De tudo, meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento. E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor ( que tive ) : Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.
- 800g de Massa Folhada - 380g de peito de frango - 2 cebola picadas - 3 + 2 dentes de alho picados - 50g de + 40g de margarina - 1 folha de louro - 1 colher de sopa de polpa de tomate - 1 cubo de caldo de galinha - 60 ml de vinho branco - 3 colheres de sopa bem cheias de farinha - 250 ml de leite - 150 ml de água - Salsa picada q.b. - Sal q.b. - Pimenta q.b. - Noz-moscada q.b. - 1 ovo batido - Farinha para polvilhar q.b.
Preparação:
Num tacho, leve ao lume 50g de margarina, 1 cebola picada, 3 dentes de alho picados e a folha de louro. Mexa e deixe refogar. Junte o frango e tempere com sal e pimenta. Junte a polpa de tomate, o cubo de caldo de galinha e o vinho branco. Mexa, tape e deixe estufar em lume moderado durante 25 minutos. Depois do frango cozinhado, retire-o para um prato e deixe arrefecer. Reserve o caldo. Depois de frio, desfie o frango. Num outro tacho, leve ao lume as 40g de margarina, a outra cebola picada e os 2 dentes de alho picados. Mexa e deixe refogar sem alourar. Junte a farinha e mexa muito bem. Aos poucos e mexendo sempre, junte a água, o leite e o caldo de estufar o frango. Quando o creme estiver cremoso, junte o frango e a salsa picada. Tempere tudo com noz-moscada. Mexa muito bem e deixe cozinhar até descolar do fundo do tacho. Deixe arrefecer Polvilhe a bancada com farinha e estenda a massa folhada com a espessura de 4 mm. Corte a massa em rectângulos com cerca de 12 x 5 cm. No meio de cada rectângulo, coloque uma colher de recheio e dobre a massa ao meio, acalcando um pouco as pontas. Coloque-os num tabuleiro de ir ao forno. Por fim, pincele os folhados com ovo batido. Leve ao forno pré-aquecido nos 180º durante 35 minutos. Depois de cozidos estão prontos a servir.
Lusofonia é o conjunto de identidades culturais existentes em países, regiões, estados ou cidades falantes da língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo Verde, Galiza, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, Goa, Damão e Diu, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e por diversas pessoas e comunidades em todo o mundo.
Firmado o espaço continental português com a conquista do Algarve, os últimos reis da primeira dinastia dedicaram-se ao ordenamento do território nacional: promoveram o povoamento, a exploração agrícola, a criação de estruturas de comércio, a criação de defesas, já não tanto a sul como a leste, etc. Deste modo, a dinastia de Avis pôde empenhar-se em novo processo de expansão territorial, que teve início em 1415 com a tomada de Ceuta.
Seguiu-se a gesta dos Descobrimentos, que implicou a descoberta dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, a exploração de ambas as costas de África, a chegada à América do Sul (Brasil) e a várias paragens da Ásia, como Goa, Malaca e Timor.
Ao processo de formação do Império Colonial Português foram motivos de ordem económica e político-estratégica que presidiram, aliados a uma certa curiosidade cultural e científica e a um intento de evangelização. Neste contexto, nem sempre o respeito pela identidade do indígena prevaleceu, mas deve, em todo o caso, reconhecer-se a coragem necessária ao enfrentar do desconhecido, que permitiu aos descobridores, exploradores e colonos a criação de alianças e fraternidades, transformando e deixando-se transformar. Do contacto com os povos encontrados resultou um forte intercâmbio de produtos, costumes, técnicas, conhecimentos (de medicina, náutica, biologia, etc.), bem como uma interpenetração mais profunda através da miscigenação.
Este longo processo histórico tem como consequência, na atualidade, uma identidade cultural partilhada por oito países, unidos por um passado vivido em comum e por uma língua que, enriquecida na sua diversidade, se reconhece como una. Estes países - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste -, com os respectivos núcleos de emigrantes, fazem do idioma português uma das línguas mais faladas do mundo, constituindo uma comunidade de cerca de duzentos milhões de pessoas.
A Lusofonia pode ser também a plataforma a partir da qual os povos que hoje falam português se poderão aproximar e ampliar o âmbito e a ação da CPLP, fundando a União Lusófona sonhada por Agostinho da Silva e que hoje é um dos pontos centrais da Declaração de Princípios e Objetivos do MIL: Movimento Internacional Lusófono.
No passado, salientaram-se grandes vultos do diálogo intercultural como o Padre António Vieira, da aventura entre povos estranhos como Fernão Mendes Pinto, da exploração do espaço desconhecido como Gil Eanes,Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Serpa Pinto. Hoje em dia, entre os países lusófonos mantêm-se relações privilegiadas - na cooperação política e económica, na educação e nas artes - e os grandes criadores da lusofonia não são apenas personalidades portuguesas mas também (para darmos exemplos da área das Letras) um Pepetela, um José Craveirinha, um Jorge Amado ou um Luandino Vieira.
Litografia em rótulo de cigarro com os quatro heróis: Vidal de Negreiros, Fernandes Vieira, Henrique Dias e Felipe Camarão.
Palácio Felipe Camarão em Natal. Antônio Felipe Camarão, foi um indígena brasileiro da tribo potiguar, nascido no início do século XVII no bairro de Igapó, na cidade de Natal, na então Capitania do Rio Grande (hoje o estado do Rio Grande do Norte) ou, de acordo com alguns historiadores, na Capitania de Pernambuco (hoje o estado de Pernambuco). Tendo como nome de nascença Poti ou Potiguaçu que significa camarão. Ao ser batizado e convertido ao catolicismo em (1614) recebeu o nome de Antônio e adotou Filipe Camarão em homenagem ao soberano D. Felipe II (1598-1621).
Educado pelos jesuítas, era ele, segundo Frei Manuel Calado, "destro em ler e escrever e com algum princípio de latim"; considerava de suma importância a correção gramatical e a pronúncia do português, "era tão exagerado em suas coisas, que, quando falava com pessoas principais, o fazia por intérprete (posto que falava bem o português) dizendo que fazia isto porque, falando em português, podia cair em algum erro no pronunciar as palavras por ser índio". Seu trato era comedido e "mui cortesão em suas palavras e mui grave e pontual, que se quer mui respeitado".
Uma visão romântica de Felipe Camarão, por Victor Meirelles de Lima.
No contexto das invasões holandesas do Brasil, auxiliou a resistência organizada por Matias de Albuquerque desde 1630, como voluntário para a reconquista de Olinda e do Recife. À frente dos guerreiros de sua tribo organizou ações de guerrilha que se revelaram essenciais para conter o avanço dos invasores.
Sempre acompanhado de sua esposa, Clara Camarão, tão combatente quanto ele, destacou-se nas batalhas de São Lourenço (1636), de Porto Calvo (1637) e de Mata Redonda (1638). Nesse último ano participou ainda da defesa de Salvador, atacada por Maurício de Nassau.
Distinguiu-se comandando a ala direita do exército rebelde na Primeira Batalha dos Guararapes (1648), quando os holandeses foram definitivamente expulsos do Brasil, pelo que foi agraciado com a mercê de Dom, o hábito de cavaleiro da Ordem de Cristo, o foro de fidalgo com brasão de armas e o título de Capitão-Mor de Todos os índios do Brasil.
Faleceu no Arraial (novo) do Bom Jesus (Pernambuco), em 24 de agosto de 1648, em conseqüência de ferimentos sofridos no mês anterior, durante a Batalha dos Guararapes. Após a sua morte foi sucedido no comando dos soldados insurgentes indígenas por seu sobrinho D. Diogo Pinheiro Camarão.
O Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal, e um bairro da mesma cidade, homenageiam o seu nome. Da mesma forma, o Exército Brasileiro denomina a Sétima Brigada de Infantaria Motorizada como Brigada Felipe Camarão.
ÀS TENTATIVAS DE CORRUPÇÃO DE VOSSOS PAPÉIS RESPONDO COM A MORAL DAS BALAS DE MEUS CANHÕES
Estas palavras ditas a um enviado de Maurício de Nassau, que viera oferecer-lhe vantagens em troca de abandonar a luta contra os holandeses, diz bem do caráter deste luso brasileiro, que chegou mesmo a responder à Coroa Portuguesa, quando esta tentou convencê-lo de que seria melhor abandonar a luta, pois o próprio povo se encarregaria de expulsá-los... Respondeu À Coroa, que por um Brasil Católico, não exitaria em lutar até ao último homem!
Retrato anônimo de Felipe Camarão, século XVII, Museu do Estado de Pernambuco. Bibliografia
* NAVARRO, Jurandyr. Rio Grande do Norte: os notáveis dos 500 anos. Departamento Estadual de Imprensa, 2004.
* GONSALVES DE MELLO, José Antônio, D. Antônio Felipe Camarão, Capitão-mor dos Índios da Costa do Nordeste do Brasil. Recife: Universidade do Recife, 1954, p. 16-17, 48-49.
Ligações externas
* Matéria na revista História Viva
* Brigada Felipe Camarão (exercito.gov.br)
OURENSE, no dialeto galego Orense, é uma cidade espanhola e capital da província galega de Ourense.
É um município da Espanha na província de Ourense, comunidade autónoma da Galiza, de área 85,2 km² com população de 113,186 habitantes (2007) e densidade populacional de 1278,70 hab/km². É a terceira maior cidade da Galiza e é capital da província homônima.
Ourense nasceu como a cidade do ouro e da água. Inclusive o seu nome se deve a esse fato já que os romanos, fundadores do local, batizaram a área como Aquae Aurente.
Ourense é uma das cidades mais importantes do interior da Galícia, sendo atualmente seu principal atrativo turístico suas fontes termais, que atraem inúmeros visitantes em busca tanto de relaxamento quanto tratamentos medicinais através de suas águas ferventes ricas em minerais.
Há muito a visitar em Ourense...
Centro Histórico
O Centro Histórico de Ourense se destaca pela predominância de pedras tanto nas construções quanto nas ruas, característica encontrada em praticamente toda Galícia.
Referência do Centro Histórico e símbolo da cidade, As Burgas são mananciais de águas termais (a temperatura varia entre 60ºC e 67ºC) e que possuem poderes medicinais (dizem que é bom para problemas respiratórios e dermatológicos). É comum nas Burgas, verem-se pessoas lavando o rosto, os braços, as mãos e enchendo garrafas com as águas termais que jorram nas mesmas.
No local são encontrados três mananciais conhecidos como as Burgas de baixo (séc. XIX), Burgas do meio século XX e burgas de cima(séc. XVII), além de belos jardins floridos e decorados que se encontram na parte de baixo.
Praça das Burgas
Outra constante num passeio pelo Centro Histórico de Ourense é a presença de diversas obras, construções e monumentos dedicados ao catolicismo. São igrejas, estátuas, cruzeiros, entre outras belas representações da religiosidade do povo galego.
Merecem especial atenção a bela Igreja de Santa Maria Mãe com sua fachada em estilo barroco (foto abaixo à direita), a Igreja de Santa Eufêmia, a antiga Igreja da Santíssima Trindade (séc. XII e XIII), a Igreja de Santo Domingo e a Igreja de São Francisco. Além das igrejas, existem diversos cruzeiros espalhados pela cidade com destaque para o cruzeiro barroco presente na Praça Madalena e o para o cruzeiro que fica ao lado da Igreja da Santíssima Trindade que data do século XV (foto abaixo à esquerda).
Cruzeiro Igreja de Santa Maria Mãe
Outro ponto de grande importância no Centro Histórico de Ourense é a Praza Maior (foto abaixo à esquerda). Nessa praça se encontram edifícios importantes como a Prefeitura e o Museu Arqueológico, além de ser palco de diversas atividades culturais como feiras e festas locais.
Praza Maior Alameda
A Catedral de Ourense é um ponto tão significativo do Centro Histórico da cidade que merece um destaque dentro do post. Ela é o principal monumento religioso da cidade, tendo sua construção iniciada entre os séculos XII e XIII.
Exterior da Catedral de Ourense
A foto acima mostra a Catedral vista desde a Praza do Trigo que, como o nome revela, era o local onde se vendia os grãos de trigo. Além da belíssima visão da Porta Sul da Catedral, essa praça também é cercada por bonitos pórticos e casas fidalgas.
Esse templo possui um estilo românico de transição com elementos góticos e aspecto de fortaleza. No seu interior, destacam-se a Capela Maior, a Capela de Santo Cristo, o Claustro Novo que abriga o Museu Catedrático e o Pórtico do Paraíso.
Pórtico Catedral Ourense Interior da Catedral Ourense
Um dado curioso a respeito do Pórtico do Paraíso (foto acima à esquerda) se refere ao fato de ser uma reprodução simplificada do Pórtico da Glória da Catedral de Santiago de Compostela.
Parques
Ourense é uma digna representante do estilo galego com suas ruas e casas de pedra, entretanto a cidade também possui muitas áreas verdes tanto no seu centro como em seu entorno.
Uma das áreas mais bonitas e bem tratadas da cidade de Ourense é o Parque Barbaña. Esse parque se encontra às margens do Rio Barbaña e possui belos jardins com áreas de recreação tanto para crianças quanto para adultos, além de possuir lindas paisagens como a apresentada na foto abaixo vista desde a Alameda do Concello.
Parque Barbaña
Uma outra bela área verde de Ourense é o Parque Minho. Esse parque se encontra ao lado do Rio Minho entre as Pontes Nova e Velha, e vale a pena dar uma passada nele, principalmente se você quiser sair de compras já que ao lado dele se encontra um Centro Comercial.
Próximo a Igreja da Santíssima Trindade se encontram os Jardins do Posío (foto abaixo à direita). Esse antigo Jardim Botânico conta com diversas espécies trazidas do Jardim Botânico de Madrid, além de possuir diversas áreas de recreação onde os moradores passam boa parte de seu tempo batendo papo, realizando atividades físicas, brincando, entre outras atividades de ócio.
Parque Miño Jardins do Posío
Outro parque que se encontra bem na região central de Ourense é o Parque de San Lázaro. Esse parque é o mais frequentado da cidade pois está situado numa região que conta com importantes edifícios como os do Governo Civil e Militar, do INSS, da Torre de San Martín, além de contar com hotéis e uma zona comercial muito próxima.
O Parque de San Lázaro é bastante arborizado, tem muitos bancos para descansar a sombra de suas árvores, possui um belo chafariz em seu centro (foto abaixo à esquerda), além de contar com um parquinho para as crianças.
Parque de San Lázaro Carrabouxo
Ao lado do Parque de San Lázaro se encontra um curioso monumento: O Carrabouxo (foto acima à direita). Essa escultura se destaca na zona onde se encontram diversos bares e restaurantes, e representa um personagem de caricatura bastante popular na região por ser o protagonista de uma vinheta de humor gráfico do jornal local "La Región".
Passeio Fluvial
O Minho sempre foi uma referência para Ourense já que a antiga cidade foi instalada nas imediações da margem esquerda do rio e, com o crescimento da região, hoje em dia Ourense ocupa ambas às margens do Minho, um rio que também banha a linda Viana do Castelo em Portugal.
Com o passar do tempo, foi criado um passeio fluvial que fica à margem direita do Minho e que é uma ótima opção para uma caminhada ou simplesmente para relaxar em um de seus bancos ou mesmo para tomar sol estirado na grama. Aliás, a Província de Ourense é a única galega que não é banhada pelo mar, o que torna o Rio Minho com seu passeio fluvial a praia dos ourensanos.
Passeio Fluvial Miño
Pontes
Outro atrativo do passeio fluvial do rio Minho são suas belas pontes e travessias.
A mais recente e moderna delas é a Ponte do Milênio. Essa ponte é uma obra do arquiteto Álvaro Varela e seu grande destaque se deve a passarela de pedestre na qual é necessário subir em torno de 100 degraus para atingir o seu topo, que se encontra a uns 20 metros de altura e que proporciona bela vista aérea da cidade de Ourense.
Ponte do Milenio
Ao contrário da modernidade da Ponte do Milênio, a Ponte Romana (fotos abaixo) é um exemplo claro da passagem do Império Romano pela região. Também conhecida como Ponte Velha, da primeira ponte só foram conservadas algumas pedras que estão na base da atual ponte. No século XIII ela foi reconstruída, tomando a forma atual com seus 7 arcos pontiagudos.
Ponte Romana
Além das Pontes do Milênio e Romana, Ourense conta com diversas outras pontes sendo que merecem especial atenção a Ponte Nova, que fica ao lado de um viaduto e uma passarela, e a bela Ponte de Outariz, que é na verdade uma passarela para pedestres atravessarem o Rio Minho e que fica próxima às Termas de Outariz.
Termas
Como foi apresentado ao longo do post, Ourense é uma bela cidade que possui inúmeros atrativos, mas se existe um motivo especial que caracteriza e diferencia a cidade, sem dúvida alguma são suas Termas.
Nos últimos anos, Ourense tem investido bastante na infra-estrutura e na divulgação das Termas com o objetivo de tornar a cidade referência nesse campo do turismo que atrai muita gente, em especial o povo da 3ª idade.
Mapa das Termas Crédito: Turismo de Ourense
As Termas da cidade se localizam às margens do Rio Minho e existem tanto locais de uso público quanto privado.
As Termas privadas contam com diversos diferenciais, pois funcionam como verdadeiros resorts voltados ao turismo termal, possuindo toda a infra-estrutura necessária para o relaxamento de seus hóspedes. As mais famosas são:
Termas de Outariz: terma construída em estilo japonês que conta com saunas, ofurôs, jacuzzi, spa, bar, massagens, taichi, yoga, entre diversas outras opções para desfrutar suas águas termais.
Termas de Chavasqueira: também construída em estilo japonês, conta com circuito japonês zen, spa, ofurô, tsumetai (piscina de água fria para choque térmico), massagens, etc.
Poças de Outariz
Pozas são os nomes das áreas que contam com as águas termais e possuem acesso público. As mais famosas são:
Pozas de Outariz: possui vestiários e suas águas, que são indicadas para tratamentos de reumatismo e artrite, chegam a 60ºC.
Pozas do Muiño das Veigas: também possui vestiários e suas águas chegam a 72ºC.
Pozas da Chavasqueira: não possui vestiários e suas águas emanam a uma temperatura que chega a 63ºC (foto abaixo à direita).
Ourense também oferece aos seus turistas o Trem das Termas que leva as pessoas para um passeio desde o Centro Histórico da cidade (saída na Praza Maior) até as Termas localizadas às margens do Rio Minho (a Terma de Outariz é o ponto final), realizando diversas paradas durante seu percurso.
Como chegar em Ourense?
Trem
Estação de Trem Ourense Por ser capital da Província, Ourense é ponto importante de parada de 2 linhas de trem regional que percorrem a Galícia (Santiago de Compostela-Ourense-Puebla de Sanabria e Vigo-Ourense-Monforte de Lemos).
Além das linhas citadas acima, a estação de trem Ourense Empalme também conta com linhas que fazem o caminho até grandes cidades espanholas como Barcelona e Madrid.
Ônibus
A rodoviária de Ourense fica próxima à Estação de Trem da cidade e recebe ônibus de diversas empresas que fazem trajetos para muitas cidades espanholas.
As principais companhias são:
Monbus/Castromil: possui rotas ligando Ourense às principais cidades galegas como Lalin, Pontevedra, Vigo e Santiago de Compostela.
Auto-res: possui rotas ligando Ourense à capital espanhola.
Dainco: possui rotas ligando Ourense a cidades de Extremadura (Cáceres e Mérida), Castilla e León (Zamora e Salamanca) e Andaluzia (Sevilla e Cádiz). Alsa: possui diversas rotas ligando Ourense a cidades como Madrid, Oviedo, Bilbao, Sevilla, Salamanca, etc.
As Burgas, fontes de águas termais, constituem um dos principais monumentos da cidade, sendo Ourense também conhecida como a "cidade das Burgas".
Sporting Clube da Covilhã
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nome: Sporting Clube da Covilhã
Alcunhas: Leões da Serra
Fundação: 1923
Estádio: Complexo Desportivo da Covilhã
Capacidade: 3,000
Localização: Covilhã
Presidente: José Oliveira Mendes
Treinador: Tulipa
Competição: Liga de Honra
2009-2010 -- 14.º
2008-2009 -- 7.º
2007-2008 -- 1º na II Divisão – Série C
O Sporting Clube da Covilhã é um clube de futebol de Portugal com sede na cidade da Covilhã, tendo sido fundado em 2 de Junho de 1923.
Participou 15 épocas na 1ª Divisão, onde alcançou posições de destaque, como um 5º lugar nos anos 50. Jogou a final da Taça de Portugal da temporada 1956/57, onde foi derrotado pelo SL Benfica por 3-1.
Breve Historial
A Beira Baixa, onde se insere o distrito de Castelo Branco e o concelho da Covilhã viu, um pouco mais tarde, o nascimento de vários clubes, ansiosos de desenvolver o desporto que começava a abraçar multidões e que outras regiões já praticavam.
No concelho da Covilhã, o futebol teve o seu alvorecer a partir de 1920/22 quando se começaram a organizar os primeiros grupos. Clubes como o “Montes Hermínios”, “Victória Luso Sporting”, “União Desportiva da Covilhã”, “Estrela Football Club” e o “Grupo Desportivo Escola Industrial”, todos da Covilhã.
Não era fácil porquanto, não havia grande organização e os meios de que dispunham eram escassos. As dificuldades avolumavam-se porque também não havia grandes recursos financeiros e instalações próprias para se poderem reunir.
As primeiras reuniões realizavam-se, por falta de sede própria, nos pátios das casas, decorrendo com mais frequência no extinto Hotel Castela, no Pelourinho, unidade hoteleira que existiu ao lado da Farmácia Pedroso.
Na Covilhã, o meio fabril da sua monoindústria de então - os lanifícios - definiam no futebol dois traços distintos, com a formação de clubes enraizados na classe operária, uns, que se batiam energeticamente com outros que integravam elementos de maior poder económico, formados por atletas que, ao mesmo tempo eram os seus dirigentes, oriundos da classe média e média alta, como os gestores, proprietários e filhos de industriais de lanifícios da Covilhã e região, caso do “Estrela Football Club”. Havia uma rivalidade que passava então a substituir entre o “rico” e o “pobre” e acentuava-se, daí que os encontros e torneios que podiam realizar eram vivamente participados, num grande entusiasmo dos atletas, bem como de todo um mundo de pessoas que se deslocava a pé, por caminhos ou estradas de terra batida, em direção ao campo de futebol.
Os jogadores não recebiam nada em troca, depois da saírem dos seus trabalhos, geralmente nas fábricas, iam treinar principalmente para o Calvário e treinavam toda a semana incluindo sábados.
O campo destinado aos jogos oficiais era na Várzea.
Como nem todos os sábados havia futebol, mas só de vez em quando, os jogadores ou “rapazes da bola” iam treinar de manhã, aos domingos para o referido campo. Levavam a bola e cada um o seu equipamento, bem como a broa, para se alimentarem.
Os clubes que mais caíram na simpatia dos covilhanenses foram o “montes Hermínios Sport Club” e o “Estrela Futebol Clube”.
A alma leonina estava bem patente em figuras influentes e notórias deste concelho. Algumas delas, acabam por ter contatos com dirigentes do Sporting Clube de Portugal que, nesse tempo, vivia fase eufórica de criação de filiais, sendo então seu dinâmico Presidente da Direção, Júlio Araújo.
Em 23/ 06/1923, tornava-se oficial a confirmação da filiação do S.C.Covilhã no S.C.Portugal, como 8ª filial.
8ª Filial, em 02/06/1923- Sporting Clube da Covilhã
Eram então 70 sócios do S.C.C. e a sua Direção era a seguinte:
Presidente- José Jacinto Ferreira Vice- Presidente- José Mendes Salgueiro 1º Secretário- Albino Albuquerque Castro 2º Secretário- Mário Pintassilgo Tesoureiro- António Rebelo Matos Vogal- José Alves da Silva Vogal- António Marques Suplente- José Cruz Tavares Suplente- Manoel Ramos Gonçalves
Final da Taça de Portugal
Surge entretanto a época 1955/56 e o Sporting Clube da Covilhã, já sem André Simonyi, atinge a sua melhor classificação de sempre- um 5.º lugar, sendo precedido do Sporting, Belenenses, Benfica e F.C.Porto, com 11 vitórias, 7 empates e 8 derrotas, com 52 golos marcados e 44 sofridos, totalizando 29 pontos, em 26 jogos.
O melhor marcador foi então o espanhol Suarez, que substitui André Simonyi, com 251 golos marcados.
Mas a adversidade haveria de surgir na época seguinte- 1956/57- em que o 13.º lugar fazia baixar à II divisão os Leões da Serra, ainda com Suarez na liderança dos melhores marcadores da turma serrana, com 19 golos marcados.
Entretanto, o treinador Janos Szabo que há vários anos conduzia os destinos do clube, rescinde com o S.C.C., após uma crise que se instala no seio da coletividade, e os seus dirigentes substituem-no por Fernando Cabrita, passando a desempenhar as funções de jogador- treinador, e pelo Dr. Tavares da Silva, como orientador técnico, que acumulava com as funções de selecionador nacional da altura.
No entanto, na Taça de Portugal, os Leões da Serra cometem a façanha, algo inesperada, de, pela primeira e única vez no seu historial, chegara uma final da Taça. Isso aconteceu exatamente no ano da descida de divisão.
Efetivamente, o S.C.C. depois de ter eliminado o União de Montemor, por 6-1 e 6-0, estava-lhe reservada uma surpresa com o próximo adversário- o Lusitano de Évora- que ganhou ao S.C.C., no seu terreno, por 4-0. Os eborenses deslocaram-se à Covilhã, para a 2ª mão, já com as “malas Feitas”, mas foi com grande admiração e enorme euforia que, no Estádio Santos Pinto, os Leões da Serra eliminaram o Lusitano de Évora, vencendo o encontro por 7-2.
E o êxito dos covilhanenses continuaria na Taça, pois no sorteio coube-lhe defrontar o F.C.Porto, tendo sido o S.C.C. ido ganhar ao Estádio das Antas por 2-1 e, depois na Covilhã, nova vitória por 1-0.
Depois de na eliminatória seguinte (meias finais) ter ultrapassado facilmente o Vitória de Setúbal, vencendo na Covilhã por 3-0 e perdendo em Setúbal por 1-0, chega à final que se realizou no Estádio Nacional, em Lisboa, exatamente no dia em que o S.C.C. completava 34 anos- em 2 de Junho de 1957- defrontando o Benfica.
O Sporting da Covilhã perdeu o encontro, por 3-1, mas deixou boa impressão.
O jogo foi dirigido pelo árbitro portuense, Francisco Guerra.
As equipas alinharam da seguinte forma:
S.C.C.- José Rita dos Mártires; Helder Toledo e Jorge Nicolau; Fernando Cabrita, Almicar “Cavém” e António Lourenço; Manteigueiro, Pedro Martin, Vitoriano Suarez, Carlos Ferreira e Fernando Pires.
S.L.B.- José Bastos; jacinto Marques e Angelo Martins; Vasco Pegado, Manuel Serra e José Martins “Zézinho”; Francisco Palmeiro, Mário Coluna, José Águas, Salvador Martins e Domiciano “Cavém”.
In "Sporting Clube da Covilhã - Passado e Presente", João Jesus Nunes.
A temporada 2007/2008Na temporada 2007/2008 disputou a série C da 2ª Divisão, tendo terminado no primeiro lugar da mesma. A promoção à Liga de Honra, foi disputada a duas mãos com o primeiro classificado da série D, o Olivais e Moscavide. No primeiro jogo, disputado na Covilhã o resultado foi de 1-0 para os serranos, tendo a 2ª mão sido vencida pelo Olivais e Moscavide por 2-1. No desempate através da marca de grandes penalidades o Sporting da Covilhã acabou por sagrar-se vencedor, garantindo a subida à Liga de Honra.
O jogo para determinar o campeão da 2ª divisão da época 2007/08, disputou-se na cidade de Pombal entre as equipas do Sporting da Covilhã e da Oliveirense. A equipa de Oliveira de Azeméis venceu a partida por 1-0.
Atualmente, o Sporting Clube da Covilhã disputa os seus jogos no Complexo Desportivo (3.000 lugares), depois de longos anos a atuar no histórico Estádio José Santos Pinto, situado a cerca de 800 metros de altitude e que chegou a albergar 10.000 espectadores.
Covilhanense, veja a História da cidade onde nasceu seu clube...
A chamada Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, eclodiu em 6 de março de 1817 na então Província de Pernambuco, no Brasil.
Dentre as suas causas destacam-se a crise econômica regional, o absolutismo monárquico português e a influência das idéias Iluministas, propagadas pelas sociedades maçônicas.
Antecedentes
No começo do século XIX, Olinda e Recife, as duas maiores cidades pernambucanas, tinham juntas cerca de 40 000 habitantes (comparados com 60 000 habitantes do Rio de Janeiro, capital da colônia). O porto do Recife escoava a produção de açúcar, das centenas de engenhos da Zona da Mata, e de algodão. Além de sua importância econômica e política, os pernambucanos tinham participado de diversas lutas libertárias. A primeira e mais importante tinha sido a Insurreição Pernambucana, em 1645. Depois, na Guerra dos Mascates, foi aventada a possibilidade de proclamar a independência de Olinda.
As idéias liberais que entravam no Brasil junto com os viajantes estrangeiros e por meio de livros e de outras publicações, incentivavam o sentimento de revolta entre a elite pernambucana, que participava ativamente, desde o fim do século XVIII, de sociedades secretas, como as lojas maçônicas. Em Pernambuco as principais foram a Areópago de Itambé, a Patriotismo, a Restauração, a Pernambuco do Oriente e a Pernambuco do Ocidente, que serviam como locais de discussão e difusão das "infames idéias francesas". Nas sociedades secretas, reuniam-se intelectuais religiosos e militares, para elaborar planos para a revolução.
Causas imediatas
* Presença maciça de portugueses na liderança do governo e na administração pública;
* Criação de novos impostos por Dom João VI provocando a insatisfação da população pernambucana. Segundo escritor inglês então residente no Recife, era grande a insatisfação local ante a obrigatoriedade de se pagar impostos para a manutenção da iluminação pública do Rio de Janeiro, enquanto no Recife era praticamente inexistente a dita iluminação;
* Grande seca que havia atingido a região em 1816 acentuando a fome e a miséria, como consequência, houve uma queda na produção do açúcar e do algodão, que sustentavam a economia de Pernambuco, esses produtos começaram a sofrer concorrência do algodão nos Estados Unidos e do açúcar na Jamaica;
* Influências externas com a divulgação das ideias liberais e iluministas, que estimularam as camadas populares de Pernambuco na organização do movimento de 1817;
* A crescente pressão dos abolicionistas na Europa vinha criando restrições gradativas ao tráfico de escravos, que se tornavam mão-de-obra cada vez mais cara, já que a escravidão era o motor de toda a economia agrária pernambucana;
* O movimento queria a independência do Brasil e a proclamação da república.
O decorrer da revolução
A bandeira da Revolução Pernambucana de 1817, cujas estrelas representam Paraíba, Ceará e Pernambuco, inspirou a atual bandeira pernambucana.
O movimento iniciou com ocupação do Recife, em 6 de março de 1817. No regimento de artilharia, o capitão José de Barros Lima, conhecido como Leão Coroado, reagiu à voz de prisão e matou a golpes de espada o comandante Barbosa de Castro. Depois, na companhia de outros militares rebelados, tomou o quartel e ergueu trincheiras nas ruas vizinhas para impedir o avanço das tropas monarquistas. O governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro refugiou-se no Forte do Brum, mas, cercado, acabou se rendendo.
O movimento foi liderado por Domingos José Martins, com o apoio de Antônio Carlos de Andrada e Silva e de Frei Caneca. Tendo conseguido dominar o Governo Provincial, se apossaram do tesouro da província, instalaram um governo provisório e proclamaram a República.
Em 29 de março foi convocada uma assembléia constituinte, com representantes eleitos em todas as comarcas, foi estabelecida a separação entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário; o catolicismo foi mantido como religião oficial, porém havia liberdade de culto ( o livre exercício de todas as religiões ); foi proclamada a liberdade de imprensa (uma grande novidade no Brasil); abolidos alguns impostos; a escravidão entretanto foi mantida.
À medida que o calor das discussões e da revolta contra a opressão portuguesa aumentava, crescia, também, o sentimento de patriotismo dos pernambucanos, ao ponto de passarem a usar nas missas a aguardente (em lugar do vinho) e a hóstia feita de mandioca (em lugar do trigo), como forma de marcar a sua identidade.
Expansão e queda
As tentativas de obter apoio das províncias vizinhas fracassaram. Na Bahia, o emissário da revolução, José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima, o Padre Roma, foi preso ao desembarcar e imediatamente fuzilado por ordem do governador, o conde dos Arcos. No Rio Grande do Norte, o movimento conseguiu a adesão do proprietário de um grande engenho de açúcar, André de Albuquerque Maranhão, que depois de prender o governador, José Inácio Borges, ocupou Natal e formou uma junta governativa, porém não despertou o interesse da população e foi tirado do poder em poucos dias. O jornalista Hipólito José da Costa foi convidado para o cargo de ministro plenipotenciário da nova república em Londres, mas recusou.
Tropas enviadas da Bahia avançaram pelo sertão pernambucano, enquanto uma força naval, despachada do Rio de Janeiro, bloqueou o porto do Recife. Em poucos dias 8000 homens cercavam a província. No interior, a batalha decisiva foi travada na localidade de Ipojuca. Derrotados, os revolucionários tiveram de recuar em direção ao Recife. Em 19 de maio as tropas portuguesas entraram no Recife e encontraram a cidade abandonada e sem defesa. O governo provisório, isolado, se rendeu no dia seguinte.
No Ceará, Bárbara de Alencar e seu filho Tristão Ararípe aderiram ao movimento, mas foram detidos por José Pereira Filgueiras que também participou da luta pela independência do Brasil no Maranhão e recebeu o título de capitão-mor do Crato. Tristão e Filgueiras se uniram contra o governo imperial na Confederação do Equador.
Apesar de sentenças severas, um ano depois todos os revoltosos foram anistiados, e apenas quatro haviam sido executados.
Auxílio externo
Em maio de 1817, Antônio Gonçalves Cruz, o Cruz Cabugá, desembarcou na Filadélfia com 800 mil dólares (atualizado ao cambio 2007 aproximadamente 12 milhões de dólares )na bagagem com três missões:
1. Comprar armas para combater as tropas de D. João VI 2. Convencer o governo americano a apoiar a criação de uma república independente no Nordeste brasileiro. 3. Recrutar alguns antigos revolucionários franceses exilados em território americano para, com a ajuda deles, libertar Napoleão Bonaparte, exilado na Ilha de Santa Helena, que seria transportado ao Recife, onde comandaria a revolução pernambucana. Depois retornando a Paris para reassumir o trono de imperador da França.
Porém na data de chegada do emissário aos Estados Unidos, os revolucionários pernambucanos já estavam sitiados pelas tropas monarquistas portuguesas e próximas da rendição. Quando chegaram ao Brasil os quatro veteranos de Napoleão recrutados (conde Pontelécoulant, coronel Latapie, ordenança Artong e soldado Roulet), muito depois de terminada a revolução, foram presos antes de desembarcar.
Em relação ao governo americano, Cruz Cabugá chegou a se encontrar com o secretário de Estado, Richard Rush, mas somente conseguiu o compromisso de que, enquanto durasse a rebelião, os Estados Unidos autorizariam a entrada de navios pernambucanos em águas americanas e que também aceitariam dar asilo ou abrigo a eventuais refugiados, em caso de fracasso do movimento.
Consequências
Debelada a revolução, foi desmembrada de Pernambuco a comarca de Rio Grande (atual Rio Grande do Norte), tornando-se província autônoma. Essa havia sido anexada ao território pernambucano ainda na segunda metade do século XVIII, juntamente a Ceará e Paraíba, que também se tornaram autônomas ainda no período colonial, em 1799.
Também a comarca de Alagoas, cujos proprietários rurais haviam se mantido fiéis à Coroa, como recompensa, puderam formar uma província independente.
Apesar dos revolucionários terem ficado no poder menos de três meses, conseguiram abalar a confiança na construção do império americano sonhado por D. João VI, a coroa nunca mais estaria segura de que seus súditos eram imunes à contaminação das idéias responsáveis pela subversão da antiga ordem na Europa.
Data Magna
Em 2007, o dia 6 de março foi declarado a Data Magna de Pernambuco, por conta da Revolução Pernambucana.
Em 2009, o Governo de Pernambuco aprovou nova lei, alterando a Data Magna do Estado para o primeiro domingo de março.