Covid-19: Maioria dos portugueses quer continuar a trabalhar a partir de casa
Lisboa, 31 mai 2021 – Menos
de metade dos portugueses ainda estava em teletrabalho em março, um ano
após o início da pandemia de covid-19, mas a grande maioria preferia
continuar a trabalhar a partir de casa, de forma integral ou em regime
misto.
Estas são algumas das conclusões,
hoje divulgadas, de um estudo do Observatório da Sociedade Portuguesa,
da Universidade Católica em Lisboa, que procurou perceber o impacto da
pandemia na vida dos portugueses.
Em março
do ano passado, a pandemia de covid-19 obrigou a maioria dos portugueses
a ficar em casa, mas muitos puderam continuar a trabalhar, trocando o
escritório por uma divisão de casa.
Um ano
depois, dos mil inquiridos entre 27 e 30 de março, apenas 41,4%
continuavam em teletrabalho, mas desses a grande maioria preferia
manter-se nessa situação ou num regime misto.
“80,4%
dos participantes mostram-se interessados ou muito interessados em
continuar no regime de teletrabalho”, revelam os resultados, que apontam
também que 77,9% gostavam de trabalhar a partir de casa até quatro dias
por semana.
Por outro lado, aqueles que
ainda estão em teletrabalho concordam que têm conseguido gerir o seu
trabalho de forma autónoma, mas referem uma “diminuição da perceção de
qualidade das condições de trabalho”.
Além
do teletrabalho, o estudo avaliou também os níveis de satisfação em
relação às medidas de restrição e de desconfinamento, à vacinação e ao
Serviço Nacional de Saúde (SNS), e os hábitos de consumo dos
portugueses.
Em relação à vacinação contra a
covid-19, 69,5% dos inquiridos tencionam ser vacinados e a maioria
acredita tanto na proteção conferida pela vacinação (82,2%), como confia
nas próprias vacinas (69,1%).
Ainda
assim, cerca de metade dos inquiridos (51,9%) considera que há vacinas
mais seguras do que outras e a minoria que ainda está indecisa acerca da
vacinação (17%) ou não tenciona ser vacinado (6,4%) justifica a sua
posição sobretudo com o receio dos efeitos secundários ou a descrença na
eficácia da vacina.
Quanto às entidades
envolvidas no combate à pandemia, os resultados do inquérito apontam uma
satisfação “bastante elevada” quanto à prestação dos médicos,
enfermeiros e técnicos auxiliares do SNS.
Em
relação ao reforço das medidas de restrição durante o período da
Páscoa, os inquiridos consideraram-no eficaz, em níveis moderadamente
elevados, sobretudo a proibição de circulação entre concelhos durante a
Semana Santa (66,4%) e a aplicação de coimas em caso de desrespeito das
medidas de restrição (66,5%).
Já sobre o
desconfinamento, cuja primeira fase arrancou em 15 de março, apenas
cerca de metade dos inquiridos reportou níveis de concordância com o
momento da implementação das medidas, sendo que pouco menos de metade
(44,9%) defende, por exemplo, que a venda ao postigo no comércio não
essencial deveria ter sido permitida mais cedo, à semelhança de
livrarias e bibliotecas (45,9%), mas ao contrário do levantamento da
proibição das deslocações para fora do território continental, que para
46,8% deveria ter acontecido mais tarde.
Para
a segunda, terceira e quarta fases, mantém-se a mesma tendência, com
cerca de metade dos participantes a concordarem com os prazos definidos
para ambas.
Sobre os padrões de consumo, o
estudo conclui que “os portugueses acreditam que no período pós-pandemia
irão voltar a consumir apenas moderadamente, em relação à forma como o
faziam antes da pandemia”, mas manifestam a intenção de começar a
consumir produtos mais saudáveis e sustentáveis.
O
relatório refere ainda que, um ano após o início da pandemia da
covid-19 em Portugal, os portugueses estão mais otimistas em relação ao
futuro e sentem-se mais relaxados, contentes e calmos, e menos
preocupados, ansiosos e tensos
Um
estudo que analisou publicações sobre a COVID-19 desde o início da
pandemia mostrou que as mensagens do presidente Jair Bolsonaro e de seus
apoiadores nas redes sociais insulflaram uma onda de ataques à vacina
CoronaVac.
A
pesquisa avaliou milhões de postagens nas redes sociais de Bolsonaro e
seus seguidores, concluindo que, em um período crítico da pandemia, foi
gerada uma campanha descrédito do imunizante produzido pelo laboratório
chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
De acordo com os autores do estudo, ligados à Rede de Pesquisa
Solidária, a onda de ataques contra a vacina CoronaVac disseminou
dúvidas sobre a segurança e a eficácia do imunizante, atrasando o
desenvolvimento do acordo para a aquisição da vacina.
O cientista político e professor da Faculdade Presbiteriana Mackenzie
Brasília, Márcio Coimbra, em entrevista à Sputnik Brasil, afirmou que a
retórica hostil à China do governo Bolsonaro diz mais respeito a interesses nacionais do que a uma política externa.
"Essa posição do presidente Bolsonaro visa não uma posição
internacional do Brasil, mas ela visa um projeto político nacional do
presidente Bolsonaro em se aproximar de um determinado grupo político
que é o bolsonarismo, estar sedimentado dentro deste grupo tendo a
possibilidade de conseguir no mínimo 20% das intenções de voto nas
eleições do próximo ano para a presidência, para assim passar ao segundo
turno", argumentou.
De acordo com o especialista, a radicalização de um discurso hostil à
China era uma forma do presidente Bolsonaro "continuar fiel aos seus
seguidores" para manter essa base que pode levá-lo ao segundo turno nas
próximas eleições.
Por outro lado, o cientista político observou que o descrédito da
China, estimulado pelos apoiadores de Bolsonaro, contribui também para
que o país asiático adote uma posição mais hostil contra o Brasil,
provocando o atraso no envio de insumos para a produção da vacina, por
exemplo.
"Esses apoiadores conseguem ter
influência muito forte dentro das políticas e da ideia de poder tanto
nacional quanto internacional do presidente Jair Bolsonaro [...] Ao
formar essa ideia do presidente Jair Bolsonaro, eles estimulam esse
descrédito às vacinas e à China e certamente contribuem para uma tensão
entre os dois países", afirmou Coimbra.
Ao comentar se a hostilidade que os seguidores de Jair Bolsonaro
promoveram em relação à China pode ser um precedente para dificultar a
aquisição de outros imunizantes, o especialista afirmou que o presidente
é muito pautado pela parcela mais radical dos seus apoiadores, o que
pode virar um obstáculo para outras vacinas sim.
Simpatizantes
do presidente Jair Bolsonaro realizam ato contra a vacina chinesa
CoronaVac e contra o governador João Doria em São Paulo
"Em relação às outras vacinas, o descrédito de Bolsonaro e seus
apoiadores certamente pode se estender, porque o presidente Jair
Bolsonaro é muito pautado pela posição dos seus apoiadores mais
radicais, e esses apoiadores mais radicais que compõem hoje 14% dos seus
apoiadores, e pode chegar a 20% nas eleições, têm esse discurso
radical", disse.
De acordo com ele, o presidente Bolsonaro acena para esse eleitorado com esse discurso "cada vez que ele se sente mais acuado".
"Cada vez mais que a CPI da Covid, por
exemplo, avança e deixa o governo mais encurralado em determinados
aspectos, o presidente Jair Bolsonaro tende a radicalizar o discurso. E,
ao radicalizar o discurso, ele pretende se colocar mais alinhado com
esses apoiadores dentro desse círculo de 20%", disse.
"Então isso sim pode virar levar ao descrédito de outras vacinas como
a da China e também a de outros países, caso esses apoiadores vejam
isso como uma ameaça", completou o cientista político.
Os Territórios Palestinos ou Territórios Palestinianos compreendem três regiões não contíguas - a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. Após a extinção do Mandato Britânico da Palestina, esses territórios foram capturados e ocupados pela Jordânia e pelo Egito durante a Guerra árabe-israelense de 1948. Durante a Guerra dos seis dias (1967), foram ocupados por Israel.
A Autoridade Nacional Palestina (ANP) considera Jerusalém Oriental
como parte da Cisjordânia e, portanto, com parte dos Territórios
Palestinos, enquanto o governo israelense considera que seja parte do
Estado de Israel. Em 1980, Israel anexou Jerusalém Oriental, retirando-a da Cisjordânia, mas o Conselho de Segurança da ONU, conforme a sua Resolução 478, considera nula tal anexação, afirmando tratar-se de uma violação da lei internacional.
Após a assinatura dos Acordos de Oslo, em 1993, porções dos territórios palestinianos têm sido governadas, em diferentes graus, pela Autoridade Palestiniana.
Israel não considera que Jerusalém Oriental e a anterior terra de
ninguém Israelo-Jordana (a primeira, anexada em 1980, e a segunda, em
1967) façam parte da Cisjordânia. Israel alega que ambas estão sob
controlo total israelita. 58% do território da Cisjordânia (ou do que
Israel considera que seja a Cisjordânia) é governado pela Administração
Civil Israelita da Judeia e Samaria.
Isto não foi reconhecido por nenhum outro país, uma vez que as
anexações unilaterais estão proibidas pelas leis e costumes
interna
Nome
Há diferentes opiniões sobre o nome que deve ser dado aos territórios palestinianos.
As Nações Unidas, o Tribunal Internacional de Justiça, a União Europeia, o Comité Internacional da Cruz Vermelha e o Governo do Reino Unido referem-se a "Territórios Palestinianos Ocupados". Jornalistas também usam a descrição para indicar terras fora da Linha Verde. O termo é muitas vezes usado intermutavelmente com Territórios ocupados, embora este termo seja também aplicado aos Montes Golan, que são internacionalmente reconhecidos como parte da Síria
e não são reclamados pelos Palestinianos. A confusão vem do facto de
todos estes territórios terem sido capturados por Israel em 1967 na Guerra dos seis dias e serem tratados pelas Nações Unidas como territórios ocupados por Israel.
Outros termos usados para descrever estas áreas coletivamente incluem "os territórios disputados", "Territórios ocupados por Israel", e "os territórios ocupados". Mais termos incluem Yesha (Judeia-Samaria- Gaza), Yosh (Judeia e Samaria), a faixa Katif (Faixa de Gaza), entre outros.
Muitos líderes árabes ou islâmicos, incluindo alguns
palestinianos, usam a designação "Palestina" e "Palestina ocupada", para
implicar uma reclamação política ou religiosa sobre a totalidade do
anterior território do mandato britânico a oeste do Rio Jordão, incluindo a totalidade de Israel.
Muitos deles vêm a terra da Palestina como um Waqfislâmico
para futuras gerações. Existe um paralelo com as aspirações de alguns
sionistas e líderes religiosos judeus, para estabelecer um estado
soberano judeu cobrindo todo o Grande Israel para o povo. judeuHistória
Em 1922, após o colapso do Império Otomano, que governara a Palestina durante quatro séculos (1517–1917), foi estabelecido o Mandato Britânico para a Palestina. Durante o mandato britânico, ocorreu uma imigração judaica em larga escala, sobretudo proveniente da Europa Oriental, embora a imigração judaica ocorresse durante o período otomano.
O futuro da Palestina foi objeto de ardente disputa entre árabes e judeus. Em 1947, a propriedade total de terra por judeus, na Palestina, era de 1 850 000 dunans ou 1 850 km², representando 7.04% da terra total da Palestina. As terras de propriedade pública ou as "terras da coroa", majoritariamente situadas no Negueve,
pertencentes ao mandato britânico da Palestina, correspondiam a cerca
de 70% da área total, sendo que os árabes (cristãos e muçulmanos) e
outros eram proprietários dos restantes 23%.
Em 1947, o Plano da ONU para a partição da Palestina propõe a divisão da Palestina, sob mandato britânico, entre um estado árabe e um judeu, definindo Jerusalém e a área circundante como corpus separatum
(corpo separado) - uma área sob regime internacional especial. As
regiões propostas para o estado árabe incluíam o que se veio a tornar a
faixa de Gaza e a maior parte do que se tornou a Cisjordânia, assim como
outras áreas.
Divisões
Áreas
Territórios ocupados por Israel
Área A (total controle civil e de segurança da Autoridade Nacional Palestina): cerca de 3% da Cisjordânia, exceto Jerusalém Oriental (primeira fase, 1995).
Em 2011: 18%. Esta área inclui todas as cidades palestinas e seus arredores, sem assentamentos israelenses. A entrada nesta área é proibida a todos os cidadãos israelenses. As Forças de Defesa de Israel mantêm nenhuma presença na região, mas às vezes realizam incursões para prender supostos militantes.
Área B (controle civil palestino e controle de segurança conjunto israelense-palestino): cerca de 25% (primeira fase, 1995). Em 2011: 21%. Inclui áreas de muitas cidades e vilas palestinas, sem assentamentos israelenses.
Área C (total controle civil e militar israelense, exceto sob civis palestinos): cerca de 72% (primeira fase, 1995). Em 2011: 61%.
Estas áreas incluem todos os assentamentos israelenses (cidades, vilas e
aldeias), terras vizinhas, a maioria das estradas que ligam as
povoações (e que agora estão restritas aos israelenses), bem como áreas
estratégicas descritas como "zonas de segurança".
Havia 1 000 colonos israelenses que viviam na Área C em 1972. Em 1993,
sua população tinha aumentado para 110 mil colonos. Em 2012, os
israelense somavam mais de 300 mil - contra 150 mil palestinos, a
maioria dos quais são beduínos e fellahin.
Subdivisões administrativas
Províncias (ou "governorates") e áreas formalmente controladas por palestinos (em verde escuro).
Pelo Acordo de Oslo II,
os territórios palestinos foram divididos em três áreas administrativas
temporárias - as áreas A, B e C - até que fosse estabelecido um acordo
definitivo. As três áreas não são contíguas mas fragmentadas. Assim, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza foram divididas em áreas (A, B e C) e províncias (ou "governorates").
Na área A, ficaria sob controle da ANP (controle civil e da segurança). A área B ficaria sob controle militar de Israel e controle civil palestino. A área C refere-se à área dos assentamentos judeus, sob total controle israelense .
Desde a Batalha de Gaza (2007) a maior parte da Faixa de Gaza está sob controle do Hamas, e a Autoridade Palestina afirma que já não tem, oficialmente, o controle da Faixa.
A ANP divide os territórios palestinos em 16 províncias:
Na Faixa de Gaza
Província de Gaza
Província de Deir el-Balah
Província de Khan Yunis
Província de Rafah
Província de Gaza do Norte
Na Cisjordânia
Província de Jenin
Província de Tubas
Província de Nablus
Província de Tulkarm
Província de Salfit
Província de Qalqilya
Província de Ramallah e al-Bireh
Província de Jericó
Província de Jerusalém
Província de Belém
Província de Hebron
Demografia
Cerca de 90% dos palestinianos que vivem em Gaza e na Cisjordânia são muçulmanos ou drusos (uma seita que se separou do islamismo no século XI). Os restantes são cristãos.
A proporção de cristãos nos territórios palestinianos era há dez anos
de cerca de 30% da população total. Muitos dos cristãos partiram por
causa da vida difícil nas áreas palestinianas e pela crescente
islamização do movimento nacionalista palestiniano.
Os grupos radicais islâmicos armados (Hamas, Jihad Islâmica e
Brigada dos Mártires de Al-Aqsa) lideram ataques contra israelitas nos
territórios ocupados e em território israelita. Desses grupos, o Hamas
também oferece serviços sociais aos palestinianos, tornando-se uma
estrutura alternativa para a Autoridade Palestiniana.
Estatuto político
Estado da Palestina
O estatuto político dos territórios tem sido objecto de negociação entre Israel e a Organização de Libertação da Palestina (OLP) e de inúmeras declarações e resoluções pelas Nações Unidas. Lista das resoluções das Nações Unidas concernentes a Israel.) Desde 1994, a autónoma Autoridade Nacional Palestiniana tem exercido vários graus de controlo em partes dos territórios, como resultado da Declaração de Princípios contida nos Acordos de Oslo.
O governo dos Estados Unidos reconhece a Cisjordânia e Gaza como um
país. Considera a Cisjordânia e Gaza como uma única entidade para
efeitos políticos, económicos, legais e outros. O Departamento de Estado e outras agências governamentais americanas
têm estado ocupadas com projectos na área da democracia,
governabilidade, recursos e infraestruturas. Parte da missão da USAID é
fornecer suporte discreto e flexível para a implementação do "Mapa do caminho para a Paz no Oriente Médio" (Road Map for peace in the Middle East) proposto pelo chamado Quarteto de Madri (formado em 2002 por Estados Unidos, Rússia, União Europeia e Nações Unidas).
O Mapa do Caminho é um plano apoiado internacionalmente para o
desenvolvimento progressivo de um estado palestiniano viável na
Cisjordânia e Faixa de Gaza. Os estados participantes fornecem
assistência através de contribuições directas ou através da conta do
Estado Palestiniano estabelecida pelo Banco Mundial. Após o Hamas ter ganho a maioria dos assentos em eleições para o Parlamento Palestiniano, os Estados Unidos e Israel instituíram um bloqueio económico à Faixa de Gaza.
O estatuto final dos "Territórios Palestinianos" tem vindo a ser
um estado independente para "Árabes" e é apoiado por países que apoiam o
Mapa do Caminho proposto pelo Quarteto de Madri. O governo de Israel
também aceitou o Mapa do Caminho, mas com 14 objecções.
A posição palestina é de que a criação e presença de colonatos
israelitas nessas áreas é uma violação da lei internacional. Isto tem
também sido afirmado pela maioria dos membros da convenção de Genebra.
Resolução 242 do Conselho de Segurança das Nações Unidas
A Resolução 242 do Conselho de Segurança das Nações Unidas (S/RES/242), uma das resoluções da ONU mais comumente referidas em política do Médio Oriente, foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU em 22 de Novembro de 1967, após a Guerra dos seis dias. Foi incorporada ao capítulo VI da Carta das Nações Unidas, e reafirmada pela resolução nº 338 do Conselho de Segurança da ONU, adotada após a Guerra do Yom Kippur (1973).
A resolução preconiza a "retirada das Forças Armadas de Israel dos territórios ocupados durante o recente conflito" (houve dúvida se isso significaria todos
os territórios e o "encerramento de todas as reivindicações ou estados
de beligerância". A resolução também apela para o mútuo reconhecimento
pelas partes beligerantes (Israel, Egipto, Síria, Jordânia) dos seus
respectivos estados e pelo estabelecimento de fronteiras seguras e
reconhecidas por todas as partes envolvidas.
Fronteiras
Os territórios palestinianos consistem em duas, ou três, áreas distintas (dependendo da interpretação sobre se Jerusalém Oriental faz parte da Cisjordânia) — a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental.
Israel considera que Jerusalém Oriental não faz parte da Cisjordânia, considerando-o como parte de um Jerusalém unificado, a sua capital. O limite oriental da Cisjordânia seria, assim, a fronteira com a Jordânia. O Tratado de paz Israel-Jordânia define essa fronteira como uma fronteira internacional, e a Jordânia renunciou a todos os territórios a oeste dela. O segmento de fronteira entre a Jordânia e a Cisjordânia foi deixado indefinido até um acordo definitivo sobre o estatuto do território.
O limite sul da Faixa de Gaza é a fronteira com o Egipto. O Egipto renunciou a todas as terras a norte da sua fronteira internacional, incluindo a Faixa de Gaza, no Tratado de Paz Israelo-Egípcio. Os Palestinianos não fizeram parte de nenhum dos acordos.
Evolução do Mandato da Palestina e dos Territórios Palestinos modernos
Propostas de 1916-22: As três propostas para a administração da Palestina após a Primeira Guerra Mundial. A linha vermelha é a "Administração Internacional" proposta em 1916 no Acordo Sykes-Picot; a linha azul pontilhada foi proposta pela Organização Sionista Mundial durante a Conferência de Paz de Paris em 1919 e a linha azul se refere às fronteiras finais do Mandato Britânico da Palestina entre 1923-48.
Situação em 1947: Mandato da Palestina, mostrando em azul as áreas controladas por judeus
na Palestina em 1947, que constituíam 6% da área territorial do
mandato, das quais mais da metade eram controladas pelo Fundo Nacional
Judaico (FNJ) e pela Associação da Colonização Judaica da Palestina. A
população de judeus cresceu de 83 790 pessoas em 1922 para 608 000 em
1946.
Proposta de 1947: Proposta do plano da ONU para a partilha da Palestina de 1947 (Assembleia Geral das Nações Unidas - Resolução 181 (II), 1947), antes da Guerra árabe-israelense de 1948. A proposta incluía o corpus separatum de Jerusalém, estradas extraterritoriais entre as áreas não contíguas e a consolidação de Jafa como uma exclave árabe.
Situação entre 1948-67: Ocupação da Cisjordânia pela Jordânia e ocupação da Faixa de Gaza pelo Egito (observe a linha pontilhada entre os territórios palestinos e Jordânia/Egito) após a Guerra árabe-israelense de 1948, mostrando a linhas de armistício criadas em 1949 com Israel (linha azul).
Situação atual: Em verde, a região restante que ainda é administrada pela Autoridade Nacional Palestina (sob Oslo 2). A linha azul demarca as fronteiras dos territórios controlados pelo governo israelense.
Referências
UN Transcription of session referring to Chapter VI prior to the introduction of the Resolution». Consultado em 9 de novembro de 2009. Arquivado do original em 6 de março de 2008
O povo luso afro brasileiro, neste momento tão triste para as
criancinhas palestinas e israelenses, através destes sons da PALOP,
deixa aqui sua manifestação de solidariedade a estes dois povos, aos
quais também, com suas ricas e antigas culturas, ajudaram na construção
de nossos países. As crianças israelenses e palestinas querem brincar juntas e ao contrário dos senhores monstros da guerra, querem viver em paz!!! JPL
Epidemiologista
teme uma nova piora das condições sanitárias do país devido ao atraso
de dez dias para anunciar restrições de voos vindos da Índia, o que
teria ajudado a conter a cepa com "característica de maior
transmissibilidade".
O
governo federal brasileiro ignorou por dez dias uma recomendação da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para suspender voos
vindos da Índia.
Além de registrar recordes diários de casos e mortes por COVID-19,
o país é o berço de uma nova variante do SARS-CoV-2 classificada pela
Organização Mundial de Saúde (OMS) como "preocupante".
A recomendação da Anvisa foi enviada ao Comitê de Crise para
Supervisão e Monitoramento dos Impactos da COVID-19 no dia 4 de maio,
mas a decisão do governo de Jair Bolsonaro sobre restrições só foi decretada na última sexta-feira (14).
Estados Unidos, Canadá, Austrália e diversos países europeus e
asiáticos já haviam suspendido voos da Índia - muitos deles, desde
abril.
Além da Índia, o Brasil já aplicou medidas de restrições para o Reino
Unido e a África do Sul, onde também foram identificadas variantes do
coronavírus.
"Ficam proibidos, em caráter
temporário, voos internacionais com destino à República Federativa do
Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e
Irlanda do Norte, pela República da África do Sul e pela República da
Índia", diz o texto da portaria 653 da Casa Civil, publicada em edição
extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira (14).
Com mais crianças mortas do lado palestino do que o total de
mortos em Israel, Sanders pede corte de financiamento mas defende que
Israel se defenda
Por: Redação do Diário Causa Operária
Publicado em:
16/05/2021
Edição nº 6377 – domingo – 16/05/2021
O senador democrata Bernie Sanders publicou mensagem nas redes
sociais defendendo o fim do suporte financeiro americano ao Estado de
Israel:
“A devastação em Gaza é inescrupulosa. Devemos exigir um cessar-fogo
imediato. A matança de palestinos e israelenses deve acabar. Devemos
também examinar seriamente quase US$4 bilhões por ano em ajuda militar a
Israel. É ilegal a ajuda dos Estados Unidos apoiar violações dos
direitos humanos”, postou Sanders em seu Twitter.
De origem judia, Bernie Sanders disse ainda que é preciso uma
política imparcial, que garanta a segurança de Israel. Desde a retomada
dos conflitos na Palestina até o último dia 16, cerca de 192 palestinos,
incluindo ao menos 58 crianças, morreram pelos atques de Israel, que
por seu lado, teve apenas 12 baixas.
D.
Dinis de Portugal, O Lavrador, foi Rei de Portugal e do Algarve de 1279
até sua morte. Era o filho mais velho do rei Afonso III de Portugal e
sua segunda esposa Beatriz de Castela.
Foi grande amante das artes e letras.Wikipédia
Nascimento: 9 de outubro de 1261, Lisboa, Portugal
Falecimento: 7 de janeiro de 1325 ainda na dinastia afonsina, Santarém, Portugal
Cônjuge: Isabel de Aragão, Rainha de Portugal (de 1288 a 1325)
Filhos: Afonso IV de Portugal, Pedro Afonso, conde de Barcelos,MAIS