeste, o que já o coloca em vantagem na região, que é o segundo maior colégio eleitoral do país. 

A vantagem de Haddad é conseguir assegurar uma parte do estoque de votos de Lula que lhe parece reservada — o ex-prefeito de São Paulo, que hoje aparece com algo em torno de 8% nas pesquisas, teria espaço para crescer a pelo menos 15%, afirmam analistas. Já a vantagem de Ciro, segundo Paulino, é que ele tem demonstrado mais indignação, algo que chama a atenção do eleitor no momento. Os eleitores de esquerda também podem se reunir, nas últimas semanas do primeiro turno, em torno da candidatura que estiver somando mais votos, com a expectativa de conseguir colocar um candidato de seu campo ideológico para enfrentar Bolsonaro em um segundo turno. Por isso, Ciro busca se consolidar como candidato da esquerda não-radical, para atrair, além dos votos progressistas desiludidos com o PT, os votos mais ao centro, desiludidos com o PSDB, mas que jamais votariam em um candidato mais radical, como o militar reformado.

Apesar das expectativas em relação ao voto estratégico, o especialista em marketing eleitoral Victor Trujillo alerta para o risco de "superestimar o discernimento do eleitor em relação a esses campos políticos de centro, esquerda, direita". Segundo ele, ainda é cedo para falar em voto útil. "O eleitor vai mudar de opinião até o dia das eleições, mesmo aqueles que dizem que não vão mudar de opinião", diz o professor da ESPM. Trujillo também chama atenção para o voto pragmático do eleitorado. Em especial o das mulheres mais pobres, que dependem mais dos serviços públicos e votam naqueles candidatos que mais conseguem convencê-las de que a situação melhorará.
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Salários em Portugal sobem abaixo da média da UE

Salários em Portugal sobem abaixo da média da UE


Custos do trabalho no país cresceram apenas 1,2% no segundo trimestre deste ano.

Portugal é o quarto país da União Europeia (UE) onde os custos com o trabalho - um indicador onde também são contabilizados os salários - menos subiram. Segundo dados do Eurostat, o gabinete de estatística da UE, entre março e junho deste ano, os encargos com vencimentos no País cresceram apenas 1,2% face ao mesmo período do ano anterior. 

 Atrás de Portugal, só três países apresentam um pior desempenho: o Luxemburgo teve a menor subida da UE, com os custos por hora trabalhada a aumentarem 0,6%; seguem-se-lhe a Espanha, com um acréscimo de 0,7%, e a Holanda, onde este indicador cresceu 0,9%. A comparação é sempre feita em termos homólogos.

O indicador usado pelo gabinete de estatística europeu é composto por duas componentes: de um lado é contabilizada a evolução dos salários dos trabalhadores e, do outro lado, a componente não salarial, onde se incluem por exemplo os descontos das empresas para a Segurança Social. No que toca a Portugal, os salários cresceram 1,4% no segundo trimestre deste ano, valor que também ele fica na parte de baixo da tabela dos acréscimos de vencimento registrados nos 28 países da UE. Na Irlanda, por exemplo, essa variável cresceu 3,3% e na Grécia aumentou 3,4%. Já quanto à componente não salarial, Portugal registrou um acréscimo de 2,1% de março a junho. Aliás, essa foi a parcela que mais pesou no aumento dos custos de trabalho no País. O que significa que, na prática, o aumento dos salários em pouco contribuiu para o crescimento do indicador salarial de Portugal no seio dos 28 países europeus. 

Olhando para os primeiros três meses deste ano, os números foram ainda piores: o custo do trabalho reduziu-se em 1,3%, sobretudo porque a componente salarial do indicador caiu, também ela, 13%. Portugal foi, aliás, o único País em que tal ocorreu, mostram os dados divulgados pelo Eurostat. 
Por setores, a nível europeu, a indústria viu os custos laborais aumentarem 2,2%, a construção registrou um acréscimo de 2,7% e os serviços 2,5%.

PORMENORES 

Média europeia

Os custos por hora trabalhada entre os 28 países da UE cresceram 2,2% no segundo trimestre, face ao período homólogo de 2017.
No que toca à zona Euro, o acréscimo é de 2,6%. 

Efeito da mexida nos escalões de IRS só se vai sentir em 2019 

A introdução de dois novos escalões de IRS, em 2018, terá sobretudo efeitos na entrega do IRS do próximo ano, altura em que serão feitos os acertos face à tributação mensal de cada agregado. Assim, na prática, os salários pouco ganharam com o alívio fiscal. Salário de 21 mil euros fica pela metade Um estudo do Instituto Molinari mostra que um salário bruto anual de 21 mil euros em Portugal acaba, depois de impostos e descontos, quase pela metade: 12 mil euros líquidos.
Mais de 4 mil euros são a parte que o empregador paga à Segurança Social.

A OPINIÃO DE UMA BRASILEIRA SOBRE PORTUGAL

Ruth Manus, é advogada e professora universitária e escreve num blogue num Jornal de S. Paulo. E escreveu isto sobre Portugal, num texto que deve ser um orgulho para todos os luso-brasileiros.

«Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas:
Ingratidão e pessimismo.
Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase 2 anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui, embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito.
Nenhum lugar é.
Nem os portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém.
Mas para olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos diariamente.
Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro deveria inspirar-se.
Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os portugueses.
Os franceses aprenderiam que aqueles pratos com porções minúsculas não alegram ninguém.
Os alemães descobririam outros acompanhamentos além da batata.
Os ingleses aprenderiam tudo do zero.
Bacalhau e pastel de nata ?
Não.
Estamos falando de muito mais.
Arroz de pato, arroz de polvo, alheira, peixe fresco grelhado, ameijoas, plumas de porco preto, grelos salteados, arroz de tomate, baba de camelo, arroz doce, bolo de bolacha, ovos moles.
Mais do que isso, o mundo deveria aprender a se relacionar com a terra como os portugueses se relacionam.
Conhecer a época das cerejas, das castanhas e da vindima.
Saber que o porco é alentejano, que o vinho do Porto é do Douro.
Talvez o pequeno território permita que os portugueses conheçam melhor o trajeto dos alimentos até a sua mesa, diferente do que ocorre, por exemplo, no Brasil.
O mundo deveria saber ligar a terra à família e à história como os portugueses.
A história da quinta do avô, as origens transmontanas da família, as receitas típicas da aldeia onde nasceu a avó.
O mundo não deveria deixar o passado escoar tão rapidamente por entre os dedos.
E se alguns dizem que Portugal vive do passado, eu tenho certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo deveria ter o balanço entre a rigidez e a afeto que têm os portugueses.
De nada adiantam a simpatia e o carisma brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade e a firmeza que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as de Donald Trump, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal .
Os portugueses - de direita ou de esquerda - não riem desse tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Ao mesmo tempo, de nada adianta o rigor japonês que acaba em suicídio, nem a frieza nórdica que resulta na ausência de vínculos.
Os portugueses são dos poucos povos que sabem dosar rigidez e afeto, acidez e doçura, buscando sempre a medida correta de cada elemento, ainda que de forma inconsciente.
Todo país do mundo deveria ter uma data como o 25 de abril para celebrar.
Se o Brasil tivesse definido uma data para celebrar o fim da ditadura, talvez não observássemos com tanta dor a fragilidade da nossa democracia.
Todo país deveria fixar o que é passado e o que é futuro através de datas como essa.
Todo idioma deveria conter afeto nas palavras corriqueiras como o português de Portugal transporta .
Gosto de ser chamada de “ miúda“.
Gosto de ver os meninos brincando e ouvir seus pais chama-los carinhosamente de “ putos “.
Gosto do uso constante de diminutivos.
Gosto de ouvir ” magoei-te ? ” quando alguém pisa no meu pé.
Gosto do uso das palavras de forma doce.
O mundo deveria aprender a ter modéstia como os portugueses, embora os portugueses devessem ter mais orgulho desse seu país do que costumam ter.
Portugal usa suas melhores características para aproximar as pessoas, não para afastá-las.
A arrogância que impera em tantos países europeus, passa bem longe dos portugueses.
O mundo deveria saber olhar para dentro e para fora como Portugal sabe.
Portugal não vive centrado em si próprio como fazem os franceses e os norte americanos.
Por outro lado, não ignora importantes questões internas, priorizando o que vem de fora, como ocorre com tantos países colonizados.

Portugal é um país muito mais equilibrado do que a média e é muito maior do que parece.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.»

Ruth Manus

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Rússia não aceita proposta da Turquia para cessar-fogo na província síria de Idlib

Putin, Rouhani e Erdogan reuniram-se em Teerão

A reunião desta sexta-feira(7) entre os presidentes da Rússia(Putin), do Irã(Hassan Rohani) e da Turquia(Erdoğan) envolvidos na guerra na Síria fez pouco para alterar o provável destino da província de Idlib, a última área do país ainda sob controle dos grupos que combatem contra o Governo de Bashar al-Assad.

No encontro, que aconteceu em Teerã, o Presidente russo, Vladimir Putin, não aceitou a proposta Turca para um cessar-fogo na região, o que mantém em aberto a forte possibilidade de as tropas sírias lançarem um ataque em larga escala na província onde alguns milhares de combatentes vivem no meio de quase três milhões de pessoas, entre as quais um milhão... Continue lendo...