PEDRO BARROSO

 

Pedro Barroso
Informação geral
Nome completo António Pedro da Silva Chora Barroso
Nascimento 28 de novembro de 1950
Local de nascimento Lisboa
Morte 16 de março de 2020 (69 anos)
Local de morte Lisboa, 17 de março de 2020
Nacionalidade português
Género(s) música popular, baladas, canções de texto
Instrumento(s) voz, guitarra piano
Período em atividade 1969-2020
Outras ocupações pintor amador sob o nome de Pedro Chora
Editora(s) Diapasão, Orfeu, Lusogram, Ocarina, Ovação, Movieplay, Discossete, Rádio Triunfo, Strauss



DIA DE SÃO MARTINHO

 

O Dia de São Martinho é uma festa litúrgica em honra de Martinho de Tours celebrada anualmente a 11 de novembro.

Nascido na Hungria por volta do ano 316, São Martinho de Tours foi um soldado romano que, depois de receber o batismo e renunciar a milícia, fundou um mosteiro em Ligugé, França, onde seguiu a vida monástica. Mais tarde recebeu a ordem sacerdotal e foi eleito bispo. Faleceu a 08 de novembro de 397. A lenda mais conhecida indica que Tours encontrou-se com um mendigo durante uma tempestade de neve e, com a sua espada, cortou o seu manto ao meio para partilhar com o pedinte e resguardá-lo da chuva.Nessa mesma noite, Martinho sonhou com Jesus vestido com a metade da sua capa e que, apontando para um grupo de anjos, lhe disse: "Foi São Martinho catecúmeno quem me agasalhou". 

Magusto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Este artigo ou secção contém uma lista de referências no fim do texto, mas as suas fontes não são claras porque não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. Ajude a melhorar este artigo inserindo citações no corpo do artigo. (Junho de 2019)
Castanhas assadas, o elemento central do magusto.

O Magusto é uma festa popular, cujas formas de celebração divergem um pouco consoante as tradições regionais. Grupos de amigos e famílias juntam-se à volta de uma fogueira onde se assam castanhas ou bolotas para comer, bebe-se a jeropiga, água-pé ou vinho novo, fazem-se brincadeiras, as pessoas enfarruscam-se com as cinzas, cantam-se cantigas. O magusto realiza-se em datas festivas: no dia de São Simão, no dia de Todos-os-Santos ou no dia de São Martinho. Inúmeras celebrações ocorrem não só por Portugal inteiro mas também na Galiza (onde se chama magosto, em galego), no Val de Xálima (onde é chamado Magostu e Borralhás) e nas Astúrias (magüestu).

O "Magusto da Velha" é na Aldeia Viçosa uma tradição local.

 O etnógrafo português Leite de Vasconcelos considerava o magusto como o vestígio de um antigo sacrifício em honra dos mortos e refere que em Barqueiros era tradição preparar, à meia-noite, uma mesa com castanhas para os mortos da família irem comer; ninguém mais tocava nas castanhas porque se dizia que estavam “babadas dos defuntos”.

A celebração do magusto está associada a uma lenda, a qual dizia que um soldado romano de nome Martinho de Tours (mais tarde conhecido como São Martinho), ao passar a cavalo por um mendigo quase nu, como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua espada; estava um dia chuvoso e diz-se que, neste preciso momento, parou de chover, derivando daí a expressão: "Verão de São Martinho". 

 Matéria em construção...

 

Quem ganha com o novo corte na Educação brasileira? Cientista político comenta mudanças no orçamento

COVID-19 no mundo
Casos confirmados:
48.146.123
Pacientes recuperados:
31.923.351
Mortes:
1.226.044


Em entrevista à Sputnik Brasil, o professor e cientista político da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), Ricardo Ismael, comentou as alterações propostas pelo governo no orçamento da União e falou de seus impactos nas eleições municipais deste ano.

Enquanto nos EUA o debate acerca do pleito presidencial desperta o interesse da opinião pública, as eleições municipais no Brasil, marcadas para o próximo dia 15, ganharam um novo ingrediente que promete acalorar as discussões: um projeto de lei que vai remanejar o orçamento da União.

Deputados e senadores aprovaram na quarta-feira (4) um texto enviado pelo governo ao legislativo que retira R$ 1,4 bilhão do orçamento do Ministério da Educação (MEC) e repassa os recursos, principalmente, para que obras públicas sejam executadas.

O texto aprovado autoriza o remanejamento e o uso de reservas de contingência que somadas chegam a R$ 6,1 bilhões. Essas verbas vão sair de sete ministérios, sendo a maior parte (R$ 1,4 bilhão) do orçamento da pasta que trata da educação dos brasileiros.

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, concede entrevista coletiva para apresentar os resultados do Ideb, na sede do Inep em Brasília
Ministro da Educação Milton Ribeiro
 
© Folhapress / Pedro Ladeira
Ministro da Educação, Milton Ribeiro, concede entrevista coletiva para apresentar os resultados do Ideb, na sede do Inep em Brasília
Na realocação do governo, as pastas de Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional são as que mais vão receber dinheiro. Em entrevista à Sputnik Brasil, o professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), Ricardo Ismael, falou sobre o impacto das obras públicas em um ano eleitoral.
"Estamos na reta final do primeiro turno das eleições municipais. Esse remanejamento de recursos deve ter algum impacto nas eleições, principalmente nos pequenos e médios municípios, onde obras públicas fazem diferença na questão do voto. Evidentemente, essa é uma questão que precisa de atenção, principalmente da imprensa, porque pode ter sido aprovado esse remanejamento para atrair, como moeda troca, os candidatos a prefeito e vereador para uma aliança com o governo Bolsonaro".

Por outro lado, ao comentar a lei na quarta-feira (4), o relator da matéria, senador Marcelo Castro, argumentou que os recursos remanejados são para "importantes obras infraestruturantes no Brasil". Se não houvesse essa suplementação, essas obras iriam sofrer paralisação com grandes danos para a administração pública", disse em plenário.

Protesto de estudantes contra os cortes na educação, na Esplanada dos Ministérios.
Protesto de estudantes contra os cortes na educação, na Esplanada dos Ministérios.
© Folhapress / Pedro Ladeira
 
O remanejamento faz parte do acerto de Bolsonaro com o congresso para destravar uma parte inicial do Plano Pró-Brasil de investimentos. A iniciativa da presidência da República visa estimular o crescimento econômico brasileiro após a crise provocada pela pandemia do coronavírus.

Apesar das possibilidades a partir da implantação de uma série de obras públicas, como a redução do desemprego e a tentativa de aquecer a economia e o mercado interno, Ricardo Ismael faz ressalvas ao texto.

"O congresso nacional aprovou uma lei que vai remanejar recursos de uns ministérios para outros. Com isso, a Educação perde recursos, e é a mais prejudicada. Isso preocupa. A Educação tem muitas responsabilidades no Brasil, principalmente no que diz respeito à educação básica, mas não somente à ela, como também às universidades. Esse manuseio, apesar da promessa do governo, é preocupante. A Educação não pode perder um volume de recursos tão grande", disse o professor.

A promessa do governo a qual Ricardo Ismael se refere é que diante da pressão da oposição, a base governista se comprometeu a recompor os recursos tirados da pasta.

​Segundo ele, "durante a votação desta lei, houve resistência por parte dos partidos de oposição. Com isso, Davi Alcolumbre, presidente do senado, e o líder do governo no congresso, Eduardo Gomes, disseram, para tentar amenizar as insatisfações, que o governo tinha o compromisso de recompor os recursos do Ministério da Educação. Essa matéria foi, assim, pacificada. Mas isso tem que ser acompanhado. É preciso ver se o governo vai cumprir o acordo prometido".

Para além de interpretações envolvendo o oportunismo eleitoral que a lei de remanejamento do orçamento pode oferecer, Ricardo Ismael também comentou o impacto que a medida pode ter na pasta da Educação em função da pandemia de COVID-19.

"A pandemia trouxe grandes desafios para o sistema educacional brasileiro. Com a suspensão das aulas, os alunos tiveram um prejuízo. Isso causa um problema de formação deles, que precisará ser recuperado, possivelmente com a redução das férias, ou algum tipo de reforço. Esse prejuízo, evidentemente, tem reflexos no país inteiro. Outro ponto são as aulas remotas, por vídeo.

Para o professor da PUC-RJ, a logística do ENEM oferece um grande desafio neste ano e pode sofrer mais problemas em função da perda de recursos.

No entendimento de Ricardo Ismael, muitos estudantes carecem de um ambiente para que se possa acompanhar uma aula on-line. "É preciso uma atenção para que essa questão da pandemia não agrave a diferença de acesso às aulas remotas entre estudantes do ensino público e privado".

"Um terceiro e último aspecto envolve os professores e alunos. Com a proximidade do ENEM, temos um problema de desigualdade do acesso ao ensino muito grande. Temos um apagão no Ministério da Educação que precisa ser recuperado nos próximos anos. Essa é uma tarefa que precisa ser assumida pelo MEC, e sem recurso não será possível", concluiu.

O que foi a Guerra Civil Americana?

 A  Primeira Guerra Civil Americana, ou Guerra de Secessão, foi um conflito armado travado entre os estados do Sul e do Norte dos Estados Unidos. O conflito começou em 12 de abril de 1861 e só teve fim em 22 de junho de 1865. A guerra aconteceu após o clima de tensão gerado pelas eleições de 1860, que elegeram o presidente Abraham Lincoln – representante do Norte.

NO CLIMA DE TENSÃO NESTAS ELEIÇÕES DE 2020 PODE ACONTECER A SEGUNDA GUERRA CIVIL AMERICANA?

Com praticamente todos os votos apurados, faltando somente os votos da Pensilvânia, Joe Biden está praticamente eleito presidente dos Estados Unidos da América do Norte. Agora, após a divulgação oficial do resultado final, resta somente esperar as reações da direita republicana para podermos confirmar as previsões de uma nova guerra civil. Mas, independentemente de quem assumir o poder, há grande possibilidade desta guerra acontecer, pois a sociedade americana está perigosamente dividida por conflitos raciais, sociais e discórdias sobre a política externa de seus governantes.

Se a direita ou a esquerda americana não entenderem que o seu povo  não aceita mais este modelo liberal, aí sim, a ira do povo americano para combatê-lo certamente provocará mais uma guerra civil interna. A verdade é que o  atual sistema econômico e social, ganhe a esquerda ou a direita, irá continuar, pois é mantido à custa de um poderoso exército bélico e midiático. 

Como a riqueza da América está concentrada em mãos de umas poucas famílias illuminatis, aumentam as possibilidades de um novo confronto interno, que devido ao desespero de perda dessas famílias poderá se estender para um conflito mundial. 

Que Deus salve a América de todos os nativos e imigrantes que um dia aqui chegaram apenas com a roupa no corpo e a esperança de uma vida melhor e Faça com que as famílias Illuminatis entendam que as riquezas produzidas por todas as pessoas  deste continente, devem ser distribuídas por todos de acordo com suas capacidades e esforços... 

       Finalmente neste sábado (07/11) confirmaram-se as previsões e Joe Biden está eleito presidente dos EUA 

Com uma América dividida, confirmam-se as possibilidades de uma guerra civil interna. Ouçam com atenção no vídeo abaixo as palavras de Benvimdo Sequeira sobre essas possibilidades e tirem suas conclusões... 

MENSAGEM DE FINADOS 2020

O Dia dos Finados é uma data marcante para milhares de pessoas no Brasil, mas a origem da celebração é desconhecida para muitos.

Na tradição da Igreja Católica, 1º de novembro é comemorado o Dia de Todos os Santos, quando se reza por aqueles que morreram em estado de graça, com os pecados perdoados. O dia seguinte foi considerado o mais apropriado para fazer orações por todos os demais falecidos, que precisam de ajuda para serem aceitos no céu.  É por isso que no dia 2 de novembro se celebra o dia de Finados.

Entenda a origem e o significado do Dia de Finados

Um dia muito triste para todos aqueles que choram seus entes queridos que partiram para a vida eterna, mas um dia de esperança e conforto espiritual para aqueles que continuam a caminhada difícil do dia a dia aqui na Terra, pois terão a certeza  que algum dia se encontrarão com estes no Reino dos reinos, onde encontrarão a Paz Eterna! A Paz de Deus!!!  

JPL 

Candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura quer envolver todo o Alentejo

 Sérgio Major

Concelho de Évora
Fornecido por Lusa Concelho de Évora

Évora, 31 out 2020 (Lusa) - A candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027 quer envolver todo o Alentejo na iniciativa e contar com a participação da região para a sua elaboração, afirmaram hoje os promotores.

"Abrangente e participada são bons temas de enquadramento da candidatura", afirmou o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, numa conferência de imprensa de apresentação da iniciativa, realizada na cidade.

A Câmara Municipal de Évora assumiu publicamente a decisão de avançar com a candidatura a Capital Europeia da Cultura em 2027, durante o Workshop Internacional "Culture Capital Cities", que decorreu, em fevereiro de 2019, na cidade.

Além da autarquia, a comissão executiva da candidatura integra a Turismo do Alentejo e Ribatejo, Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, Direção Regional de Cultura do Alentejo, Fundação Eugénio de Almeida e Universidade de Évora.

Na apresentação da candidatura, na sua sede, na Torre do Salvador, no centro histórico, o autarca vincou que se pretende "uma participação efetiva" e que esta se "possa refletir na elaboração" da iniciativa.

"Façam propostas, tragam ideias e apresentem sugestões para que se possam articular esses projetos, que, obviamente, têm de ser exequíveis, mas queremos ter a porta aberta", referiu.

Pinto de Sá adiantou que, no âmbito do processo de participação, foram recebidas "três ou quatro ideias para grandes projetos", realçando que há disponibilidade para acolher iniciativas mais pequenas, "ao nível do bairro ou da aldeia".

Essas ideias, assinalou, devem ter "um pendor cultural importante ou uma ligação fundamental com a vida das pessoas".

Por outro lado, o presidente da autarquia defendeu que a candidatura deve abranger todo o Alentejo e receber contributos de outros locais da região para que as populações dessas zonas se "sintam representadas".

"Não queremos que seja uma candidatura que parta de Évora para o Alentejo. É uma candidatura que tem propostas de Évora, mas queremos que parta do Alentejo para a Europa", sublinhou.

O autarca assinalou que a "corrida" de várias cidades a Capital Europeia da Cultura em 2027 fez com que "pela primeira vez em Portugal um conjunto significativo de territórios aborde a estratégia para a cultura".

"No Alentejo, temos uma vantagem: Desde o 25 de abril de 1974 que a cultura é estratégica", notou Pinto de Sá, lembrando a classificação do centro histórico de Évora como Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), em 1986, e a aprovação do Plano Estratégico da Cultura da cidade em 1999.

Sobre a covid-19, o autarca admitiu que a pandemia tem condicionado a candidatura e que o plano de ação já "foi completamente alterado", assim como o processo de participação e o trabalho técnico da iniciativa.

A coordenadora da equipa de missão, Paula Mota Garcia, adiantou que "a assunção da escala humana vai ser o ponto de partida para a definição da estratégica" da candidatura.

Foi também apresentado o lema "Anda, acreditando" para a primeira fase da candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura em 2027.

SYM // LFS

Lusa/Fim

Portugueses e luso descendentes - Que povo é esse?

Um resumo de um povo que deu novos mundos ao mundo!!!

Os portugueses são fruto de uma mistura de povos que migraram para a Península Ibérica no decorrer dos séculos. A mistura básica ocorreu entre os Iberos e celtas. ... Os celtíberos são o povo que resultou, segundo alguns autores, da fusão das culturas do povo Céltico e a do povo Ibero, nativo da Península Ibérica.
O português é a sua língua, e o catolicismo a religião nominalmente predominante. 
Portugueses no Tempo
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D. Afonso Henriques
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Santo António de Lisboa
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Papa João XXI
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João I de Portugal
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Infante Dom Henrique
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Damião de Góis
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Vasco da Gama
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Pedro Álvares Cabral
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Fernão de Magalhães
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Luís de Camões
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João IV de Portugal
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Marquês de Pombal
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Manuel Maria Barbosa du Bocage
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António Egas Moniz
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Fernando Pessoa
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Manuel II de Portugal
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Maria Pia de Bragança
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António de Oliveira Salazar
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Manoel de Oliveira
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Amália Rodrigues
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José Saramago
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José Manuel Barroso
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José Mourinho
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Maria de Medeiros
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Cristiano Ronaldo

População total

~ 42 milhões

Regiões com população significativa
Portugal Portugal:    10 665 000
 Brasil + de 5 milhões (portugueses e brasileiros filhos e netos de portugueses, com uma população muito maior de bisnetos e demais parentescos distantes.

 Estados Unidos 1 426 121 (inclui americanos de ascendência portuguesa, independentemente do grau)
 França 1 720 000 (inclui franceses de ascendência portuguesa, independentemente do grau, Também inclui portugueses nascidos em Portugal.
 Canadá 550 000
 Venezuela 334 775
 Suíça 294 925
 Alemanha 171 933
 Reino Unido 140 000
 Espanha 137 264
 China 128 138
 Macau 126 23
 Angola 115 595
 Luxemburgo 103 009
 Bélgica 53 977
 Austrália 50 157
 Países Baixos 46 517
 Índia 33 580
 Moçambique 23 000
 Andorra 12 333
Resto da América 24 776
Línguas
Português
Religiões
81% Católicos, 3,9% outros cristãos 0,6% outras religiões (entre elas Judaísmo, Islamismo e Hinduísmo), 8,3% desconhece-se 6,85% nenhuma religião
Grupos étnicos relacionados
Galegos e outros espanhóis, franceses, italianos e outros povos da Europa Ocidental, bem como com os povos de língua oficial portuguesa.

 Portugueses são um povo e grupo étnico da Península Ibérica, no sudoeste da Europa. O português é a sua língua, e o catolicismo a religião nominalmente predominante.

Geneticamente, os dados apontam para uma fraca diferenciação interna dos portugueses, cuja base é essencialmente continental europeia de origem paleolítica. A base genética da população do território português mantém-se aproximadamente a mesma nos últimos quarenta milénios, apesar da presença de inúmeros povos no território português que também contribuíram para o património genético dos seus habitantes.

Culturalmente, as presenças celta, romana, germânica e moura foram significativas, tal como foram decisivas a vizinhança e as relações com os restantes países europeus e as relações coloniais com África, o Brasil e o Índico a partir dos séculos XV e XVI (ver Cultura de Portugal).

No período moderno, os processos migratórios mais relevantes em Portugal deram-se nas últimas três décadas do século XX e até ao presente, com a notável exceção da entrada de grupos ciganos ainda no século XV. Após 1974, o país torna-se um recetor significativo de populações migrantes, quer como resultado direto ou indireto da descolonização de África, quer como resultado da participação de Portugal na União Europeia. Portugal tem vindo a receber em número crescente populações migrantes oriundas do Brasil (ex-colónia portuguesa), África (com maior relevância das ex-colónias), Ucrânia (e países do Leste Europeu em geral), além duma multiplicidade demograficamente menos significativa doutras origens, entre as quais avoluma a chinesa.

Portugal foi tradicionalmente uma terra de emigração, desde o período da expansão imperial e colonial, passando, por exemplo, pela emigração para o Brasil no século XIX e pela emigração econômica, a partir de 1960, para alguns países da Europa Ocidental. Além dos cerca de dez milhões de portugueses residentes em Portugal, estima-se existirem cerca de cinco milhões mais espalhados pelo mundo (incluindo os lusodescendentes recentes) num total de cerca de quinze milhões de portugueses.

Características físicas

Mulheres portuguesas com trajes típicos de Viana do Castelo, província(Estado) do Minho, norte de Portugal.
Conjunto de ícones de Portugal. Objetos e símbolos tradicionais nacionais portuguesas — Vetor de Stock

 Os portugueses, assim como outros povos do sul da Europa e mediterrânicos, são uma população predominantemente morena.

As origens

Os portugueses são uma população sul europeia, predominantemente atlântico europeia e oeste-mediterrânica. Foram muitos os processos migratórios que contribuíram para a formação do povo português, mas o grande contributo parece ser o mais antigo, ou seja, a população portuguesa, tal como as restantes populações ibéricas e algumas das outras populações da Europa Ocidental (particularmente costeira ou insular), são maioritariamente resultantes de processos de povoamento paleolíticos, aquando da chegada e povoamento da Europa por humanos modernos (progressivamente substituindo as populações de Neandertais, que viriam a extinguir-se precisamente no oeste e sul da Península Ibérica). De facto, cerca de 60%, em média, das linhagens genéticas em Portugal apresentam marcadores que as caracterizam como de origem paleolítica, nomeadamente o Haplogrupo R1b (Y-cromossomático) e o Haplogrupo H (ADN mitocondrial).

Desenvolvimentos recentes das metodologias para definição das estruturas populacionais levaram a um estudo de 2006 que concluiu verificar-se uma clara e consistente divisão entre grupos populacionais sul e norte europeus. Um estudo adicional de 2007 posiciona as populações ibéricas algo afastadas de outros grupos continentais, incluindo outros grupos sul-europeus, dando fundamento à hipótese que a Península Ibérica alberga as populações com a origem mais antiga de toda a Europa. Neste estudo, a mais importante diferenciação genética europeia atravessa o continente de norte para sudeste, acompanhada de um outro eixo de diferenciação este-oeste (diferenciando o sul do norte), ao mesmo tempo que se verificou, apesar destas linhas de demarcação relativa, a homogeneidade e proximidade genética de todas as populações europeias.

Um estudo genético de 2019, que analisou o DNA de habitantes da Península Ibérica, dos últimos oito mil anos, sugere que a população portuguesa e espanhola foi formada pelas seguintes ondas migratórias:

  1. Mesolítico (c. 8 mil a.C.): há um influxo inicial de caçadores-coletores da Europa Central, que migraram para o noroeste da Península Ibérica.
  2. Início do Neolítico (c. 5 mil a.C.): agricultores neolíticos mudam-se para a Península Ibérica, introduzindo a ancestralidade da Anatólia.
  3. Médio Neolítico (c. 4 mil a.C.): influxo adicional de caçadores-coletores da Europa Central.
  4. Idade do Cobre (c. 3 mil a.C.): algum influxo de genes pelo contato esporádico com o Norte da África.
  5. Idade do Bronze (c. 2 mil a.C.): fluxo gênico adicional do Centro e do Norte da Europa.
  6. Idade do Ferro (c. mil a.C.): mais fluxo gênico do Centro e do Norte da Europa.
  7. Período Romano (c. ano 0): influxo genético do Mediterrâneo central e oriental. Algum influxo adicional de genes norte-africanos, no sul da Península Ibérica.
  8. Período Visigótico (c. ano 400): nenhum influxo genético duradouro.
  9. Período Muçulmano (c. ano 1000): fluxo gênico adicional do Norte da África. Com a Reconquista, há uma maior troca de fluxo gênico do resto da Península Ibérica em direção ao Sul, seguido da expulsão dos mouriscos, reduzindo a contribuição norte-africana,

“O Brasil como um imenso Portugal, deveria da melhor forma possível incentivar tudo que é necessário para as boas relações, não só por sermos um país de língua portuguesa, mas, também pela tradição que existe entre países descobertos e colonizados, uma vez que a história dos dois estão sumamente ligadas, haja vista, que por três séculos estivemos ligados ao sempre querido e eterno Portugal. Durante esses três séculos houve poucas imigrações para o Brasil, e a formação da cultura, do comércio era praticada por navios que por aqui aportavam, no entanto, a partir da proclamação da república brasileira, os militares no ano de 1895, houveram por bem, abrir a imigração total, e levas de emigrantes de todos países para cá vieram e segundo registros de 1895 até 1920 abriram a imigração e vieram para o Brasil em torno de cinco milhões de pessoas e de Portugal em torno de dois milhões, fazendo com que a população brasileira obtivesse mais relacionamentos com a cultura portuguesa e a forma incentivadora do trabalho dos emigrantes portugueses.

Até o o ano de 1975, quando levas de emigrantes africanos de língua portuguesa para cá vieram a imigração era livre Brasil/Portugal, o que hoje tão somente para por cartas de chamadas de imigrantes que para cá vieram antes.

No ano de 1911/1912, os meus pais vieram de Trás-os-Montes, dentro das levas que vieram naquela época, e aqui firmaram a sua vida, deixando para nós lusos-descendentes, os sonhos poéticos do Portugal eterno.

Adriano Augusto da Costa Filho, escritor   

 CENTRO DE PORTUGAL

Localização da região
do Centro, em Portugal.
A Região do Centro é uma região (NUT II) de Portugal, limitada a norte pela Região do Norte, a leste pela Espanha, a sul pelo NUT II do Alentejo (sub-regiões do Alto Alentejo e da Lezíria do Tejo), a sudoeste pela Área Metropolitana de Lisboa e a oeste pelo Oceano Atlântico.

Desta região fazem parte as serras e montanhas do Sistema Montejunto-Estrela, do qual se inclui o Maciço Calcário Estremenho, e também o conjunto das famosas aldeias do Xisto e aldeias históricas de Portugal. As cidades mais populosas da região do Centro são Coimbra (143 396 habitantes), Leiria (126 897), Viseu (99 274), Aveiro (78 450), Guarda e Castelo Branco. O maior centro turístico e religioso é a cidade de Fátima.

Tem uma área de 28 405 km² (31% de Portugal continental) e uma população de 2 327 580 (Censos 2011), correspondendo a 23,2% do Continente e a 22% de Portugal.

Monsanto, na Beira Baixa,
que foi denominada
durante o Estado Novo
como "a aldeia mais portuguesa
de Portugal."

Santuário de Fátima, na Beira Litoral, o maior centro religioso de Portugal.

 

 

 

Grosso modo, corresponde, territorialmente, à antiga Província da Beira, ao conjunto da Beira Litoral e da Beira Interior (tal como considerados no referendo de 1999), às províncias históricas da Beira Litoral, da Beira Alta e da Beira Baixa, e às regiões fisiográficas de Orlando Ribeiro — Beira Litoral, Beira Alta, Beira Baixa, e Beira Transmontana. Inclui ainda áreas classicamente fora da antiga Beira, nomeadamente as sub-regiões do Médio Tejo, na província histórica do Ribatejo, e do Oeste, na província histórica da Estremadura. 

Folk costumes  #Portugal                                                                                                                                                     Mais 

Vista parcial da aldeia de Piódão
Aldeia de Piódão

Piódão é uma freguesia portuguesa do concelho de Arganil, com 36,57 km² de área e 178 habitantes (2011). A sua densidade populacional é de 6,1 hab/km². A freguesia inclui as seguintes aldeias e quintas: Piódão, Malhada Chã, Chãs d'Égua, Tojo, Fórnea, Foz d`Égua, Barreiros, Covita, Torno, Casal Cimeiro e Casal Fundeiro.