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THE GUEST
O The Guest um grupo musical de Portugal, que está alcançando grande sucesso em toda a Europa com e no mundo em geral. Este grupo interpreta músicas de qualidade em diversos idiomas, como português, inglês, espanhol, italiano e francês.
Com melodias hipnotizantes e inspiradas em outros artistas de sucesso, como Andrea Bocelli ou Sarah Brightman, The Guest já começou uma jornada musical promissora.
Em seu primeiro álbum, The Guest interpretou músicas de grandes compositores portugueses e internacionais, como Ernesto Leite, Marc Shaiman, Goran Kay, Pedro Abrunhosa, Amália Rodrigues, Thomas G:son, Tony Sanchez-Ohlsson e muitos outros. Em sua primeira produção...Continue lendo...
MÁRCIO GOMES
MÁRCIO GOMES
Márcio da Silva Gomes, UM LUSO DESCENDENTE, nasceu no Rio de Janeiro no dia 05 de Junho de 1974.
Começou
a cantar aos quinze anos e logo tornou-se integrante do TORJ ( Teatro
de Ópera do Rio de Janeiro). Com esse grupo se apresentou em diversos
teatros, dentro e fora do Rio de Janeiro. Porém sua carreira só começou a
tomar um rumo profissional quando passou a cantar música popular. Isso
se deu mais precisamente em 1997, quando estreou uma série de shows em
muitas casas noturnas, clubes e teatros. Também em 1997 foi o primeiro
colocado no “I Festival de MPB do Clube Militar do RJ”. Em 2001 foi
vencedor do “IV Festival de Serestas Silvio Caldas”, na cidade de
Conservatória, promovido pela UNIGRANRIO.
Desde
o ano 2000 apresenta-se pela RIOTOUR no carnaval da Cinelândia, ao lado
de Emilinha Borba, Marlene, Adelaide Chiozzo, Carmen Costa e outros.
Um
grande êxito em sua carreira foi o espetáculo que realizou em Abril de
2002, na cidade de Setúbal, Portugal. Também no mesmo ano lançou o CD
“Canção que ficou”, uma produção independente que trouxe obras inéditas
de Klécius Caldas e Candeias Jota Junior, além de regravações de outros
autores.
No ano de 2003 foi convidado pela gravadora MZA para ser o intérprete co CD “O Som de Bolero”, distribuído pela Universal Music.
Márcio,
através do “Projeto Recordando” de Terezinha Di Blasi, vem homenageando
os grandes compositores e cantores que fazem parte da nossa história.
Junto com as “Cantoras do Rádio”, sob direção de Ricardo Cravo Albin, participou do show “Trálálá”, uma belíssima homenagem a Lamartine Babo e do show “Estão voltando as flores”.
Na
entrega do prêmio “Golfinho de ouro” promovida pela Secretaria de
Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Márcio interpretou de Capiba a
música “Maria Bethânia” para homenagear a cantora Maria Bethânia.
Em
Maio de 2005, teve o privilégio de apresentar-se ao lado de Emilinha
Borba, na cidade de Feira de Santana – Bahia. O show era o famoso
carnaval fora de época, Micareta.
Em 26 de Outubro de 2005, para a celebração dos 90 anos de PricewaterhouseCoopers no Brasil, novamente sob direção e roteiro de
Ricardo Cravo Albin apresenta-se ao lado de Selma Reis, Leny Andrade,
Marcos Valle, Zé Renato e outros. O Espetáculo foi apresentado pelo
próprio Ricardo e pelo maior ícone do teatro brasileiro, Bibi Ferreira.
Produzido
por Vera Pinheiro e dirigido por Paulo Afonso de Lima, fez parte dos
espetáculos “Tango”, “Ídolos”, “Carlos Machado”, “La vie en rose”,
“Times Square”.
Julho de 2007, contratado pela Dellarte, participa brilhantemente do Festival de Inverno de Petrópolis.
Desde
o final de 2008 vem apresentando o show O FADO E O TANGO, momento
inédito, onde dois gêneros musicais se harmonizam em uma só voz. Amália e
Gardel são relembrados com os mais belos Fados e Tangos de todos os
tempos. Esse show virou CD e foi lançado em dezembro de 2009 com imenso
sucesso no Teatro Maison de France e em janeiro de 2010 na Modern Sound.
O show ganhou a supervisão de Bibi Ferreira e em 05 de outubro de 2010 chegou ao palco do Canecão com absoluto sucesso.
Concluímos
que Márcio Gomes é um cantor essencialmente romântico, que tem exercido
um papel muito importante de resgate da MPB, basicamente dos anos 40 e
50. Seu timbre e extensão vocal, o torna o mais jovem cantor a moda
antiga.
DECLARAÇÃO DE RICARDO ALBIN
Sempre
fui não apenas um necessário garimpeiro de jovens talentos – até por
profissão. Mas também sou um declarado admirador dos intérpretes que
começam carreira com um olhar de solidariedade aos ídolos do passado.
Quando
conheci o cantor Márcio Gomes – dono de vozeirão que de pronto me
remetia a matrizes do porte de Francisco Alves e até Vicente Celestino –
Fiquei impressionadíssimo. Sobretudo por dois motivos: ele não imitava
nem um nem outro. E cantava com naturalidade, ou seja, adoçava a voz,
quase sempre me lembrando as contenções geniais de um Orlando Silva ou
de um Sílvio Caldas.
É
claro que o Márcio pode fazer o quiser com as poderosas cordas vocais
que Deus lhe deu. Mas por que não doma-la utilizando o senso que a
singeleza da música do povo quase sempre está a exigir? A canção popular
não pode ser cantada como uma ária de ópera.
Por isso, utilizando o poder de sua voz com inteligência, Márcio Gomes vem cumprindo uma bela carreira.
O
CD “O Fado e o Tango” que o caro ouvinte tem ao alcance é prova provada
daquilo que asseverei há pouco. Márcio Gomes pode cantar o que quiser.
Com desenvoltura e vibratilidade. Exemplo disso é esta coleção de alguns
dos melhores fados e tangos, sempre solicitados pelo público nos shows
nacionais e internacionais do Márcio. O CD é, na verdade, quase a
integra de um espetáculo recente de sucesso no Rio.
E
arrebata. Especialmente porque fados e tangos, quando bem cantados,
sempre podem comover. Aqui, levadas pela voz emocionada – e precisa – de
Márcio Gomes, essas peças conhecidíssimas têm um surpreendente
interprete. É só ouvir.
RICARDO ALBIN
RICARDO ALBIN
BIOGRAFIA DE CARLOS GALHARDO
Carlos Galhardo, nascido Catello Carlos Gagliardi (Buenos Aires, 24 de abril de 1913 — Rio de Janeiro, 25 de julho de 1985) foi um dos principais cantores da Era do Rádio.
Filho de italianos, Pietro Gagliardi e Saveria Novelli, teve três irmãos. Dois nascidos na Itália, uma nascida no Rio de Janeiro.
Dois meses depois de seu nascimento, a família mudou-se para São Paulo e logo após para o Rio de Janeiro.
Aos oito anos de idade, com o falecimento de sua mãe, o menino passa a viver com um parente no bairro do Estácio e aprende o ofício de alfaiate. Aos quinze anos torna-se já um oficial, apesar de não gostar do ofício. Chega até a abandonar os estudos (completou o primário) para dedicar-se à profissão.
Passou por várias alfaiatarias e numa delas trabalhou com o barítono Salvador Grimaldi, com quem costumava ensaiar duetos de ópera.
Apesar de em casa e para amigos cantarolar cançonetas italianas e árias de ópera, sua carreira iniciou-se em uma festa na casa de um irmão, onde encontravam-se presentes personalidades como Mário Reis, Francisco Alves, Lamartine Babo, Jonjoca e, ali, cantou para os convidados, Deusa, de Freire Junior, canção do repertório de Francisco Alves. Aprovando-o, aconselharam-no a tentar o rádio. Foi então apresentado ao compositor Bororó e através deste conseguiu uma oportunidade na Rádio Educadora do Brasil onde cantou "Destino", de Nonô e Luís Iglesias. No dia seguinte foi procurado e convidado a fazer um teste na RCA Victor. Aprovado, passa a fazer parte do coro que acompanhava as gravações da gravadora.
Seu primeiro disco solo é lançado em 1933, com os frevos Você não gosta de mim, dos Irmãos Valença e Que é que Há, de Nélson Ferreira.
Conhecendo o compositor Assis Valente, gravou muitas canções suas tais como Para onde irá o Brasil, É duro de se crer, Elogio da raça (em dueto com Carmen Miranda), Pra quem sabe dar valor e Boas festas, esta última seu primeiro grande sucesso.
Passou cantando por várias emissoras de rádio do Rio de Janeiro, tais como: Mayrink Veiga, Rádio Clube, Philips, Sociedade, Cruzeiro, Cajuti, Tupi, Nacional e Mundial.
Em 1935, estréia como cantor romântico com a valsa-canção Cortina de Veludo, de Paulo Barbosa e Oswaldo Santiago e obtém grande sucesso.
Em sua carreira, além de na RCA Victor, gravou também na Columbia, Odeon e Continental. Foi o segundo cantor que mais gravou no Brasil, cerca de 570 músicas (só perdeu para Francisco Alves).
Além das canções carnavalescas, Galhardo foi quem mais cantou temas de datas festivas, a exemplo: Boas festas, Boneca de Papai Noel (Ari Machado) e Lá no céu (Silvino Neto), Não mudou o Natal (Alcyr Pires Vermelho e Oswaldo Santiago) para o Natal; Bodas de prata (Mário Rossi e Roberto Martins) para a celebração de mesmo nome, Mãezinha querida (Getúlio Macedo e Lourival Faissal), Imagem de mãe (Othon Russo e José Nunes), Dia das mães (José Cenília e Lourival Faissal), Aniversário de mãezinha (Mário Biscardi e Newton Teixeira) e Mamãezinha (José Selma, Lourival Faissal e Maurício das Neves) para o Dia das Mães; Papai do meu coração (Lindolfo Gaya e Osvaldo dos Santos) para o Dia dos Pais; Tempo de criança (Ari Monteiro e Osvaldinho) para o Dia das Crianças; Subindo, vai subindo (Osvaldo e Valfrido Siva), Olha lá um balão (Roberto Martins e Wilson Batista), Balão do amor (Armando Nunes e Geraldo Serafim) para as festas juninas; Valsa dos noivos (Sivan Castelo Neto e José Roberto Medeiros), Para os noivos, Brinde aos noivos, Valsa dos padrinhos para noivos, Valsa dos namorados (Silvino Neto) para o Dia dos Namorados; Quarto centenário (J. M. Alves e Mário Zan) para o aniversário de São Paulo; Dentro da lua e 23 de abril (ambas de Ari Monteiro e Roberto Martins) para o dia de São Jorge; e a Canção do trabalhador (Ari Kerner) para o Dia do Trabalhador.
Participou dos seguintes filmes: Banana da terra, dirigido por J. Ruy (1938), Vamos cantar, de Leo Martins (1940), Entra na farra, de Luís de Barros (1941), Carnaval em lá maior, de Ademar Gonzaga (1955), Metido a bacana, de J. B. Tanko (1957).
Em 1945, grava juntamente com Dalva de Oliveira e Os Trovadores, a adaptação de João de Barro para a história infantil Branca de Neve e os sete anões, com canções de Radamés Gnattali.
Em 1952, passa um ano apresentando-se em Portugal.
Em 1953 a Revista do Disco deu-lhe o slogan "Rei do disco". Também ficou conhecido como "O rei da valsa", título dado pelo apresentador Blota Júnior e "O cantor que dispensa adjetivos".
Daí pra frente começou a apresentar-se por todo o Brasil, inclusive através da televisão.
Em 1983, fez a sua última apresentação no espetáculo Allah-lá-ô, de Ricardo Cravo Albin, dedicado ao compositor Antônio Nássara, realizado na Sala Funarte - Sidney Miller.
Carlos Galhardo faleceu com 72 anos e foi sepultado no Cemitério de São João Batista na zona sul do Rio de Janeiro.
Ao lado de Francisco Alves, Orlando Silva, Vicente Celestino e Sílvio Caldas, formou o quadro dos grandes cantores da era do rádio.
Biografia enviada por Analila em 23/4/2009.
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