Dois mergulhadores amadores em férias encontraram ao largo da costa espanhola um dos maiores tesouros de ouro da Europa.

Os cunhados Luis Lens e César Gimeno descobriram o tesouro enquanto estavam retirando lixo do fundo do mar perto da cidade portuária de Alicante, avança Daily Mail. Apesar de estar no fundo marinho desde final do século IV d.C. ou início de século V d.C., as 53 moedas de ouro estão intactas, em "perfeito estado de conservação", permitindo que seja possível aos cientistas ler as inscrições e identificar os imperadores romanos. Este é um dos maiores conjuntos de moedas de ouro romanas encontradas na Espanha e na Europa", disse Jaime Molina, da Universidade de Alicante. "É uma descoberta arqueológica e histórica excepcional, uma vez que o seu estudo pode oferecer abundância de novas informações para entender a fase final da queda do Império Romano do Ocidente", acrescentou. Cientistasas da Universidade de Alicante já identificaram três moedas que exibem o imperador romano Valentiniano I, sete moedas de Valentiniano II, 15 de Teodósio I, outras 17 de Flávio Arcádio e 10 do imperador Honório. "Não há fragmentos de navios afundados na área onde as moedas foram encontradas, portanto provavelmente esta foi uma tentativa de escondê-las da chegada dos bárbaros à costa da Hispânia, neste caso dos alanos", conclui Molina.

Morales: Estados Unidos 'sofreram derrota vergonhosa' ante terrorismo e narcotráfico no Afeganistão

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11:34 17.09.2021

(atualizado 13:17 17.09.2021) 

 Evo Morales é reeleito presidente da Bolivia - Fotos Publicas

O ex-presidente boliviano Evo Morales (2006-2019), denunciou que os EUA fracassaram em sua guerra contra o terrorismo e o narcotráfico no Afeganistão. Na sexta-feira (17), o ex-mandatário escreveu em sua conta no Twitter: "Durante 20 anos, governantes dos EUA mentiram a seu povo e ao mundo sobre a mal chamada 'guerra contra o terrorismo e o tráfico de drogas' no Afeganistão. Eles gastaram bilhões de dólares, massacraram centenas de inocentes e destruíram uma nação inteira". Além disso, ele acrescentou: Apesar de sua propaganda mentirosa na mídia de direita, os EUA sofreram uma derrota vergonhosa em ambos os campos de batalha: nunca derrotaram o terrorismo ou tráfico de drogas. Pelo contrário, multiplicaram os grupos islâmicos radicais e a produção de ópio e heroína. Na quinta-feira (16), o presidente dos EUA, Joe Biden, enviou um memorando a seu secretário de Estado, Antony Blinken, onde acusa a Bolívia e a Venezuela de terem falhado no cumprimento de acordos internacionais antidrogas, como a Lei de Assistência Exterior (FAA, na sigla em inglês). Ambos os países rejeitaram o relatório de Washington sobre a luta contra o narcotráfico. Os militantes do movimento Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) retomaram o poder no Afeganistão após duas décadas de intervenção militar estrangeira que chegou ao fim no final de agosto. Em 30 de agosto, após quase 20 anos de ocupação e mais de 2.400 soldados mortos, os Estados Unidos completaram sua retirada do país centro-asiático com o último avião militar saindo à meia-noite (15h40 no horário de Brasília) do aeroporto de Cabul. No início de setembro, o Talibã anunciou a composição do governo provisório, no qual nenhuma mulher faz parte, e integrado principalmente por pashtuns e partidários linha-dura. Uma parte dos membros do gabinete, que deveria ser "inclusivo" segund o as promessas iniciais, figuram na lista do Comitê de Sanções 1988 do Conselho de Segurança da ONU. ...

GRUPO VIOLAS CAMPANIÇAS

Pedro Mestre 

O Grupo de Viola Campaniça foi inicialmente formado nos anos 80 pelos Mestres Francisco António, Manuel Bento e Perpétua Maria, grandes divulgadores deste género musical único, e marcou o regresso destas sonoridades à muito esquecidas. Uma nova formação surgiu em 2000, impulsionada pelo tocador Pedro Mestre, que conta actualmente com novos tocadores, alunos de Pedro Mestre, Márcio Isidro e David Pereira. À Campaniça juntam-se as vozes de Ana Valadas, Lucinda Mestre, Evangelina Torres e Celina Piedade que interpretam os temas da tradição. Com dois discos lançados em 2006, “Modas de Outro Tempo” e “Ilha dos Vidros” apostam na recolha do cancioneiro Campaniço e em espetáculos únicos onde se descobre um Outro Alentejo.

Começou a corrida pela democracia

FOLCLORE DA PARAÍBA

A Paraíba é dona de um rico acervo folclórico que se manifestam em danças, folguedos, peças de teatro e outras formas que a imaginação popular vem guardando a centenas de anos, preservando um patrimônio único de nossa identidade.

SOBRENOME SALGUEIRO

SALGUEIRO – do Latim salicarius arbor, de salix, “salgueiro” propriamente dito. ... A origem não é conhecida com certeza, mas há quem diga que seu nome veio da ilha de Chipre, onde essas árvores abundavam. 

Coroa de nobreza SalgueiroApelido muito antigo, não só Em Portugal como em Espanha, em cujas Chancelarias, aliás, as armas aqui indicadas foram registadas. As suas origens são, tal como outros da mesma natureza, como Pinheiro ou Oliveira, de raíz toponímica, retirado de alguns dos locais deste nome existentes em diferentes locais da península. Os genealogistas espanhóis apontam-lhe como mais remotas origens a região de Alanje, enquanto que em Portugal lhes apontam as freguesias de Salgueiro no Fundão e em Castelo-Branco. O que se sabe é que muitos que o usaram se distinguiram em diversos campos, merecendo dos nossos Reis as mais variadas Mercês Régias. Foi o caso, na época da Restauração de Manuel Rodrigues Salgueiro, filho de Gaspar Rodrigues Salgueiro, a quem foi concedido em 1660 Alvará de Moço de Câmara, com a condição de ir á India. De 1664 a 1666 foram concedidos Alvarás de Escudeiros Fidalgos logo aumentados a Cavaleiros Fidalgos a Manuel, Diogo, e Francisco Salgueiro,naturais de Tânger, filhos de Manuel Salgueiro.Outros se distinguiram como religiosos, como o Jesuíta, Francisco Salgueiro, lente da Universidade de Évora, ou o P. Diogo Marques Salgueiro, Cavaleiro da Ordem de Aviz.De alguns deles ficou ilustre descendência que deu continuidade ao uso do apelido.
 

Governo da Bolívia rejeita medidas cautelares em resposta a pedido da CIDH sobre Jeanine Áñez

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Américas

La Paz respondeu a um pedido de informações da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre medidas cautelares enviado por advogados de Jeanine Áñez.

O governo da Bolívia respondeu na sexta-feira (10) um pedido de informações sobre Jeanine Áñez, autodeclarada presidente interina do país entre 2019 e 2020, detida desde março, por parte da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), disse Wilfredo Chávez, procurador-geral do Estado.

"O Estado boliviano deu ontem à noite, perante a CIDH, uma resposta ao pedido de informações para solicitação de medidas cautelares para a cidadã Jeanine Ánez Chávez", disse o funcionário em uma coletiva de imprensa, citada pela Agência Boliviana de Informação (ABI), declarando que a medida não é admissível.

"O relatório foi enviado à CIDH, esperamos que a medida solicitada seja indeferida porque não consideramos que nenhum dos fundamentos exista, ou que os elementos solicitados no pedido tenham convergido", disse Chávez.

Os advogados de Áñez pediram à CIDH que ativasse medidas preventivas para salvaguardar a vida e a saúde da política, depois que ela tentou se ferir em 21 de agosto na prisão de Miraflores, em La Paz, onde está em prisão preventiva desde março por acusações de golpe de Estado no final de 2019. Na época, Evo Morales, presidente do país, foi forçado a se demitir do cargo e obter asilo na Argentina.

Em uma carta endereçada ao secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), publicada em sua conta no Twitter na sexta-feira (10), Jeanine Áñez disse que seus carcereiros querem que ela morra na prisão, mas que "isso não resolverá a questão subjacente", porque, segundo ela, "a justiça não vale e não resolve nada, mas divide e arruína"

Bolsonaro 'pode ter passado do limite em palavras, mas não em ações', garante Paulo Guedes


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Brasil

Ministro da Economia afirmou que o Bolsonaro tem tentado "o máximo que pode" se manter "dentro das quatro linhas". Na quinta-feira (9), Bolsonaro divulgou nota afirmando que nunca teve "intenção de agredir quaisquer dos poderes".

O ministro Economia, Paulo Guedes, afirmou a investidores internacionais nesta sexta-feira (10) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode ter passado dos limites em palavras, mas não em ações, e destacou a solidez da democracia brasileira.

"Atores, especificamente o presidente, podem ter ultrapassado os limites em palavras, mas não em ações. Mas a coisa é: e os atos? O presidente nunca mandou prender ninguém, nunca transgrediu nada no campo fiscal. O presidente está tentando muito, o máximo que ele pode, para ficar dentro das quatro linhas", afirmou Guedes durante evento virtual do banco Credit Suisse, citado pelo jornal O Globo.

O ministro da Economia tentou explicar a situação do país e ressaltou o potencial brasileiro para crescer, mas é preciso apaziguar os ânimos.

O presidente Jair Bolsonaro participa da cúpula do Mercosul ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes
© Foto / Marcos Corrêa/Divulgação/Presidência da República
O presidente Jair Bolsonaro participa da cúpula do Mercosul ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes

"Minha confiança na democracia brasileira é que toda hora que um ator passa de seu território, outro ator aparece e coloca os transgressores de volta em suas quatro linhas […]. Nós somos seres humanos, cometemos erros. Algumas vezes ultrapassamos nossos territórios. Mas o importante é que estamos evoluindo as instituições. Elas melhoram a todo momento. Toda vez que alguém transpassa, outra instituição aparece e a demarcação de territórios corrige os dois lados", afirmou.

Bolsonaro 'morde e assopra'

A crise institucional entre os Poderes atingiu seu ápice durante os atos do 7 de setembro. O presidente Jair Bolsonaro fez discursos com fortes críticas ao Judiciário, sobretudo ao Supremo Tribunal Federal (STF). O principal alvo das críticas foi o ministro Alexandre de Moraes, relator de inquéritos contra o presidente e seus aliados. Bolsonaro afirmou que descumpriria decisões de Moraes, a quem chamou de canalha.

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz discurso durante manifestação em seu apoio em São Paulo, em 7 de setembro de 2021
© AFP 2021 / PAULO LOPES
Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz discurso durante manifestação em seu apoio em São Paulo, em 7 de setembro de 2021
Na quinta-feira (9), Bolsonaro divulgou um texto intitulado "Declaração à Nação" no qual afirma que nunca teve "intenção de agredir quaisquer dos poderes". Na nota, o presidente afirma que a crise institucional ocorre por "discordâncias" em relação a decisões de Alexandre de Moraes, e acrescenta que essas questões "devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal".

"Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles", finalizou.