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Receita de Arroz de bacalhau - receita portuguesa


Receita de Arroz de bacalhau - receita portuguesa
O arroz de bacalhau é uma das receitas portuguesas mais simples, rápidas e saborosas! Você pode preparar esta receita de arroz com qualquer peixe, mas com bacalhau fica especialmente gostosa.

Confira aqui no TudoReceitas o modo de preparo e fotos da receita de arroz de bacalhau portuguesa, confeccionada com ingredientes tão simples quanto bacalhau, arroz, cebola, tomate, alho, azeite e salsinha. Pronta em apenas 15 minutos, é ótima para aproveitar sobras de arroz ou de bacalhau.
Veja abaixo como fazer arroz com lascas de bacalhau e delicie todos aí em casa!
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Passos a seguir para fazer esta receita:
1
Leve ao fogo uma frigideira ou panela e refogue a cebola e o alho em um fio de azeite.
Dica: Refogar a cebola e o alho ajuda a conseguir uma receita de arroz de bacalhau mais saborosa.
Receita de Arroz de bacalhau - receita portuguesa - Passo 1
2
Após refogar a cebola e o alho entre com o bacalhau já desfiado e os os tomates picados em cubinhos sem as sementes. Deixe cozinhar enquanto o bacalhau e os tomates soltam seus sucos, formando um caldo bem saboroso. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto.
Dica: Não despreze o caldo que se forma depois de adicionar o bacalhau e os tomates e tenha cuidado com o sal.
Receita de Arroz de bacalhau - receita portuguesa - Passo 2
3
Após o bacalhau já cozido agregue o arroz e deixe incorporar os sabores. Finalize com salsinha picada e está pronto seu arroz de bacalhau simples e fácil! Acompanhe com legumes grelhados ou ratatouille de legumes.

Receita de tortas de Azeitão

Receita de tortas de Azeitão
Gosto de partilhar tudo o que é tradicional, partilhar realmente o que é nosso. A receita que me enviaram é das famosas tortas de Azeitão, não há quem não as conheça.

As tortas de Azeitão são um doce tradicional de Azeitão, uma região do concelho de Setúbal. São um dos ícones representativos desta região. Com um leve sabor a canela, a torta de azeitão é feita à base de ovos e açúcar.
Se passar pela zona de Azeitão já sabe o que lhe espera… entretanto atreva-se a terminar a semana da melhor maneira e experimente esta receita!

Receita de tortas de Azeitão

Ingredientes:
Massa:
-10 claras
-10 gemas
-180 gr açúcar
-50 gr de amido de milho
-Canela em pó q.b.
Doce de ovos:
-6 gemas
-6 colheres de sopa de açúcar
-12 colheres de sopa de água fria

Preparação da massa:
Pré-aqueça o forno a 180 graus.
Junte o açúcar às gemas e bata bem. De seguida, junte o amido de milho e bata até obter uma mistura homogénea.
Bata as claras em castelo. Envolva tudo cuidadosamente.
Forre um tabuleiro com papel vegetal e de seguida deite o preparado. Deixe a massa repousar 10 minutos e depois leve ao forno durante aproximadamente 15 minutos.
Preparação do doce de ovos:
Leve um tacho ao lume com a água e açúcar e deixe ferver.
Num recipiente, bata as gemas.
Feita a calda de açúcar, retire do lume e misture as gemas mexendo bem.
Leve novamente ao lume até engrossar.
Sobre uma superfície plana coloque um pano limpo. Desenforme a massa do tabuleiro sobre o pano e retire o papel vegetal.
Com uma espátula, acrescente o doce de ovos, por cima da massa. Por cima do doce, coloque um pouco de canela.
Enrole a massa com a ajuda do pano e corte em tiras.

FAROFA DE NATAL

Ingredientes (8)

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 Como Fazer
  1. Pique o abacaxi e leve ao fogo, numa panelinha, com açúcar (cerca de 2 ou 3 colheres, dependendo do abacaxi).
  2. Deixe ferver uns 3 ou 4 minutos, escorra e reserve.
  3. Numa frigideira ou panela, leve ao fogo a manteiga e deixe que derreta.
  4. Acrescente a cebola e refogue até que esteja transparente.
  5. Junte o abacaxi e as uvas passas e refogue bem.
  6. Junte a farinha de mandioca, suficiente para soltar os ingredientes.
  7. Mexa continuadamente por alguns instantes e tempere com sal.
  8. Lembre-se que o sal fará ressaltar o doce do abacaxi.
  9. Coloque a salsinha na sua farofa de natal, mexa bem e desligue o fogo. 
     

Tacacá da Amazônia


 Imagem enviada por Manoel Queiroz

Ingredientes
  • 2 litros de tucupi
  • 4 dentes de alho
  • 4 pimentas de cheiro ou a gosto
  • 2 maços de jambu
  • 1/2 kg de camarão salgado (seco)
  • 1/2 xícara de goma de mandioca
  • Pimenta de cheiro
  • 1 colher de sal ou a gosto
 Modo de Preparo 

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Bacalhau à portuguesa

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Ingredientes
  • 1 kg de bacalhau dessalgado e em pedaços médios
  • 500 gramas de batatas laminadas
  • 3 unidades de cebolas médias
  • 3 unidades de pimentão (um de cada cor)
  • 5 unidades de tomates sem pele cortados em fatias
  • 100 gramas de azeitonas pretas grandes
  • 4 unidades de ovo cozidos e cortados ao meio
  • cheiro-verde picado a gosto
  • 1 ramo de tomilho
  • azeite de oliva extravirgem a gosto
Modo de preparo

Em uma tigela refratária, disponha as batatas como escamas, fazendo camadas de bacalhau, pimentões, tomates e cebolas, aleatoriamente, até acabarem os ingredientes. Finalize a montagem colocando os pimentões e as azeitonas. 
Regue com azeite extravirgem e coloque para assar por 30 minutos em fogo alto. Depois de assado, salpique cheiro-verde e componha a montagem com os ovos. Sirva acompanhado de arroz branco.

Brócolis à Portuguesa


Ingredientes

  • 1 maço de brocólis
  • 4 ovos
  • 2 dentes de alho
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 2 colheres (sopa) de vinagre
  • Sal e pimenta à gosto
 
 

Modo de Preparo

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CULINÁRIA LUSO BRASILEIRA - FILÉ DE MERLUZA C/ BATATA AO FORNO


 


 

Tempo de Preparo: 30 Rendimento: 6 porções Receita 


 
Ingredientes
  • 8 filés de merluza
  • 4 batatas cruas (em rodelas, sem casca)
  • 1 pimentão (cortado em rodelas)
  • 2 tomates (cortados em rodelas - as sementes ficam à preferência)
  • 1 cebola (cortada em rodelas)
  • Molho de tomate de boa qualidade
  • Orégano
  • Azeite para untar
Modo de preparo:

CULINÁRIA LUSO BRASILEIRA - ROUPA VELHA




Mais uma delícia da culinária nacional: carne seca desfiada, mandioca, tutu de feijão e um arroz branco bem soltinho com um toque de cebolinha, é a saborosa combinação gastronômica gaúcha, que recebeu o nome de Roupa Velha!
  da culinária gaúcha, esse prato é muito saboroso e agrada à grande maioria das pessoas. Essa tradição, passou a existir a partir do reaproveitamento das sobras da ceia da véspera de Natal. Assim sendo, em sua origem, este prato é típico do dia 25 de dezembro (o dia seguinte).

Para preparar:

Frite as mandiocas, de modo que fiquem bem sequinhas e crocantes. Faça um Tutu de feijão e refogue a carne seca com cebola e salsinha. Para o arroz, ao terminar, salpique um pouco de cebolinha por cima. Monte o prato dividindo-o em quatro partes, separando os quatro elementos do prato: carne seca, tutu de feijão, mandioca e arroz.

Cuidado: fique atento ao sal, pois a carne seca já é bem salgada.



Para acompanhar o ritual do preparo, compre mandiocas a mais e frite-as para servir como aperitivo, em acompanhamento de uma cerveja bem gelada. Além disso, antes de engrossar o caldo do feijão para o tutu, você pode serví-lo como um saboroso caldinho, temperado com azeite, salsinha e molho de pimenta Tabasco. Durante o processo de preparação e  elaboração do prato, lembre-se “a pressa é inimiga da refeição”.

Bom apetite!



Moqueca de Palmito


Moqueca de Palmito

Ingredientes

  • o

Preparo

1. Numa panela, Continue lendo...

Receita de Lombo ao Vinho e Alho

 
Lombo ao Vinho e Alho
Tempo de preparo:
Tempo de cozimento:
Tempo total:

Ingredientes

  • 1 kg de lombo de porco
  • 2 copos de vinho branco
  • 3 laranjas
  • 1 folha de louro
  • 3 dentes de alho
  • 2 cravos da índia
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • Sal, pimenta, manjerona, alecrim, segurelha e tomilho à gosto .

Modo de Preparo

Cortar a carne em cubos e colocar... Continue lendo...

Receita de Bacalhau com Molho de Pepino


Bacalhau com Molho de Pepino
Tempo de preparo:
Tempo de cozimento:
Tempo total:

Ingredientes

  • ½ kg de postas de bacalhau dessalgado
  • ½ pepino médio picado
  • ½ colher (sopa) de endro fresco
  • 2 cebolinhas verdes picadas
  • ½ de colher (café) de sal light (opcional)
  • ½ xícara de iogurte natural desnatado
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão.

Modo de Preparo

Molho:
Bata no liquidificador pepino... Continue lendo...

Bacalhau à Minhota

Receita enviada por: Moisés Batista
Receita para 4 pessoas

Ingredientes
  • 4 postas altas de bacalhau demolhado
  • 800g de batatas
  • 3 cebolas médias
  • 10 dentes de alho
  • 2,5dl de azeite
  • 1 molho pequeno de grelos
  • colorau q.b.
  • óleo q.b.
  • água q.b.
  • azeitonas pretas q.b.
Preparação
Depois de demolhar as postas de bacalhau, seque-as bem e polvilhe-as com colorau.
Numa frigideira com óleo previamente aquecido, frite as postas em lume brando. Deixe alourar de ambos os lados. Retire-as e coloque-as sobre papel absorvente para escorrar o excesso de gordura.
No mesmo óleo, frite as batatas, descascadas e cortadas em rodelas grossas. Retire-as e escorra também o excesso de gordura.
Descasque as cebolas e oito dentes de alho. Corte-os em rodelas finas e refogue-os em 1,5dl de azeite. Deixe cozer a cebola, até estar macia.
À parte, salteie os restantes alhos no azeite que sobrou. Com este azeite e alho regue os grelos previamente cozidos.

Servir
Disponha no prato as postas de bacalhau com o preparado de cebola por cima e as batatas e os grelos salteados, à volta. Decore com azeitonas.


Iscas de Carne Seca à Moda do Oriente


Ingredientes:

400 g de carne seca cortada em iscas
Água a gosto
2 ovos
80 ml de leite
1 xícara de farinha de mandioca
Molho
110 g de maionese
1 cebola pequena picada
2 colheres de chá de salsinha picada
Para fritar
Óleo a gosto

Preparo:

Molho:
Em uma tigela coloque a maionese, a cebola, a salsinha e misture até ficar homogêneo.
Em uma travessa coloque as iscas e sirva com o molho.

Iscas:
Na véspera, coloque a carne seca em uma tigela e cubra com água para dessalgar durante 8 horas. troque a água por 3 vezes. escorra e reserve.
Em uma tigela coloque os ovos, o leite e misture.
Mergulhe as iscas de carne reservadas nessa mistura e envolva na farinha de mandioca.
Aqueça o óleo em fogo médio e frite as iscas de carne empanadas até dourar levemente.
Reserve em local aquecido antes de servir.
Rende 06 porções.


Por
Imagem - Iscas de Carne Seca a Moda do Oriente

Feijão de coco


Foto da receita: Feijão de coco

Ingredientes

  • 500 g de feijão carioquinha ou mulatinho
  • 1 colher (chá) de cominho em pó
  • 2 folhas de louro
  • Sal e pimenta a gosto
  • 3 dentes de alho, amassados e picados
  • 1 cebola grande, picada
  • 1 colher (sopa) de coentro picado
  • 200 ml de leite de coco

Modo de preparo

  1. Em uma panela de pressão, adicione o feijão e água suficiente para que o cubra. Em seguida, adicione as folhas de louro, o cominho, sal e pimenta a gosto.
  2. Cozinhe por cerca de 15 minutos após adquirir pressão.
  3. Depois que retirar todo o ar, destampe a panela de pressão e adicione a cebola, o alho, o coentro e cozinhe por mais 10 minutos ou até que o feijão esteja macio e cozido.
  4. Retire do fogo e deixe esfriar por cerca de 10 minutos.
  5. Transfira um terço do feijão para o liquidificador e adicione um terço do leite de coco. Bata até que esteja homogêneo e o feijão esteja bem triturado. Coe a mistura e reserve. Repita esse processo com o resto do feijão e o resto do leite de coco.
  6. Leve novamente o feijão com leite de coco para o fogo, para esquentar. Sirva quente.

Dica

Uma ótima dica para servir o feijão de coco é com o arroz de leite e o tipo de peixe de sua preferência. Perfeito para a páscoa.

CULINÁRIA DA GALIZA

A culinária da Galiza tem uma grande tradição e variedade, sendo um dos aspetos mais importantes na cultura e sociedade galegas. As grandes refeições em grupo, tanto em família como em eventos ou encontros é um hábito muito arreigado na Galiza, onde têm lugar um grande número de festas gastronómicas, a maioria delas no verão. Um dos seus maiores estudiosos foi o escritor Álvaro Cunqueiro.
Um dos produtos mais importantes e conhecidos da cozinha galega é o marisco, sobretudo nas zonas costeiras. "Cultivado" (em viveiros) nas rias galegas, muito ricas biologicamente, a sua qualidade é reconhecida mundialmente. A carne e a verdura constituem igualmente a base de grande parte dos pratos da cozinha galega, que tipicamente são abundantes e com elevado teor calórico. Supostamente, isso deve-se à longa tradição de economia de subsistência, sobretudo nas zonas rurais, e à necessidade de ingerir alimentos com gorduras para combater o frio.Petiscos
Cozido galego
O petisco é um elemento caraterístico da gastronomia galega. Consiste numa pequena porção de comida, inferior a uma "dose" (em galego e espanhol: ración) habitualmente servida com uma bebida, em muitas ocasiões de forma gratuita, dependendo principalmente da província ou localidade, variando no preço e quantidade conforme os locais. Ao contrário de outras regiões, os petiscos galegos são substanciais e não se reduzem a simples azeitonas ou batatas. É frequente serem gratuitos ou de preço reduzido, sobretudo na província de Lugo, onde a sua gratuitidade, acompanhada por um vinho ou uma caña (equivalente ao chope, imperial ou fino) é uma tradição convertida em reclame turístico.
Alguns exemplos de petiscos são:
  • Orelha e focinho (orella e morro) de porco, temperados com sal e pimenta.
  • Raxo ou zorza — lombo de porco temperado, o segundo mais condimentado e com pimenta.
  • Tortilla — conhecida em Portugal como tortilha espanhola, é uma espécie de omelete de batata.
  • Batatas cozidas, usualmente com pimenta ou em allada (molho à base de alho); é usual que as batatas novas sejam cozidas com casca (cachelos). A batata da Galiza (pataca de Galicia) é uma Indicação Geográfica Protegida (IGP).
  • Lacão (lacón) ou presunto (xamón) assado, com molho; o lacão ou chispe é a pata dianteira do porco. O lacão da Galiza é uma Indicação Geográfica Protegida.
  • Cogumelos ou champignons (os galegos fazem essa distinção), temperados e com salsa.
  • Lula (chipirón) e chocos (Sepia officinalis), fritos com a sua tinta ou guisados em molhos.
  • Polbo con cachelos — polvo, que pode ser á feira (polvo à galega; ver descrição abaixo) com pedaços de batatas (cachelos) que foram cozidas com casca apenas em água e sal, muitas vezes com um loureiro.
Há também pratos que tanto são consumidos como petiscos como durante as refeições:polvo á feira, pimentos de Padrón, empanadas, caldo galego, etc.



Pratos

  • Caldo galego — Feito com grelo, couve-galega ou repolho, batatas, banha gordura de porco para dar substância, feijão e chouriço, lacão ou toucinho entremeado (com febra). Serve-se muito quente e antigamente era muitas vezes o único prato; atualmente serve-se como primeiro prato. A variedade do caldo sem verdura é conhecido como caldo branco.
Ingredientes

03 colheres de sopa de azeite de oliva
½kg de lingüiça calabresa defumada em rodelas
1 cebola em cubos
6 dentes de alho fatiados
300g de feijão branco
2 folhas de louro
2 colheres de chá de tomilho fresco
2 colheres de chá de alecrim fresco
2 cravos da Índia
200g de carne de porco salgada - lavada
2L de água
2 xícaras de chá de batatas cortadas em cubos
2 xícaras de chá de couve (ou repolho) picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Fazer

Numa panela funda, refogue a lingüiça no azeite até que core.
Adicione a cebola e o alho à panela e refogue por mais alguns minutos.
Junte o feijão, as ervas, cravos, carne de porco e a água.
Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 1½ hora, escumando quando necessário (escumar é retirar os resíduos que se formam na superfície do caldo que está sendo cozido – para isso, usa-se a escumadeira).
Adicione as batatas e cozinhe por mais 1 hora, mexendo de vez em quando.
Junte a couve, mexa bem e deixe no fogo baixo até o ponto desejado (até 1 hora, para sopa bem cremosa)
Sirva com uma boa regada de azeite e um bom pão.
  • Polbo á feira (polvo à feira) — É conhecido fora da Galiza por polvo à galega. Deve o seu nome ao facto de tradicionalmente ser preparado pelas pulpeiras (à letra: "polveiras") nas feiras de gado ou, mais recentemente, nas festas e romarias. O polvo é cozido e temperado com sal grosso, pimenta e azeite. É acompanhado com cachelos.
    Polbo á feira, conhecido
    fora da Galiza como polvo à galega
 Ingredientes
  • 1 polvo de 1,5kg em média;
  • 2 folhas de louro;
  • 3 dentes de alho;
  • 1 colher de sopa de páprica picante ou doce, escolha ao seu gosto;
  • 3 à 4 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de sopa de sal grosso;
  • Sal;
  • Batatas, quantas achar necessário.
 Para um polvo suave
Antes de começar você deve realizar um dos dois métodos de suavizar o polvo. Ambos os modos servem para que se rompam os tecidos do polvo e deixem sua carne mais macia.
  • Golpeie repetidamente com um martelo pesado
  • OU congele-o por dois dias e descongele-o embaixo d’água para que escorra o suco
O congelamento faz com que a água do próprio polvo congele e, aumentando seu volume dado ao congelamento, as fibras de tecido se rompem e suavizam a carne.
Escolha o método e prossiga.
Cozimento
  • Ferva cerca de 2 litros de água em uma panela grande (se houver uma panela de cobre é o ideal pela tradição);
  • Adicione as folhas de louro, sal e os alhos, e deixe ferver;
  • Quando ferver, mergulhe o polvo três vezes seguidas e deixe-o repousar um pouco fora da panela (isto fará com que a pele não se solte);
  • Coloque o polvo na água fervente e deixe cozinhar por cerca de 50 minutos (o tempo de cozimento varia conforme o tamanho do polvo);
  • Retirar, escorrer e cortar o polvo em rodelas de cerca de 1cm de espessura e coloque em uma tigela grande, preferencialmente de madeira;
  • Cozinhe as batatas já cortadas em pedaços grossos na água em que foi cozido o polvo e coloque em outro recipiente, preferencialmente de madeira;
  • Polvilhe o sal grosso e regue as rodelas com o azeite misturado com a páprica. Se preferir, polvilhe a páprica e depois regue com azeite de oliva. Faça o mesmo com as batatas;
  • Deixe o polvo repousar para que o sabor do azeite e páprica se incorporem;
  • Chouriço com cachelos (batatas cozidas) — Geralmente é também acompanhado com algumas verduras. É muito usual no meio rural, onde se usava um chouriço negro, confecionado especialmente para ser cozido, com as carnes menos valiosas procedentes da matança, principalmente coração e outras vísceras e gordura, junto com cebola e alho picados, pimentão e sal. Outra variedade muito popular é o "chouriço ceboleiro".
  • Cozido galego — É semelhante ao cozido madrileno, mas tende a ser mais abundante e pesado. Costuma levar toucinho, chouriço, frango ou galinha, grão-de-bico (garavanzo) e verduras.
A receita:
2 paios
1k pernil de porco
1k costela de porco defumada (ou salgada)
1k peito de frango
1k músculo de boi
2k batata
300g de grão-de-bico
1 repolho
Sal
Pimentón Dulce
Pimentón Picante
1 cebola grande
5 dentes de alho
2 folhas de louro
Azeite
A escolha das carnes é de acordo com o gosto da família, o importante é observar que sejam apenas cozidas, sem refogar.

Como fazer:
No dia anterior
Prepare com antecedência a costela defumada ou salgada, passando por diversas vezes em água fervendo para tirar o corante ou o sal.
O peito de frango deve passar por uma fervura rápida para eliminar a espuma normal de cozimento.
No dia
 
Comece a preparação do prato umas 4 horas antes de servi-lo, pois o ideal é que as carnes cozinhem na panela comum sem o uso de pressão.
Coloque o grão-de-bico de molho em uma bacia com água fria.
Em um caldeirão coloque água, sal, uma cebola inteira, 3 dentes de alho inteiros e o louro. Coloque a carne de boi e deixe cozinhar em fogo baixo por uma hora. Acrescente a carne de porco e deixe cozinhar por mais uma hora.  Junte o paio e o frango.
Coloque o grão de bico embrulhado em um saco de pano e bem amarrado para não se espalhar na panela, deixe cozinhar com as carnes por mais uma hora. Verifique se as carnes já estão macias, mas ainda firmes.
Acrescente as batatas inteiras descascadas, corrija o sal e acrescente os temperos necessários para ajustar o sabor.
Após quarenta e cinco minutos de cozimento coloque o repolho desfolhado. Deixe cozinhar por 15 minutos e desligue o fogo.
Reserve.
Coloque uma xícara de azeite em uma frigideira, frite o restante do alho picado. Apague o fogo e acrescente uma colher de sopa de Pimentón Dulce e meia colher de café de Pimentón Picante, sirva o molhinho separado.
Dicas: de hora em hora são acrescentados os ingredientes sem retirar nada da panela, sem necessidade de mexer a panela.
Tudo deverá estar sempre coberto de água devendo ser acrescentada mais água fervendo sempre que necessário (não use água fria pois pode endurecer as carnes)
Montagem do prato
 
Tire as carnes e corte em porções individuais. Disponha todas as carnes em uma única travessa.
Retire o grão-de-bico do saco de pano e coloque em uma travessa. Por último retire as batatas e corte-as em 4 partes colocando-as em uma travessa decorada com o repolho cozido. Regue tudo com um fio de azeite e leve à mesa juntamente com a molheira de azeite e algo temperado.
  • Churrasco — Carne assada, geralmente na brasa (grelhada), mas também pode ser feito no forno. Usualmente servido com batatas fritas e com dois molhos (salsas), um picante e outro de alho.
  • Mariscada — Consiste num sortido de diversos mariscos, como lingueirão (navalha), lavagante (lumbrigante), lagosta, lagostim (cigala) ou camarão (gambas). Outros mariscos populares são a santola (centolo, centola), navalheira (nécora, uma espécie de caranguejo, sapateira (ou caranguejola, outra espécie de caranguejo; em galego: boi; em espanhol: buey de mar), o percebe, a vieira, a ferreirinha (ou bruxa; em galego e espanhol: santiaguiño) e a ostra. A mariscada pode ser servida numa grande bandeja com os diferentes mariscos ou em bandejas com os produtos separados. Habitualmente é acompanhada com arrozes ensopados (que em Portugal se chamariam "malandros") e vinho branco.

  Ingredientes
  • 5 ou 6 camarões secos inteiros com casca e cabeça
  • 10 camarões frescos graúdos sem casca
  • 400 g de lula em rodelas
  • 300 g de polvo cortado em pedaços de 2 cm
  • 2 colheres de chá de assafrão
  • 1 colher de chá de pimenta chili em pó (opcional)
  • 1 colher de chá de pápicra picante
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 tomate picado
  • 2 dente de alho picado
  • 4 rodelas de 1/2 cm de espessura de pimentão verde, 4 do amarelo e 4 do vermelho
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • Brócolis e couve-flor (opcionais)
 Modo de Fazer
  1. Lavar o camarão seco em água corrente 2 vezes
  2. Depois ferver em um pouco de água, separar o camarão e reservar a água
  3. Em uma vasilha, misturar o camarão seco, o camarão fresco, a lula, o polvo, o açafrão, a pimenta chili , a pápicra, um pouco de azeite, sal e pimenta a gosto, e deixar marinando por no mínimo 30 minutos na geladeira
  4. Para cozinhar, refogue a cebola, tomate, alho em óleo ou azeite por 5 minutos
  5. Acrescente as rodelas de pimentão e cozinhe por 3 minutos
  6. Acrescente a marinada e mexa bem para misturar com o refogado
  7. Quando começar a ferver, deixe cozinhar na panela, tampada, por 5 minutos (não pode passar disso senão fica borrachudo), mexendo de vez em quando
  8. Caso necessário, ainda dentro dos 5 minutos, acrescente um pouco da água reservada (de preferência, já pré-aquecida no miroondas)
  9. Servir com arroz branco
  • Empanada — pastéis, geralmente recheados de carne ou peixe, feitos com massa de trigo, milho ou centeio; há uma grande variedade sabores e recheios. Os mais frequentes são a zorza (carne de porco) e outros tipos de carne, xouba (sardinhas pequenas), zamburiña (Chlamys varia, um bivalve semelhante à vieira, mas mais pequeno), bacalhau (geralmente com passas), atum ou vegetais.

  PARA A MASSA

Ingredientes
50 g de manteiga
250 g de farinha de trigo
de 5 a 8 colheres (sopa) de água morna
1 pitada de sal
manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar

Modo de Preparo 
 
1. Deixe a manteiga em temperatura ambiente. Num recipinete, coloque a farinha, o sal e a manteiga e misture, com a ponta dos dedos, até obter uma farofa.
2. Acrescente a água morna, aos poucos no recipiente, e trabalhe a massa até que fique lisa e uniforme. Embrulhe a massa em filme plástico e deixe descansar por no mínimo 4 horas.
3. Enquanto a massa descansa, comece a preparar o recheio.
4. Retire o plástico da massa e abra-a, com a ajuda de um rolo, sobre uma superfície enfarinhada. Deixe a massa com uma espessura de 2 mm.
5. Corte discos de 10 cm de diâmetro, se quiser, utilize a tampa de uma panela pequena
como cortador.
6. Coloque cerca de 2 colheres (sopa) de recheio na parte inferior do disco. Deixe uma pequena margem de massa para fechar a empanada.
7. Umedeça a borda da massa com água e feche-a formando uma meia-lua. Vire a borda da massa como se estivesse fazendo uma bainha.
8. Repita a operação com todos os discos. Ligue o forno em temperatura média (180 graus).
9. Unte uma assadeira grande com manteiga e farinha. Distribua as empanadas, uma ao lado da outra.
10. Leve a assadeira ao forno pré-aquecido até que a massa fique dourada.
11. Retire do forno e sirva a seguir.

PARA O RECHEIO

Ingredientes
250 g de contra-filé limpo
250 g de cebola picada
1 colher (sopa) de azeite
4 colheres (sopa) de água
2 colheres (sopa) de salsinha picada
2 ovos cozidos
4 colheres (sopa) de azeitonas verdes sem caroço picadas
cominho a gosto
páprica a gosto
pimenta calabresa a gosto
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo 
 
1. Numa panela, coloque os ovos e cubra-os com água. Leve a panela ao fogo alto e quando começar a ferver, abaixe o fogo ao máximo. Deixe os ovos cozinharem por cerca de 15 minutos.
2. Retire os ovos da água e espere esfriar.
3. Corte o contra-filé em cubinhos pequenos. Pique a cebola e a salsinha. Retire o caroço das azeitonas e corte-as em rodelas.
4. Leve uma frigideira ao fogo alto para esquentar. Acrescente o azeite, a cebola e refogue por 2 minutos. Coloque a carne e deixe fritar bem.
5. Acrescente a água, o cominho, a páprica, as pimentas, a salsinha e o sal. Mexa bem, diminua o fogo e cozinhe, com a panela tampada, por cerca de 40 minutos ou até que a água tenha evaporado e a carne esteja macia.
6. Retire a carne do fogo e coloque num prato. Embrulhe em filme plástico e leve à geladeira para esfriar.
7. Descasque os ovos e pique em pedaços pequenos. Acrescente os ovos picados e as azeitonas no prato com a carne e mexa bem.

 Lacão (lacón) com grelos — É um prato consumido sobretudo no inverno e no entrudo (entroido), que consiste em lacão (presunto feito com as patas dianteiras do porco) que é dessalgado durante 48 horas e cozido com toucinho, chouriço, batata, grelos de nabo. Tanto o lacão como o grelo galegos são produtos com Indicação Geográfica Protegida (IGP).
Lacão com grelos
 
Ingredientes
 
1,2 quilos de joelho de porco
750 gramas de batatas
1 chouriço de carne
½ molho de grelos

Modo de Preparo

Demolhar a carne de modo a que não perca o sal todo. Colocar para cozinhar com o chouriço e, quando estiver quase cozida, retificar o sal. Juntar as batatas descascadas e partidas ao meio e os grelos, escolhidos e lavados. Deixar cozinhar, escorrer e servir.

  • Pimentos de Padrón — São uma variedade célebre de pimentos com caraterísticas únicas, típicas da freguesia de Herbón, no concelho de Padrón, província de Pontevedra. São consumidos sozinhos ou como acompanhamento de outros pratos. A sua produção está regulamentada pela Denominação de Origem Protegida (DOP) "Pimiento de Herbón". Além dos pimentos de Padrón, as seguintes variedades galegas de pimentos têm Indicação Geográfica Protegida (IGP): pimento da Arnoia", de Oímbra (comarca de Verín e do Couto (comarca de Ferrol).
Ingredientes

1,2kg pimentos padrão
1 c. de sobremesa flor de sal
5 c. de sopa azeite Gourmet Pingo Doce


 Aqueça o azeite num sauté. Junte os pimentos e salteie-os durante uns minutos. Desligue o lume e polvilhe os pimentos com flor de sal, deixando que esta se dissolva.

É comum acompanhar as refeições com pão. O pão artesanal de trigo de Cea, na província de Ourense é famoso e está inclusivamente protegido por uma Indicação Geográfica Protegida (IGP).

Sobremesas e doçaria

  • Tarte ou torta de Santiago — É um bolo feito com amêndoa e ovos. Distingue-se facilmente pela cruz de Santiago que é usada para decorar a parte superior, feita tapando o centro com um molde com a forma da cruz e polvilhando com açúcar fino; quando o molde é retirado, a cruz fica desenhada na cor mais escura da massa, que contrasta com o brano do açúcar. Está protegida por uma Indicação Geográfica Protegida.
Torta de Santiago
Para a Massa
160g de farinha de trigo
90g de manteiga
1 1/2 colher (sopa) de açúcar
1 ovo
1 colher (chá) de extrato de baunilha
Manteiga para untar e farinha de trigo para polvilhar

Recheio
3 ovos
Casca ralada de 1 limão
120g de açúcar
180g de farinha de amêndoas
30g de manteiga derretida
Para a Decoração
O molde da Cruz de Santiago
Açúcar de confeiteiro para polvilhar

  • Filloa ou freixós — Apresenta algumas semelhanças com os crepes ou panquecas. A massa é feita de farinha, leite e ovos, podendo também levar sangue de porco na época da matança deste animal. O recheio pode ser mel, nata, chocolate ou outros cremes doces.
  • Bica ou bica mantecada — É um bolo típico sobretudo na província de Ourense, muito fofo, o que o torna adequado para acompanhar queijos gordos e acompanhar café ou licor. A bica feita nos concelhos de Avión e Beariz e na zona do Ribeiro não é doce e assemelha-se a uma empanada sem recheio, embora também por vezes seja consumida com recheio.
  • Leite fritido (frito) — Ao contrário do que o nome sugere, não é frito, mas sim cozido. Leva leite, açúcar, farinha, maizena (amido de milho), canela, casca de limão e manteiga.
  • Torrijas — São basicamente rabanadas, ou seja, fatias de pão ensopado em leite, vinho, açúcar, etc., envolvido em ovo e frito.
  • Leite callado (coalhada) e requeixo — São produtos derivados da coagulação de leite que são consumidos como sobremesas.
  • Torta de Mondoñedo — É um bolo tradicional de Mondoñedo, na província de Lugo, confecionada com pão de ló (biscoito), calda de açúcar (almíbar), massa folhada, amêndoas cruas, cabelo de anxo e frutas (figos e cerejas) que é cozido no forno. O cabelo de anxo ("cabelo de anjo") é um doce elaborado com as fibras caramelizadas de abóbora ou outras frutas aparentadas (da família Cucurbitaceae). É baseado em receitas medievais e recentemente tornou-se muito conhecido.
  • Amendoados de Allariz — Originários do concelho de Allariz, na província de Ourense, são uma mistura de amêndoa moída com açúcar e clara de ovo, que depois de solidificar é cortada e colocada sobre uma massa de farinha e água (oblea) e vai ao forno.
  • Castanha — É um produto muito popular na sua época (outono) e além de ser consumida como sobremesa, é também usada como acompanhamento. No passado teve um papel importantíssimo na cozinha galega, desde os povoadores primitivos, até ao século XVIII, quando a popularização do milho e da batata, produtos originários da América a substituíram como um dos principais alimentos do povo. No início de novembro celebra-se a festa do magusto um pouco por toda a Galiza, que tradicionalmente passava pela colheita de castanhas, parte das quais eram assadas e comidas com o primeiro vinho novo. As castanhas são também usadas para confecionar marron-glacé e têm uma Indicação Geográfica Protegida ("Castaña de Galicia").

Queijos

  • Arzúa-Ulloa — Também conhecido como queijo de Lugo ou queijo de Chantada, é feito com leite de vaca e as suas caraterísticas e ingredientes estão regulamentados pela Denominação de Origem Protegida (DOP) Arzúa-Ulloa, que inclui três variedades: o Arzúa–Ulloa propriamente dito, o Arzúa–Ulloa de Granxa e o Arzúa–Ulloa Curado, este último com uma maturação mais longa, de pelo menos seis meses.
    Spanish cheese PDO Tetilla. Image: Fernando Madariaga/©ICEX
  • Tetilla — Por vezes considerado uma variedade de Arzúa-Ulloa, é outro tipo de queijo de vaca, com Denominação de Origem Protegida. Deve o seu nome à sua forma cónica que faz lembrar um seio feminino. É comum ser consumido acompanhado com marmelada. Produz-se um pouco por toda a Galiza.
  • San Simón da Costa — Outro queijo de vaca, com Denominação de Origem Protegida, produzido em vários concelhos da província de Lugo. É fumado, de meia-cura e tem uma característica forma cónica ou de pera, que termina com um bico semelhante a um mamilo.
  • Cebreiro — Produzido em vários concelhos da província de Lugo. É branco, picante, com um sabor ligeiramente metálico e aroma caraterístico. Tem a forma de um chapéu de cozinheiro ou de cogumelo. Está protegido e regulamentado por uma Denominação de Origem Protegida. Esta só permite o uso de leite de vaca, mas também se produz com uma mistura de leite de vaca e de cabra, este no máximo de 40%.
 Queso de o Cebreiro - Queixo do Cebreiro


FOLCLORE ITALIANO




Polenta com frango

Ingredientes

  • 500 g de fubá branco
  • Sal
  • 1 1/2 col sopa de manteiga
  • 4 dentes de alho amassados
  • 3 colher sopa óleo
  • Bacon picado a gosto
  • 1/2 xícara de cheiro verde picado
  • Paro o molho
  • 1 peito de frango grande cozido e desfiado
  • Cebola
  • Alho
  • Molho de tomate
  • Pimenta
  • Alecrim seco
  • Óleo
  • Água (suficiente para não deixar o molhor muito ralo)
  • Queijo muzarela ralado a gosto

Modo de Preparo

  1. Cozinhe a polenta conforme instrução no pacote
  2. Dica: Quanto maior o tempo de cozimento melhor a polenta ficará
  3. enquanto a polenta cozinha prepare o molho de frango
  4. Em uma panela frite a cebola e o alho, acrescente o frango desfiado o molho de tomate, água, sal, pimenta e o alecrim, cozinhe por 15 minutos
  5. O molho não pode ficar muito encorpado
  6. Em uma frigideira a parte frite o bacon e o alho (reserve)
  7. Quanto a polenta estiver pronta coloque a manteiga, o bancon frito com o alho e o cheiro verde picado, misture bem
  8. Em uma travessa grande e untada monte a polenta da seguinte maneira:
  9. polenta, molho, queijo, polenta, molho, queijo, terminando a montagem com o queijo
  10. Leve ao forno para gratinar por 5 minutos e sirva bem quente
  11. Sirva com um bom vinho e bom apetite

GASTRONOMIA BRASILEIRA: Região Norte

Fonte: Portal Ig Cozinha
Fonte: Portal Ig Cozinha
 “Os povos indígenas da Amazônia não legaram apenas a rede que nos embala o sono e alguns animais amansados pelas suas mãos, deram-nos também uma cozinha que […] se celebra com reverência e um necessário sensualismo. […] É o banquete da cozinha gerada no coração dos mitos, temperados pelas mãos das Amazonas guerreiras, saboreados por guerreiros incansáveis e legada generosamente a nós por essas culturas que se desvanecem…”



A forte presença indígena aliada com a  imigração européia diferencia a gastronomia do Norte de qualquer outra encontrada no país. Considerada por muitos como o maior exemplo de culinária tipicamente nacional, a gastronomia proveniente da Região Norte do país mostra raízes amazônicas, com influência forte de imigrantes portugueses- fenômeno natural da colonização- bem como resquícios do ciclo da borracha, que trouxe outros povos para a região. Estes deixaram seus traços na cultura e consequentemente na culinária, com insumos e técnicas como é o caso de libaneses, japoneses, italianos e até mesmo dos próprios nordestinos que migraram para a região nesse mesmo período.


RORAÍMA: A Damorida, um caldo feito com tucupi, peixe ou carne de caça originalmente e pimentas variadas, de origem indígena é considerado o seu melhor gastronômico. Além disso, podemos encontrar pratos como: carne de sol, paçoca com banana, tapioca , guisado de galinha, caldeirada, etc. Entre as frutas podemos destacar: cupuaçu, graviola, buriti e açaí.

AMAZONAS: A culinária amazonense é uma das mais exóticas do país e é marcada pela forte influência indígena. O peixe é a base da alimentação e os pratos são temperados com pimenta, herança dos índios que não conheciam o sal. Neste local tem-se à disposição peixes de água doce e pratos como, pato no tucupi, tacacá, tambaqui na brasa, pamonha, doce de buriti, pudim de cupuaçu, etc.

ACRE: O Acre apresenta uma mistura da cozinha nordestina, paraense, síria e libanesa. Os seguintes pratos são apreciados: carne de sol, baião de dois, cuscuz de milho, pamonha, tapioca, quibe cru e frito, tabule, esfihas, macaxeira cozida e doces como cocadas, bananadas, açaí, graviola, buriti, cajá e outras frutas típicas.

RONDÔNIA: Assim como nos demais estados, em Rondônia a culinária é a base de peixe, também com influência indígena. Possui pratos variados, de outros estados, como caruru, caldeirada de tucunaré, pato no tucupi, tacacá, munguzá e doces de buriti.

PARÁ: Na culinária paraense há predomínio de influências indígenas e grande utilização de produtos oriundos da floresta amazônica. A base da cozinha do Pará é a mandioca, utilizada no preparo de beijus, pirões e mingaus. Além disso, em diversas preparações utiliza-se a castanha-do-Pará. Outras preparações como pato no tucupi, maniçoba, jambu e tacacá também são bastante consumidos.

AMAPÁ: Aqui podemos destacar pratos como o tucunaré recheado, maniçoba, pescada da gurijuba, camarão ao bafo, etc. Na sobremesa são consumidas as frutas típicas: bacuri, mucajá, murici, pequiá e outras.

TOCANTINS: Há predomínio da cozinha indígena, portuguesa, paulista e mineira. Encontra-se neste estado, arroz com pequi, feijão tropeiro, galinhada, peixe na telha e outras preparações.

Pratos do dia: Para nossa primeira aula prática, o Professor Francisco Amorim -Chicão, selecionou 4 preparações tipicas dessa região. São elas: a maniçoba, o dadinho de tapioca, o típico beiju e o pão de tapioca, nas versões doce e salgado.

O beiju, o pão de tapioca e o dadinho trazem como influência nortista o uso da farinha de tapioca. No beiju é adicionada à farinha peneirada de tapioca, sal e água para umedecer e criar uma farinha com “grumos” que serão passados pela peneira diretamente para uma frigideira quente, formando uma crosta crocante que pode ser recheada à gosto do freguês.
Para o pão de tapioca mistura-se à farinha flocada de tapioca, manteiga, ovos e leite, formando uma massa que será modelada de colher e assada por 20 minutos em forma untada e forno médio. Depois de assados podem ser passados no açúcar com canela para um resultado doce ou então servidos com manteiga para uma variação salgada. Por fim, o dadinho de tapioca leva leite quente, queijo coalho ralado e tapioca flocada que será hidratada pelo leite e formará uma massa que deve ser prensada em uma forma quadrada e descansar em geladeira por pelo menos 3 horas, até adquirir textura de corte. Depois disso, serão cortados os dadinhos e grelhados em azeite de oliva, podendo ser servido com redução de melaço de cana e pimenta dedo de moça.
Beiju com geleia de pimenta, pãezinhos de rapioca e dadinhos com redução de melaço e pimenta.
Beiju com geleia de pimenta, pãezinhos de rapioca e dadinhos com redução de melaço e pimenta.

Pão de tapioca
1 xícara de farinha de tapioca
¾ xícara de leite
1 ovo
1 colher de chá de manteiga
2 colheres de chá de açúcar
Canela em pó, opcional


Preparo:
1. Misture todos os ingredientes, menos a canela, até obter uma mistura homogênea;
2. Se a mistura estiver muito mole, acrescente um pouco mais de açúcar, para que a massa ganhe a consistência que possibilite a modelagem na colher;
3. Unte uma assadeira e com duas colheres vá modelando os bolinhos e solte-os na forma;
4. Leve-os para assar até dourarem e se desejar polvilhe com canela ou sirva com manteiga.

Dadinho de tapioca
250g de farinha de tapioca
500ml de leite
300g de queijo coalho
Sal e pimenta branca a gosto

Preparo:
1.Rale o queijo coalho. Misture o queijo, a tapioca, sal e pimenta
2.Depois junte ao leite bem quente, mexendo sempre para não formar grumos.
3.Quando a mistura começar a firmar, despeje em uma assadeira forrada com filme plástico (para facilitar o desenformar) e cubra com papel filme. Deixe resfriar em temperatura ambiente e leve à geladeira por pelo menos 3h.
4.Corte em cubos e frite por imersão a 170°C até dourar.

Dica: Sirva acompanhado de redução de melaço, fazendo uma mistura de melaço, pimentas em conserva e vinagre.

MANIÇOBA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
 
 
A maniçoba.
A maniçoba é um dos pratos da culinária brasileira, de origem indígena. O seu preparo é feito com as folhas da maniva/mandioca (Manihot esculenta Crantz) moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso), acrescida de carne de porco, carne bovina e outros ingredientes defumados e salgados.
A maniçoba é servida acompanhada de arroz branco, farinha de mandioca e pimenta. Tradicionalmente, a maniçoba, é um dos pratos principais nas festas de Círios no Estado do Pará, como o Círio de Nazaré (Acará, Anajás, Augusto Corrêa, Aurora do Pará, Belém, Bragança, Castanhal, Curralinho, Curuçá, Muaná, Oeiras do Pará, São Domingos do Capim, Vigia de Nazaré e outros).
Em Sergipe, o Museu da Gente Sergipana cita a importância da maniçoba para o município de Lagarto. No município sergipano, localizado a 75 km da capital Aracaju, a maniçoba é prato tradicional das festividades. No entanto, se a pessoa quiser apreciar basta viajar ao interior aos sábados. Em Lagarto, a iguaria pode ser consumida acompanhada de cuscuz de milho, farinha de mandioca, ou como tira gosto.
A maniçoba também constitui prato típico do Recôncavo baiano, sobretudo dos municípios de Cachoeira e Santo Amaro, onde também é servida durante eventos comemorativos locais, como festa de São João da Feira do Porto. É vendida na feira livre, em forma de bolos ou em refeições tipo "prato feito".



Outros locais

Em Moçambique, o equivalente, também muito popular, chama-se "matapa" e normalmente leva camarão ou caranguejo no tempero e é acompanhado de arroz ou massa de milho.

 Clique aqui para conhecer melhor a "História de Belém do Pará"




CULINÁRIA ÍTALO-BRASILEIRA

A Influência da Gastronomia Italiana no Brasil





A Itália é considerada o berço da cozinha ocidental, pois o intenso comércio de alimentos na região do império, centrado no mercado circular da cidade de Roma, fez transitar pelo local, caravanas recheadas de alimentos vindos de toda a Europa, África e Oriente: cereais, pão, vinho, azeitona, legumes e frutas secas e frescas, amêndoas, nozes, avelãs, pinhões, leite, etc.
Os italianos dispensam o preparo sofisticado, valorizam o sabor e o perfume natural dos ingredientes de suas terras, considerados alguns dos melhores da Europa e complementam com molho e tempero. À mesa, os melhores momentos são oferecidos pelas pastas, peixes, frutos do mar e cortes especiais de carne. Estes pratos são preparados com azeite de oliva e recebem generosas doses de ervas frescas, como alecrim, estragão, salsa, sálvia, tomilho, manjerona, orégano, manjericão, e folhas de louro. São, também, amplamente utilizados na cozinha italiana: alho, cebola, atum, presunto, anchova, mussarela de búfala, tomate e acaparra. Como complemento, estão presentes os pães e excelentes vinhos produzidos no país.
            


A rica e variada culinária italiana, distinta nas várias regiões do país, influenciou a culinária de praticamente todo o mundo. As pizzas e massas são encontradas em qualquer país. 



A gastronomia italiana começou a se espalhar pelo mundo, através fatos históricos, como por exemplo, o casamento em 1533 de Catarina de Médici com o futuro rei francês, Henrique II. Catarina, baseada no poder da família Médici, determinou os padrões gastronômicos e de refinamento na França, ela levou para a França luxuosos aparelhos de mesa, como porcelanas, toalhas, objetos de ouro e prata e copos de cristal e os cozinheiros italianos, que introduziram pratos mais elaborados e requintados.


 Com a chegada dos imigrantes no Brasil, muitos alimentos foram introduzidos no cardápio do local. Até a chegada dos italianos, não era um costume consumir grande variedade de frutas e verduras.  Encontrando quintais com terrenos disponíveis, os italianos que optavam viver nos centros urbanos formavam hortas onde cultivavam hortaliças e legumes não só para o consumo familiar, mas também para a venda.
A berinjela, por exemplo, muito cultivada na Itália, ainda não era popular no Brasil. Com a vinda destes imigrantes, este alimento foi implementado na mesa da família brasileira. Outro elemento muito utilizado, era o fubá. Por sua vez, era encontrado com facilidade, pois os nativos o utilizavam para fazer angu. Desse modo, os italianos puderam manter aqui o hábito de empregar este derivado do milho na fabricação de polenta e broas. Hábito que não passou despercebida pelos brasileiros, que a viam como um indicativo de identidade dos italianos e passaram também a consumir estes alimentos. 



O vinho, outro ícone do costume alimentar italiano, já existente em loco.Mas a tradição de bebê-lo às refeições foi seguramente promovida e fortalecida por eles. Muitos italianos que viviam nas cidades abriram estabelecimentos que ofereciam gêneros alimentícios próprios das cozinhas regionais italianas. E também foi somente depois que os italianos se fixaram no meio urbano que começaram a surgir as padarias. Até então, o pão praticamente não entrava na dieta diária do brasileiro. O macarrão foi outro alimento que passou a ser mais consumido. O costume na Itália era tão costumeiro, que ali se inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos de massa – na língua italiana, pasta. 


Um importante passo na história deste prato foi a incorporação do tomate em forma de molho para a cobertura da massa. Deste costume surgiu a conhecida expressão "italiana la pasta asciutta col pomodoro in copa", que significa justamente “a massa (cozida em água fervente e escorrida com tomate em cima”. Até o advento do molho de tomate, a massa seca era consumida com os dedos. E não podemos falar de massas sem mencionar a tão famosa pizza, também difundida pelos italianos no Brasil, que se transformou em um dos mais constantes e reconhecidos ícones da cultura alimentar nacional.

Outros alimentos que migraram para o Brasil com os italianos foram os embutidos, como a tão apreciada mortadela – que surgiu na Itália há mais de dois mil anos, ainda durante o Império Romano – e o saboroso salame. Atualmente, a mortadela é um dos embutidos mais consumidos no Brasil, ultrapassando a marca das 100 mil toneladas anuais. O mesmo aconteceu com a linguiça, especialidade que já era bastante consumida na Itália quando a imigração teve início. 


  Em São Paulo, os mais saborosos costumes da culinária da Itália seguem sendo bem preservados, nas cantinas e restaurantes de origem italiana instalados por toda a cidade – metrópole que se transformou no mais importante reduto da imigração no Brasil. Em geral, nestas casas servem-se massas com molhos copiosos, muitas vezes em porções generosas. Alguns destes restaurantes são mais fiéis às receitas originais e preservam os costumes da culinária de seus conterrâneos, mantendo especial cuidado com a originalidade dos ingredientes empregados na preparação dos pratos.

É de conhecimento geral, que é imensurável o valor cultural que esse povo agregou ao Brasil, não apenas com a gastronomia, mas em termos mais amplos, valores intelectuais, sociais e históricos. A mistura de culturas não anulam ou oprimem nenhuma das partes, quando é realizada de maneira pacifica e  controlada. Unir cultura, agrega valores e nos transporta para terras que não conhecemos, sentindo sabores e aromas desconhecidos, porém sempre lembrados e apreciados. O exemplo disso, são os chefs citados abaixo, estes que em gerações distintas, conquistam o paladar dos brasileiros e nos ensinam que quando fazemos o que amamos, nossa terra é exatamente onde estamos.


Luigi Tartari

Nascido em Cremona, na região do Piemonte, no norte da Itália, seguiu a vocação profissional de sua família e, com 12 anos de idade, já trabalhava numa cozinha.
            Em 1955, com 21 anos, ele chegou ao Rio de Janeiro para ser Chef Rotisseur  (responsável pelos assados e grelhados) do Copacabana Palace Hotel. 
            Passou por importantes cozinhas como as do Grande Hotel de Florença e Hotel Lido de Veneza. No Brasil fez sucesso com o prestigiado Enotria, por 10 anos consecutivos eleito o melhor restaurante do Rio de Janeiro, e com o Tartari’s, em São Paulo, pelo qual, em 1999, recebeu a “Insegna del Ristorante Italiano”, honraria concedida pelo governo da Itália aos restaurantes mais representativos da gastronomia italiana no exterior.
Além de formar diversos profissionais, em sua própria cozinha, ministra aulas e palestras. Também supervisiona os projetos educacionais da Associação Brasileira da Alta Gastronomia - ABAGA, da qual é diretor executivo e responsável pela Comissão de Projetos Pedagógicos.
Atualmente o Chef Luigi Tartari também atua prestando consultoria ao Hotel Mercure e ao Mare d´Itália.

       Alessandro Segato

Nascido em Rovigo, próximo a Veneza, Alessandro Segato chegou ao Brasil em 1995, aos 22 anos, trazido pela família Fasano. Em 12 anos por aqui, consolidou o seu nome e sua marca na gastronomia paulistana e nacional.
Formou-se pela  Escola de Hotelaria Instituto Alberghiero de Adria, nas cercanias de Veneza, em 1990. Durante os primeiros 5 anos de sua carreira, Segato passou por premiados e prestigiados restaurantes da Europa como Chez Serge e La Gracienne, na França além de Al Pino, LL borgo na Alemanha.          
No Brasil comandou a cozinha do recém inaugurado Gero. Em seguida, desta vez a convite do restaurante Giancarlo Bolla, passou a comandar a cozinha do La Tambouille. Inaugurou o Piano Forte, sendo este do mesmo proprietário. Envolveu-se em vários projetos, como o Alessandro Segato Alta Gastronomia, com o qual fez tanto sucesso, que o levou a inaugurar o restaurante La Risotteria Alessandro Segato, especializado no tradicional risotto italiano e outras receitas sofisticadas, projeto ao qual ele se dedica até hoje.
http://www.segato.com/
   
Texto elaborado e formatado por:
Brisa Araújo
Leonardo Almeida