MOTO ESPORTE CLUBE (RO)

Moto Esporte Clube

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Moto Clube

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Nome Moto Esporte Clube
Alcunhas Timão
Moto
Torcedor/Adepto Motense
Mascote Tatu Bola (Alvi Rubro)
Fundação 13 de maio de 1952
Estádio Sede Campestre
Mando de jogo em Aluizio Ferreira (8.000)
Presidente Brasil Mazaropi
Treinador Brasil Marcos Sequetto
Patrocinador Brasil Rondobrás, Jns Grupo, Solimões, SAGA Veículos, Eucatur
Competição
(Futebol)
Rondônia Campeonato Rondoniense 1 ª Divisão
Website motoesporteclube.com
motoec.blogspot.com
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
alternativo

Moto Esporte Clube, mais conhecido como Timão, é um clube brasileiro de futebol da cidade de Porto Velho, capital do estado de Rondônia. Suas cores são vermelho e branco.
O clube teve seu auge no futebol estadual durante a era amadora, anterior à 1991, quando conquistou o campeonato estadual em 10 oportunidades.



História

A origem

Estádio Aluízio Ferreira (Aluizão)
Criado para disputar um torneio de futebol em homenagem ao aniversário do deputado federal Aluízio Ferreira, em 1952, uma competição entre funcionários da administração do então Território Federal, o Moto Clube era constituído àquela altura apenas por motoristas, mecânicos e auxiliares da Garagem do Território, sob comando do mecânico Eduardo Lima e Silva, o "seu Dudu", técnico da seleção do Guaporé que disputava o Campeonato Brasileiro de Seleções e do atleta Pirralho.
O que era o "time da Garagem", logo o Moto entrou na disputa do campeonato da FDG - Federação de Desportos do Guaporé, e em 1954 foi campeão pela primeira vez.

Um cenário incomum é passar pela BR-364, sentido Rio Branco, no Acre, e ver um clube com uma área de 48 ha. (600m x 800m) abandonado a margem da rodovia. Quem vê não imagina a história e as glórias que esta agremiação tão adorada conquistou ao longo do tempo e cativou o torcedor porto-velhense com inúmeras conquistas tanto dentro como fora do estado. Apesar de possuir dois títulos do Copão da Amazônia e dez estaduais, o clube ficou marcado pela má administração. O Moto Clube simplesmente afundou em dívidas e não conseguiu fugir dos problemas financeiros, os quais se alastraram por vários anos. Atualmente, ao adentrar a sede social totalmente abandonada, o que se vê é um cenário diferente de no máximo dez anos atrás, quando inúmeros sócios freqüentavam e animavam cada espaço daquele que Porto Velho considerava como O Mais Querido. Vivenciar os famosos clássicos contra o Ferroviário era uma tremenda emoção e só quem os presenciou relembra os grandes momentos em que o estádio Aluízio Ferreira vivia lotado além de cada clube possuir sua própria torcida organizada. Segundo o torcedor e acadêmico de jornalismo, Marcos Souza, Rondônia tinha um campeonato organizado, de respeito e com os clubes tirando o seu (dinheiro) da renda do velho Aluizão, que tinha casa cheia todo fim de semana. Para Marcos, o decadência do Moto foi uma tristeza imensa para toda torcida e o fim de uma Era, onde o torcedor sentia vontade de freqüentar o estádio Aluízio Ferreira. “Era simplesmente fora do normal”, afirma o ex-quarto zagueiro Wálter Santos que atuou tanto pelo Moto como pelo Ferroviário. Segundo Wálter, sem exagerar, era o que hoje se vê no Maracanã ou proporcional. Com torcida e carros se concentrando, além dos jogadores se dedicando em apresentar o melhor futebol ao público. Nas décadas de 70 e 80, o torcedor simplesmente sentia vontade e prazer de freqüentar o “velho” Aluizão, denominação carinhosa ao estádio Aluízio Ferreira, pois simplesmente cada partida era a esperança de se ver um grande espetáculo em campo, deixando saudades a quem realmente era amante do futebol amador. Com a profissionalização do futebol do estado, os torcedores imaginavam que o clube seguiria a tendência do futebol moderno, porém o Moto Clube simplesmente abandonou o esporte mais popular do mundo e passou a se dedicar a seus sócios. Com mais de 8 mil sócios cadastrados, o clube procurou se manter no período de 1989 até 1999, obtendo uma grande renda, porém com o passar do tempo, o Moto foi acumulando dívidas e simplesmente abandonado quando a situação ficou insustentável. O vertiginoso crescimento da dívida ainda é um “mistério”, pois todos os presidentes, os quais passaram pelo clube sempre colocam a culpa uns nos outros, mas nunca admitem o erro ou falha na administração. Segundo informações, a dívida do clube ultrapassa os R$ 100 mil reais, um valor considerado impagável para a atual situação econômica do Moto Clube, cuja estrutura física simplesmente se deteriora à margem da Br-364. Segundo um ex-funcionário do Moto Clube, o qual preferiu não revelar seu nome, era comum os presidentes simplesmente “limparem” o caixa após um final de semana e simplesmente não prestarem conta do dinheiro adquirido, o que contribuiu para a inadimplência dentro do clube. A “morte” do Moto não foi decretada apenas por abandonarem um dos clubes de maior torcida dentro do estado de Rondônia e que dificilmente voltará a ativa, mas sim por falhas dentro da administração do clube, principalmente durante o final da década de 90. Clube Social A presença de inúmeras famílias e amigos animavam os finais de semana do Moto Clube, além dos bailes e festas promovidas por sua diretoria que eram realmente um tremendo sucesso com a presença de muitas pessoas, contagiando cada vez mais o local. Atualmente o cenário apresenta piscinas imundas, matagal tomando conta da sede social e dos campos, estrutura metálica enferrujada, banheiros quebrados, salão de festas acabado pelo tempo...., simplesmente o caos tomou conta de um dos clubes mais charmosos da cidade, o qual encontra-se entregue ao tempo e principalmente ao esquecimento. O clube simplesmente foi esquecido pela sociedade porto-velhense e até por seus sócios, que sequer procuram os culpados pela atual situação do Moto Clube. Uma pena para a história do futebol e também para a população rondoniense que perdeu um local de lazer na cidade. Conquista O dia 17 de julho de 1977 jamais será esquecido pelo torcedor do Moto Clube de Porto Velho. Nesta data, o torcedor vibrou, chorou e comemorou juntamente com sua equipe a conquista do mais importante título da história do futebol rondoniense, a Taça da Integração da Amazônia, o popular Copão da Amazônia. O Moto Clube venceu o Rio Branco por um placar apertado e conquistou o título, que voltou a se repetir um ano depois no dia 13 de setembro de 1978 contra o mesmo adversário.
Estrutura

Sede Campestre

O Moto Clube têm hoje um grande Patrimônio, sendo sua Sede Campestre com uma area de 48 ha (600m x 800m) localizada às margens da Rodovia BR-364, bem concorrida com Parque Aquático, Restaurante, quadras de Tênis e Volley de Areia, Estacionamento, Chalés, Salão para Eventos e Campo de Futebol com medidas oficiais.

Sede Social

Localizada em área nobre da cidade de Porto Velho, a sede social possui toda a infra-estrutura para o bom atendimento dos sócios e tambem dispõe de Academia de Ginástica.

Torcidas organizadas
  • Torcida Fiel do Timão
  • Torcida Terremoto
  • Torcida Sangue Alvirubro
Rival

O principal rival do Moto Clube é o Ferroviário, clube com o qual disputou grandes jogos na época do amadorismo que ficaram na história e inclusive foi matéria do programa "Esporte Espetacular" da Rede Globo.
Os clubes se desencontraram ainda no inicio do profissionalismo quando o Ferroviário decidiu por não disputar mais o campeonato. Pouco depois o proprio Moto Clube acabou abandonando o Campeonato, voltando com regularidade no ano de 2009, tendo criando pequena rivalidade com o Gênus, um dos poucos clubes de Porto Velho ainda disputando o torneio.

Brasão

O escudo do Moto Clube é vermelho e circular, no seu interior aparecem ainda varios circulos, com a inscrição "Moto Clube - Rondonia" e a sigla MC em um pequeno escudo central.

Hino

O hino do Moto Clube foi composto por Hilton Valle e Onofre Mendes.

Curiosidades e feitos

Curiosidades

O Moto Clube foi o 1º clube da Amazônia Ocidental a jogar no Maracanã, a partida foi disputada em 21 de agosto de 1969 conta a Seleção da Petrobras, na preliminar de Brasil x Colômbia, o Timão foi convidado pela antiga CBD - Confederação Brasileira de Desportos, hoje CBF - Confederação Brasileira de Futebol e o resultado foi um empate em 3 a 3. Os gols do Moto Clube foram de Manoel, Bacu e Walter Santos.

Feitos

O dia 17 de julho de 1977 jamais será esquecido pelo torcedor do Moto Clube de Porto Velho. Nesta data, o torcedor vibrou, chorou e comemorou juntamente com sua equipe a conquista do mais importante título da história do futebol rondoniense, o Torneio Integração da Amazônia, o popular Copão da Amazônia. O Moto Clube venceu o Rio Branco, do Acre, por um placar apertado e conquistou o título, que voltou a se repetir um ano depois no dia 13 de setembro de 1978, contra o mesmo adversário.

Rivalidades

Timão e Ferrim

  • O maior rival do Timão é o Ferroviário, ou simplesmente Ferrim, com este o Timão protagoniza o grande clássico do futebol Rondoniense, que nos anos 1970-80 movimentou bastante a população Portovelhense,
O timão, como era conhecido o Moto Clube teve outros grandes rivais: Ypiranga, e Flamengo-RO. Os quatro clubes dividem a preferência dos torcedores devido aos vários títulos conquistados. Atualmente os maiores rivais do Moto são o Genus(o time mais tradicional e com maior torcida da capital na era profissional) e o Ji-Paraná (o maior campeão de Rondônia na era profissional).

Elenco atual
  • Última atualização: 15 de abril de 2010.
LEGENDA
Captain.: Atual Capitão
Goleiros
Brasil G Dida
Brasil G Caju
Brasil G Guilherme Palma
Laterais
Brasil LD Guarate
Brasil LD Teseu
Brasil LE Cafu
Brasil LE Bruno Braúna
Zagueiros
Brasil Z Anderson Caxito
Brasil Z Alfredo Captain.
Brasil Z Del
Brasil Z Valmir
Brasil Z Anderson Magrão
Volantes
Brasil V Vágner
Brasil V Quel
Brasil V Paulo Cézar
Brasil V Quintino
Brasil V Bruno Costa
Meio-campistas
Brasil M Vitor Rádio
Brasil M Pereira
Brasil M Pipa
Brasil M Ramon Requena
Brasil M Ivon
Atacantes
Brasil A André Merenda
Brasil A Dinho
Brasil A Robby
Brasil A Alex Carioca
Brasil A Jiuliano
Brasil A Marcos Canhoto
Técnico
Brasil Marcos Sequetto
Mascote
  • O time do Moto Clube é tem o tatu Bola como o seu mascote, alem de ser um animal da amazônia o tatu bola e um animal muito forte e astuto, pois quando se sente ameaçado junta sua cara-pulsa muito resistente e sai rolando na maior velocidade.
Títulos

Regionais

  • Brazil Region Norte.svg Torneio Integração da Amazônia: 2 vezes (1977 e 1978).

Estaduais

  • Rondônia Campeonato Rondoniense: 10 vezes (1954, 1968, 1969, 1971, 1972, 1975, 1976, 1977, 1980 e 1981).
  • Rondônia Campeonato Rondoniense - 2ª Divisão: 1 vez (2009).
 Clique aqui para conhecer a história da cidade onde nasceu seu clube de coração...

MARIA FERNANDA TELES DE CASTRO

Fernanda de Castro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fernanda de Castro
Nome completo Maria Fernanda Teles de Castro e Quadros Ferro
Nascimento 8 de Dezembro de 1900
Lisboa, Portugal.
Morte 19 de dezembro de 1994 (94 anos)
Lisboa, Portugal.
Nacionalidade Portugal Portuguesa
Cônjuge António Ferro
Filho(s) 2: António Quadros e Fernando Quadros Ferro.
Ocupação Escritora, tradutora.
Prémios Prémio do Teatro Nacional D. Maria II, 1920.

Maria Fernanda Teles de Castro e Quadros Ferro (Lisboa, 8 de Dezembro de 1900 – 19 de Dezembro de 1994), foi uma escritora portuguesa.
Fernanda de CastroFernanda de Castro, filha de João Filipe das Dores de Quadros (oficial da marinha) e de Ana Laura Codina Telles de Castro da Silva, fez os seus estudos em Portimão, Figueira da Foz e Lisboa, tendo casado em 1922 com António Joaquim Tavares Ferro. Deste casamento nasceu António Gabriel de Quadros Ferro que se distinguiu como filósofo e ensaísta e Fernando Manuel Teles de Castro e Quadros Tavares Ferro. A sua neta, Rita Ferro também se distinguiu como escritora.
Foi juntamente com o marido e outros, fundadora da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses, actualmente designada por Sociedade Portuguesa de Autores.
O escritor David Mourão-Ferreira, durante as comemorações dos cinquenta anos de actividade literária de Fernanda de Castro disse: “Ela foi a primeira, neste país de musas sorumbáticas e de poetas tristes, a demonstrar que o riso e a alegria também são formas de inspiração, que uma gargalhada pode estalar no tecido de um poema, que o Sol ao meio-dia, olhado de frente, não é um motivo menos nobre do que a Lua à meia-noite”.
Parte da vida de Fernanda de Castro, foi dedicada à infância, tendo sido a fundadora da Associação Nacional de Parques Infantis, associação na qual teve o cargo de presidente.
Como escritora, dedicou-se à tradução de peças de teatro, a escrever poesia, romances, ficção e teatro. Escreveu o argumento do filme Rapsódia Portuguesa (1959), realizado por João Mendes, documentário que esteve em competição oficial no Festival de Cannes.

Prémios

  • Prémio do Teatro Nacional D.Maria II – (1920) com a peça “Náufragos”.
  • Prémio Ricardo Malheiros – (1945) com o romance “Maria da Lua”, foi a primeira mulher a obter este prémio da Academia das Ciências.
  • Prémio Nacional de Poesia – (1969).

Obras

  • Náufragos (1920) (teatro)
  • Maria da Lua (1945) (romance)
  • Antemanhã (1919) (poesia)
  • Náufragos e Fim da Memória (poesia)
  • O Veneno do Sol e Sorte (1928) (ficção)
  • As aventuras de Mariazinha (literatura infantil)
  • Mariazinha em África (1926) (literatura infantil) (fruto da passagem da escritora pela Guiné Portuguesa)
  • A Princesa dos Sete Castelos (1935) (literatura infantil)
  • As Novas Aventuras de Mariazinha (1935) (literatura infantil)
  • Asa no Espaço (1955) (poesia)
  • Poesia I e II (1969) (poesia)
  • Urgente (1989) (poesia)
  • Fontebela (1973)
  • Ao Fim da Memória “(Memórias 1906 – 1939)" (1986)
  • Pedra no Lago (teatro)
  • Exílio (1952)
  • África Raiz (1966).
  • Tudo É Príncípio
  • Os Cães não Mordem
  • Jardim (1928)
  • A Pedra no Lago (1943)
  • Asa no Espaço (poesia)
  • Cartas a um Poeta (tradução de Rainer Maria Rilke)
  • O Diário (tradução de Katherine Mansfield)
  • Verdade Para Cada Um (tradução de Pirandello)
  • O Novo Inquilino (tradução de Ionesco)

Três Poemas da Solidão I

Nem aqui nem ali: em parte alguma.
Não é este ou aquele o meu lugar.
Desço à praia, mergulho as mãos no mar,
mas do mar, nos meus dedos, fica a espuma.

Meu jardim, minha cerca, meu pomar.
Perpassa a Ideia e mói, como verruma.
Falar mas para quê? Só por falar?
Já nada quer dizer coisa nenhuma.

Os instintos à solta, como feras,
e eu a pensar em velhas primaveras,
no antigo sortilégio das palavras.

Agora é tudo igual, prazer e dor,
e a tua sementeira não dá flor,
ó triste solidão que as almas lavras.

II

Tão só!
Cada vez são mais longos os caminhos
que me levam à gente.
(E os pensamentos fechados em gaiolas,
as ideias em jaulas.)

Ah, não fujam de mim!
Não mordo, não arranho.
Direi:
— «Pois não! Ora essa! Tem razão».

Entanto, na gaiola,
cantarão em silêncio
os sonhos, as ideias,
como pássaros mudos.

III

Solidão.
A multidão em volta
e o pensamento à solta
como alado corcel.
E as ideias dispersas, em tropel,
como folhas ao vento
pétalas do Pensamento.

Solidão.
A angústia da Cidade,
a impossível procura da Unidade,
o clamor
do silêncio interior,
mais pungente, estridente,
que os bárbaros ruídos
que ferem, dilaceram
os nervos e os sentidos.

Fernanda de Castro, in "E Eu, Saudosa, Saudosa"

DEBORA CARACOL

...E ASSIM NASCEU A CIDADE DO FUNDÃO

Fundão (Portugal)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Coordenadas: 40° 08' N 7° 30' O
Fundão
Brasão de Fundão Bandeira de Fundão
Brasão Bandeira
Vista fundao 21-10-2007.JPG
Vista panorâmica da cidade do Fundão
Localização de Fundão
Gentílico Fundanense
Área 700,13 km²
População 29 213 hab. (2011
Densidade populacional 41,73 hab./km²
N.º de freguesias 31
Presidente da
Câmara Municipal
Paulo Fernandes (por suspensão de mandato de Dr. Manuel Frexes)
Fundação do município
(ou foral)
1747
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Cova da Beira
Distrito Castelo Branco
Antiga província Beira Baixa
Orago São Martinho
Feriado municipal 15 de Setembro
Código postal 6230
Endereço dos
Paços do Concelho
Praça do Município 6230-338 Fundão
Sítio oficial www.cm-fundao.pt
Endereço de
correio electrónico
municipio-fundao@cm-fundao.pt


Real Fábrica de Lanifícios do Fundão (século XVIII), actual edifício da Câmara Municipal do Fundão.

Foram estes imigrantes, fundando bairros dos quais o mais importante situava-se em volta da Rua da Cale (Rua do Encontro ou da Sinagoga em Hebraico) que permitiram ao Fundão assumir as dimensões de uma verdadeira cidade. O influxo de mercadores e artesãos judeus transfomaria a cidade num centro importante para o comércio e a indústria.
Com o estabelecimento da Inquisição, começaram as perseguições aos judeus e cristão-novos, tendo sido numerosas as expropriações, as torturas e as execuções. Ainda hoje são frequentes os nomes dos cristão-novos nos habitantes da região. A cidade perdeu assim nessa altura grande parte do seu dinamismo económico.
Igreja Matriz do Fundão (século XVIII).
Em 1580 os notáveis da cidade deram o seu apoio ao Prior do Crato D. António, contra as pretensões do Rei de Espanha D. Filipe II (Filipe I de Portugal). Nesse ano elevaram unilateralmente eles próprios o Fundão ao estatuto de Vila. O concelho foi fundado em 1747 por ordem de D.João V, emancipando-o da Covilhã.
No período do Iluminismo do fim do Século XVIII, o então primeiro-ministro do reino, o Marquês de Pombal, após equiparar legalmente os cristão-novos aos cristão-velhos, procurou restaurar a preeminência económica da cidade fundando a Real Fábrica de Laníficios, onde hoje está situada a Câmara Municipal. Nessa altura voltaram a ser exportados em quantidade os tecidos de lã do Fundão. No século XIX o Fundão foi saqueado durante as Invasões Francesas, e voltou a sofrer durante a Guerra Civil entre os Liberais pró-D. Pedro II e os Conservadores pró-D. Miguel.
A 19 de Abril de 1988 o Fundão foi elevado a Cidade.



Pavilhão Multiusos.
Geografia

A cidade está localizada no sopé do Monte de S.Brás, um ramo da Serra da Gardunha, no planalto da Cova da Beira, a uma altitude de cerca de 500 metros. É sede de um município com 700,13 km² de área e 30 867 habitantes (2008 subdividido em 31 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios da Covilhã, Belmonte e Sabugal, a leste por Penamacor e Idanha-a-Nova, a sul por Castelo Branco, a sudoeste por Oleiros e a oeste por Pampilhosa da Serra.

Moagem - Cidade do Engenho e das Artes.
Economia

A cidade é um centro local importante de comércio, serviços e indústria. O concelho compreende parte das terras mais férteis da região, o grande vale da Cova da Beira, onde passa o Rio Zêzere e as suas numerosas ribeiras afluentes. São feitas grandes produções de cerejas e ginjas, pêssegos, azeite e vinho.
Existem minas de Volfrâmio, na Panasqueira (pertencentes ao concelho da Covilhã, mas as suas gentes também faziam vida no Fundão (Silvares))[carece de fontes], de entre as mais importantes do seu tipo do mundo, também de chumbo e estanho. Existem quantidades de prata e ouro. A sua água mineral é das mais vendidas em Portugal.
À saída norte para a Covilhã ao longo da EN 18 desenvolveram-se várias industrias e comércios de interesse até a nível nacional como a transformação de madeira, granitos, vidro e piscinas, e um investimento especial na indústria de polimento de peças de joalheria. Nesta zona existem vários hotéis, restaurantes e piscinas com interesse turístico.
Biblioteca Eugénio de Andrade.
Demografia

O gráfico seguinte apresenta a evolução demográfica do Concelho do Fundão entre 1801 e 2011:





Freguesias do Concelho

As freguesias do Concelho do Fundão são as seguintes:
  • Alcaide
  • Alcaria
  • Alcongosta
  • Aldeia de Joanes
  • Aldeia Nova do Cabo
  • Alpedrinha
  • Atalaia do Campo
  • Barroca
  • Bogas de Baixo
  • Bogas de Cima
  • Capinha
  • Castelejo
  • Castelo Novo
  • Donas
  • Enxames
  • Escarigo
  • Fatela
  • Fundão
  • Janeiro de Cima
  • Lavacolhos
  • Mata da Rainha
  • Orca
  • Pêro Viseu
  • Póvoa de Atalaia
  • Salgueiro
  • Silvares
  • Soalheira
  • Souto da Casa
  • Telhado
  • Vale de Prazeres
  • Valverde
Cidades Geminadas
  • Portugal Vila Real de Santo António, Distrito de Faro, Portugal
  • Portugal Marinha Grande, Distrito de Leiria, Portugal
  • Portugal Montemor-o-Novo, Distrito de Évora, Portugal
  • Cabo Verde Tarrafal, Ilha de Santiago, Cabo Verde
Imprensa

O jornal local é o Jornal do Fundão. A cidade do Fundão é também sede do único jornal diário a cobrir a Beira Interior, intitulado Diário XXI.
As rádios locais são a Rádio Jornal do Fundão (100.0 MHz) e a Rádio Cova da Beira (92.5 MHz e 107.0 MHz).

Pessoas Célebres do Concelho do Fundão

  • D. Jorge da Costa (1406-1508), Cardeal, concelheiro e confessor real, membro da Cúria Romana
  • Bruno Pais (1981-), triatleta.
  • Eugénio de Andrade (1923-2005), poeta.
  • João Franco (1855-1929), político.
  • Celeste Rodrigues (1923-), fadista
  • António Guterres (1949-), engenheiro e político português.

Referências

  1. ↑ http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0005889&contexto=pi&selTab=tab0
  2. ↑ UMA POPULAÇÃO QUE SE URBANIZA, Uma avaliação recente - Cidades, 2004. Instituto Geográfico Português. Página visitada em 30 de Março de 2009.
  3. ↑ Aldeia do período neolítico descoberta no Fundão
  4. ↑ Erro de citação Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas ine2008
  5. ↑ http://www.anmp.pt/anmp/pro/mun1/gem101l0.php?cod_ent=M6230

Concelhos do Distrito de Castelo Branco Mapa do distrito de Castelo Branco
Belmonte Castelo Branco Covilhã Fundão Idanha-a-Nova Oleiros Penamacor Proença-a-Nova Sertã Vila de Rei Vila Velha de Ródão
Belmonte Castelo
Branco
Covilhã Fundão Idanha-
-a-Nova
Oleiros Penamacor Proença-
-a-Nova
Sertã Vila
de Rei
Vila Velha
de Ródão


Produtos Nacionais: Pastel de nata de cereja

Sabia que o Fundão produz em média 7 mil toneladas de cereja por ano?
A Escola de Hotelaria do Fundão decidiu criar um pastel de nata de cereja.
Esta iguaria Portuguesa já é um sucesso nacional.


















Bom apetite!

CHIPA


Receita de Chipa ( típica MS) - CAMPO GRANDE-MS (capital)

 
Ingredientes:

4 ovos
1 xícara (chá) de leite
5 colheres (sopa) de óleo (bem cheias)

Sal (dependendo do sal do queijo) coloque uma pitada, a gosto
500 g de queijo "caipira" meia cura
1 colher (sopa) de fernto em pó
1/2 kg de polviho doce

Modo de Prepraro:

•Misture muito bem em uma bacia os ovos o leite e o óleo.
•Acrescente o queijo, vá misturando e acrescente o fermento.
•Depois de bem misturado vá colocando aos poucos o polvilho doce.
•Faça rolos de massa, crive com um garfo.
•Recorte em pequenos pedaços e coloque para assar em forno super aquecido em fôrma untada com óleo.

Dica

Bom lanche ou um bom café da manhã, já que esta receita fica muito boa quando preparada com antecedência e congelada.
•Sempre com o forno pré aquecido.

SOPA PARAGUAIA


Sopa Paraguaia - CAMPO GRANDE-MS (capital)
 


Tipo de Culinária: Centro-oeste
Categoria: Café da manhã/lanches/festas
Subcategorias: Tortas salgadas
Rendimento: 4 porções
_____________________________________

Ingredientes

-500g de flocos de milho pré-cozidos
-1 litro de leite morno
-6 espigas de milho verde
-4 ovos
-3 colheres (sopa) de margarina
-1/2 xícara de óleo
-5 cebolas cortadas em rodelas
-sal a gosto
-fermento químico
-1 queijo de minas inteiro ralado (aproximadamente 1kg)

Modo de Preparo

Modo de PreparoRefogue as cebolas na margarina e no óleo e bata no liquidificador com os ovos e o milho verde. Reserve. Ferva o leite, leve em recepiente fundo os flocos de milhos e acresecente o leite e misture. Depois acrescente a mistura do liquidificador.

Misture bem e acrescente a metade do queijo ralado, o sal e o fermento químico. Jogue o restante do queijo por cima. Unte a forma com óleo e leve para assar(cerca de 40 minutos).

NHOQUE DE MANDIOCA COM CARNE SECA

Nhoque de mandioca com carne seca - CAMPO GRANDE-MS (capital)
 
Ingredientes:

500 g de mandioca cozida
400 g de carne seca desfiada ou em cubos
Molho de tomate
2 dentes de alho
1/2 cebola média
Queijo parmesão ralado
1 tomate sem pele e sem semente em cubos
Farinha de trigo - o quanto baste
1 colher se sopa de margarina
Sal
Azeite
Orégano e manjericão desidratados


Modo de Preparo:

1. Cozinhe a mandioca, retire os fios que ficam no seu interior, amasse ainda quente, reserve
2. Em uma vasilha misture a mandioca amassada, 1 pitada de sal, um fio de azeite, misture e amasse muito bem
3. Acrescente 1 colher de farinha de trigo por vez até dar o ponto de nhoque, modele os nhoques
4.  em água fervente (coloque poucas unidades de cada vez para não esfriar a água e prejudicar o cozimento)
5. Retire quando os nhoques subirem à superfície da água