A HISTÓRIA DO FUTEBOL EM MOÇAMBIQUE

Terras de Moçambique




Futebol em Moçambique – Maxaquene leva a taça nacional


Conheça o clube que sagrou-se pentacampeão moçambicano em 2012 e saiba mais sobre a seleção do país

Os moçambicanos, de um modo geral, gostam de futebol tanto ou mais que nós brasileiros. Isso reparei já na minha chegada aqui. Bastou falar que sou brasileiro que, logo vários deles com os nomes dos nossos jogadores na ponta da língua, se aproximaram e falaram abertamente sobre o “futebol canarinho”.
Muitos aqui têm admiração pelo Corinthians e Flamengo. E mesmo que eu (como um cruzeirense apaixonado) não leve em consideração essa aberração (risos), é sempre bom conversar com os moçambicanos sobre esse esporte tão apaixonante. Isso é muito bacana.
Perceber também o apreço que eles têm por nossa seleção é algo que dá lá no fundo um certo orgulho em ser brasileiro.  Talvez, me faça valorizar um pouco mais nossas conquistas no futebol, apesar da época de vacas magras que atravessamos.
Eles (os moçambicanos) realmente torcem por nossa seleção.  Digo “seleção”, porquê por aqui andei ouvindo  críticas vorazes à “selemano” que segundo alguns, é apenas um amontoado de jogadores com uma estrela solitária (entenda-se Neymar) perdida em meio à bagunça tática do nosso técnico, o Mano Menezes.
De acordo com os moçambicanos, o nosso treinador está com os dias contados à frente do cargo. Oxalá eles tenham razão, porque a Copa está aí pertinho e a camisa canarinho deve voltar a brilhar, principalmente, em nosso território que terá os olhos do mundo voltados sobre ele.  Dito isso, quero falar que já estava pensando em postar algo sobre essa paixão por aqui e agora, apareceu a oportunidade.

O campeão do Moçambola

Ontem, no final da tarde, o Clube de Desportos de Maxaquene, mais conhecido como Maxaquene, sagrou-se no seu campo em Maputo, pentacampeão nacional de futebol. Faltando ainda duas rodadas para o término do Moçambola 2012, o clube já não pode ser mais alcançado. Depois de um jejum de nove anos, o tricolor de Maxaquene conquistou mais um campeonato nacional e o título foi efusivamente comemorado nas ruas de Maputo.

 
O clube foi fundado em 1920 com o nome de Sporting Clube de Lourenço Marques. O Maxaquene é conhecido por ser o primeiro clube da carreira de Eusébio, um dos maiores jogadores da história da Seleção de Portugal (falo disso a seguir).
Em 1976, com a Independência do Estado de Moçambique, o clube mudou de nome passando a ser chamado de Sporting Clube de Maputo. E dois anos depois, mudou para o nome atual.
Um dos mais tradicionais clubes de Moçambique, o tricolor já levou cinco campeonatos nacionais (contando a conquista do Moçambola de 2012), 9 Taças de Moçambique (equivalente a nossa Copa do Brasil) e inúmeros campeonatos provinciais (entenda estaduais).
O estádio do Maxaquene tem capacidade para 15.000 torcedores e sua torcida em Moçambique é considerada uma das mais apaixonadas.

Veja no vídeo abaixo dois golos (como dizem por aqui) do Maxaquene frente à equipe do Ferroviário de Pemba.



Seleção de Moçambique

Conhecida popularmente por “Os Mambas”, a seleção do país, se falarmos em futebol jogado, ainda está muito aquém do que espera o torcedor moçambicano. Para o desprazer dos mais apaixonados, “os cobras” não tem alcançado muitos sucessos no que vem disputando.
A seleção dos Mambas é apenas a 107º colocada no ranking FIFA. Já no ranking africano de futebol, Moçambique, ocupa o honroso 28º lugar.
Em relação aos adversários do país na classificatória para o Mundial´2014, o Egito que está em sua chave, está na 42º colocação do ranking FIFA e é o favorito a ser o vencedor de seu grupo, que ainda conta com a Guiné e a seleção do Zimbábue.  Infelizmente, segundo os moçambicanos, há poucas chances de vermos sua seleção disputar a Copa no Brasil.
Na história, o jogador mais famoso da seleção de Moçambique foi Chiquinho Conde, que atuou no Sporting de Portugal. Mas o nome mais cultuado pelos moçambicanos (carentes de bons jogadores até hoje) é o de Eusébio, o famoso “pantera negra”, que nasceu no bairro de Mafalala em Maputo, e apesar de nunca ter defendido a seleção de seu país, disputou a Copa do Mundo de 66 por Portugal, encantando o mundo por sua habilidade e vigor físico. Fazendo uma alusão meio tosca, Eusébio para o moçambicano seria o nosso Pelé.
Veja no vídeo abaixo um pouco da história do jogador de Moçambique.



Atuamente, há jogadores moçambicanos atuando em clubes da África do Sul, China e Portugal. Por que não no Brasil? Ah, esse brasileiro que vos escreve gostaria de ver um moçambicano correndo nos gramados brasileiros, viu?! Seria ótimo.
Diretoria do Cruzeiro Esporte Clube, se liga. Há muitos moçambicanos bons de bola, que adorariam vestir o manto celeste. E olha, muitos deles correm e marcam melhor que esses cabeças de bagre que atualmente ganham horrores no Cruzeiro e não honram a camisa azul.
Abaixo seguem vídeos da seleção local. O primeiro mostra à paixão dos moçambicanos pelos Mambas.



Já o segundo é um vídeo de uma vitória da seleção moçambicana por “penalidades máximas”, onde os donos da casa bateram a Tanzânia por 8 a 7. Essa vitória rendeu aos Mambas a passagem para a última fase eliminatória de acesso ao CAN´2013 (Copa das Nações Africanas).


Fonte de pesquisa: Jornal A Verdade – Moçambique.
  

EMPADÃO DE FRANGO

Empadão de frango especial

  •   Enviada por Aloisio Barbosa Lemes
  • Tempo de preparo 1h 00min
  • Rendimento 12 porções
 
Ingredientes
 
Massa:
  • 2 e ½ xícaras de farinha de trigo
  • 150 g de margarina culinária ou comum
  • 1 ovo
  • 1 colher (sopa) cheia de açúcar
  • ½ colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de fermento para bolo
  • 4 colheres (sopa) de água gelada
Recheio:
  • ½ kg de peito de frango
  • 1 cebola picada
  • 1 tomate picado
  • 1 lata de ervilha
  • 1 cenoura ralada (ralo grosso)
  • Temperos a gosto
  • 2 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo
Modo de Preparo
Recheio:
  1. Cozinhe o peito de frango com os temperos, com pouca água
  2. Desfie e reserve
  3. Em uma panela coloque a cebola, o tomate e a cenoura
  4. Junte o frango com um pouco de caldo e deixe cozinhar por 10 minutos
  5. Misture e deixe cozinhar mais 3 minutos
  6. À parte, em uma xícara (chá) do caldo de frango frio, dissolva as 2 colheres de farinha de trigo, acrescente ao recheio com a ervilha, misture bem por 2 minutos e retire do fogo
  7. Enquanto esfria prepare a massa
Massa:
  1. Junte a farinha, o açúcar, o fermento o sal e misture
  2. Acrescente a margarina e misture com a mão até ficar uma farofa
  3. À parte bata ligeiramente o ovo, junte a água e acrescente a massa, misture bem
  4. Deixe descansar por 15 minutos
  5. Divida a massa em 2 partes e espalhe uma parte no fundo de uma forma média (retangular ou redonda) e laterais
  6. Recheie e cubra com o restante da massa
  7. Pincele com uma gema
  8. Asse em temperatura moderada por 45 minutos ou até dourar.
Fonte: tudo gostoso

CUSCUZ À PAULISTA




Cuscuz à paulista 

  •   Enviada por Noemia Gozo Raimundo
  • Tempo de preparo 30min
  • Rendimento 12 porções

Ingredientes
  • 1/2 xícara (chá) de óleo
  • 10 tomates (sendo 8 sem pele e sem sementes picados e 2 em rodelas para decoração)
  • 2 pimentões picados em quadrinhos pequenos (verde e vermelho)
  • 1 lata de palmito
  • 3 ovos cozidos
  • 2 latas de filé de sardinha
  • 1 lata de ervilha
  • 4 colheres (sopa) de salsa picada
  • 6 tabletes de caldo de galinha
  • 4 xícaras (chá) de farinha de milho
  • 2 colheres (sopa) de farinha de mandioca
  • 1 pimenta vermelha picada (ou molho de pimenta)
Modo de Preparo
  1. Forre o fundo e as laterais de uma forma para pudim ou bolo, com rodelas (ou tiras) de parte do palmito, rodelas de tomate para decoração, algumas rodelas dos ovos e com alguns filés de sardinha
  2. Aqueça o óleo, junte os tomates picados, os pimentões e refogue
  3. Junte o restante do palmito picado, dos ovos e dos filés de sardinha, a ervilha escorrida e a salsa
  4. Acrescente os tabletes de caldo de galinha, junte quatro xícaras (chá) de água fervente, mexa bem e deixa ferver
  5. Misture a farinha de milho e a mandioca e polvilhe sobre o refogado, aos poucos mexendo bem até incorporarem completamente
  6. Distribua a massa na forma preparada, apertando ligeiramente
  7. Vire o cuscuz sobre um prato e sirva 
Fonte: tudo gostoso 

RAPSÓDIA DE NATAL

TORTA PORTUGUESA E LINGUADO NA CROSTA DE AMÊNDOAS AO MOLHO

A HERANCA PORTUGUESA DO BRASIL ...começa na Culinária


O INSTITUTO DE CULTURA LUSOFONA-ELOS CLUBE DE UBERABA tem como principal objetivo resgatar a cultura popular do Brasil, suas origens e divulgar tudo o que se relaciona com ela.

HERANCA PORTUGUESA DO BRASIL

Aos portugueses, os brasileiros devem a lingua e, como consequência, nossa tradição da cultura popular, ou seja, o folclore brasileiro herdou formas de linguagem, de poesia e de prosa. Na poesia, destacamos a trova ou quadrinha, e na prosa, os lengalengas ou contos acumulativos, as estórias de trancoso, os mitos da Alamoa, Pisadera, Porca dos Sete Leitões, Cabra Cabriola, Cuca ou Coca, Mula-sem-cabeca (Burrinha-de -Padre ou Burrinha) e o Lobisomem, conhecido em toda a Europa.
Na indumentaria, o tamanco de pau, a roupa de couro do vaqueiro e a carocha ou caroça, capa de chuva de fibras vegetais, usada pelo sertanejo goiano e do norte de Minas Gerais.
Na comida, os pratos de porco, a galinha de cabidela e o molho denominado vinho-d!alho e muita de nossa doceria.
Na religião, o culto ao Divino e a São Gonçalo de Amarante, Santo padre português, cuja imagem brasileira tem as características de um violeiro: os grupos religiosos das folias ou bandeiras e o da recomenda das almas, do período de quaresma, além de cantoeiras como os Martírios (observado em Ilhabela-SP) e as Excelências ,etc., etc..
Nas festas, os dirigentes, chamados juiz, alferes, mordomos, padrinhos de Sao João; Cerimonias com música, morteiros e foguetes, designadas alvoradas.
Os jogos, na modalidade de touradas, e, as Cavalhadas de São João e de outros santos, na caracteristica de cortejo a cavalo, que percorre as ruas da cidade, por vezes promovendo o jogo de argolinhas, os Zé -Pereiras, como gigantões, ou máscaras gigantes ou grupos carnavalescos de berraria.
Na danca, a Cana-Verde, Ciranda , Chamarrita, Pezinho.
No Teatro, com dança e música, na forma de folguedo popular, o Pastoril; na roda de crianças e adultos, como a da "Machadinha , "Viuvinha, etc ...
No jogo de cartas , como o da Bisca.
Na música a maior contribuição é a "viola, um dos nossos mais importantes instrumentos musicais.

Um abraco,
Guida
http://www.ldc.com.br/iclas

Torta Portuguesa Rápida

Uma verdadeira delícia esta torta portuguesa feita no liquidificador. Ideal para o lanche, receber amigos, ou para as férias... Muito boa! 


 


Foto enviada por carlasamali_2011_5




INGREDIENTES

Massa

  • 2 copos de leite
  • 2 copos de farinha de trigo
  • 3 ovos
  • 50 gramas de queijo parmesão ralado
  • meio copo de óleo de soja
  • 1 colher de sopa rasa de fermento

Recheio

  • 300 gramas de queijo mussarela ralado
  • 200 gramas de presunto
  • 1 cebola em rodelas finas
  • 1 tomate sem semente em rodelas finas
  • meio pimentão em rodelas finas
  • meio copo de azeitonas em fatias
  • 4 ovos cozidos em rodelas
  • meio copo de ervilha
  • azeite de oliva à gosto
  • 4 colheres de maionese
  • 4 colheres de catchup

MODO DE PREPARO

  • Bata todos os ingredientes da massa no liquidificador por 5 minutos
  • Despeje em uma forma untada com margarina e farinha de trigo
  • Coloque para pré assar até que a massa esteja firme
  • Retire a massa do forno e espelhe o creme de maionese e catchup
  • Por cima, faça uma base com a mussarela
  • Distribua o restante do recheio e regue com azeite de oliva
  • Coloque para assar novamente até que o queijo esteja derretido

Linguado na Crosta de Amêndoas ao Molho Picante Sobre Pimentões

Foto enviada por oudrhiri.2011.5
Peixe saboroso com toque requintado!
 

 

 

 

 

  Ingredientes



  • 1 Pimentão verde médio cortado em cubos de 2 cm
  • 1 Pimentão amarelo médio cortado em cubos de 2 cm
  • 1 Pimentão vermelho cortado em cubos de 2 cm
  • 1 Cebola pequena cortada em 4 pedaços
  • 1 Tomate pequeno cortado em 4 pedaços
  • 3 Dentes de alho descascados
  • 3 Colheres de sopa de azeite de oliva
  • 1 Colher de chá de tomilho seco
  • 1 colher de chá de suco de limão
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • 1 Posta de 200 g de linguado

Para a crosta

  • 150 g de amêndoas
  • 100 ml de leite
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva
  • 50 g de queijo parmesão ralado
  • Bata todos os ingredientes no liquidificador por 3 minutos e reserve.

Para o molho

  • 100 ml de demi-glace
  • 20 g de pimenta Jamaica
  • 1 Pimenta dedo de moça cortada em julienne
  • Misture todos os ingredientes e ferva durante 5 minutos e reserve.

Modo de preparo

Em uma frigideira coloque 2 colheres de azeite de oliva em fogo médio, acrescente os 3 pimentões e cozinhe durante 5 minutos. Reserve. Em seguida, coloque em uma assadeira o tomate, a cebola e o alho em forno quente a 180 graus durante 8 minutos. Reserve. Tempere a posta do linguado com sal, pimenta do reino e limão. Depois passe na farinha de trigo. Sele em frigideira antiaderente com um fio de azeite de oliva até dourar. Coloque a crosta de amêndoas sobre a posta do linguado e gratine em forno quente a 220 graus por 5 minutos. Em um prato, sirva os três pimentões no centro com tomilho. Coloque a posta do linguado em cima e ao redor coloque a cebola, tomate e alho.
Decore com o molho picante e galho de tomilho.
 
 Fonte: receitas.com 


...E ASSIM NASCEU TOMAR

Tomar


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Coordenadas: 39º 36' N 8º 25' O
Tomar
Brasão de Tomar Bandeira de Tomar
Brasão Bandeira
Vista de Tomar.JPG
Vista de Tomar com a Ponte Romana ao fundo
Localização de Tomar
Gentílico Nabantino; Tomarense
Área 351,2 km²
População 40 674 hab. (2011)
Densidade populacional 115,81 hab./km²
N.º de freguesias 16
Presidente da
Câmara Municipal
Carlos Carrão (PSD)
Mandato 2009-2013
Fundação do município
(ou foral)
1162
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Médio Tejo
Distrito Santarém
Antiga província Ribatejo
Orago Santa Iria
Feriado municipal 1 de Março
Código postal 2300-000
Endereço dos
Paços do Concelho
Praça da República 2300-550 TOMAR
Sítio oficial www.cm-tomar.pt
Endereço de
correio electrónico
presidencia@cm-tomar.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Tomar(antiga grafia: Thomar) é uma cidade portuguesa com cerca de 15 764 habitantes, pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro (NUT II) e sub-região do Médio Tejo (NUT III). Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo. A histórica cidade de Tomar possui diversos monumentos como por exemplo: Castelo de Tomar e Convento de Cristo, declarado pela UNESCO Património Mundial. Outras cidades relativamente perto de Tomar: Abrantes, Torres Novas, Entroncamento, Ourém, Fátima (todas geograficamente localizadas no Médio Tejo).

Geografia

É sede de um município com 351,2 km² de área e 40 674 habitantes (2011)subdividido em 16 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ferreira do Zêzere, a leste por Abrantes, a sul por Vila Nova da Barquinha, a oeste por Torres Novas e a noroeste por Ourém.
A cidade é atravessada pelo Rio Nabão, que é afluente do Rio Zêzere, estando incluída na bacia hidrográfica do Tejo, o maior rio da Península Ibérica.
Situa-se na parte norte da região mais fértil de Portugal e uma das mais férteis da Península Ibérica, a lezíria ribatejana.

  Falls of Nabão River in the City of Tomar in Portugal


População do concelho de Tomar (1801 – 2011)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011
16 536 16 786 31 360 39 179 44 161 45 672 43 139 43 007 40 674
Economia


photo
O turismo constitui hoje uma actividade de primeira importância, já que o Convento de Cristo, principal Monumento da cidade foi considerado Património Mundial pela UNESCO em 1983.
É também um centro industrial, com fábricas de papel, derivados de madeira e outras; e comercial. A terra é fértil e produz frutas, azeite e vinho.
  • Dia Municipal: 1 de Março
  • Festa dos Tabuleiros
Festividades

Festa dos Tabuleiros

A festa dos tabuleiros é uma festa realizada de 4 em 4 anos no principio do mês de Julho. É uma das manifestações mais antigas de Portugal e a sua origem encontra-se nas festas de colheita à deusa Ceres. A sua cristianização pode dever-se à Rainha Santa Isabel, tendo por base a Congregação do Espírito Santo. No Domingo de Pentecostes, juntavam-se ricos e pobres sem distinção, dia em que as línguas de fogo desceram sobre os Apóstolos simbolizando a igualdade de todos perante Deus. Esta festa manteve as suas características até ao século XVII. As mudanças feitas a partir daí permitiram uma maior grandiosidade à Festa. A tradição continua e as suas cerimónias permanecem: o Cortejo das chegadas dos Bois de nome Cortejo do Mordomo, o Cortejo dos Tabuleiros, a sua bênção, a forma do tabuleiro, os vestidos das raparigas que transportam os Tabuleiros e a Pêza ou distribuição do pão e da carne. A principal característica desta Festa é o Desfile ou Procissão onde desfilam inúmeros tabuleiros que representam as dezasseis freguesias do concelho. Percorre as principais ruas da cidade, num percurso de 5 km. As ruas enfeitam-se de colchas pendentes nas janelas, onde se encontram milhares de visitantes e são lançadas pétalas, entusiasticamente, sobre o Cortejo. O Tabuleiro deve ter a altura da rapariga que o leva à cabeça, sendo constituído por trinta pães enfiados em cinco ou seis canas que partem de um cesto de vime ou verga e é rematado ao alto por uma coroa encimada pela Pomba do Espírito Santo ou pela Cruz de Cristo. Tabuleiros decorados com flores, pão e espigas de trigo desfilam pelas ruas de Tomar.
A Festa
O início da Festa dos Tabuleiros é marcado pela chamada do povo para uma reunião pública, convocada pelo Presidente da Câmara, para o Salão Nobre dos Paços do Concelho onde se decide se há Festa dos Tabuleiros no ano seguinte e se a opinião do povo for favorável é escolhido o Mordomo. Após a decisão sobre a Festa e se o povo decidir que há Festa são lançados três foguetes a anunciar que há Festa.
Cortejo das Coroas
Antigamente, destinava-se a anunciar à população a próxima celebração da sua Festa maior. No terceiro ciclo da Festa, o Cortejo sai da Misericórdia fiel depositária do Pendão e Coroas da cidade de Tomar, dirige-se à Igreja de S. João Baptista ou Igreja de Santa Maria do Olival onde se celebra a Missa Solene do Espírito Santo com as Coroas e Pendões na capela-mor.

Círio de Nª Senhora da Piedade

O Círio de Nª Senhora da Piedade é uma festa que tem lugar nas ruas de Tomar no 1º domingo de Setembro. Um cortejo de oferendas realizado em carros típicos enfeitados com flores de papel percorre a cidade.

Feira de Santa Iria

Uma imagem da procissão de 2011
É feito em honra da padroeira de Tomar (Santa Iria), e decorre normalmente entre a sexta-feira anterior ao dia 20 de Outubro, até ao domingo a seguir a esta mesma data, que é o ponto alto das comemorações, quando se efectua a procissão. A feira realiza-se na praça da República e nos arredores (perto da estação de caminhos-de-ferro e central de camionagem). Tem divertimentos, vendedores, exposição de automóveis, motos e tractores agrícolas, e conta ainda com a presença de tasquinhas onde se dá a conhecer alguns dos sabores da região.




Freguesias do Concelho

As freguesias de Tomar são as seguintes:
  • Além da Ribeira
  • Alviobeira
  • Asseiceira
  • Beselga
  • Carregueiros
  • Casais
  • Junceira
  • Madalena
  • Olalhas
  • Paialvo
  • Pedreira
  • Sabacheira
  • Santa Maria dos Olivais
  • São João Baptista
  • São Pedro de Tomar (antes S. Pedro da Beberriqueira)
  • Serra

Património

Imagem: Convento de Cristo A cidade de Tomar inclui o sítio Convento de Cristo, Património Mundial da UNESCO. Welterbe.svg
Igreja do Convento de Cristo
(mais relevante)
  • Castelo de Tomar
  • Convento de Cristo
  • Aqueduto dos Pegões
  • Igreja de São João Baptista
  • Igreja de Santa Maria do Olival ou Igreja de Santa Maria dos Olivais
  • Ermida de Nossa Senhora da Conceição
  • Sinagoga de Tomar
  • Museu Fernando Lopes-Graça



Instituições de ensino

Ensino Primário - 1.º Ciclo do Ensino Básico:
  • EB 1 dos Templários - Ex-escola N.º 1 de Tomar.
  • EB 1 Santo António - Ex-escola N.º 2 de Tomar.
  • EB 1 Infante D. Henrique - Ex-escola N.º 3 de Tomar.
Ensino Básico de 2.º e 3.º Ciclos:
  • EB 2,3 D. Nuno Álvares Pereira - Antigo edifício da secção masculina da entidade formadora privada, o Colégio Nun'Álvares, comummente conhecida como "Colégio".
  • EB 2,3 Santa Iria - Escola de 2.º e 3.º Ciclos.
  • EB 2,3 D. Gualdim Pais - Escola de 2.º e 3.º Ciclos, antiga Escola Preparatória.
Ensino Secundário:
  • Escola Secundária Jácome Ratton - Antiga Escola Industrial e Comercial de Tomar.
  • Escola Secundária de Santa Maria do Olival - Escola Secundária, comummente conhecida como "Liceu".
  • Escola Secundária D.Nuno Alvares Pereira - Também conhecida como Colégio, devido ao facto de o edifício ter sido do Colégio Nun'Álvares de Tomar Masculino.
Ensino Público Politécnico e Universitário:
  • Instituto Politécnico de Tomar - Situado em Tomar, contem 3 escolas superiores:
    • Escola Superior de Gestão de Tomar - Escola de Gestão em Tomar.
    • Escola Superior de Tecnologia de Abrantes - Escola de Tecnologia em Abrantes, ligada ao IPT.
    • Escola Superior de Tecnologia de Tomar - Escola de Tecnologia em Tomar (inclui o curso superior de Fotografia, único no país)
Ensino Profissional:
  • Escola Profissional de Tomar - Escola de hotelaria, informática, artes gráficas etc.
  • Escola do Emprego e Formação Profissional - Escola de ensino profissional e de via profissionalizante.
Transportes

Ferrovias

Aspeto da gare da Estação Ferroviária de Tomar em 2008.
Tomar está ligada à rede ferroviária nacional como término do curto Ramal de Tomar, que entronca na Linha do Norte perto do Entroncamento.

Urbanos

Autocarros

Os TUTomar, Transportes Urbanos de Tomar, operam uma frota de quatro miniautocarros Mercedes Benz (apenas dois até 2008) de libré vermelhanuma única carreira de circulação bidirecional com 24 paragens (algumas providas de abrigo) por toda a cidade e término na estação ferroviária. Este sistema teve início em 2005 e transporta 500 passageiros por dia; as circulações são cadenciadas e disponíveis no término das 07:30 à 20:00, com horário reduzido exclusivamente matinal aos sábados e exclusivamente vespertino aos domingos; após um período experimental de operação gratuita em 2005, o título de transporte passou a ser vendido pelo motorista, existindo igualmente bilhetes pré-comprados bem como assinaturas diárias e mensais de preço reduzido Ainda que nominalmente contemplando duas carreiras, a rede tem um único percurso, percorrido nos dois sentidos com cadências independentes:
Circuito 1
Estação → C. S. Nabância → Hospital → Alameda → Pç. República → Estação (20 min.)
Circuito 2
Estação → Pç. República → Alameda → Hospital → C. S. Nabância → Estação (15 min.)
Uma terceira linha, ligando os subúrbios de Avessadas, do Bairro Nossa Senhora dos Anjos e do Casal dos Frades ao centro, está prevista desde 2009.

Projeto de funicular

 O projeto de um funicular ligando o castelo local à baixa da cidade junto à Capela de São Gregório foi proposto em 2010 por Vítor Silva, engenheiro e funcionário da Câmara Municipal — ainda que na qualidade de cidadão particular. Denominado Funicular da Anunciada, foi apresentado publicamente a 5 de Março, num ante-projeto da Efacec, numa sessão pública assistida por menos de vinte pessoas. Datado de setembro de 2007, o projecto apontava para um valor de investimento total de 3,5 M€, contemplando uma estimativa de 420 passageiros por hora e um trajecto ligeiramente superior a 300 m, atravessando a Quinta da Anunciada, a norte do castelo. O desinteresse da Câmara Municipal de Tomar, na pessoa do autarca Corvêlo de Sousa, foi noticiado na semana seguinte.

BATALHA DE GUAXENDUBA

Batalha de Guaxenduba




Batalha de Guaxenduba


Expulsão dos franceses do Maranhão
Data: 19 de Novembro de 1614
Local: Sítio Guaxenduba (atual Icatu, Maranhão, Brasil)
Resultado: Esmagadora vitória portuguesa

Combatentes
Flag Portugal (1578).svg Portugal  França França

Comandantes
Flag Portugal (1578).svg Alexandre de Moura
Flag Portugal (1578).svg Jerônimo de Albuquerque
Flag Portugal (1578).svg Diogo de Campos Moreno
França Daniel de la Touche
França Monsieur de Pisieux
França Monsieur de la Fos Benart
França Monsieur de Canonville
Forças
240 soldados portugueses
30 marinheiros
menos de 100 nativos
  200 soldados franceses
  2.500 nativos

Baixas
10 soldados 115 soldados
centenas de indígenas


A Batalha de Guaxenduba foi um confronto militar ocorrido entre forças portuguesas e francesas onde hoje se localiza a cidade de Icatu, no estado do Maranhão. A batalha foi um importante passo dado pelos portugueses para a expulsão definitiva dos franceses do Maranhão, dada em 4 de novembro de 1615, que permitiu que a Amazônia fosse portuguesa, e, portanto, brasileira



 Antecedentes
Em 1555, os franceses tentaram estabelecer uma colônia no Rio de Janeiro, a França Antártica, que foi extinta em 1560   pelas tropas de Estácio de Sá. Em 1612, com a confiança dos indígenas, os franceses novamente tentam estabelecer uma colônia no território pertencente a Portugal: em 8 de setembro, foi fundada a povoação de Saint Louis e iniciada a construção do Forte de São Luís do Maranhão.
Ciente da presença dos franceses ao norte da capitania do Maranhão, Alexandre de Moura envia tropas de Pernambuco. Por volta de agosto de 1614, a expedição portuguesa chega à foz do Rio Munim, onde é construída uma fortificação hexagonal a que é dado o nome de Forte de Santa Maria.

Início do confronto

Na manhã de 19 de novembro de 1614, os soldados portugueses notaram que, ao lado do forte de Santa Maria, o mar estava repleto de embarcações a vela e a remo, se aproximando silenciosamente da costa. Para atacá-los no desembarque, Jerônimo de Albuquerque dirigiu-se à praia com 80 soldados portugueses, mas, percebendo que o número de inimigos era muito maior, retrocedeu. Logo, havia centenas de combatentes na praia e assim foi iniciada uma longa troca de tiros de mosquetes e arcabuzes. Nesse primeiro encontro, foram mortos um soldado português e dois franceses.

Trincheiras

Imediatamente à frente do forte de Santa Maria, estava um pequeno morro. Sob o comando de Monsieur de la Fos Benart, cerca de 400 tupinambás que lutavam pelo lado francês receberam a ordem de fortificar o máximo que pudessem seu topo: construíram, ao todo, 7 trincheiras, fortificando todo o espaço entre a maré e o topo do outeiro. Por um caminho secreto, Jerônimo de Albuquerque subiu o morro com 75 soldados e 80 arqueiros portugueses. Em terra, saltou de uma canoa um trombeta (mensageiro), que levava o brasão de armas reais da França e uma carta em francês escrita por Daniel de la Touche, a qual dizia que os portugueses deviam se render em 4 horas ou seriam massacrados. Astuto, Diogo de Campos percebeu que a carta não passava de uma tentativa dos franceses de ganhar tempo e obter informações sobre o estado das tropas portuguesas.
A esta altura, o grupo de soldados e arqueiros que acompanhava Jerônimo de Albuquerque já estava próximo às trincheiras francesas. Os índios que as defendiam eram uma grande multidão, e neles, os portugueses não perdiam um tiro. Daniel de la Touche, Senhor de la Ravardière, percebia do mar que o exército francês sofria pesadas baixas: em menos de uma hora, a área ao redor do forte de Santa Maria estava repleta de mortos franceses e indígenas. Ravardière mandou para próximo da praia os navios mais velozes para prevenir maiores danos à sua tropa, mas, sob bombardeio de artilharia de navios portugueses, foi forçado a desistir.

Desistência francesa

Com todas as canoas ardendo em chamas na praia, os franceses restantes em terra não tiveram como fugir e tudo o que puderam fazer foi se recolher na fortificação no topo do outeiro. Entre eles estavam Monsieur de la Fos Benart e Monsieur de Canonville. Ao final da batalha, próximo ao outeiro, muitos dos soldados portugueses se punham à frente dos mosquetes dos inimigos, que ainda resistiam. Turcou, o intérprete dos franceses na comunicação com os índios, foi baleado pelos portugueses, e com ele, Monsieur de la Fos Benart, líder dos indígenas que lutavam com os franceses. Sem orientação, os índios restantes, mais de 600, começaram a fugir, descendo o outeiro e a eles se misturaram os soldados franceses, que não possuíam mais pólvora para atirar.

Trégua e expulsão dos franceses

Após a Batalha de Guaxenduba, as tropas francesas restantes no Maranhão estavam recolhidas no Forte de Saint Louis. Para ganhar tempo, Ravardière propôs uma trégua aos portugueses e sua proposta foi aceita, ficando estipulado que um oficial português e um francês fossem à França e um oficial português e um francês fossem a Portugal, para procurar nas cortes desses países uma solução para o conflito.
Com o cessar fogo anunciado, portugueses, franceses e nativos permaneceram em paz. Em outubro de 1615, chega a Guaxenduba o capitão-mor de Pernambuco, Alexandre de Moura, trazendo um reforço de tropas e mantimentos. Por ser de patente superior, assumiu o comando geral das tropas portuguesas. Sob seu comando, os portugueses violaram o tratado que haviam feito com os franceses e intimaram Daniel de la Touche a abandonar o Maranhão em 5 meses. Três meses depois, chegaram da Europa Diogo de Campos e Martim Soares, trazendo mais tropas portuguesas e ordens terminantes da corte para os franceses abandonarem definitivamente o Brasil. Em 1º de novembro de 1615, Alexandre de Moura ordenou que o Forte de São Luís fosse cercado e desembarcou suas tropas na ponta de São Francisco, onde foi construído o Forte de São Francisco do Maranhão. Vendo-se incapaz de permanecer em luta, Ravardière acabou entregando aos portugueses o Forte de São Luís e rendendo-se. Foi preso por Alexandre de Moura e permaneceu encarcerado por três anos na Torre de Belém.

Lenda do milagre de Guaxenduba

No livro "História da Companhia de Jesus na Extinta Província do Maranhão e Pará", de 1759, o padre José de Moraes relata a aparição de Nossa Senhora da Vitória entre os batalhões portugueses, animando os soldados durante todo o tempo da batalha e transformando areia em pólvora e seixos, em projéteis. Nossa Senhora da Vitória é considerada a padroeira de São Luís e a Catedral da Sé da cidade recebe seu nome e uma escritura em latim, que diz: 1629 • SANCTÆ MARIÆ DE VICTORIA DICATUM • 1922.

Referências
  1. ↑ a b A história de Icatu - Prefeitura municipal de Icatu
  2. ↑ a b c d e MASCARENHAS, Annibal. Curso de História do Brasil, Livraria do Povo, Rio de Janeiro, 1898. p. 375 - 387. Archive.org
  3. ↑ MORENO, Diogo de Campos. Memorias para a história da Capitania do Maranhão. 1617. p. 62
  4. ↑ NEIVA, Saulo. La France et le monde luso-brésilien: échanges et représentations (XVIe – XVIIIe siècles). France: Presses Universitaires Blaise-Pascal, 2005, p. 109
  5. ↑ Os primeiros telescópios em Portugal Ciência em Portugal
  6. ↑ Invasões francesas no Rio de Janeiro e Maranhão - Portal São Francisco

          MENSAGEM AO POVO IRMÃO DA FRANÇA
     
        Como fundador deste Blog, dirijo-me a toda a comunidade franco-brasileira para desejar-lhes um Feliz Ano Novo e manifestar-lhe meu apreço por sua linda, culta, democrática e hospitaleira pátria de origem, a França, e dizer-lhes, que, a postagem acima nada tem de separatismo, até porque os franceses de hoje em sua maioria também não são mais calvinistas, mas católicos ou espíritas e outras crenças diversas...
E, grande parte dos portugueses devido à emigração para este país ao longo dos anos, também assimilou muito desta cultura, também humanística e universalista.   

Portanto,
Viva a França! Viva Portugal! Viva o Brasil!
Viva a Lusofonia!!!