O GOLEIRO DO BENFICA JÚLIO CÉSAR DÁ ADEUS AO FUTEBOL
O antigo goleiro do Flamengo e da seleção brasileira Júlio César, rescindiu seu contrato com o Benfica de Portugal para encerrar sua carreira futebolística. Depois de ter passado pelo Flamengo do Rio de Janeiro onde chegou aos 12 anos e permaneceu até 2004, quando foi transferido para o Internacional de Milão e depois para o Chievo de Verona a título de empréstimo e finalmente para o clube das águias Em 2014, além de longa passagem pela seleção brasileira anuncia anuncia sua aposentadoria.
Flamengo (10): Copa Mercosul (1999); Copa dos Campeões (2001); Campeonato Carioca (1999, 2000,2001 e 2004); Taça Guanabara (1999, 2000 e 2004); Taça Rio (2000); Inter de Milão (14): Serie A TIM (2005/06, 2006/07, 2007/08, 2008/09 e 2009/10); Copa Itália (2005/06, 2009/10 e 2010/11); Supercopa da Itália (2005, 2006, 2008 e 2010); Liga dos Campeões (2009/10); Mundial de Clubes (2010); Benfica (5): Campeonato Português (2014/15, 2015/16 e 2016/17); Taça da Liga (2014/15); Supertaça de Portugal (2016); Seleção Brasileira (3): Copa América (2004) e Copa das Confederações (2009 e 2013).
O chefe da Igreja
Católica, o Papa Francisco, em sua viagem pela Ásia, deixou uma mensagem
muito enfática e clara ao se referir às perseguições sofridas pelas
minorias nesse continente e mesmo não se referindo diretamente à
minoria"rohyngia"muçulmana, que vem sofrendo um massacre constante por
parte da aviação de Israel e Árábia Saudita apoiada pela aviação
norte-amerina na região, o Papa disse, perante a líder Aung San Suu Kyi
que a construção da paz no país não pode ser prejudicada pelas
diferenças
religiosas.
Aung San Suu Kyi, é uma política de oposição birmanesa, vencedora
do Prêmio Nobel da Paz em 1991 e secretária-geral da Liga Nacional pela
Democracia. Suu Kyi é a terceira dos filhos de Aung San, considerado o
pai da Birmânia moderna, um país esquecido da Ásia, onde apenas 3% da população é católica. A maioria é budista.
Que a cidade de Salvador da Bahia foi a primeira do país e
capital da colônia até o ano de 1763 e que foi batizada de “São Salvador da Bahia
de Todos os Santos”? E que foi fundada no dia 29 de março de 1549,
após a chegada do primeiro Governador-Geral do Brasil, Tomé de Souza em 29 de mar de 2017? E teve a ajuda de padre Nóbrega, que chegou a pegar na colher de pedreiro?
Você sabia que o escrivão da esquadra de Cabral, Pedro Vaz de Caminha, autor da carta do descobrimento do Brasil em 22 de abril de 1500, morreu em combate contra os indianos em Calicut na Índia em 15 de dezembro de 1500, quando sua esquadra regressava a Portugal?
O
primeiro-ministro António Costa disse este domingo na linda Aveiro, que há um conjunto de medidas do
atual executivo, tal como a reforma e o cadastro da floresta, que só a
médio e longo prazo produzirão efeito.
"Temos
de entender que há um conjunto de medidas de nosso governo, que só a médio e longo prazo
produzirão efeito.
A reforma da floresta e o cadastro da floresta são
medidas que vão levar muitos e muitos anos para ser executadas e
produzir efeitos", afirmou António Costa durante uma sessão de perguntas
de cidadãos, no âmbito da comemoração dos dois anos do Governo,
realizada na Universidade de Aveiro.
O resultado da urna sete das eleições do Clube de Regatas Vasco da Gama, realizadas no último dia 7 de novembro pode anular as eleições do clube da Colina Histórica ou mesmo fazer assumir os destinos do clube a chapa de Júlio Brandt apoiada por Edmundo, antigo ídolo do Clube. Nas demais urnas... Continue lendo...
Portugal é o país que mais crustáceos compra a Moçambique, de
acordo com os dados das exportações de 2016 do Instituto Nacional de
Estatística moçambicano, consultados pela Lusa.
O
país lusófono da África Austral exportou no último ano 38,2 milhões de
dólares de lagostas, camarões e espécies relacionadas e cerca de um
terço da mercadoria (36,2%) teve como destino Portugal - seguido pela
China (27,5%) e Espanha (19,5%).
Ou seja, a Península Ibérica foi o destino da maioria (55,7%) do produto vendido ao estrangeiro.
Além dos crustáceos, o açúcar é outro produto que Portugal mais compra.
De
acordo com os dados de 2016, divulgados pelo INE na última semana, as
exportações de Moçambique para solo português valeram 32,6 milhões de
dólares, 42,5% em crustáceos e 45,2% em açúcares.
Portugal
está fora dos 10 principais destinos de exportação de Moçambique, mas é
o quinto país do qual a nação lusófona africana mais importa, posição
que já ocupava em 2015.
No
último ano, a conta ascendeu a 305,6 milhões de dólares dispersos por
uma lista de cerca de 900 produtos, sem que haja especial preponderância
de qualquer um, numa lista de valor liderada por material em ferro e
aço para construção, material elétrico, livros e impressões, móveis e
componentes e vinho.
O valor
caiu 33% relativamente a 2015, em que as importações oriundas de
Portugal valeram 457 milhões de dólares - sendo que em 2016, pior ano de
crise em Moçambique, as importações em geral caíram a pique, com uma
quebra de 37,5%.
A África do Sul é o principal parceiro externo de negócios de Moçambique.
Os
dados do INE moçambicano refletem os dados recolhidos junto de
entidades oficiais, como a Autoridade Tributária de Moçambique e
serviços alfandegários, ficando de fora uma percentagem desconhecida de
mercadorias que circulam de forma ilegal (contrabando) e que diversas
autoridades e empresas ainda classificam como um flagelo com impacto
nalgumas atividades econômicas.
Secas idênticas ou piores do que a que se vive este ano estão projetadas para Portugal no futuro. Estes cenários não são vistos em nenhuma bola de cristal, mas em modelos físico-matemáticos. O geofísico Pedro Matos Soares, investigador do projeto Cenários de Alterações Climáticas, desenvolvido na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tem trabalhado nestes cenários. De acordo com as projeções, as ondas de calor podem multiplicar-se por dez ou até durar mais de um mês.
Este
outubro foi o mais seco dos últimos 20 anos: choveu 30% do valor normal
para a época e os termômetros marcaram 3º Celsius acima do registrado no
período de referência 1971-2000. O país está em seca extrema ou severa
Nuno Botelho
Com as alterações climáticas,
Portugal enfrenta um dos dois cenários “mais dramáticos” previstos
pelos modelos físico-matemáticos. As estações vão diluir-se, as ondas de
calor tendem a prolongar-se e as secas serão mais intensas, resume o
geofísico Pedro Matos Soares, em entrevista ao Expresso
Pedro
Matos Soares é investigador principal no Instituto Dom Luiz da
Universidade de Lisboa, onde trabalha em modelações matemáticas
relacionadas com as alterações climáticas
d.r.
Estamos
a viver uma das piores secas de que os registros deram conta desde os
anos 30 do século XX. Porém, com as alterações climáticas os cenários
tendem a ser ainda piores no futuro?
As alterações de
precipitação em Portugal tendem a ser muito negativas até final do
século XXI. É o que indicam os modelos físico-matemáticos que utilizamos
para realizar as projeções, de acordo com os dois cenários traçados
pelo Painel Intergovernamental para as Alterações climáticas, o RCP 4.5 e
o RCP 8.5. A atual trajetória das concentrações de CO2 infelizmente
tende a enquadrar-se neste segundo cenário, que é o mais dramático e do
qual só sairíamos se houvesse a nível global políticas de redução de
emissões de gases de efeito de estufa muito mais drásticas do que as que
estão em cima da mesa.
E o que nos diz esse cenário mais dramático para Portugal?
Diz-nos que se prevê uma redução de precipitação anual entre 20% e 35%
em Portugal, sendo que no sul essa redução é a mais elevada. Estes
cenários de diminuição de precipitação não são iguais para todas as
estações, não são muito significativos no inverno, mas são mais acentuados na
primavera, no outono e no verão. Ou seja, com menos chuva na primavera
temos impactos mais significativos na agricultura e na floresta e no
consequente risco de incêndio. No sul do país, no Algarve, a redução de
precipitação pode chegar a 70% no verão.
Voltando às
temperaturas do ar: o IPMA(Instituto português de meio ambiente) indica que neste outubro os termómetros
marcaram em média mais 3º Celsius que o registado no período de
referência 1971-2000. O que virá por aí?
Em Portugal, os modelos
apontam para um aumento médio que pode chegar a 6ºC até final do século
no interior do país e a entre 3ºC e 4ºC nas zonas costeiras. Associado à
quebra de precipitação, vamos ter um aumento de evaporação, o que faz
diminuir a disponibilidade de água à superfície e torna a vegetação
muito mais seca. Ou seja, vamos ter um aumento da frequência e
intensidade das secas e índices de fogos muito mais alarmantes.
E quanto ao vento?
As previsões indicam que vamos ter menos vento em geral, mas mais vento
no verão. E quando há mais vento, há também uma intensificação da
evaporação de água e, claro, uma provável mais veloz propagação dos
fogos.
Vão desaparecer as estações do ano como as conhecemos? Ou seja, vamos deixar de ter primavera?
Como a conhecemos, sim. Atualmente, temos entre uma e duas ondas de
calor por ano. Mas no futuro, de acordo com o cenário mais drástico,
essas ondas de calor tendem a multiplicar-se ou a ser mais prolongadas.
As projeções apontam para um aumento anual das ondas de calor entre seis
e nove vezes superior, em algumas regiões. E estas durarão mais, ou
seja, passamos de ondas de calor que normalmente duram 5 a 6 dias
presentemente para no futuro durarem uma média de 22 dias. Por último,
5% das ondas de calor no futuro durarão mais de um mês.
Nuno Botelho
E o que está a ser feito para mitigar estes cenários?
A responsabilidade de Portugal para estes cenários é muito pequena,
tendo em conta a dimensão do país, mas Portugal tem tomado algumas
medidas para reduzir as emissões, também no contexto da União Europeia. O
problema é que as decisões políticas globais não se adequam à
severidade das consequências do que já se está a viver e se prevê viver
no futuro. De acordo com os modelos físico-matemáticos, as secas, as
ondas de calor e os incêndios tendem a ser mais acentuados e frequentes.
E como nos estamos a adaptar a essa realidade?
Com o conhecimento que temos, é possível dimensionar a nossa ação. Mas
em Portugal tem-se feito muito pouco em termos de adaptação. Se
pensarmos na política de reflorestação, por exemplo, vemos que os
cenários de alterações climáticas não são tidos em conta.
Já
há referências a que a nascente do Douro, em Espanha, está a ficar sem
água. Há a possibilidade de secarem as nascentes dos principais rios?
Com perdas de precipitação, aumento das temperaturas e consequente
crescimento da evaporação, acrescido do menor nível dos lençóis
freáticos, as nascentes dos rios e os sistemas hidrológicos em geral
estão sujeitos a forte stress hídrico.