A HISTÓRIA DO GOIÁS ESPORTE CLUBE

Goiás Esporte Clube Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nome: Goiás Esporte Clube Alcunhas: Verdão, Esmeraldino Torcedor/Adepto: Esmeraldino Mascote: Periquito Fundação: 6 de abril de 1943 (68 anos) Estádio: Estádio Hailé Pinheiro Capacidade: 10.000 torcedores Localização: Goiânia - GO, Brasil Mando de jogo em Estádio: Serra Dourada Capacidade (mando): 50.049 torcedores Presidente: Hailé Selassié de Goiás Pinheiro Treinador: Enderson Moreira Material esportivo: Lotto Competição: Campeonato Goiano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa Sul-americana Ranking nacional: 13º lugar, 1.523 pontos Goiás Esporte Clube é uma agremiação esportiva brasileira do estado de Goiás, com sede na cidade de Goiânia, fundado em 1943. Tem como principal rival o Vila Nova, e ainda uma rivalidade mais leve com o Atlético Goianiense. Possui a maior torcida de Goiânia, do estado de Goiás (dentre todos os clubes brasileiros), e a quarta maior do Centro-Oeste brasileiro (atrás apenas do Flamengo, Corinthians e São Paulo) conforme pesquisa realizada pelo Instituto Ibope. O Goiás foi o primeiro time goiano à disputar o Campeonato Brasileiro da Série A, e o primeiro e único à disputar uma Copa Libertadores da América e uma Copa Sul-Americana; representando todo o pioneirismo do futebol goiano no cenário futebolístico nacional. O primeiro e único time da região a chegar numa final de Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. Em seu estado, o esmeraldino é supremacia: Com 22 títulos goianos, o clube alviverde é o maior vencedor do campeonato de seu estado e mantém vantagem sobre todos os seus rivais. O Goiás também é detentor da maior glória do futebol goiano até hoje: O Campeonato Brasileiro da Série B conquistado pelo clube em 1999. Estádio Serra Dourada Nome oficial: Est. Serra Dourada Capacidade: 60.000 torcedores Endereço: Jardim Goiás Inauguração: 09/03/1975 Primeiro jogo: Sel. Goiana 02x01Sel. Portuguesa Primeiro gol: Otávio (seleção portuguesa) Recorde de público: 79.610(sel. goianaxsel.port.) Dimensões do gramado: 110mx78m Proprietário: governo do estado de Goiás História O clube foi fundado em 6 de abril de 1943, organizado por um grupo de amigos. Para jogar a primeira partida de sua história, contra o Atlético Goianiense, utilizou camisas (verdes com listas horizontais brancas) doadas pelo América Mineiro. Só que os mineiros só puderam dar nove camisas e foi preciso completar com duas inteiras brancas. Por mais de 20 anos, o clube permaneceu pequeno. Durante as décadas de 50 e 60, o Goiás foi chamado jocosamente pelos rivais de "Clube dos 33" – brincadeira de que seria esse o número de torcedores que o clube tinha. Além da fama de impopular o time também era considerado perdedor: foram anos, em que o único brilho vinha de do atacante Tão Segurado, que vestiu a camisa esmeraldina entre 1954 e 61 e foi o primeiro jogador do time a ser artilheiro do Campeonato Goiano, em 1956. Em 1966 a equipe conquistou o primeiro título no Campeonato Goiano, comandado pelo zagueiro Macalé. Durante a década de 1970 os esmeraldinos conquistaram 4 títulos estaduais e participaram, em 73, de seu primeiro Campeonato Brasileiro. A 13ª colocação foi aceitável, mas destacada mesmo foi uma partida específica, uma das maiores da história do clube: no Pacaembu, diante do Santos, o Goiás perdia por 4 x 1 e a vitória já parecia coisa assegurada, tanto que Pelé foi substituído. Nos últimos 15 minutos, Lucinho, Matinha e principalmente Paghetti – que marcou três gols – brilharam e arrancaram um glorioso empate por 4 x 4. Quando os santistas desceram para o vestiário com cabeça baixa, Pelé, já de banho tomado, achou que era brincadeira. Décadas de 1980 e 90 Durante os anos 1980, o Goiás já era o dono do Estado que leva o seu nome e uma presença constante no Brasileiro – muitas vezes tendo um papel de destaque como em 1983. A equipe que tinha Zé Teodoro na lateral-direita, Dadá Maravilha na frente e era liderada por Luvanor terminou em 5º lugar. Depois da participação destacada, o meia se transferiu para o Catania (ITA) e voltou em 1990, a tempo de comandar outra campanha ilustre, a do vice-campeonato da Copa do Brasil. Foi por essa época que começou outra tradição: a de ser o lar de grandes artilheiros do Campeonato Brasileiro. Na edição de 1989, surgiu para o País um centroavante que passaria a ser referência de oportunismo e marketing pessoal durante as duas décadas seguintes: Túlio (que na época ainda era "Maravilha"). Ele foi o maior goleador daquele torneio, repetiu o feito no Campeonato Goiano de 1991 e chamou a atenção do Sion (SUI) - a primeira das muitíssimas andanças do artilheiro. Seu substituto, no ano seguinte, foi Baltazar. O "Artilheiro de Deus" – que começou sua carreira no Atlético Goianiense - se destacou na conquista do Goiano de 1994, quando marcou 25 gols, e no vice-campeonato da Série B do Brasileirão, que levou o clube de volta à elite. E quando usamos "elite" não é só maneira de dizer. No segundo ano de seu retorno à divisão principal, o Goiás se tornou a primeira (e por enquanto única) equipe goiana a chegar à semifinal do Brasileiro. Com um ataque imparável formado por Alex Dias (que depois se transferiria para a França), Lúcio e Dill, em 96 os goianos só foram barrados pelo Grêmio, que se sagraria campeão. Alguns dos principais nomes daquela equipe acabaram negociados, o que resultou em duas campanhas fracas: 19º lugar em 97 e o 22º em 98, quando o clube voltou à Série B. Mas foi por pouco tempo: uma nova geração já se formava, com nomes como o atacante Fernandão. O Goiás foi campeão da segunda divisão em 1999 e voltou à Série A pela porta da frente. Década de 2000 Na temporada do ano 2000, o atacante Dill foi artilheiro do Goiano com 29 gols e também do Brasileirão, em que marcou 20 gols na campanha da equipe rumo à 10ª posição. Desde então, a condição de um dos melhores clubes do Brasil – e um dos que mais revelam artilheiros - não se alterou mais. Primeiro foi a quebra de recorde conseguida por Dimba em 2003. Graças à ajuda valiosa de Danilo, Grafite e Araújo, o camisa 9 marcou 31 gols naquela temporada e bateu a marca de maior número de gols numa edição do Brasileirão, que era de Edmundo (e que seria quebrada novamente por Washington, do Atlético-PR, em 2004). Paulo Baier ainda brilha no Goiás Apesar da saída de tantos jogadores, o núcleo foi refeito e, com nomes como Paulo Baier, Rodrigo Tabata, Jadílson e Souza, os esmeraldinos comandados por Geninho terminaram o Brasileiro de 2005 em 3º lugar e conquistaram uma vaga inédita na Libertadores da América. E não só a vaga: o time passou pela primeira fase como líder e caiu nas oitavas-de-final, por causa do critério do gol fora de casa, contra o Estudiantes de La Plata (ARG). Mais um ano, mais um camisa 9 do Goiás na artilharia: em 2006, quando o clube completou a quarta temporada seguida entre os 10 primeiros do Brasil, Souza liderou a tabela com 17 gols. Coisa que já não surpreendia mais ninguém. Coisa de time grande. Coisa de quem já conquistou muito, muito mais do que 33 torcedores. Em 2009, conquistou o Campeonato Goiano sobre o Atlético-GO e com a melhor campanha da competição. O clube foi eliminado (de forma invicta) nas oitavas-de-final da Copa do Brasil pelo Fluminense. Alegando que o jogador Everton foi escalado irregularmente nos jogos da semifinal, o Atlético-GO entrou com uma ação na justiça contra o Goiás que poderia tirar até 12 pontos do clube esmeraldino (ou seja , perder o título do Goianão) e mais uma multa de 1 a 10 mil reais. Porém, o STJD deu ganho de causa ao Goiás que manteve o título. Começou o Brasileiro com uma série de empates e derrotas, mas encaixou uma sequência de 6 vitórias consecutivas e terminou o 1º turno na 3ª posição. Mas o time caiu muito de rendimento na segunda metade do certame, e com uma das piores campanhas do returno fechou a principal competição nacional em 9º lugar. Na Copa Sul-Americana o Goiás foi eliminado para o Cerro Porteño (PAR) também nas oitavas e terminou a competição em 12º lugar. 2010 Após uma campanha ruim no Campeonato Brasileiro, foi rebaixado à Série B com dois jogos de antecipação. No entanto, o time fez uma boa campanha na Copa Sulamericana, chegando a sua primeira final de uma competição internacional em vitória sobre o Palmeiras, de virada, por 2 a 1, no Pacaembu. O Goiás tinha perdido o primeiro jogo por 1 a 0, no Serra Dourada e venceu no critério do gol fora de casa. No dia primeiro de dezembro, venceu o Independiente da Argentina pelo placar de 2 a 0 no primeiro jogo da final da Copa Sulamericana. Porém na partida de volta, o time perdeu por 3 a 1 no tempo normal e foi derrotado nos pênaltis por 5 a 6 (Felipe errou a cobrança), ficando assim, em segundo lugar. Cronologia * 1943 – É fundado em 6 de abril. * 1944 – Primeira participação no Campeonato Goiano, ainda na fase do amadorismo. * 1951 – Decide o estadual pela primeira vez. Empata um jogo e ganha outro do Goiânia, que recorre à Justiça. Seis anos depois, decide-se o título. O Goiânia vence por 3-2. * 1960 – Adquire o terreno da Serrinha numa área conhecido como Fazenda Macambira. * 1965 – Período de dificuldades da equipe no Campeonato Goiano, quando chega a ser ameaçada de rebaixamento e só escapa graças à vitória numa partida de desempate diante da extinta Sociedade Esportiva Riachuelo. * 1966 – Com apenas uma derrota para o Anápolis (campeão do ano anterior) na estreia, a equipe alviverde conquista o Campeonato Goiano, o primeiro título da história do clube. * 1967 – Primeira participação num torneio nacional, a Taça Brasil. Vence o Rabello-DF por 1 a 0 na estreia, mas não se classifica num grupo que ainda tinha Goytacaz-RJ e Rio Branco-ES. * 1971/72 – Período de muitos títulos. O clube conquista seu primeiro bicampeonato goiano e leva também os troféus da Taça Governador e do Torneio Goiás-Pará. * 1973 – O Goiás é o primeiro clube goiano a disputar o Campeonato Brasileiro. Na estreia, empata em 0-0 com o Olaria no estádio Olímpico, em 26 de agosto. A primeira vitória também é no Olímpico, 1-0 diante do Flamengo. O time termina em décimo-terceiro entre quarenta clubes. * 1975/76 – O segundo bicampeonato estadual do clube coincide com a inauguração do estádio Serra Dourada. Em 25 de agosto de 1975, o Alviverde empata em 0-0 com o Santos na primeira vez em que o Serra Dourada é usado no Brasileirão. * 1981 – Quebra a sequência de quatro títulos do Vila Nova e volta a ser campeão. A conquista, no entanto, foi no tapetão. Numa das partidas da final, contra a Anapolina, o Goiás ganhou os pontos alegando irregularidade na escalação de um jogador adversário. * 1983 – Outro título do Campeonato Goiano em cima da Anapolina, dessa vez dentro de campo. Mas o ano é marcado pela excelente participação da equipe no Campeonato Brasileiro, quando chega às quartas-de-final. Negocia o craque Luvanor com o Catania e aproveita para fazer a primeira excursão internacional da história do clube, na Itália. A diretoria negocia a aquisição da área do CT do Parque Anhanguera. * 1987 – Convidado para participar da Copa União, o Campeonato Brasileiro organizado pelo recém fundado Clube dos 13. * 1988 – Aplica a maior goleada de um clube goiano em jogos oficiais. No Serra Dourada, em 11 de maio, venceu a Jataiense por 12 a 0. * 1989 – Início de uma grande fase. É campeão estadual, décimo colocado do nacional e chega às semifinais da Copa do Brasil. Para completar, faz seu primeiro artilheiro do Campeonato Brasileiro, Túlio Maravilha, com onze gols. * 1990 – Conquista novamente o Campeonato Goiano, fica em 9º no Brasileirão e disputa a final da Copa do Brasil diante do Flamengo, mas perde o título ao empatar em 0-0 no Serra Dourada. * 1991 – Primeiro tricampeonato estadual. * 1992 – Não alcança o tetra goiano, faz péssima campanha no Brasileiro e só não é rebaixado por causa de uma virada de mesa. De memorável, apenas uma excursão ao Oriente Médio, onde o time empata duas partidas contra a Catar. * 1993 – Primeiro rebaixamento no Campeonato Brasileiro. * 1994 – Retorna à elite do futebol nacional em grande estilo, como vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série B. Conquista também o Campeonato Goiano. * 1995 – Fica entre os oito melhores do Campeonato Brasileiro e inaugura o Estádio da Serrinha num amistoso diante do Kashima Antlers, do Japão. * 1996 – Uma de suas melhores campanhas no Brasileirão, do qual só é eliminado nas semifinais pelo Grêmio, futuro campeão. O time abre a série de títulos estaduais que culminaram no pentacampeonato em 2000. * 1997 – Chega ao bi estadual e traz os pernambucanos Araújo, Josué e Marquinhos, mas faz campanha ruim no Campeonato Brasileiro. É incluso no Clube dos 13. * 1998 – O tricampeonato goiano é a salvação do clube no ano, pois é rebaixado pela segunda vez no Brasileiro. * 1999 – Ano da redenção. Tetracampeão goiano, o Goiás chega às quartas-de-final da Copa do Brasil e ganha seu único título nacional, o Campeonato Brasileiro Série B. * 2000 – Com sobras, o pentacampeonato é do Goiás. O time conquista a Copa Centro-Oeste e o torneio seletivo à Copa dos Campeões, ambos de forma invicta. No Campeonato Brasileiro, faz de Dill o artilheiro, com vinte gols, e termina a fase de classificação em quarto, mas cai nas oitavas-de-final. * 2001 – O clube é bicampeão da Copa Centro-Oeste e faz campanha regular no Brasileirão. * 2002 – Dois títulos: o tricampeonato da Copa Centro-Oeste e a reconquista do Campeonato Goiano. * 2003 – O Alviverde é bi estadual, semifinalista da Copa do Brasil e notabiliza-se com uma impressionante campanha de recuperação no Campeonato Brasileiro, quebrando vários recordes e partindo da lanterna para o nono lugar. Ao lado de Araújo e Grafite, Dimba forma uma temida linha de frente e alcança a artilharia do Brasileirão, com trinta e um gols. * 2004 – Participa de seu primeiro torneio internacional, a Copa Sul Americana. Elimina o Atlético Mineiro na primeira fase, mas pára no Cruzeiro. No Campeonato Brasileiro, vai bem novamente e termina na sexta posição. * 2005 – Melhor campanha do Goiás em Campeonatos Brasileiros. A equipe disputa o título simbólico do primeiro turno, se mantém nas primeiras posições durante todo o Returno e fecha o torneio com uma vitória por 3-2 sobre o campeão Corinthians. É 3º lugar no geral e se classifica pela primeira vez à Copa Libertadores da América. * 2006 – O Alviverde tem pela frente sua primeira disputa de Copa Libertadores da América e não decepciona, é líder do seu grupo e um dos melhores classificados no geral do torneio, é eliminado nas oitavas de finais pelo Estudiantes da Argentina pelo critério do gols marcados fora de casa, terminando a competição em nono lugar. * 2007 – Umas das piores campanhas do Goiás em Campeonatos Brasileiros. A equipe realizou uma "final" com o Corinthians no Estádio Serra Dourada, que acabou empatado o jogo em 1-1, com o Goiás perdendo um pênalti. Porém, decidindo na última rodada do campeonato com o rebaixamento inédito do Corinthians e a permanência do Goiás na Elite do Futebol Brasileiro. * 2008 - O Goiás foi surpreendido no Campeonato Goiano pelo Itumbiara, terminando como vice-campeão. No Brasileirão, o Alviverde terminou na oitava colocação, classificando-se para a Copa Sul-americana de 2009. * 2009 – Conquistou o Campeonato Goiano sobre o Atlético-GO e com a melhor campanha da competição. O clube foi eliminado (de forma invicta) nas oitavas-de-final da Copa do Brasil pelo Fluminense. Terminou o Brasileiro em 9º lugar. Na Copa Sul-americana o Goiás foi eliminado para o Cerro Porteño nas oitavas e terminou a competição em 12º lugar. * 2010 - No Campeonato Goiano terminou em 4º lugar. Na Copa do Brasil foi eliminado pelo Vitória nas oitavas de final. No Campeonato Brasileiro foi rebaixado à série B do com duas rodadas de antecedência. Chegou a sua primeira final em uma competição internacional, na Copa Sul-americana de 2010 ficando em segundo lugar. * 2011 (em andamento) - Vice-campeão do Campeonato Goiano, perdendo a final para o rival Atlético-GO. Eliminado pelo São Paulo nas oitavas-de-final da Copa do Brasil e na Série b o time goiano anda fazendo campanha razoável no campeonato até o momento do primeiro turno. Títulos Nacionais * Campeonato Brasileiro Série B: 1999 Regionais * Copa Centro-Oeste: 2000 - 2001 e 2002 * Torneio Seletivo à Copa dos Campeões: 2000 Estaduais * RFEF - Campeonato Goiano: (22 vezes) 1966, 1971, 1972, 1975, 1976, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2002, 2003, 2006 e 2009 * RFEF - Torneio Início: (6 vezes) 1942, 1948, 1951, 1955, 1956 e 1960 Outras Conquistas * Liga.png Troféu Governador Octávio Lage (Torneio Interestadual de Goiânia): 1978 * Torneio Pará-Goiás: 1973 * Copa Leonino Caiado: 1973 * Torneio Newton Barreira: 1972 * Taça Dr. Manoel dos Reis e Silva: 1971 * Torneio Joviro Rocha: 1970 Campeão Invicto Destaques * CONMEBOL - Copa Sul-Americana: Vice-Campeão 2010 * CBF - Copa do Brasil: Vice-Campeão 1990 * Campeonato Brasileiro de 2005: 3º lugar * CONMEBOL Copa Libertadores de 2006: 9º lugar * Time que mais participou da Série A (36 vezes) depois do G-12. * 11º melhor time brasileiro da América do Sul na década, 34º lugar geral. * 10º melhor time do Brasil na década, segundo o Ranking R7. Curiosidades Gols em Campeonatos Brasileiros Série A * O PRIMEIRO GOL - Foi marcado por Lincoln contra o Flamengo no dia 29 de Agosto de 1973 no Estádio Olímpico Pedro Ludovico. * O CENTÉSIMO GOL - Foi marcado por Maisena contra o América-RJ no dia 26 de Setembro de 1976 no Estádio Olímpico Pedro Ludovico. * O GOL 500 - Foi marcado por Evandro contra o Grêmio no dia 05 de Dezembro de 1996 no Estádio Serra Dourada. * O MILÉSIMO GOL - Foi marcado por Paulo Baier contra o Atlético-MG no dia 08 de Agosto de 2008 no Estádio Serra Dourada. Jogos Internacionais Oficiais * 26/01/2006 - Deportivo Cuenca-EQU 1 X 1 Goiás - Copa Libertadores da América de 2006 * 01/02/2006 - Goiás 3 x 0 Deportivo Cuenca-EQU - Copa Libertadores da América de 2006 * 14/02/2006 - Unión Española-CHI 0 X 2 Goiás - Copa Libertadores da América de 2006 * 22/02/2006 - Goiás 2 x 0 The Strongest-BOL - Copa Libertadores da América de 2006 * 15/03/2006 - Goiás 3 x 0 Newell's Old Boys-ARG - Copa Libertadores da América de 2006 * 22/03/2006 - Newell's Old Boys-ARG 0 X 0 Goiás - Copa Libertadores da América de 2006 * 05/04/2006 - The Strongest-BOL 1 X 0 Goiás - Copa Libertadores da América de 2006 * 19/04/2006 - Goiás 0 x 0 Unión Española-CHI - Copa Libertadores da América de 2006 * 25/04/2006 - Estudiantes-ARG 2 X 0 Goiás - Copa Libertadores da América de 2006 * 04/05/2006 - Goiás 3 x 1 Estudiantes-ARG - Copa Libertadores da América de 2006 * 11/09/2007 - Goiás 2 x 3 Arsenal Sarandí-ARG - Copa Sul-Americana de 2007 * 04/10/2007 - Arsenal Sarandí-ARG 1 X 1 Goiás - Copa Sul-Americana de 2007 * 22/09/2009 - Cerro Porteño-PAR 2 X 0 Goiás - Copa Sul-Americana de 2009 * 01/10/2009 - Goiás 3 x 1 Cerro Porteño-PAR - Copa Sul-Americana de 2009 * 28/09/2010 - Goiás 1 x 0 Peñarol-URU - Copa Sul-Americana de 2010 * 21/10/2010 - Peñarol-URU 3 X 2 Goiás - Copa Sul-Americana de 2010 * 01/12/2010 - Goiás 2 x 0 Independiente-ARG - Copa Sul-Americana de 2010 - Final * 08/12/2010 - Independiente-ARG 3 (5) X (3) 1 Goiás - Copa Sul-Americana de 2010- Final Total 18 partidas, com 8 vitórias, 4 empates, 6 derrotas, marcando 25 gols e sofrendo 18 gols, com o saldo de 7 gols. Maiores Goleadas * Goiás 12 x 0 Jataiense - Campeonato Goiano * Goiás 10 x 1 Anápolis - Campeonato Goiano de 1991 * Goiás 9 x 0 Serra/ES - Copa Centro Oeste de 2002 * Goiás 7 x 0 Juventude/RS - Campeonato Brasileiro de 2003 * Goiás 7 x 0 São José/AP - Copa do Brasil de 2010 * Goiás 7 x 1 Real Clube - Campeonato Goiano de 2003 * Goiás 7 x 2 Goiânia - Campeonato Goiano de 2002 * Goiás 7 x 2 Goiatuba - Campeonato Goiano de 2003 * Goiás 6 x 0 Grêmio/RS - Campeonato Brasileiro de 1997 * Goiás 6 x 0 Rioverdense - Campeonato Goiano de 2007 * Goiás 6 x 1 Vitória/BA - Campeonato Brasileiro de 1988 * Goiás 6 x 1 Fluminense/RJ - Campeonato Brasileiro de 2003 * Bandeirante/DF 1 x 6 Goiás - Copa Centro Oeste de 2001 * Anapolina 1 x 6 Goiás - Campeonato Goiano de 2005 * Santa Helena 1 x 6 Goiás - Campeonato Goiano de 2011 * Aparecidense 1 x 6 Goiás - Campeonato Goiano de 2011 * Vila Nova 1 x 6 Goiás - Campeonato Goiano de 2009 * Canedense 2 x 6 Goiás - Campeonato Goiano de 2008 * Americano/RJ 2 x 6 Goiás - Copa do Brasil de 2001 * Goiás 6 x 3 Internacional/RS - Campeonato Brasileiro de 1996 * Goiás 6 x 3 Serra/ES - Copa Centro Oeste de 2001 * Goiás 5 x 0 Londrina/PR - Campeonato Brasileiro de 1978 * Goiás 5 x 0 Operário/MS - Copa do Brasil de 1990 * Goiás 5 x 0 Anapolina - Copa Centro Oeste de 2000 * Goiás 5 x 0 Ponte Preta/SP - Campeonato Brasileiro de 2004 * Goiás 5 x 1 Santa Cruz/PE - Campeonato Brasileiro de 1973 * Goiás 5 x 1 Flamengo/RJ - Campeonato Brasileiro de 1991 * Goiás 5 x 1 Vila Nova - Copa Centro Oeste de 2000 * Goiás 5 x 1 Goiatuba - Campeonato Goiano de 2005 * Anápolis 1 x 5 Goiás - Campeonato Goiano de 2004 * Goiás 5 x 2 Sport/PE - Campeonato Brasileiro de 1992 (*) Apenas placares de 5 para cima. Maiores Públicos * 1. Goiás x Vila Nova - 64.614 pagantes - Campeonato Goiano de 1979 * 2. Goiás x Flamengo - 61.258 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1983 * 3. Goiás x Vila Nova - 58.953 pagantes - Campeonato Goiano de 1977 * 4. Goiás x Vila Nova - 58.843 pagantes - Campeonato Goiano de 1982 * 5. Goiás x Santos-SP - 58.391 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1983 * 6. Goiás x Botafogo-RJ - 55.694 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1995 * 7. Goiás x Fluminense - 53.000 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1975 * 8. Goiás x Corinthians - 47.746 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1983 * 9. Goiás x Flamengo - 49.981 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2001 * 10. Goiás x Flamengo - 49.665 pagantes - Copa do Brasil de 1990 * 11. Goiás x Flamengo - 49.625 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1975 * 12. Goiás x Vila Nova - 47.712 pagantes - Campeonato Goiano de 1999 * 13. Goiás x Flamengo - 47.699 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1984 * 14. Goiás x Vila Nova - 46.636 pagantes - Campeonato Goiano de 1993 * 15. Goiás x Flamengo - 46.461 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2003 * 16. Goiás x Flamengo - 46.453 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1984 * 17. Goiás x Criciúma-SC - 45.504 pagantes - Copa do Brasil de 1990 * 18. Goiás x Flamengo - 45.504 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1990 * 19. Goiás x Flamengo - 45.380 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1986 * 20. Goiás x Vila Nova - 45.351 pagantes - Campeonato Goiano de 2001 * 21. Goiás x Vila Nova - 45.317 pagantes - Campeonato Goiano de 2005 * 22. Goiás x Internacional - 45.270 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1976 * 23. Goiás x Vila Nova - 44.707 pagantes - Campeonato Goiano de 1989 * 24. Goiás x Fluminense - 43.466 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1984 * 25. Goiás x Corinthians - 43.000 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2005 * 26. Goiás x Flamengo - 42.464 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1997 * 27. Goiás x São Paulo - 41.745 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2006 * 28. Goiás x Vila Nova - 41.156 pagantes - Campeonato Goiano de 1976 * 29. Goiás x Vila Nova - 41.003 pagantes - Campeonato Goiano de 1982 * 30. Goiás x Corinthians - 39.973 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2007 * 31. Goiás x Flamengo - 39.200 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2008 * 32. Goiás x Flamengo - 37.320 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2009 * 33. Goiás x Internacional - 36.173 pagantes - Copa do Brasil de 1999 * 34. Goiás x Atlético-MG - 35.889 pagantes - Campeonato Brasileiro de 1987 * 35. Goiás x Independiente-ARG - 35.500 pagantes - Copa Sul-Americana de 2010 * 36. Goiás x Internacional - 34.215 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2007 * 37. Goiás x Flamengo - 32.729 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2005 * 38.Goiás x Vasco - 32.343 pagantes - Copa do Brasil de 1999 * 39. Goiás x São Paulo - 30.237 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2003 * 40. Goiás x Itumbiara - 30.236 pagantes - Campeonato Goiano de 2008 * 41. Goiás x São Paulo - 30.110 pagantes - Campeonato Brasileiro de 2007 (*) Apenas acima de 30 mil. Ranking´s Ranking da FGF Ranking criado pela Federação Goiana de Futebol, que atribui pontuação aos times de Goiás. Esse ranking computa todos os pontos dos clubes goianos no Campeonato Goiano de Futebol. * Posição: 1º Ranking da CBF Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol, que atribui pontuação aos times do Brasil. Tal ranking limita-se a pontuar os clubes por suas participações em Campeonatos Brasileiros Séries A, B, C e D (1959-atualmente), além de Copas do Brasil (1989-atualmente). * Posição: 13º * Pontuação: 1.523 pontos Ranking Conmebol Ranking criado pela Conmebol, que atribui pontuação aos times sul-americanos. Esse ranking computa pontos dos torneios internacionais. * Posição: 8º Brasil / 23º Geral * Pontuação: 137.7 pontos Ranking IFFHS Ranking criado pela IFFHS, que atribui pontuação aos times sendo computados os pontos dos torneios internacionais, nacionais, regionais e estaduais em ordem de separação e importância. Na década: * Posição: 26º na América do Sul / 88º no Mundo * Pontuação: 1083,0 pontos Ídolos * Tão Segurado Herói dos 33 Torcedores Na época em que o Goiás não colecionava títulos, Tão Segurado é lembrado como o grande jogador do time. O lendário atacante jogou de 1954 a 1961 e foi o primeiro artilheiro do Campeonato Goiano pelo Alviverde, em 1956, quando anotou 22 gols. Na ocasião, ele aproveitou a provocação dos rivais de que o Goiás tinha apenas 33 torcedores para homenagear a claque esmeraldina. O ídolo dizia que havia feito 33 gols, um para cada torcedor. Apesar do desencontro nos números, a frase virou um mito no futebol goiano. Tão Segurado morreu em 1997. * Lincoln O primeiro grande matador Os feitos do Leão da Serra começaram em 1973, quando foi artilheiro do Campeonato Goiano com dezoito gols. No mesmo ano, fez o primeiro gol do Goiás na história do Campeonato Brasileiro, na vitória por 1-0 sobre o Flamengo. Participou de cinco edições do Brasileirão, disputou 96 jogos e marcou 39 gols. Primeiro brasileiro a fazer gol no Serra Dourada, Lincoln foi ainda o principal goleador do estadual em 1974 e 1976, com dezoito gols em cada edição. Hoje mora em Palmas, onde é funcionário público e comentarista esportivo de rádio e TV. * Paghetti Disputou quatro edições do Campeonato Brasileiro pelo Goiás (1973 a 1976). Atuou em 64 partidas e marcou dezoito gols - 3 históricos no empate de 4-4 com o Santos pelo Campeonato de 1973, quando o Goiás empatou uma partida na qual perdia por 4-1. Fez outro sobre o mesmo Santos em 1974, na vitória de 3-2 do Alviverde. * Macalé É o zagueiro mais admirado na história do Goiás. Só no Campeonato Brasileiro foram 118 jogos - 41 vitórias, 44 empates e 33 derrotas. Ele disputou sete edições da competição. Fez parte do time que em 1966 ganhou o primeiro título de campeão goiano. * Matinha Ninguém jogou tantas partidas pelo Goiás nos trinta anos de história do clube no Campeonato Brasileiro. O volante atuou em 154 jogos pelo clube no Brasileiro, nos quais fez 4 gols. Foram 55 vitórias, 55 empates e 44 derrotas. Ele conquistou o recorde de 1973 a 1981. * Lucinho O atacante disputou 75 jogos pelo Goiás no Campeonato Brasileiro (1973 a 1979), com exceção à edição de 1978, quando jogou no Operário, de Campo Grande (MS). Foram 27 vitórias, 28 empates e 20 derrotas. Lucinho fez 12 gols pelo Goiás no Brasileirão. Um destes gols entrou para a história do clube - foi o quarto gol (o do empate), nos 4 a 4 com o Santos, no dia 6 de fevereiro de 1974. * Tuíra O meia teve pouco tempo para se destacar no Campeonato Brasileiro pelo Goiás. Ele jogou 3 edições: de 1973 a 1975. Foram 63 jogos, 22 vitórias, 24 empates, 17 derrotas e 5 gols marcados. Fez dupla famosa de meias ao lado de Matinha. * Carlos Alberto Santos Foi um dos volantes mais técnicos que passaram pelo futebol goiano. Desarmava como poucos e jogava de cabeça erguida. Começou nas categorias de base do clube e foi campeão goiano em 1981, 1983 e 1986. Atuou em 94 partidas do Brasileirão pelo Alviverde.* Dadá Maravilha * Dadá Maravilha O folclórico artilheiro esteve no clube em 1983, no Campeonato Brasileiro. O Verdão foi o 5º colocado, Dario jogou 20 partidas, marcou 4 gols, venceu 7, empatou 8 e perdeu 5. * Péricles As contusões atrapalharam uma parte da carreira, mas Péricles, que veio de Itumbiara, foi um dos craques da camisa 10 do Goiás. Foi campeão goiano por várias vezes e em 1989 fez o gol do título contra o Vila Nova. * Luvanor Revelado nas categorias de base do clube, brilhou com a camisa 10 de 1978 a 1983. Negociado com o Catania (Itália), voltou em 1990 e ficou até 1992. Nestes anos, fez 15 gols pelo Campeonato Brasileiro. Com ele, o Goiás foi 5º lugar no Brasileirão de 1983 e vice-campeão da Copa do Brasil de 1990. Hoje é olheiro do clube. * Zé Teodoro Começou a carreira como volante, virou lateral-direito no Goiás e nunca mais deixou a posição. Ele disputou o Campeonato Brasileiro da Série A em 5 edições: 1982, 1983, 1984, 1985 e 1995. Em 1994, Zé Teodoro foi muito importante no vice-campeonato do Goiás no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. * Cacau Revelado pelo Goiás, o atacante surgiu na época em que o camisa 7 era o ponta-direita. Ele disputou sete edições do Campeonato Brasileiro, 1983 a 1985 e 1990 a 1993. Foram 105 jogos, dezoito gols, 29 vitórias, 35 empates e 42 derrotas. * Uidemar Volante muito habilidoso, disputou 4 edições do Brasileiro pelo Goiás: 1986, 1987, 1988 e 1989. Os números dele são: 71 jogos, 19 vitórias, 26 empates, 26 derrotas e 2 gols marcados. Era exímio cobrador de pênaltis. * Baltazar O Artilheiro de Deus Chegou ao clube em 1993 para ser o principal jogador da equipe na Série B do Brasileiro de 1994. Baltazar foi também o artilheiro do Goianão de 1994 com 25 gols. É um dos jogadores que mais gols fez num só jogo no estado - 6 nos 7 a 0 do Goiás sobre o Ceres, em 1993. * Lúcio Bala Cria das categorias de base, o meia Lúcio jogou no Goiás de 1994 a 1996. Ano este que no Campeonato Brasileiro de 96, usando a camisa 10, foi uma peça fundamental para a brilhante campanha do Goiás que acabou terminando a competição em 4ºlugar. Após isso, tranferiu-se para o Flamengo. * Alex Dias O Atacante Pantaneiro Chegou ao Goiás para a disputa do Campeoanto Brasileiro de 1995, contudo não teve oportunidade. Em 1996, no Campeonato Goiano, destacou-se marcando vários gols decisivos. Também, no mesmo ano, com seus golaços garantiu o 4º lugar no Campeonato Brasileiro. Terminou o ano com dezoito gols. Transferiu-se para a França. Na segunda passagem pelo Goiás, em 2004, marcou 22 gols e o Goiás atingiu excelente colocação no Campeonato Brasileiro. Neste mesmo ano, Alex Pantanero ou Alex Dias liderou a artilharia do Campeonato Brasileiro por inúmeras rodadas. * Dill O artilheiro do Brasil. Cria das categorias de base, o atacante Dill jogou no Goiás de 1995 a 2000. Em seu último ano no Alviverde, Dill foi artilheiro do Brasileirão com 20 gols, ao lado de Romário, do Vasco, e Magno Alves, do Fluminense. Na Série A, defendeu a camisa esmeraldina por 69 partidas, marcou 29 gols e obteve 28 vitórias, 17 empates e 24 derrotas. No Campeonato Goiano, também entrou para a história ao marcar 29 gols em 2000, tornando-se o maior goleador do clube numa única edição do torneio. * Fernandão Teve o inicio de sua carreira ainda criança em janeiro de 1990 na escolinha de futebol do Goiás Esporte Clube. Três meses depois, foi chamado pelo treinador Allan Kardec para as categorias de base do clube e, em janeiro de 1995, subiu para o profissional com apenas dezesseis anos. Fernandão conquistou quase tudo pelo Goiás. Foi penta campeão Goiano em 1996, 1997, 1998, 1999 e 2000. Campeão da Série B do Brasileirão em 1999, e o bi da Copa Centro-Oeste em 2000 e 2001. * Harlei O Mito Iniciou sua carreira no Cruzeiro, passou pelo Comercial de Ribeirão Preto/SP em 1999 foi para o Vila Nova e também em 1999 passou ao Goiás. Harlei já fez mais de setecentos jogos com a camisa do Goias e é hoje um dos maiores ídolos do clube. Pelo Goiás, Harlei consagrou-se Campeão Brasileiro Série B 1999, Tricampeão da Copa Centro-Oeste (2000, 2001 e 2002) e Campeão Goiano (5 vezes) 2000, 2002, 2003, 2006 e 2009. * Josué Josué Anunciado de Oliveira é um dos jogadores que mais vestiu a camisa do Goiás EC na história, tendo atuado em 190 jogos no Campeonato Brasileiro com a camisa alvi-verde. Revelado pelo Clube Atlético do Porto, de Caruaru, tornou-se um dos grandes destaques do clube esmeraldino, onde jogou de 1997 a 2004, conseguindo uma convocação para a Seleção Brasileira pré-olímpica, por causa de sua ótima e incansável marcação. * Paulo Baier O Maestro Chegou ao Goiás EC ainda desconhecido vindo do Criciúma EC e se tornou o maior artilheiro do Goiás nos Brasileiros em Pontos Corridos até o momento. Marcou 36 gols em 112 jogos com a camisa esmeraldina no Campeonato Brasileiro. Nos últimos anos, foi o maior ídolo no esmeraldino e chamado pela torcida como o Maestro. * Élson O Salvador de 2007 Élson vestiu a camisa esmeraldina por 7 meses, se tornou ídolo por boa parte da torcida do Verdão por salvar o Goiás EC do rebaixamento do Campeonato Brasileiro de 2007 ao marcar os dois gols decisivos na última e decisiva partida contra o Internacional. * Iarley "Campeão" Iarley jogou no Goiás por duas temporadas, vindo do Internacional e caiu nas graças da torcida esmeraldina, marcou 51 gols em 90 jogos com o manto verde e foi Campeão Goiano de 2009, voltou ao time em julho de 2011 como promessa de reforço do Goiás EC em voltar a elite do futebol brasileiro, a série A. * Rafael Moura O He-Man Chegou ao time esmeraldino no início da temporada de 2010, foi reserva de Fernandão no Campeonato Goiano, mas entrando bem em alguns jogos, até marcando gols. Titular no campeonato brasileiro, foi o artilheiro da equipe na competição da qual o clube foi rebaixado. Na Copa Sul-Americana, foi o principal jogador do Goiás e foi artilheiro da competição com 9 gols, mas se sagrou vice-campeão com o Goiás. Patrimônio Sede da Serrinha Sede Administrativa O Estádio Hailé Pinheiro (Sede da Serrinha). * Estádio da Serrinha (Estádio Hailé Pinheiro): capacidade: 10.000 torcedores. * Ginásio coberto com capacidade para 3.000 pessoas. * Completa estrutura de concentração para os atletas. * 2 campos gramados de treinamento para alunos da Escolinha de Iniciação Esportiva. * 1 piscina de 25m semi-olímpica coberta e aquecida, para a Iniciação Esportiva. * Estacionamento para 300 veículos. * 2 quadras de areia para vôlei e futvôlei iluminadas. * Pista para cooper com 1 km. * Área disponível para realização de festas. Centro Esportivo e Lazer Edmo Pinheiro Parque Anhanguera * 4 campos gramados oficiais. * Vestiários com armarios personalizados(com foto de cada jogador),ar condicionado,duchas, banheiras de hidromassagem e cadeiras especiais. * Sala de Comissão Tecnica com computadores, aparelho de TV e DVD e mesa de reunião, alem de um vestiario exclusivo com chuveiro e toalete. * Departamento Médico * Academia de Ginastica * Área de lazer com quiosque e churrasqueira. * 3 campos de futebol society. * Lago natural. * Mini bosque com árvores nativas. * Parquinho de diversões. Centro Coimbra Bueno Aparecida de Goiânia * Centro de Treinamento. * Atendimento às crianças carentes de Goiânia e região sul. * Pista de cooper. * 200 campos gramados. Rivalidades Goiás x Vila Nova Clássico da Emoção Vila Nova X Goiás, Derby Goiano, Maior do Centro Oeste ou Derby do Cerrado é o maior clássico de cidade de Goiânia, capital do estado de Goiás e também o maior clássico da Região Centro-Oeste do Brasil, seja pela performance dos dois clubes nos gramados ou pela presença das duas grandes torcidas nas arquibancadas. * Número de jogos: 276 * Vitórias do Goiás: 137 * Empates: 74 * Vitórias do Vila Nova: 65 * Maior goleada do Goiás: Goiás 6 x 1 Vila Nova em 8 de fevereiro de 2009 * Último jogo considerado: Goiás 1 x 1 Vila Nova em 6 de agosto de 2011 Goiás x Atlético Goianiense Clássico da Paz É considerado o Clássico da Paz, pois não tem a rivalidade de um Goiás x Vila Nova. Mas é um clássico, onde a rivalidade no campo, vem crescendo nos últimos anos. * Número de jogos: 142 * Vitórias do Goiás: 72 * Empates: 36 * Vitórias do Atletico: 34 * Maior goleada do Goiás: Goiás 5 x 0 Atlético em 22 de fevereiro de 1998. * Último jogo considerado: Atlético 1 x 1 Goiás em 15 de maio de 2011. Goiás x Goiânia Clássico GoGo Grande clássico dos anos 70, 80 e 90, mas com a decadência do Galo Carijó, a rivalidade praticamente não existe mais. Hoje, o Goiânia é querido por todos outros torcedores dos times da capital, inclusive por esmeraldinos. Torcida Em seus primeiros anos de existência, dizia-se que o Goiás tinha apenas 33 torcedores, alusão aos poucos torcedores que tinha na época. Atualmente, é o clube de maior torcida do estado de Goiás e das regiões Norte e Centro-Oeste brasileiras, conforme pesquisa realizada pelo [Gallup em 2008]. O clube esmeraldino também tem números expressivos de seus torcedores no Distrito Federal, no Tocantins, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no Pará e em Roraima. Seguindo a pesquisa, o Esmeraldino do Brasil Central possui a 16ª maior torcida do Brasil com 1,6 milhões de torcedores. Torcidas Organizadas * Força Jovem do Goiás Fundada no dia 23 de Maio de 1997, a partir da extinção da Inferno Verde, com objetivo de criar uma associação de torcedores realmente esmeraldinos, e que tivessem o mesmo pensamento, amar o Goiás Esporte Clube. E cumprindo seu ideal e suas metas a Força Jovem Goiás conseguiu conquistar o apoio e respeito entre todos os esmeraldinos, se tornando assim, a maior, mais vibrante e mais apaixonada, que hoje já conta com aproximadamente 13.000 associados. Diretoria Conselho Deliberativo * Presidente do Conselho Deliberativo: Hailé Selassié de Goiás Pinheiro * 1º Vice-presidente do Conselho Deliberativo: Gilberto Sebba * 2º Vice-presidente do Conselho Deliberativo: Edson José Ferrari Diretoria Executiva * Diretor de Futebol: Marco Antônio Figueiredo * Diretor Administrativo: - * Superintendente Adm.: Marcelo Nunes Segurado * Diretor Financeiro: Quênio Ramos de Souza * Diretor de Marketing: Paulo Augusto Siqueira de Pádua * Diretor de Esportes Amadores: - * Diretor de Patrimônio: Nabyh Salum * Diretor Social: Aledino Montes * Superintendente Social: Luis Alberto Bites * Diretor de Saúde: Paulo Tadeu Machado * Diretor Odontológico: Cassiano Rocha de Medeiros * Diretor de Esportes Olímpicos: Antônio Marques Venâncio * Diretor Júrídico: - * Diretor de Iniciação Esportiva: Antônio Marques Venâncio Hino * Eu sou Goiás Esporte Clube * Eu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritar * Até o peito me doer * Até perder a voz eu sou Goiás * Eu sou Goiás até morrer, eu Sou Goiás, * Eu sou Goiás de coração * Cada vez nossa torcida cresce mais * Eternamente serei Goiás * Nosso Clube é a nossa glória * A nossa garra, nossa gente, nossa história * O amor pela nossa bandeira * É para nós a maior vitória * Nosso Clube é a nossa glória * Nossa garra, nossa gente, nossa história * A vida toda eu vou torcer * Eu sou Goiás, Goiás, até morrer * Eu sou Goiás Esporte Clube * Eu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritar * Até o peito me doer * Até perder a voz eu sou Goiás * Eu sou Goiás até morrer * Eu sou Goiás, eu sou Goiás de coração * Cada vez nossa torcida cresce mais * Eternamente serei Goiás. Elenco 2011 Atualizado em 7 de Agosto de 2011. Goleiros Harlei Capitão Pedro Henrique Wallace Bruno Colaço Defensores Jogador ---- Pos. Ernando Z Rafael Tolói Z Marcão Z Valmir Lucas Z Wallinson Z Oziel LD Douglas LD Valdir Lima LD Digão LE Andrezinho Jogador Lesionado LE Gerson Emprestado. LE Danilo Santos LE Zé Carlos LE Meio-campistas Jogador --------- Pos. Carlos Alberto V Amaral V Zé Antônio V Leandro V Alan Bahia V Marcinho Guerreiro V Marcelo Costa M Diniz M Felipe Amorim M Robert M Elivélton M Thiago M Netinho M Atacantes Jogador Hugo Guto Thiaguinho Wendell Lira Jogador Lesionado Iarley Tardelly Max Pardalzinho Johnathan Wellington Assuério Comissão técnica Nome --------------- Pos. Enderson Moreira T Goiânia - Cidade onde Nasceu o Goiás Esporte Clube Aniversário: 24 de outubro Fundação: 24 de outubro de 1933 (77 anos) Gentílico: goianiense Prefeito(a): Paulo Garcia (PT) - (2009–2012) Características geográficas Área 739,492 km² População 1 318 148 hab. estimativa IBGE/2011 Densidade 1 782,5 hab./km² Altitude 749 m Clima tropical semiúmido Fuso horário UTC−3 Goiânia é um município brasileiro, capital do estado de Goiás e segunda cidade mais populosa do Centro-Oeste, sendo superada apenas por Brasília. Situa-se no Planalto Central, a 209 quilômetros a sudoeste do Plano Piloto de Brasília e é um importante polo econômico da região, sendo considerada um centro estratégico para áreas como indústria, medicina, telecomunicações e agricultura. Assim como algumas outras cidades brasileiras, Goiânia desenvolveu-se a partir de um plano urbanístico, tendo sido construída com o propósito de desempenhar a função de centro político e administrativo do estado de Goiás. Foi fundada em 24 de outubro de 1933, absorvendo, em 1937, da cidade de Goiás, a função de capital do estado. Cidade de Goiás, Brasil autêntico que se foi ...

Carlos Sodré Lanna

Situada no coração deste imenso País, a 140 quilômetros de Goiânia e a 350 de Brasília, a primeira capital goiana, a cidade de Goiás, conta com uma população de aproximadamente 30 mil habitantes. Sua economia ba­seia-se na pecuária e no turismo, bem como em muita história desde quando foi fundada pelos bandeirantes, no ano de 1725.

O Museu das Bandeiras, localizado na cidade, narra a legendária colonização de Goiás. Informa-nos ele que, em 1682, a região recebia a expedição do bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, que encontrou os Índios Goyases. Ele procurava ouro e pedras preciosas, e os indígenas não lhe indicaram onde Os havia, o que o levou a queimar aguardente em um prato, ameaçando atear fogo nos rios da região. Isto assustou os silvÍcolas, que lhe entregaram o mapa das minas e chamaram-no "Anhanguera", que significa "diabo velho".

No ano de 1722, seu filho, de mesmo nome, que o havia acompanhado na primeira expedição, voltou à região. Em 1725, ele reencontrou os Índios goyases, criando os primeiros aldeamentos, de onde surgiu o arraial que tomou sucessivamente os nomes de Ferreiro, Ouro Fino, Barra e Santana. Este último, em 1739, passou à categoria de vila, com o nome de Vila Boa de Goyaz, em homenagem a Bueno, seu fundador, e aos goyases, seus primeiros habitantes.

Em 1748, o Rei de Portugal criou as Províncias de Goiás, Minas Gerais e Cuiabá (hoje Mato Grosso), todas desmembradas da antiga Capitania de São Paulo, a qual também passou a ser uma Província. No ano seguinte, chegou à capital da Província de Goiás o Govemardor Dom Marcos de Noronha, Conde dos Arcos. Edificou ele a residência oficial, que até hoje conserva seu nome.

A primitiva capital, como já foi dito, chamava-se Vila Boa de Goyaz. Posteriormente, passou a denominar-se Goyaz, cuja ortografia foi atualizada para Goiás. Seus habitantes ainda são chamados vila­bonenses, tendo sido ela sede do governo estadual até 1933. Nesse ano, a sede governamental foi transferida para a atual Goiânia.

Goiás volta a ser capital

Todos os anos, no aniversário da cidade, 26 de julho, festa de Santana, sua Padroeira, Goiás volta a ser a capital. Os três poderes vão despachar durante três dias no antigo Palácio Conde dos Arcos. Este está localizado em bela praça com um pitoresco coreto, onde se situam também duas catedrais, a antiga e a nova.

A primeira - a Catedral de Nossa Senhora da Boa· Morte, hoje infelizmente transformada em Museu de Arte Sacra - foi construída em 1770. É pequena e simples, mas bela e imponente, ostentando um sino de som grave - fundido ali mesmo, em 1785 -, e o poço de pedras superpostas, da mesma época.

Outras igrejas de Goiás foram edificadas igualmente em estilo colonial- barroco, como a de Nossa Senhora da Abadia – um dos mais importantes tesouros artísticos goianos - que apresenta em suas linhas arquitetônicas harmonia e proporção.

O estilo das casas também é o colonial-barroco, com muito colorido. Excetuados os belos casarões, a maioria delas são geminadas, com a porta principal dando diretamente para a rua.

Um rio de águas cristalinas corta a cidade. Várias pontes pitorescas o atravessam. As ruas são calçadas com pedras em diversos tamanhos e formas.

Paira em Goiás uma nota de tradição e religiosidade, o que a toma quase um museu a céu aberto com uma aparência provinciana de mais de dois séculos de existência.

Semana Santa em relíquia arquitetônica

Procissao do fogaréu

Bastante conhecidas são as celebrações da Semana Santa em Goiás, realizadas desde 1745. Dentre elas destaca-se a chamada Procissão' do Fogaréu, que se realiza na Quarta-feira de Cinzas, às 23h30. Sai ela da Igreja da Boa Morte e simboliza a procura e prisão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

As ruas da cidade são iluminadas por centenas de tochas de fogo, conduzidas pelo povo e por figurantes encapuzados de uma Irmandade, que efetuam simbolicamente a prisão de Nosso Senhor no Monte das Oliveiras (igreja de São Francisco), o qual é representado por um estandarte branco do século XVIII, pintado na frente e no verso.

Realizam-se ainda várias outras celebrações com quadros vivos, como a crucifixão e descida da Cruz. Após o Domingo de Páscoa, começa a Festa do Divino, que termina na terça-feira. Dela participa toda a população de Goiás.

Muitas dessas cidades históricas brasileiras constituem verdadeiras relíquias, evocando um passado que, infelizmente, não chegou a desabrochar por inteiro. Nessas relíquias encontra-se a luz que ainda nos pode indicar o caminho a ser retomado, com vistas ao futuro. Luz que brilha na constelação do Cruzeiro do Sul, símbolo estelar admirável da Cruz de Cristo. Luz que se chama Civilização Cristã.

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Para mais informações acesse "...E ASSIM NASCEU... GOIÂNIA!" Referências 1. ↑ a b c d e Goiás Esporte Clube iG Esporte 2. ↑ Goiás vence Cerro Porteño, mas é eliminado da Sul-Americana R7 Esportes 3. ↑ Goiás vence Palmeiras e é finalista da Copa Sul-Americana Jornal Nacional 4. ↑ Goiás vence Independiente e se aproxima do título inédito da Sul-Americana O Globo 5. ↑ Goiás perde título nos pênaltis, e Grêmio vai para a Libertadores globoesporte.com

A HISTÓRIA DO SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE





Santa Cruz Futebol Clube
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nome: Santa Cruz Futebol Clube
Alcunhas: Cobra coral, Tricolor, O Mais Querido, Terror do Nordeste
Torcedor/Adepto: Tricolor, Coral, Santacruzense
Mascote: Cobra Coral
Fundação: 3 de fevereiro de 1914 (97 anos)
Estádio: Estádio José do Rego Maciel
Capacidade: 60.044 pessoas
Localização: Recife - PE, Brasil
Presidente: Antônio Luiz Neto
Treinador: Zé Teodoro
Patrocinador: Cimento Poty, Votomassa, Neo Química Genéricos, Avanço, Setta, Combustíveis, Triaton, Coca Cola. Shineray
Material esportivo: Penalty
Campeonato: Pernambucano
Copa do Brasil
Série D


Santa Cruz Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade do Recife, do estado de Pernambuco, fundada a 3 de fevereiro de 1914.

"O Santa Cruz nasceu e vai viver eternamente."
— Alexandre Carvalho - um dos fundadores do clube, em 1914

História

O Santa, como é chamado, ostenta entre as suas principais conquistas, 25 títulos estaduais (dentre os 25 títulos possui 3 Super-Campeonatos, sendo o único Tri-Super Campeão pernambucano), 1 Taça Norte-Nordeste e também o prêmio de Fita Azul do Brasil em 1980, já tendo sido semifinalista do Campeonato Brasileiro na década de 1970, sua fase áurea.

Possui rivais históricos, como o Sport Club do Recife, com o qual protagoniza o Clássico das Multidões; o Clube Náutico Capibaribe, com quem disputa o Clássico das Emoções; e o América, contra quem joga o Clássico da Amizade.

Tendo sido criado por um grupo de 11 meninos do Recife, a ideia do nome "Santa Cruz" adveio em razão do pátio da Igreja de Santa Cruz, onde este grupo de jovens, com idades entre 14 e 16 anos, costumava jogar futebol - afinal, naquela época não existiam campos.

Os fundadores do clube reuniram-se na Rua da Mangueira n° 2, distrito da Boa Vista, por volta das 19 horas. Estiveram presentes os senhores Quintino Miranda Paes Barreto, José Luiz Vieira, José Glacério Bonfim, Abelardo Costa, Augusto Flankin Ramos, Orlando Elias dos Santos, Alexandre Carvalho, Oswaldo dos Santos Ramos e Luiz de Gonzaga Barbalho Uchôa Dornelas Câmara.

A primeira diretoria do Santa Cruz ficou assim estabelecida:

* Presidente: José Luiz Vieira
* Vice-presidente: Quintino Miranda Paes Barrreto
* Primeiro secretário: Luís de Gonzaga Barbalho
* Diretor de Esportes: Orlando Elias dos Santos

Na reunião, definiu-se o nome da nova agremiação como sendo "Santa Cruz Foot-Ball Club". As cores escolhidas foram o branco e preto. Posteriormente o Santa adotou o vermelho, tornando-se tricolor.

O primeiro adversário do Santa Cruz foi o Rio Negro, na campina do Derby, onde foi atraído um bom público para ver jogar o "time dos meninos". O time, apesar de acostumado a jogar somente nas ruas, não estranhou o campo e conseguiu uma fácil vitória pelo placar de 7 a 0. A equipe era formada por: Waldemar Monteiro; Abelardo Costa e Humberto Barreto; Raimundo Diniz, Osvaldo Ramos e José Bonfim; Quintino Miranda, Sílvio Machado, José Vieira, Augusto Ramos e Osvaldo Ferreira.

O Rio Negro, não conformado com a goleada sofrida, pediu revanche, chamando o jogo para o seu campo, localizado na Rua São Borja, impondo ainda uma condição: o centroavante Sílvio Machado, do Santa Cruz, não poderia atuar, porque tinha sido o melhor jogador em campo na primeira partida, tendo marcado 5 dos 7 gols do Santa Cruz. O time tricolor aceitou a condição e escalou Carlindo para substituir o seu artilheiro. Ao final do jogo, o placar apontava 9 a 0 para o Santa Cruz, tendo Carlindo assinalado seis gols.

Treinando sempre com a bola que José Luis Vieira ajudou a comprar por 8.500 réis, o Santa viria depois a conquistar mais uma sensacional vitória sobre um time famoso da cidade, na época: o Western Telegraph Company, composto exclusivamente por jogadores ingleses que trabalhavam no Recife.

Como não podia ser diferente, o Santa Cruz passou por momentos de crises e, em um desses momentos, mais precisamente em 1914, foi proposto por um dos fundadores em uma reunião, o gasto dos únicos seis mil réis existentes em caixa na compra de uma máquina elétrica de fazer caldo de cana (o que era sucesso na época, na Rua da Aurora). Foi quando Alexandre de Carvalho deu um murro em cima da mesa, evitando com esse gesto de revolta o fechamento do clube.

Como foi fundado por representantes da classe média, o Santa Cruz sempre foi um clube popular, aceitando inclusive negros no time (o primeiro foi Teófilo Batista de Carvalho, conhecido popularmente por Lacraia), coisa rara nesta época. Era mais um passo para a popularização do clube, numa época em que o futebol ainda era um esporte fechado, praticado por rapazes da elite ou por funcionários das várias companhias inglesas que funcionavam na cidade do Recife.

Logo, os torcedores pernambucanos tomaram conhecimento das façanhas de Pitota e Tiano (o médico Martiniano Fernandes), que em dado momento tornou-se para os recifenses mais importante do que Santos Dumont, o pai da aviação. No dia 30 de janeiro de 1919, Dumont transitava pela capital pernambucana, mas a cidade só comentava sobre a vitória tricolor sobre o Botafogo – a primeira de um time do Nordeste sobre uma equipe do Rio de Janeiro – por 3 a 2. Tiano marcou dois gols e o "Jornal Pequeno", da segunda-feira, 31, dizia: "O Botafogo Futebol Clube é derrotado pelos "meninos" cá de casa pelo escore de 3 a 2".

O clube entrou na Liga em 1917 e chegou às finais, mas perdeu para o Flamengo-PE. Em 1931, mais precisamente a 13 de dezembro, o Santa fazia seu pavilhão espraiar-se por todo Pernambuco, quando, depois de uma bela campanha, derrotava o Torre por 2 a 0, gols de Valfrido e Estêvão e sagrava-se campeão estadual pela primeira vez. Entre os campeões, duas figuras lendárias no futebol pernambucano: o centroavante Tará e Sherlock. Os heróis do primeiro título do Santa foram: Dada, Sherlock e Fernando; Doía, Julinho e Zezé; Walfrido, Aluízio, Neves, Tara, Lauro e Estevão, João Martins e Popó. Este time conseguiu também o título de 1935.

Em 1943, o dirigente Aristófanes de Andrade,conseguiu alugar um terreno próximo às ruas Beberibe e das Moças, onde muitos anos depois seria instalado o Estádio José do Rego Maciel, o Arruda. Na década de 1940, a equipe levantou três títulos (1940, 1946 e 1947), antes de passar dez anos em jejum.

No dia 16 de março de 1958, em uma tarde fria de domingo, o Santa entrava em campo para pôr fim no incômodo jejum de 10 anos sem a conquista estadual. O título valia pelo Campeonato Pernambucano de 1957 e seria decidido contra o Sport. O Santa Cruz entrou em campo com a seguinte escalação: Aníbal; Diogo e Sidney; Zequinha, Aldemar e Edinho; Lanzoninho, Rudimar, Faustino, Mituca e Jorginho. O técnico era Alfredo González. O Sport estava formado por: Manga; Bria e Osmar; Zé Maria, Mirim e Pinheirense; Roque, Traçaia, Liminha, Carlos Alberto e Geo.

A decisão foi disputada em solo inimigo, na Ilha do Retiro, pois o Sport venceu no sorteio. Caso tivesse sido vencedor, o Santa mandaria a partida nos Aflitos, estádio do Náutico, pois o Tricolor ainda não possuía estádio próprio na época.

A arbitragem da partida foi composta pelo uruguaio Estéban Marino, que foi auxiliado pelos bandeirinhas Amílcar Ferreira (carioca) e José Peixoto nova. Para o confronto, um público de 29.051 torcedores (para uma renda de 1.062.162 cruzeiros) animavam o espetáculo. No centro do gramado, o árbitro conversava com os capitães Aldemar e Mirim.

Naquele ano o Santa Cruz já havia conquistado os títulos de juvenis e aspirantes. Faltava o de profissionais, almejado durante uma longa década. E ele começou a surgir logo ao 4 minutos de jogo, com um gol de cabeça de Rudimar, após cobrança de escanteio de Faustino. A festa da torcida do Santa aumentou quando, aos 18 minutos, Lanonzinho penetra na área adversária e é abruptamente impedido por Osmar. Pênalti, que Aldemar converte. Banderinhas se agitavam na torcida do Santa, enquanto a torcida do Sport passou a vaiar seu técnico, o argentino Dante Bianchi.

Só dava Santa. Logo aos dois minutos do segundo tempo, outro gol tricolor: o então jovem goleiro Manga solta a bola nos pés de Mituca, que apenas tem o trabalho de empurrá-la para as redes. O Sport descontou aos 22 minutos, com Carlos Alberto. A reação rubro-negra continuou com o segundo gol, marcado por Zé Maria com um chute de fora da área. Porem paraou por aí. O placar de 3 a 2 deu o título ao Santa Cruz, que pode, enfim, comemorar um título de Campeão de Pernambuco após uma década de espera.

Nos anos que seguiram, por volta da década de 1970, o Santa Cruz adotou uma forma de administrar bastante democrática, sob a forma de colegiado. Durante esses anos, o Santa Cruz foi o time Pernambucano a conquistar o maior número de títulos estaduais, e vencendo a Taça Norte-Nordeste de 1967 (inclusive goleando o Remo do Pará por impiedosos 9 a 0) e constituindo-se numa das maiores expressões do futebol nordestino da época.

Mais uma vez, o clube passaria nove anos esperando antes de comemorar. Em 1969 os tricolores quebram o jejum e dão início ao Pentacampeonato do estado, maior série do clube até hoje.

Na década de 1970, a torcida tricolor teve mais um motivo para comemorar: a inauguração do Arruda. O estádio, cujo terreno havia sido posto a venda em 1952 pelo proprietário do terreno, recebeu o nome de José do Rego Maciel, por ter sido este o prefeito na época em que o Santa recebeu da prefeitura a posse definitiva do terreno, em 1954. Somente em 1965, com a venda de cadeiras cativas e títulos patrimoniais é que o Tricolor começou a construir seu estádio.

A partida inaugural do Arruda ocorreu no dia 4 de julho de 1972. O jogo comemorativo foi contra o Flamengo do Rio de Janeiro, e o Santa entrou em campo com a seguinte escalação: Detinho; Ferreira, Sapatão, Rivaldo e Cabral (Botinha); Erb e Luciano; Cuíca (Beto), Fernando Santana (Zito), Rámon e Betinho. O Flamengo esteve formado por: Renato; Moreira, Chiquinho, Tinho e Wanderlei; Zanata e Zé Mário (Liminha); Vicente (Dionísio), Caio (Ademir), Doval (Fio) e Arilson. A partida terminou com um empate sem gols. A renda foi de CR$ 193.834,00, com um público total de 47.688 pagantes.

Em 1975, os tricolores fazem uma campanha brilhante no Campeonato Brasileiro e chegam às semifinais, após vencer o Palmeiras (à época conhecido como "Academia") por 3 a 2 dentro do Parque Antártica nas oitavas-de-final, e o Flamengo em pleno Maracanã, de virada, por 3 a 1, nas quartas-de-final, vindo a perder a vaga para o Cruzeiro, em jogo marcado por uma controvertida arbitragem de Armando Marques, que, entre outras, deixou de assinalar um pênalti claro em favor do time Tricolor e validou um gol irregular dos mineiros, dando a estes a classificação para a final da competição.

Caso tivesse obtido a vaga para a final, o Santa Cruz decidiria o Campeonato Brasileiro em Recife, já que havia realizado a melhor campanha entre os finalistas, ratificando a sua condição de um dos grandes times do Brasil na época, assim como o Internacional, o Fluminense e o Cruzeiro, que disputaram as primeiras colocações neste ano.

Em 1976, aparece no time o centroavante Nunes e o Santa levanta o Campeonato Pernambucano (Bi Super-Campeão). No Campeonato Brasileiro o Santa Cruz chega em décimo-primeiro lugar, entre 54 concorrentes. No ano de 1977 seria o décimo colorado e em 1978, o quinto, o que mostra a força do Santa Cruz nas edições nacional dos anos 1970. Ainda na década, o Santa sagra-se Bicampeão Pernambucano em 1978 e 1979, colecionando 7 títulos estaduais entre 1970 e 1979.

Em 1980, o Santa conquistou o título de Fita Azul do Brasil, que foi dado pela CBF ao Santa Cruz por ter feito uma excursão no exterior sem perder nenhuma partida. A excursão aconteceu durante o mês de março e o time tricolor enfrentou adversários do Oriente Médio (Seleções de diversos países como Kuait, Catar, Arábia) e da Europa (Paris Saint-Germain e Seleção da Romênia).

Estádio do Arruda.

Nos anos 1980 os tricolores foram campeões da década, levantando o Campeonato Pernambucano por quatro vezes, em 1983 (Tri Supercampeonato), em 1986, em 1987 e em 1990, último ano desta década.

No dia 1 de abril de 1982, o Estádio do Arruda teve sua ampliação finalizada, podendo receber até 80.000 pessoas. Seu maior público foi no seu torneio de inauguração quando o estádio recebeu incríveis 76.636 pagantes. Posteriormente, em função dos novos parâmetros de conforto e segurança estabelecidos pela FIFA, o Arruda viu a sua capacidade diminuída para cerca de 60.000 pessoas.

Nos anos 1990, o Santa conquistou dois títulos estaduais, em 1993 e 1995, ambos diante do Náutico. Já em 1999 a torcida coral pode comemorar o retorno, após onze anos, à Série A do Brasileirão, quando, o Santa foi Vice-campeão da Segundona.

Em 2003 o Santa Cruz fez uma excursão pela Ásia onde participou do Torneio Vinausteel, no Vietnã e sagrou-se campeão invicto. O time tricolor jogou cinco partidas, empatou uma e ganhou as outras quatro. Teve o melhor ataque, a melhor defesa, o maior saldo de gols, o artilheiro da competição e o melhor jogador.

Já em 2005, o time Coral liderou a Série B desde o início do certame, classificando-se para a 2ª fase e novamente ficando em primeiro lugar. Na última fase, o time sagrou-se Vice-campeão da competição, obtendo acesso de volta à Série A do futebol brasileiro novamente.

O ano de 2006 assistiu ao nascimento da Associação dos Torcedores e Amigos do Santa Cruz (ATASC), criada com o objetivo de apoiar o clube financeiramente e investir na área patrimonial, a fim de colaborar com a construção de um Santa Cruz cada vez maior.

Após perder a emocionante final do Campeonato Pernambucano de 2006 para o Sport, o Santa começou a experimentar uma crise que parece não ter volta. Após uma desastrosa campanha no Campeonato Brasileiro 2006, sendo último colocado na maioria das rodadas, terminou rebaixado para a Série B novamente.

Cansados da série de gestões consideradas como medíocres para o clube, os tricolores votaram em massa no então vice-presidente licenciado do clube, Edson Nogueira, garantindo a primeira vitória de uma chapa de oposição na história do clube. Entretanto, a situação só piorou. Em 2007 as coisas pioraram mais ainda. O time foi mal no Campeonato Pernambucano de 2007 com uma fraca 6ª colocação e foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil para o Ulbra-RO, perdendo inclusive no Estádio do Arruda. Na Série B de 2007, o clube realizou uma campanha também fraca que o tragou para o segundo rebaixamento seguido, dessa vez para a Terceira Divisão do Brasileiro de 2008, descenso que foi sacramentado com uma derrota de 2 a 0 para o Criciúma, em Santa Catarina.

Em 2008, o clube ainda tentou se reorganizar para voltar a brilhar, mas ainda não alcançou um bom planejamento. Novamente foi vítima de vários reveses, como a eliminação da Copa do Brasil de novo na primeira fase, a disputa do Hexagonal da Morte do Campeonato Pernambucano, que teve que disputar para se livrar do rebaixamento estadual e a perda de seus melhores jogadores, como Carlinhos Paraíba e Thiago Capixaba. Teve uma campanha abaixo da média na Série C, classificando-se quase que por sorte para a segunda fase. Em 24 de agosto, empatou para o Campinense quando deveria ter vencido e amargou estar "pendurado no precipício", precisando de uma combinação difícil de resultados para escapar do terceiro rebaixamento nacional consecutivo. Porém as chances extremamente remotas de não-rebaixamento foram definitivamente enterradas com a vitória de 5 a 1 do Caxias sobre o Brasil de Pelotas, que preencheu a última vaga dos times desclassificados da segunda fase da Série C e matematicamente rebaixou o Tricolor.

O Santa Cruz conseguiu, portanto, um feito inédito na história do futebol brasileiro: ser rebaixado por três anos consecutivos. O time pernambucano, que estava na Primeira Divisão em 2006, jogou a Segundona em 2007 e a Terceirona em 2008. Com uma campanha ruim, não conseguiu ficar entre os 20 que disputarão a reformulada Série C de 2009.

Algumas semanas depois do último jogo do time na Série C, um consenso entre as maiores autoridades do clube levou à nomeação de Fernando Bezerra Coelho como candidato único à presidência do biênio 2009-2010. Nos dias subsequentes à sua eleição, várias empresas manifestaram disposição de patrocinar a reestruturação do Santa Cruz. Dentre as medidas estão: Criação de um fundo de Investimento (Santa Cruz S.A) onde a previsão é de 1,5 Milhões mensais; Reestruturação do Arruda, onde todo o gramado foi trocado através da Green Life (Empresa que colocou o gramado no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), além de todos os banheiros (Pamesa) e instalações elétricas (Philips) que foram reformados. Outra mudança foi o novo visual do estádio com nova pintura que lembra as escamas de uma cobra. Foi adquirido, também, o "Expresso Coral" (apelido escolhido pelos torcedores para o ônibus de luxo incorporado ao patrimônio do clube). Com a intenção de aproximar mais do seu clube o torcedor coral, foi realizada uma votação através de SMS, para o Torcedor Coral escolher o novo padrão de jogo. Como também, será criada uma nova campanha de sócios, que antes mesmo de ser lançada, atingiu a marca histórica de quase 300% em um único mês, em relação à gestão anterior.

O Santa Cruz disputou em 2009 a recém-criada Série D e foi eliminado na 1ª fase. O clube classificou-se novamente para a Série D pela sua colocação no Campeonato Pernambucano de 2010.

Novamente eliminado em 2010, desta feita, na segunda fase, o Santa Cruz voltou a se classificar para a série D em 2011, através do campeonato estadual. E, mais uma vez, reacende a esperança da torcida tricolor numa volta aos caminhos de glórias.

Após 5 anos, como mero coadjuvante no campeonato estadual, o Santa Cruz volta a decidir o título. Novamente contra o Sport, algoz tricolor no ano de 2006.

Os caminhos até lá foram árduos e sofridos. Mas com o apoio da massa tricolor, que não abandona o clube nunca, o Santa Cruz mostrou que ser clube grande é para a eternidade. Entrou no Estadual 2011 desacreditado. Para a imprensa pernambucana seria apenas mais um ano. Seria... ainda não imaginavam o que estaria por vir.

Em um campeonato marcado por uma disputa particular entre Náutico e Sport pelo hexacampeonato, o Santa Cruz entrava como franco atirador. O Náutico, único hexacampeão consecutivo de Pernambuco querendo manter sua glória e o Sport, até então pentacampeão, querendo igualar o recorde de títulos do alvirrubro.

Era inegável a superioridade financeira dos rivais em relação ao Santa Cruz. Tanto o Sport quanto o Náutico vieram para o estadual repletos de jogadores de renome nacional e com bagagem na carreira.

O Santa Cruz por sua vez apostou numa mescla entre juventude e experiência. Com poucos jogadores conhecidos, mas com um treinador competente, o time de das três cores mostrou que não viria a passeio.

Um início arrasador: É assim que podemos definir a equipe do técnico Zé Teodoro. O Santa Cruz teve altos e baixos durante a competição. Mais altos do que baixos. A equipe de Zé Teodoro iniciou a competição com 6 vitórias consecutivas, a melhor estréia dos últimos 30 anos. Sequencia quebrado pelo Náutico na 7ª rodada, nos Aflitos: 3-1 para os donos da casa.

Após a perda da invencibilidade, o Santa Cruz passou por oscilações. O Santa Cruz foi novamente derrubado, desta feita contra o Porto, em Caruaru. Após duas derrotas consecutivas, a torcida do Santa Cruz começou a se preocupar como a equipe reagiria para a sequência do campeonato. Preocupação essa que seria sanada na rodada seguinte, diante do maior rival: na 9ª rodada o Santa Cruz derrota o Sport Recife por 2-0 no Arruda e faz o caldeirão ferver novamente.

Na rodada seguinte, novo tropeço. O Santa Cruz é derrotado por 3-0 pelo Central de Caruaru dentro do Arruda. Um banho de água fria pra apaixonada torcida tricolor. Mas nada que viesse a abalar os ânimos da equipe coral. Na rodada seguinte, o Santa Cruz empatou com a Cabense fora de casa. No returno novamente contra a Cabense, o Santa volta a vencer após duas derrotas: 3-1 para os corais. Na rodada seguinte o Santa bate o Central por 1-0 em Caruaru, após 7 anos, e traz de volta a confiança do povão tricolor.

Na 17ª rodada, nova decepção. O Santa Cruz perde por 1-0 para o Araripina. A gota d'água para torcida tricolor, que não aguentava mais as inconstantes atuações da equipe. Vários torcedores, passaram a desconfiar mais um vez do potência do jovem grupo tricolor. Desconfiança que ficaria por ali. Com um futebol alegre e envolvente, o Santa Cruz voltou a reacender a chama da torcida mais apaixonada do Brasil. Após vitórias contra Petrolina e Salgueiro fora e em casa respectivamente, o Santa Cruz foi para o clássico contra o Náutico. Um grande teste para se firmar na competição como um dos favoritos na briga pelo título. E não decepcionou. Em jogo eletrizante, o Clássico das Emoções termina empatado em 3-3.

Mais duas vitórias, contra América e Porto respectivamente, e o Santa Cruz teria o maior e último teste na primeira fase do campeonato: O Clássico das Multidões contra o rival Sport Recife, na casa do adversário.

O Santa Cruz, com uma marcação cerrada, conseguiu quebrar a volúpia do adversário e chegar à vitória. Com gols de Gilberto no segundo tempo, o Santa Cruz bateu seu maior rival fora de casa por 2-0 e mostrou a que veio no campeonato. O Santa Cruz estava definitivamente na briga pelo título. Faltavam apenas duas rodadas, e o time Tricolor, já claassificado para as semifinais, resolveu poupar os titulares e fazer testes com os jogadores das categorias de base. Uma derrota e um empate nas últimas rodadas, contra Vitória e Ypiranga respectivamente.

Chegada a hora da verdade: Náutico, Santa Cruz, Porto e Sport eram os semifinalistas da competição. O Santa Cruz, 2º colocado geral na primeira fase, enfrentou o Porto e na outra semi o clássico entre Náutico e Sport.

No jogo de abertura das semifinais o Santa Cruz chegou à Caruaru animando. Empurrado por sua torcida apaixonada, imensa maioria no estádio Lacerdão, o Santa Cruz sai na vantagem após vencer a equipe do Porto por 2-1. No jogo de volta, um empate ou até derrota por 1-0 serviria ao time Tricolor. Mas não teve jeito, os mais de 30.000 torcedores presentes no Mundão do Arruda viram o Santa Cruz envolver o Porto do início ao fim. Um início arrasador. Aos 15 minutos da etapa inicial o Santa Cruz já vencia a equipe caruaruense por 3-0. No final da primeira etapa, o Porto ainda conseguiu diminuir. Mas já era tarde. Na etapa final, a equipe coral fez apenas cadenciar a bola e esperar o tempo passar. O Santa Cruz vence por 3-1 e após 5 anos volta a decidir o campeonato pernambucano.

Na outra semifinal entre Náutico e Sport, o Sport saiu na frente no primeiro jogo realizado na Ilha do Retiro: 3-1 para os rubro-negros. No jogo de volta, nos Aflitos, reduto alvirrubro, o Sport poderia perder por um gol de diferença, o que ocorreu. O Náutico, apesar de ter vencido, ficou fora da decisão do pernambucano 2011. Placar de 3-2.

A decisão:

Santa Cruz e Sport voltam a se enfrentar numa decisão de pernambucano após 6 anos. De um lado, a experiência, e a maior folha salarial do estadual. Do outro, a juventude, a coletividade e a humildade. Mas acima de tudo, uma rivalidade histórica, quase centenária. Elementos que por si só já garantiriam uma final eletrizante, digna do Clássico das Multidões.

Mais uma vez os mandos de campo foram definidos através da melhor campanha do estadual, somando a pontuação da primeira fase e das semifinais. O Santa Cruz levou larga vantagem perante o rival durante todo o campeonato e ganhou a oportunidade de decidir o torneio no estádio do Arruda.

Jogo de ida na Ilha do Retiro:

Santa Cruz e Sport iniciavam ali uma final histórica. Para o Sport era a oportunidade de conquistar o hexacampeonato e assim acabar com o "luxo" do Náutico, único hexa de Pernambuco. Para o Santa Cruz era uma oportunidade de soerguimento, e de acabar com o marasmo que vinha lhe atormentando há mais de 6 anos. Além disso, de trazer de volta o sorriso de sua torcida fiel e apaixonada que nunca abandonou o clube.

O Sport começou melhor o jogo, bem aplicado, porém, sem chances claras de gol. Ainda aos 40 segundos, o lance mais polêmico do jogo, o zagueiro Thiago Matias escorrega perto da entrada da área, e perde a bola para o atacante Bruno Mineiro, sendo parado com falta cometida por Thiago Matias. Os rubro-negros pediram a expulsão de Thiago mas o árbitro Cláudio Mercante apenas advertiu o zagueiro com um cartão amarelo, para desespero do time da Ilha do Retiro. Segue o jogo e o Sport continua melhor, toca a bola, chega mais a área, mas sem muitas preocupações para a meta Tricolor. O Santa tenta responder, sem sucesso. Até que aos 33 minutos o atacante Gilberto certa um belo chute de fora da área, colocando a bola no ângulo da meta adversária, marcando um lindo gol. Na sequência Landu ainda perde uma boa oportunidade de gol aos 41 minutos. E assim terminou a etapa inicial dos 180 minutos de jogo. Na volta para o segundo tempo o Santa Cruz estava mais encorpado, querendo jogo, enquanto o Sport, atordoado, jogava sem brilho. Após uma cobrança de escanteio do time rubro-negro, o Santa recupera a bola com Têti, que passa pra Renatinho. Renatinho faz grande jogada pela esquerda, dribla o lateral rubro-negro Renato, e dá um passe açucarado para Landu, que não desperdiça, tira do goleiro Magrão e aumenta a vantagem tricolor: Santa Cruz 2-0. O Sport se enerva, facilitando a vida do tricolor. Final de jogo: Santa Cruz 2-0 Sport.

Jogo do título:



Uma semana depois, as equipes voltaram a duelar, desta feita no estádio do Arruda. Sabendo da boa vantagem construída na Ilha do Retiro o Santa Cruz joga maior parte do tempo atrás da linha do meio de campo. O Sport, necessitando de 2 gols para levar a decisão para os pênaltis, vai pra cima, criando boas oportunidades. O Santa Cruz, acuado não consegue tocar a bola, preocupando a torcida. Com o campo pesado e a partida concentrada entre as intermediárias, o primeiro tempo termina com o placar em branco. Apenas 45 minutos para o Tricolor finalmente voltar a comemorar um título. Para o rival, 45 minutos de muita tensão. Recomeça o jogo e o Santa Cruz volta melhor, mais bem postado. O Sport pouco consegue produzir, lançando-se desordenadamente ao ataque e se expondo aos contra-ataques do Tricolor. No fim do jogo o Sport se lança ao ataque de maneira desesperada e consegue a marcação de um pênalti duvidoso. Marcelinho Paraíba cobra e converte. Mas já era tarde, o gol rubro-negro marcado aos 48 minutos do segundo tempo não muda o panorama do campeonato. Logo em seguida à cobrança o juiz pede a bola. Fim de jogo. Alegria da massa Tricolor. Após 5 longos anos amargurando rebaixamentos e não-disputas de títulos estaduais, o Santa Cruz volta a conquistar o título pernambucano, 25º de sua história, perante 62.243 torcedores presentes ao Arruda (54.798 pagantes), trazendo de volta o sorriso da fiel torcida tricolor.

Fatos históricos

Historia das cores do Santa

Por que o Santa Cruz é tricolor

O Santa Cruz nasceu alvinegro. A escolha das cores preta e branca é uma representação do ideal do clube: aproximar adeptos de todas as raças, pois até a fundação do Santa Cruz negros e mestiços eram proibidos de fazer parte do elenco de Náutico, e outros times da capital.

A presença de Teófilo de Carvalho, jogador mestiço, ajudou o Santa Cruz ganhar rapidamente popularidade, pois até aquela época futebol era esporte de branco. Teófilo foi o primeiro jogador mestiço a jogar em um clube de futebol do norte-nordeste.

A união entre negros, mestiços e brancos ajudou o Santa Cruz a tornar-se o clube mais popular do nordeste logo nos primeiros anos de vida.

A adição do vermelho

Logo no início de sua fundação, o Santa teve sua vida complicada por algumas entidades. A federação de futebol da época proibiu que o clube adota-se o preto e o branco, alegava que já havia outro clube com essas cores e que não poderia haver duas entidades com a mesma cor no pavilhão.

Com isso o Santa Cruz se viu obrigado a modificar as cores de sua camisa. Porém, o Santa Cruz buscou seguir o mesmo ideal de sua fundação: unir as raças e as classes sociais em pró do clube, por isso dessa vez incluiu o vermelho (encarnado) que representa o elemento indígena. A soma do preto, branco e vermelho no pavilhão do Santa é a representação das três raças que constituíram a nação brasileira: a negra, a branca e a índia e que hoje representa uma grande outra nação, a nação tricolor.

* A maior virada do futebol profissional brasileiro aconteceu em 1915 quando o Santa Cruz perdia por 5 a 1 do América, aos 30 minutos do segundo tempo, e em 15 minutos o tricolor marcou seis gols numa incrível sequência e venceu o jogo por 7 a 5.
* O Santa Cruz foi o primeiro clube do Nordeste a derrotar uma equipe do Sudeste do país. No dia 30 de janeiro de 1919, venceu o Botafogo do Rio de Janeiro por 3 a 2.
* A imprensa botou até Santos Dumont para escanteio. Já famoso naquela época, o pai da aviação estava de passagem pela cidade, mas perdeu espaço nos jornais para o centroavante Tiano, grande astro da partida.
* O Santa Cruz possui o terceiro maior estádio do Brasil, o Estádio José do Rego Maciel (Arruda).
* O Santa Cruz detém a maior invencibilidade da história do futebol brasileiro, levando-se em conta os jogos dentro de casa, com 45 jogos sem perder em seus dominios, entre 2004 e 2006.
* O Santa Cruz foi o primeiro clube brasileiro a contar com o trabalho de uma especialista em Psicologia do Esporte em sua equipe de jogadores profissionais. A psicóloga Santana Moura chegou ao Santa em março de 1983. Neste mesmo ano a equipe sagrou-se Tri super-campeã de Pernambuco. Em 1999, Santana Moura retornou ao clube, que na época se encontrava há 11 anos na segunda divisão, e participou da campanha que o levou de volta à elite do futebol brasileiro.

O Artilheiro do Brasil

Em 1973, Ramón, vestindo a camisa Coral foi o quinto jogador de um clube do Nordeste a se tornar artilheiro de uma competição nacional. Antes dele, na Taça Brasil, antecessora da atual Copa do Brasil, foram igualmente artilheiros: Léo Oliveira do Bahia (1959), Bêcece do Fortaleza (1960), Ruiter do Confiança/SE (1963), Bita do Náutico (1965 e 1966) e Chiclete do Treze (1967).

Excursão suicida ao Norte brasileiro

Em 1943, sem ter como pagar salários aos seus jogadores, o Santa resolveu excursionar ao Norte do Brasil, embarcando na madrugada do dia 2 de janeiro. A delegação viajou à noite, pois era época da Segunda Guerra Mundial e havia a presença constante de submarinos alemães no litoral brasileiro. O vapor "Pará", navio que levava o time do Santa, era escoltado por dois navios da Marinha de Guerra. Ainda assim, teve que navegar com as luzes apagadas e os jogadores dormiam no convés.

A primeira parada foi ainda no Nordeste do País, em Natal. No Estádio Juvenal Lamartine, o Santa Cruz enfrentou a Seleção Potiguar, goleando por 6 a 0. No dia 10 de janeiro, o Santa desembarcou em Belém e o primeiro adversário do clube no Norte do País foi o Transviário, que acabou sendo goleado por 7 a 2. Em seguida, o Santa venceu a Tuna Luso por 4 a 2, empatou com a Seleção Paraense em 2 a 2, e com o Paysandu em 4 a 4. Na despedida da capital paraense, perdeu para o Remo pelo placar de 5 a 3.

A viagem prosseguiu em direção a Manaus, em um vapor-gaiola que subia o Rio Amazonas rebocando uma alvarenga carregadas de alimentos para o Acre. Duas semanas depois, os jogadores, cansados da longa viagem, chegavam em Manaus. Já em terra firme, perderam a primeira partida para o Olímpico por 3 a 2. No jogo seguinte, golearam o Nacional por 6 a 1. Após a partide, o chefe da delegação, Aristófanes de Andrade (o Tofinha), e os atletas King, França, Pinhegas, Guaberinha, Edésio e Papeira, foram atacados por uma forte disenteria. Todos foram medicados e liberados, porém com recomendações alimentares. No último jogo em Manaus, o Santa Cruz venceu o Rio Negro por 3 a 1.

Durante a descida pelo Rio Amazonas, o goleiro King e o atacante Papeira apresentaram forte recaída devido à disenteria, a qual é diagnosticada pelo médico a bordo do vapor como sendo febre tifóide. O Santa Cruz desembarcou novamente em Belém no dia 28 de fevereiro e enfrentou o Remo no dia 2 de março, vencendo por 4 a 2. Dois dias depois, King faleceu, vitimado pela febre tifóide. O goleiro do Santa foi enterrado no cemitério de Belém. Três dias depois, a doença mataria Papeira.

Desesperados, os componentes da delegação trataram de retornar à Recife o mais rápido possível. Somente no dia 28 de março é que conseguiram transporte, porém com parada de quatro dias em São Luís, no Maranhão. Os jogadores trocaram as passagens de primeira classe por terceira classe, recebendo a diferença em dinheiro. Por isso, tiveram que viajar na companhia de 35 ladrões, que a polícia do Pará deportava para o Maranhão.

Em São Luís, novos jogos foram disputados e a renda foi distribuída entre os jogadores. O cozinheiro do navio teve que jogar no time do Santa Cruz, devido ao déficit no número de jogadores. A delegação embarcou em um navio com destino à Fortaleza. Porém, como o radar acusava a presença de submarinos alemães na área, o comandante resolveu retornar a São Luís.

Então, cansados desses três meses de privações e angústia, os jogadores decidiram retornar a Recife por terra: completaram a viagem de volta em trem até Teresina e em ônibus até Fortaleza. O Santa Cruz ainda realizou jogos no Piauí, completando um total de 28 partidas na excursão. A delegação chegou a Recife na madrugada do dia 2 de maio.

Vitória sobre a Seleção Brasileira de 1934

Em outubro de 1934, a Seleção Brasileira, procedente da Copa da Itália, desembarcou no Recife para uma série de amistosos, e os resultados obtidos foram: Brasil 5 a 4 Sport, Brasil 3 a 2 Santa Cruz, Brasil 8 a 3 Náutico.

Entretanto, um atraso do navio da Seleção fez com que o Tricolor pedisse uma revanche, e, desta vez, com vitória: Santa Cruz 3 a 2 Brasil. Com esta vitória, o Santa Cruz tornou-se um dos poucos clubes do mundo a conseguir derrotar a Seleção Brasileira.

Torcida cobra-coral

A pesquisa LANCE IBOPE 2010 identificou o Santa Cruz como tendo cerca de 1.200.000 torcedores, em sua grande maioria localizados em Pernambuco, e embora concentrados nas faixas populares, com boa presença também entre os mais ricos. Uma torcida apaixonada, que proporciona a maioria dos grandes públicos em jogos de clubes no Estado de Pernambuco. A prova disso são as grandes médias de público do time em qualquer divisão que participa.

Historicamente é conhecido como o "Mais Querido" ou "Clube das multidões" por ter nas camadas mais populares a maior parte de sua torcida. No Campeonato Pernambucano de 2011, teve a melhor média de público.

Ídolos

* Barbosa - goleiro da seleção brasileira vice-campeão de 1950, foi o maior goleiro de sua época, e um dos melhores em toda história do futebol brasileiro, condenado por um crime que não cometeu, o de perder a Copa do Mundo de 1950. Mas, sendo um homem de muita personalidade, Barbosa não se deixou abalar pela amarga lembrança de cinquenta, e jogou futebol por mais doze anos, sempre com muita elegância e segurança. Jogou no Ypiranga (São Paulo), Vasco da Gama, Santa Cruz, Bonsucesso e Campo Grande (Rio de Janeiro).
* Givanildo - hoje técnico de futebol, integrou a seleção brasileira vencedora da Taça Bicentenário (Estados Unidos). Volante rápido, com grande movimentação em campo, foi um dos lendários heróis corinthianos do campeonato paulista de 1977. Jogou, também, no Fluminense (campeão carioca em 1980).
* Levir Culpi - atualmente treinador de futebol, foi um vigoroso zagueiro do clube na década de 1970.
* Luciano Veloso - meia-armador, também defendeu as cores dos clubes rivais (Sport e Náutico), além do Corinthians, com participação na histórica quebra de jejum de títulos paulistas na década de 1970.
* Luiz Damasceno - tri-campeão pernambucano nos anos de 1931/1932/1933, que junto com Tará fazia uma dupla fantástica comandando o time na década de 1930.
* Luizinho Vieira - meia-armador, de chute potente. Passou pelo Arruda em 2001 e se destacou por muitos gols de longa distância, um deles, inesquecível, de cobertura contra o Flamengo, debaixo de verdadeiro temporal, no Arruda. Também defendeu outros clubes, como o Atlético Paranaense.
* Marlon - ponteiro direito veloz e habilidoso, heroi dos títulos estaduais de 1986 e 1987. Foi vendido para o Sporting de Lisboa, onde foi ídolo durante uma década. No final da careira retornou ao Santa mas não reeditou as jornadas vitoriosas de outrora.
* Nunes - descoberto no Confiança, de Sergipe, foi um dos maiores artilheiros do clube, havendo integrado a seleção brasileira (cortado por estar machucado às vésperas da Copa da Argentina - 1978). Transferiu-se para o Fluminense (assim como Luiz Fumanchu, com quem formava o ataque goleador do Santa) e depois iria para o Flamengo, vindo a ser campeão mundial de clubes em 1981. Era conhecido como o artilheiro das decisões.
* Ramón - quinto jogador de um clube do Nordeste a se tornar artilheiro de um campeonato nacional (Campeonato Brasileiro de 1973). Fez uma memorável dupla de ataque com Roberto Dinamite no Vasco da Gama.
* Ricardo Rocha - tetra-campeão mundial, nos Estados Unidos (1994). Começou no Santo Amaro, em 1982, e, no ano seguinte, já estava no Santa Cruz, jogando como lateral direito, onde foi campeão pernambucano. Em 1984, seguiu para o Guarani, havendo jogado, ainda, pelo Real Madrid, Sporting, Newell´s Old Boys, São Paulo, Santos, Vasco da Gama, Fluminense e Flamengo. Campeão brasileiro pelo São Paulo em 1991. Pela Seleção Brasileira, integrou a seleção pré-olímpica que conquistou o Panamericano de 1987 e disputou as Copas de 1990 e 1994, defendendo a seleção principal em 43 jogos.
* Rivaldo - atacante pentacampeão mundial na Copa do Mundo de 2002, disputada na Coréia e no Japão Considerado o Terceiro Melhor Camisa 10 do Brasil. Após Pelé, apenas Zico o supera. Foi eleito pela FIFA o melhor do mundo em 1999.
* Sherlock - Um dos ídolos do time na década de 1930. Após abandonar a carreira de jogador de futebol, tornou-se árbitro de renome em Pernambuco
* Tará - Um dos maiores ídolos da história do clube; habilidoso e dono de um chute forte, ele foi o grande comandante do time na década de 1930, ajudando o clube a levantar 4 campeonatos no período.
* Zequinha - bicampeão mundial pela seleção brasileira, no Chile (1962). Começou a jogar como volante, em 1954, no Auto Esporte/PB, chegando ao Santa Cruz em 1955, ganhando o título estadual de 1957. Depois, seguiu para o Palmeiras, defendendo a Seleção Brasileira em 17 jogos, com 14 vitórias e 2 gols. Encerrou sua carreira em 1970 no Náutico.
* Zé do Carmo - campeão brasileiro pelo Vasco em 1989 e várias vezes campeão pernambucano, dentre os quais se destaca o super-campeonato em 1983, o bi em 1986/1987 e os campeonatos de 1993 e 1995; teve também algumas passagens pela seleção brasileira.

RECIFE - Cidade onde nasceu Esporte Clube Santa Cruz

Características geográficas de Recife
Área: 217,494 km²
População: 1 536 934 hab. IBGE/2010
Densidade: 7 066,56 hab./km²
Altitude: 4 m
Clima: Tropical As'
Fuso horário: UTC−3

História Luso Brasileira

a) 1654- Expulsão dos protestantes calvinistas em 1654 pelas tropas luso brasileiras, com forte apoio do índio Felipe Camarão, do negro Henrique Dias e do povo pernambucano da época, que não se adaptava aos costumes e à cultura holandesa de um modo geral. Desde 1630 os calvinistas franceses dominavam Pernambuco e o Brasil...

b) Jerônimo de Albuquerque era cunhado de Duarte Coelho e foi um herói, juntamente com o índio Felipe Camarão e o negro Henrique Dias, na restauração da luso brasilidade do povo brasileiro e da "Unidade Nacional"...

c) 1710 - 1711- Guerra dos Mascates - Foi um confronto entre os ricos comerciantes de Recife, chamados de Mascates e os senhores de terras e engenhos, concentrados em Olinda.

Cidade de Olinda (ao fundo Recife











O Futebol que Liberta...



Cidade de Recife

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A HISTÓRIA DO VITÓRIA FUTEBOL CLUBE

Vitória Futebol Clube Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Vitória F.C
Nome: Vitória Futebol Clube Alcunhas: Sadinos, Vitorianos, Senhor Vitória Mascote: "Sadinho" Roaz Corvineiro (golfinho do Rio Sado) Fundação: 20 de Novembro de 1910 Estádio: Estádio do Bonfim, Setúbal Capacidade Total: 35.000 (Lugares disponiveis 18.694) Presidente: Fernando Oliveira Treinador: Manuel Fernandes Patrocinador: Flexibom, Giovanni Gali, Esso, Tortas de Azeitão, Super Bock, Kia, Cabovisão, Jumbo Material esportivo: Lacatoni Competição: Primeira Liga - 2009/10 14.º lugar 2008/09 - 14.º lugar 2007/08 - 6.º lugar Vitória Futebol Clube, também conhecido como Vitória de Setúbal, é um clube desportivo. A modalidade principal é o futebol, sendo que os principais feitos são 3 Taças de Portugal e 1 Taça da Liga conquistadas. Tem como lema: "O Vitória é enorme". Além do futebol, este clube distingue-se também em outras modalidades como Andebol, Judo, Ginástica, Kickboxing, Karaté, Ténis de Mesa, Atletismo, Dança, Rugby, Futsal e Futebol de Praia tendo sido Campeão Nacional de Futebol de Praia em 2007/2008 E 2009/2010. Tem 1.600 atletas em todas as modalidades. Utiliza como cores principais o verde e branco e a sua mascote é um Roaz corvineiro (espécie de Golfinho que habita o Rio Sado). O símbolo inclui um castelo com três torres(representando os três castelos da região: Castelo de S. Filipe, Castelo de Palmela e Forte de Sesimbra), uma roda de bicicleta (uma das modalidades principais na génese do clube), um pergaminho com o local e data de fundação, um ramo de Oliveira representando a vitória e os valores de honra a ela associados de acordo com a mesma simbologia na Grécia Antiga, uma bola de futebol e um escudo verde e branco. O nome de VIII Exército, claque do clube, vem do exército Inglês que no Norte de África derrotou o até então imbatível exército de Erwin Rommel durante a Segunda Guerra Mundial. VIII Exército era então uma claque espontânea, formada por todos os vitorianos que acompanhavam o seu clube. VIII Exército dá agora nome à claque organizada do Vitória FC, oficialmente reconhecida pelo clube acompanhar a equipa para todo o lado. Além disso, é um grupo de apoio reconhecido por encarar o desporto de uma forma sadia, prova nos inúmeros convívios que realiza com claques de outros clubes. O Vitória Futebol Clube tem 20 892 sócios e cerca de 200 000 adeptos. O ano de 2005 ficará na memória de todos os vitorianos pela reconquista da Taça de Portugal, 32 anos depois, ganhando ao Benfica por 2-1 golos de Manuel José e Meyong pelo Vitória, bem como pela conquista da Supertaça Ibérica frente ao Bétis de Sevilha em Ayamonte, com golos de Nandinho e Ricardo Chaves pelo Vitória. No ano de 2008 fez história ao conquistar a 1ª edição da Taça da Liga, batendo o Sporting Clube de Portugal por 3-2 após as grandes penalidades (0-0 no tempo regulamentar) defendendo o guarda-redes Eduardo 3 dessas penalidades. o Vitória foi considerado pelo ranking iffhs como sendo o 4º maior clube Português do século XX, e o 110º Maior da Europa