OS SETE POVOS DAS MISSÕES

Sete Povos das Missões

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Sete Povos das Missões é o nome que se deu ao conjunto de sete aldeamentos indígenas fundados pelos Jesuítas espanhóis no Continente do Rio Grande de São Pedro, atual Rio Grande do Sul, composto pelas reduções de São Francisco de Borja, São Nicolau, São Miguel Arcanjo, São Lourenço Mártir, São João Batista, São Luiz Gonzaga e Santo Ângelo Custódio. Os Sete Povos também são conhecidos como Missões Orientais, por estarem localizados a leste do rio Uruguai.

Ruínas de São Miguel

Os Sete Povos foram fundados na derradeira onda colonizadora jesuíta na região, depois de terem sido fundadas dezoito reduções em tempos anteriores, todas destruídas pelos bandeirantes luso-brasileiros. Dentre as causas apontadas pelos historiadores para o retorno, estão a abundância de gado na região e o desejo da coroa espanhola de assegurar a posse daquelas terras, em virtude da crescente presença portuguesa no sul. Contudo, essas teses são controversas.

Seja como for, a partir de 1682 os Jesuítas começaram a voltar para as suas antigas terras, e neste mesmo ano foi fundado o primeiro dos Sete Povos: São Francisco de Borja, seguido por São Nicolau, São Luiz Gonzaga e São Miguel.


o Francisco Xavier, importante exemplo de estatuária missioneira, hoje no Museu Júlio de Castilhos

Os Sete Povos das Missões

Localização dos Sete Povos (área em rosa)

São Francisco de Borja

A primeira a nascer, fundada pelo padre Francisco Garcia, era uma extensão da redução de San Tomás, de onde saíram 195 pessoas. Nela trabalhou o Padre José Brasanelli. Em 1707 esta redução contava com 2814 habitantes. Desta redução nasceu a cidade de São Borja.

-A primeira cidade a ser fundada São Francisco de Borja que contava com 2814 habitantes que da reduçao do Padre Jesuita Brasanelli fez assim nascer a cidade de São Borja no ano de 1707.

São Luiz Gonzaga

Sua origem está na transferência, em 1687, de 2.922 pessoas que antes habitavam as reduções de São Joaquim e Santa Tereza. O Padre Alfonso del Castillo, Superior de todos os Povos, liderou a fundação. O 1º Cura foi o padre Miguel Fernandez. Em 1707 sua população se havia reduzido para 1.997 almas. Foi a origem a cidade moderna de São Luiz Gonzaga.

São Nicolau

Sua população antigamente habitara este mesmo local, na redução fundada pelo padre Roque Gonzales em 1626, mas havia sido expulsa pelos ataques dos bandeirantes de Francisco Bueno. Passaram para a Argentina e fundaram a redução dos Apóstolos, para onde afluíram refugiados também da redução de Tapes. Em 1687 estes povos se uniram e voltaram ao Rio Grande, e refundaram São Nicolau em 2 de fevereiro.

Este renascimento foi marcado por um ciclone e um incêndio, desastres que destruíram boa parte das instalações, incluindo a igreja. Mas logo a redução voltou a se recompor, reconstruindo o templo em pedra sob a orientação do padre Anselmo de la Matta. Chegou a possuir 7.751 pessoas em 1732, e deu origem à cidade de São Nicolau.

São Miguel Arcanjo

Seu primeiro fundador fora o padre Cristóvão de Mendonça, em 1632, que igualmente atacado por predadores bandeirantes, abandonou o local com os índios e se refugiaram em Concepción, no Paraguai. A volta aconteceu em 1687, com o deslocamento de 4.195 pessoas. E três anos já estava quase completa, com a casa dos padres e cem outras para os índios.

Em 1697 São Miguel foi dividida, indo 2.832 pessoas fundar a redução de São João Batista. Em 1707 possuía 3.110 habitantes. A igreja foi obra do padre João Batista Primoli, que de 1735 a 1744 a levantou empregando somente operários indígenas.

Suas ruínas são ainda visíveis nos dias de hoje, pertencentes ao município de São Miguel das Missões, constituindo o mais importante sítio arqueológico de sua natureza no estado, tendo sido declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, junto com outras ruínas no Paraguai, Argentina e Bolívia.
Nossa Senhora da Conceição, outro exemplo de escultura das Missões. Note-se os traços marcadamente índios da face. Acervo do Museu Júlio de Castilhos

São Lourenço Mártir

Foi fundada em 1690 com nativos de Santa Maria Maior, descendentes dos fugitivos de Guaíra, que se instalaram no local liderados pelo padre Bernardo de La Veja. Em 1731 eram 6.400 os habitantes deste Povo. Seus remanescentes estão localizados em São Lourenço das Missões, no município de São Luiz Gonzaga.

São João Batista

Fundada pelo padre Antonio Sepp, um polímata, que dominava a música, arquitetura, urbanismo, relojoaria, pintura e escultura. Foi seguido por 2.832 pessoas oriundas da redução de São Miguel. Os trabalhos na igreja iniciaram em 1708, quando já havia 3.400 pessoas habitando o aldeamento. Sob orientação de Sepp esta redução mostrou alto nível de atividade cultural. Suas ruínas se localizam na cidade de Entre-Ijuís.

Sepp também foi um geólogo e minerador, extraindo o primeiro ferro das Missões, fazendo instrumentos variados e até os sinos da igreja do seu Povo. Sua obra-prima foi o relógio instalado no campanário da igreja que, ao dar as horas, fazia desfilar pelo mostrador os 12 Apóstolos.

Santo Ângelo Custódio

Sua população anteriormente habitara Concepción, passara por Ijuí e por fim se fixou em Santo Ângelo, em 1707, com 2.879 pessoas sob o comando do padre Diogo de Hasse.

Declínio

No século XVIII, a região estava sob disputa entre Espanha e Portugal. O Tratado de Madri de 1750 havia posto a área à disposição de Portugal em troca da Colônia do Sacramento, e a saída dos Jesuítas espanhóis ali ficou decretada. Mas este Tratado gerou conflitos: nem padres nem índios queriam abandonar suas reduções, nem os portugueses queriam abandonar Sacramento. Houve uma série de confrontos armados que culminaram na Guerra Guaranítica, que deixou um rastro de destruição e sangue que abalou as estruturas do sistema missioneiro.

Logo depois veio o fim: com a intensa campanha difamatória que os Jesuítas sofreram a partir de meados do século XVIII, a Companhia de Jesus foi expulsa de terras portuguesas em 1759, e em 1767 a Espanha fez o mesmo. No ano seguinte todas as reduções foram esvaziadas, com a retirada final dos Jesuítas. Então suas terras foram apossadas pelos espanhóis e os índios foram subjugados ou dispersos.

Quando em 1801 eclodiu nova guerra entre Portugal e Espanha, os Sete Povos já estavam em tal estado de desintegração que com apenas 40 homens Manuel dos Santos Pedroso e José Borges do Canto conseguiram conquistá-los para Portugal, embora pareça ter havido a participação indígena como facilitadora da tomada de posse. Depois disso Portugal anexou o território ao Rio Grande do Sul, instalando um governo militar na região, encerrando todo um ciclo civilizatório e dando início a outro.

Na cultura
A Catedral Angelopolitana, erguida à semelhança da antiga igreja de São Miguel

Os Sete Povos fazem parte de um importante capítulo da história do Rio Grande do Sul. Deram origem a cidades prósperas, auxiliaram na delimitação de fronteiras, e foram tema para a formação de um grande folclore regionalista de tom heróico em torno das figuras dos padres e dos índios, dentre os quais em especial Sepé Tiaraju. A cultura desenvolvida nestes centros chegou a alto nível de complexidade em termos de arte, urbanismo e harmonia social.

Os sinais deixados pelos Sete Povos das Missões foram fortes e permanecem em formas de ruinas, marcas arquitetônicas, fronteiras, costumes e lendas da região. Suas relíquias ainda podem ser vistas nos sítios arqueológicos e nos museus regionais. Sua importância é digna da atenção da UNESCO, e o acervo de estatuária que se preservou e está espalhado em coleções privadas e públicas é hoje patrimônio nacional tombado pelo IPHAN.

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AVE MARIA

A VIOLA



Viola, viola pinho, viola caipira ou viola sertaneja são as denominações mais comuns para o principal instrumento do nosso povo interiorano. O instrumento também pode ser encontrado com os nomes de viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de Queluz, viola serena, viola brasileira, etc.

A viola foi trazida ao Brasil por colonos provindos de diferentes regiões de Portugal, principalmente do Norte, que, a partir do litoral, foram se adentrando e se espalhando por todo o país. Neste período de colonização, a viola era muito popular em Portugal, com cada região apresentando, sem fugir de um padrão típico, diferentes estilos para o instrumento.
A viola que mais se diferenciava era a viola beiroa, pois, além do cravelhal normal, com dez cravelhas (onde as cordas são esticadas), apresentava outro pequeno cravelhal, ao lado da caixa de ressonância, em cima do braço, com duas cravelhas.

As violas, em Portugal, sempre se encordoavam com cinco ordens de cordas metálicas, todas duplas, nas violas amarantinas, campaniças, beiroas e braguesas (portanto violas com cinco pares de cordas) e apresentando, na viola toeira, da região de Coimbra, cordas duplas nas três primeiras ordens e triplas nas duas últimas (as três cordas destas ordens ficavam bem próximas umas das outras, um bordão, acompanhado de duas cordas finas de metal).
A viola, então, pode ser encordoada com doze cordas, mas desde que numa disposição de cinco ordens, ou seja, não existe viola com seis ordens (seis pares de cordas). Tanto em Portugal quanto no Brasil, foram encontradas violas com doze furos no cravelhal, mas com apenas dez cravelhas. Reminiscência, talvez, desta viola de doze cordas, da região de Coimbra.

Aqui em nosso país, o instrumento praticamente manteve sua estrutura básica, porém as tradições musicais foram se alterando, conforme a realidade de cada região e os diferentes níveis de interação com culturas distintas, notadamente a negra e a indígena. Essa miscigenação também propiciou, embora casualmente, o surgimento de outros tipos de violas como a viola de buriti, a viola de cocho, a viola de cabaça e a viola de bambu.
As afinações mais usadas pelos violeiros são: a Cebolão, a Rio Abaixo e a Natural; porém, existem dezenas de outras afinações, com os mais variados nomes. É comum encontrarmos uma determinada afinação apresentando nomes diferentes e, até mesmo, um mesmo nome aplicado a diferentes afinações. Enfim, parece que herdamos dos portugueses uma total liberdade quanto às terminologias.
Viola, em português, designa o instrumento que, nos séculos XV, XVI, XVII e XVIII, era conhecido nos outros países por guitarra (instrumento de fundo paralelo ao tampo, com uma curvatura na cinta da caixa de ressonância, a que denominamos de "cintura").
Guitarra, em português, designa um instrumento de fundo paralelo ao tampo, mas sem cintura, parecido com o nosso bandolim. É o instrumento mais popular de Portugal, usado principalmente nos fados.

No final do século XVIII, surgiu na Espanha a guitarra de seis cordas simples, que logo se popularizou em todo o mundo com o nome de guitarra. No norte de Portugal, este instrumento de seis cordas recebeu o nome, não de guitarra, mas de violão, já que o termo guitarra se referia possivelmente a alguma ex--colônia portuguesa, onde se usa a denominação violão, para o instrumento conhecido, em todo o mundo, por guitarra.
No sul de Portugal, como já não existia mais a viola de cinco ordens, eles se referiam a este instrumento de seis cordas simples por viola, ou seja, o mesmo instrumento identificado nos outros países por guitarra, em Portugal é conhecido por violão, na região Norte, e por viola, na região Sul. Este fato explicaria o porquê de, no Brasil, em alguns momentos, as pessoas dizerem viola, referindo-se, na verdade, ao violão.

Finalizando, o instrumento tocado com arco, semelhante ao violino e que se designa viola nos demais países europeus, em Portugal é mais conhecido por violetta e no Brasil, no meio rural, por rabeca.

Texto e Pesquisa de Roberto Corrêa
Extraído do livreto do CD "Uróboro" (1994)

PEDRO MESTRE E CHICO LOBO

CHAMARRITA - VIOLA DA TERRA

CHICO LOBO E PEDRO MESTRE

GRÊMIO PORTO ALEGRENSE

Como publicada no site oficial do Grêmio O Grêmio nasceu da bola. Tudo começou quando o paulista Cândido Dias da Silva trouxe a primeira bola a Porto Alegre.Ele reuniu alguns amigos para fazer uma "pelada", mostrando como se jogava o novo esporte. O grupo gostou tanto que decidiu fundar um clube. No dia 15 de setembro de 1903, 33 rapazes se reuniram em um restaurante no centro da cidade, onde atualmente se localiza a Galeria Chaves. Naquele momento, a ata de fundação foi escrita e assinada por todos os presentes, dando início à história de um clube vencedor, pronto para superar todos os desafios. Carlos Luiz Bohrer foi eleito o primeiro presidente,ainda sem jamais imaginar a projeção mundial que o recém-nascido clube um dia alncançaria. Em 1910, a fundação da Liga de Porto Alegre teve a participação do Grêmio, que venceu o campeonato da Cidade pela primeira vez em 1911. Depois, o Grêmio ainda conquistou mais 32 vezes o torneio. Já em 1918, o Grêmio participou da fundação da Federação Gaúcha de Futebol, conquistando seu primeiro campeonato Gaúcho em 1921. A primeira viagem do Grêmio ao exterior foi em 1936, quando jogou em Rivera, no Uruguai. Porém um dos títulos mais festejados pelos torcedores gremistas na época, foi o Campeonato da Cidade de 1935, em homenagem ao Centenário da Revolução Farroupilha. O Grêmio virou o jogo nos últimos 5 minutos e , em homenagem à heróica vitória, os jogadores decidiram que aquele título deveria ser comemorado por 100 anos. E, todos os anos, na mesma data, é realizado o "Jantar Farroupilha". Em 1961, foi a vez da primeira excursão à Europa. Foram 79 dias, onde o Grêmio disputou 24 jogos em 11 países. Mesmo com todas as glórias regionais, faltava ao Grêmio a consagração nacional. Em 1981, o Grêmio chegou ao seu primeiro título nacional, derrotando o São Paulo por 1 a 0 no campo do adversário, deixando mais de 100.000 torcedores emudecidos. A partir daí, o Brasil ficou pequeno demais para o clube. E em 1983, o Grêmio conquistava a copa Libertadores da América, abrindo caminho para a conquista do maior título que um clube pode perseguir: o de campeão do Mundo. E no mesmo ano, o Grêmio foi até Tokio para vencer o Hamburgo e levantar a taça de Campeão Mundial. Depois disso ainda conquistou duas vezes a Copa do Brasil, em 1995 chegou ao Bicampeonato da Libertadores, e 1996 Bi-Campeão Brasileiro. História de um grande clube - O time nascido da bola A história do Grêmio por P. E. Denardin e C. Dienstmann, publicada no livro GRÊMIO 95 O Grêmio nasceu da bola.Cândido Dias era um jovem comerciante paulista que morava em Porto Alegre e tinha recebido de presente de amigos de São Paulo uma bola de futebol importada. Guilherme Kaelfels tinha uma bomba de ar para enchê-la. Estava nascendo o Grêmio de Foot-Ball Porto-Alegrense, nome inicial. A fundação ocorreu na noite de quinze de setembro de 1903, uma terça-feira, num restaurante da antiga rua 15 de Novembro, hoje José Montaury. Exatos 20 rapazes compareceram à reunião, mas outros 12 também assinaram a ata, completando um total de 32 fundadores. Carlos Luiz Bohrer foi eleito o primeiro presidente do Grêmio. O Grêmio realizou o primeiro jogo apenas no dia 6 de março de 1904, quase meio ano depois da sua fundação. Foram duas partidas numa tarde só, com os primeiros e segundo quadros, contra o Fuss Ball Porto Alegre (hoje extinto),no campo do adversário. Foi pela disputa de dois troféus , o "Vereinpreiss" e o "Wanderpreiss". O programa dos jogos, com escalações dos times e outros detalhes, foi impresso em português e em alemão. E o Grêmio ganhou seu jogo de estréia por 1 a 0, mas os jornais não informam o nome do autor do primeiro gol da sua história. O "Wanderpeiss", um bonito copo de metal, é o primeiro dos mais de 2 mil trófeus do clube. O primeiro uniforme do Grêmio foi azul e havana. Mas como não havia suficiente tecido desse tipo, o havana foi substituido pelo preto. Por isso o uniforme do Grêmio foi azul e preto até 1912, quando começou a aperecer o branco em várias combinações. O modelo final da camiseta (tricolor em listras verticais azuis, pretas e brancas) surgiu em 1929. O primeiro estádio do Grêmio foi o da Baixada, no Moinhos de Vento, ao lado de um antigo hipódromo. O terreno foi comprado da família Mostardeiro. A inauguração ocorreu no dia 4 de agosto de 1904.Os próprios associados ajudaram a limpar o terreno. Depois, plantaram plátanos atrás da primeira arquibancada. Haviam poucos adversários para enfrentar e por isso o Grêmio jogou só 16 partidas em seus 6 primeiros anos de vida, sendo uma com o Rio Grande, e 15 com o Fuss Ball. Mas em 1909, dia 18 de julho, o Grêmio jogou pela primeira vez contra o recém fundado Internacional. O Primeiro Gre-Nal foi na Baixada. O grêmio jogou com camisetas em azul e preto inglesas, o inter com italianas vermelho e branco. O Grêmio ganhou o jogo por 10 a 0. Em 1910 o Grêmio participou da fundação da Liga de Futebol de Porto Alegre, e ganhou o campeonato da cidade pela primeira vez em 1911. Sete anos depois, em 1918, foi um dos clubes que fundaram a Federação Rio-Grandense de Desportos,a FRGD (hoje Federação Gaúcha de Futebol, FGF), para a realização do campeonato estadual, vencido pelo Grêmio pela primeira vez em 1921. Um dos campeonatos mais festejados é o de 35, o "Campeonato Farroupilha". Até hoje, em 73 participações, o Grêmio foi campeão gaúcho 33 vezes, obtendo a sua maior série com o hepta (62-68). Além de ganhar a Copa Libertadores em 83 e 95, o Mundial de clubes em 1983. Venceu ainda diversos torneios internacionais. O Clube foi também campeão brasileiro em 1981 e 1996, da copa do Brasil em 1989, 1994, 1997 e 2001. Na relação de títulos ainda se incluem 33 vezes em que obteve o campeonato de Porto Alegre. Musa do Grêmio Nome: Rafaela Fernandes Time: Grêmio Cidade/Estado: Porto Alegre/RS Apelido: Rafa Profissão: Promotora de eventos e estudante de fisioterapia Idade: 29 Musas do Gauchão 2011 Resumo dos Principais Títulos: · Campeão da Cidade de Porto Alegre: de 1904 a 1964, conquistando esse título 33 vezes. · Campeão do Rio Grande do Sul : em 75 participações, 33 vezes Campeão. · Campeão do Torneio "Confraternidad"em 1968. · Hepta-campeão do Rio Grande do Sul em 1968. · Campeão da Copa Atlântico Sul em 1971. · Campeão do Torneio de Caracas em 1977. · Campeão do Torneio Internacional "Semana de Mayo", na Argentina, em 1979. · Campeão Brasileiro em 1981. · Campeão do Torneio "El Salvador del Mundo", em El Salvador, em 1981. · Campeão do Torneio de Valladolid, na Espanha, em 1981. · Campeão da Copa Libertadores da América em 1983. · Campeão da Copa Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1983. · Campeão Mundial em 1983. · Vice-Campeão da Taça Libertadores da América em 1984. · Campeão do Torneio de Rotterdam, na Holanda, em 1985. · Campeão do Torneio Palma de Mallorca, na Espanha, em 1985. · Vice-Campeão do Torneio Ramon de Carranza, na Espanha, em 1985. · Campeão do Torneio Philips, na Holanda, em 1986. · Bicampeão do Torneio Philips, na Suíça, em 1987. · Campeão da Copa do Brasil, em 1989. · Bicampeão da Copa do Brasil, em 1994. · Campeão da Sanwa Bank Cup, no Japão, em 1995. · Bicampeão da Taça Libertadores da América em 1995. · Campeão Gaúcho em 1996. · Bicampeão Brasileiro em 1996. · Campeão da Recopa Sul-Americana. · Tricampeão da Copa do Brasil em 1997. · Campeão da Copa Sul Brasileira 1999. · Campeão Gaúcho 2001. · Tetracampeão da Copa do Brasil em 2001. · 2002...? aguardem...a saga continua!!! 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