Damares estuda censurar filme da Netflix sobre sexualização de crianças

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O governo brasileiro estuda impedir a exibição do filme "Cuties", cujo nome no Brasil é "Lindinhas", por supostamente sexualizar crianças. 

A ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, publicou no Twitter nesta segunda-feira (14) que foi feito um estudo sobre "que medidas podem ser tomadas" contra a obra. A postagem acompanha um texto da revista Veja que afirma que a ministra "mobilizou seus assessores jurídicos do governo para buscar todos caminhos possíveis para proibir a exibição da obra no país".

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também criticou o filme em suas redes sociais. 

Nos Estados Unidos, o senador republicano Ted Cruz enviou carta ao Departamento de Justiça em que pede uma investigação contra a Netflix e seus executivos pela possível violação da legislação local e a distribuição de pornografia infantil. 

O filme francês, premiado no prestigiado Festival de Sundance, é estrelado pela atriz de 11 anos Fathia Youssouf e mostra a jornada da menina que mora em um subúrbio de Paris e frequenta o grupo de dança de sua escola. 

A Netflix afirmou em nota obtida pela agência de notícias Associated Press que a obra é "um comentário social contra a sexualização de crianças".


Versos do Antigamente por Maria Celestina Silva (recolha R.A.)


Pus-me um dia a percorrer este lindo Portugal, 

Só queria ver e sentir s seus encantos sem igual.

 Fui e vi campos no Minho, sempre mimosos e frescos,

e vi as gentes minhotas, com os seus trajes pitorescos.

Trás dos Montes alpestres, com os seus vales sombrios,

vi aguas dos altos montes, despenharem-se nos rios.

E no Douro verdejante, com vinhedos e choupais,

ouvi rouxinóis à noite, cantar suspiros e ais.

Nas acidentadas Beiras, vi brilhar a branca neve,

perto da Penhas Douradas, aonde o ar é já mais leve.

Percorri a Estremadura, que lindas férteis campinas,

Aonde cresce o louro trigo, e pastam vacas turinas.

No Alentejo, vi as messes, ondeando como mar, 

e muitas casinhas brancas, como noivas a noivar.

E mais ao sul no Algarve, terra das amendoeiras,

Vi os quentes doces frutos, que pendem lá das figueiras.

Mas não pára aqui o encanto, que deslumbra o meu olhar,

Vamos meu coração vamos, para as terras de além-mar.

Aonde os Açores emergem como pérolas mimosas,

e onde a ilha da Madeira, tem o perfume das rosas.

São Tomé e as suas roças, em Angola descansei,

sob os ramos do embondeiro, à sua sombra gozei.

Passo o Cabo a Moçambique, que tão lindo porto tem,

Depois Diu, Damão e Goa, Macau e Timor também.

E de tudo quanto vi, eu trouxe esta impressão final,

Que não há terra tão linda, como o nosso Portugal!

 


Estados brasileiros se manifestam sobre possibilidade de compra de vacina russa

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Por Renan Lúcio
Coronavírus no Brasil em meados de setembro

Após acordos com Paraná e Bahia, o diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos afirmou que os responsáveis pela primeira vacina registrada contra a COVID-19 no mundo estão abertos para cooperação com outros estados brasileiros.

O diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo), Kirill Dmitriev, anunciou o envio de pelo menos 100 milhões de doses da vacina Sputnik V, contra a COVID-19, para a América Latina. Para o Brasil, estão previstas, atualmente, 50 milhões de doses. Após a parceria firmada com o Paraná, o RFPI anunciou, nesta sexta-feira (11), um acordo com a Bahia. 

Em 11 de agosto, a Sputnik V recebeu um certificado de registro do Ministério da Saúde da Rússia, tornando-se a primeira vacina contra o novo coronavírus registrada no mundo. Após manifestações de desconfiança por parte de alguns países do Ocidente, no último dia 4, uma das principais revistas médicas do mundo, The Lancet, publicou um artigo científico com os resultados dos ensaios clínicos das fases I e II da Sputnik V, que demonstraram a ausência de eventos adversos graves e a formação de uma resposta imunológica sustentada em 100% dos participantes do estudo. Está em curso atualmente um estudo de pós-registro da vacina, com a participação de 40 mil voluntários, cujos primeiros resultados deverão ser publicados em outubro ou novembro.

Ontem (10), ao comentar a parceria com os brasileiros , Dmitriev destacou que as autoridades russas estão "abertas para a cooperação com muitos estados do Brasil", caso haja interesse. No mesmo dia, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro revelou à Sputnik Brasil a possibilidade de "iniciar conversas nas próximas semanas". 

Procurados pela agência, outros estados também se manifestaram sobre o tema, conforme notas reproduzidas abaixo.

Alagoas

O governo de Alagoas e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarecem que a atribuição da aquisição de qualquer vacina do calendário básico é do Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunização. Diante disso, o estado de Alagoas irá aguardar a aprovação de uma vacina com eficácia comprovada para prevenir a COVID-19 e, consequentemente, a aquisição, por meio do governo federal, o qual irá encaminhar à Sesau o quantitativo para imunizar a população nos 102 municípios alagoanos, conforme ocorre historicamente a cada campanha de vacinação.

Minas Gerais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informa que está acompanhando e em contato com os diversos países que pretendem produzir a vacina contra o novo coronavírus. Como todas as vacinas estão em fase de teste, tendo a de Oxford demonstrado a necessidade de cautela e, por razões científicas, até o momento, o governo de Minas não fechou nenhum acordo de compra.

A SES informa, ainda, que toda vacina licenciada no Brasil percorre diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final, que é a aplicação, garantindo assim sua segurança. Esses processos de avaliação técnica de novos medicamentos são realizados em nível federal pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Pará

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informa que o Pará não está em tratativas com outros países e que aguarda posicionamento do governo federal quanto à vacina.

Rio Grande do Norte

Até o momento, o Rio Grande do Norte ainda não tem nenhuma parceria em vista. O governo do RN segue as recomendações do Ministério da Saúde, que coordena a Política Nacional de Imunização.

Roraima

A Secretaria de Saúde informa que o estado de Roraima tem acompanhado as várias pesquisas de desenvolvimento de vacinas que estão sendo realizadas dentro e fora do Brasil.

Em relação à aquisição de vacinas contra a COVID-19, a gestão esclarece que aguarda orientações do Ministério da Saúde, com o objetivo de garantir a efetividade do medicamento e a segurança da população. 

Outros

As secretarias de Saúde do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina disseram que, até o momento, não há qualquer informação disponível sobre o assunto. As demais ainda não haviam respondido até o fechamento desta matéria.

OS TOKA & DANÇA

 
Começaram por animar as festas de família e, atualmente, pisam palcos por todo o país e em qualquer sítio onde existam portugueses. “Toka & Dança”, a banda mais conhecida do Marco de Canaveses, criada em 2017, e com dois discos lançados, animam as pessoas onde quer que estejam, aproximam os emigrantes de Portugal e acumulam sucessos ano após ano.

Rafael Monteiro, 22 anos, é o porta-voz da banda composta pela irmã, Francisca Monteiro, 13 anos, e pelos primos Diogo Martins, 16 anos e Marco Pinto, 17.


O primeiro projeto em que estes jovens estiveram envolvidos foi “Concertinas do Tâmega”, sem ganhar nada, apenas para darem a conhecer o grupo. Mais tarde, resolveram criar uma banda com uma imagem renovada, com características próprias e com um nome que foi dado pelos próprios fãs. “Ouvimos os fãs a chamarem-nos de banda que toca e dança, gostamos do nome e ficou”, conta Francisca Monteiro.

No primeiro ano como banda, lançaram o seu primeiro álbum, “Vira que Vira”, que vendeu mais de 2 mil cópias.
As músicas são escritas “por um grande amigo”, Álvaro de Castro, mas “todos colaboram” nas suas criações, disse Diogo Martins.

Os membros da banda, quando começaram, nunca pensaram que teriam tanto sucesso. “Sabíamos que marcávamos a diferença e já nos diferenciavam por cantarmos, dançarmos e alegrarmos. Sabíamos, por parte do público, que teríamos algum sucesso, só não sabíamos que seria tão grande”, refere a artista mais nova e vocalista da banda.

A projeção da banda aumentou com o lançamento do segundo disco, “Rimbó Malho”, em 2018. Este trabalho é a continuação do primeiro, mantendo o mesmo registo de música popular.


Um dos temas principais deste álbum, que dá nome ao disco, é dedicado aos emigrantes portugueses. “As pessoas pensam que ser emigrante é fácil e não é. «Rimbó Malho» é uma expressão de protesto”, explicou Rafael Monteiro.
O número de vendas deste disco, atingiu um novo recorde, face ao primeiro, tendo sido vendidos mais de 3 mil cópias.

O objetivo da banda passa por chegar cada vez a mais pessoas. “O nosso público-alvo é completamente diferente das nossas faixas etárias, é tudo gente de 35 anos para cima. Tentamos mudar isso e chamar gente mais nova”. Mesmo com o número elevado de concertos, a banda deseja sempre atingir novos palcos: “quando se anda por gosto e quando fazemos as coisas por gosto temos sempre metas a atingir”, explica o porta-voz da banda, acrescentando que os Toka & Dança nunca estão satisfeitos com o que têm e querem sempre mais.

Hoje, a banda atua em todo lado incluindo no estrangeiro. “Vamos para a Suíça, França, Canadá… onde houver portugueses nós estamos lá”, salienta Rafael Monteiro.
As músicas, apesar do estilo continuar a ser popular, tentam ser diferentes e por isso a banda vai buscar inspirações a outros estilos musicais, como o sertanejo brasileiro, o kuduro e ainda baladas, algo que não é muito comum na música popular portuguesa.


O sucesso foi tão visível que hoje passaram de quatro pessoas para nove em palco: “isso deve-se ao nosso trabalho, mas sobretudo às pessoas que nos acompanham”, afirma Rafael Monteiro.
O apoio dos familiares, mas principalmente dos pais, foi crucial para o grande sucesso dos “Toka & Dança” e imprescindível para os elementos da mesma. “Os nossos pais apoiaram-nos sempre, desde o início, desde o primeiro grupo musical, ‘Concertinas do Tâmega’, até mesmo desde a primeira iniciativa de tocar concertina”, diz Francisca Monteiro.
A banda confessou ainda que o único ‘ritual’ que têm antes de qualquer concerto ou espetáculo é “rir bastante. O que nos diferencia é a nossa diversão e animação, fazemos isto com à vontade e sendo nós mesmos. Quando somos nós próprios as coisas saem naturalmente”, sublinha o membro mais velho da banda.

 

Muito trabalho e pouco tempo

Apesar do grande sucesso, a banda reconhece que nem todos os dias são bons e que enfrentam alguns problemas, principalmente quando há muito trabalho e pouco tempo. “Claro que surgem problemas na estrada, sobretudo quando são muitos concertos seguidos em pouco tempo. No mês de Agosto, em 31 dias, fazemos cerca de 27 ou 28 concertos, pelo que só com um sorriso na cara e muita animação se consegue ultrapassar esses dias mais duros”, explica Rafael Monteiro.

Sendo a concertina um instrumento do Minho, “a zona de Aveiro e Nazaré aceitam as concertinas, mas têm outra forma de o demonstrar, enquanto que a gente do Minho dançam tudo”. Por essa razão, a banda, tem mais gosto em tocar nestas zonas do país: “o público do Minho é mais aberto e alegre em relação às concertinas”, refere Rafael Monteiro.

Antes dos concertos, a banda acerta as questões técnicas, como o aquecimento da voz e a instalação dos materiais de som, e ainda faz um reunião, uns minutos antes de entrar em palco, não dispensam um jantar animado e não escondem um pouco de nervosismo.

A televisão é um meio importante para dar a conhecer, a cada vez mais pessoas, o trabalho da banda. Os elementos admitem que já são reconhecidos fora dos concertos e dos programas de televisão a que vão. “A televisão tem muitas vantagens e uma delas é a visibilidade que dá ao grupo e nesta fase de crescimento é bom. Há sempre colegas que nos reconhecem quando vamos à televisão e dizem ao avô, à tia que nos conhecem”, constata Diogo Martins.

A banda gosta da interação com o público e por isso mesmo prefere concertos ao vivo do que em estúdio, “nos concertos ao vivo temos momentos que em televisão não se consegue”, diz Rafael Monteiro.
O grupo musical está consciente do seu crescimento e quer crescer ainda mais e para isso vão continuar a trabalhar cada vez mais e melhor. “Cada vez somos mais assim como a nossa música”, partilha Diogo Martins.

Os três elementos mais novos da banda ainda frequentam a escola. “É difícil mas com a ajuda da família, dos professores e dos colegas concilia-se bem. É mais complicado quando há idas para o estrangeiro porque temos de faltar muitas vezes, mas temos uma justificação passada pelo diretor, que nos ajuda, caso contrário estaríamos chumbados por faltas”, consideram.
A banda assume que o objetivo principal passa por viver apenas da música e aponta abril, deste ano, para o lançamento do próximo álbum, que será o terceiro da banda.

Os fãs

Os “Toka & Dança” têm fãs dos mais miúdos até aos mais graúdos e têm sempre a preocupação de responder aos pedidos de fotografias e autógrafos de quem os admira, bem como de os ouvir sempre após os concertos. Segundo os membros da banda, existem fãs que se identificam com algumas músicas e gostam sempre de partilhar isso com eles. No final de cada concerto, há sempre um quiosque com a venda de cachecóis, t-shirts e discos dos “Toka & Dança”.


Maria de Fátima Azevedo, 48 anos, é uma fã incondicional, vai a todos os concertos que pode e ainda faz questão de dançar. “Se pudesse ia a todos os concertos que eles dão aqui pela zona e mesmo que fosse longe, se tivesse a oportunidade, ia. Gosto da maneira que eles atuam e se puder dançar ao som da música deles, danço”, afirma.
Tem pena das vezes em que não consegue ir a um concerto – “uma vez não os fui ver porque estava a trabalhar” – ,mas diz que gostava de um autógrafo e até, quem sabe, de uma fotografia com os membros da banda. “Não conheço nenhum dos elementos da banda pessoalmente, mas gostava”. Maria de Fátima confessa que não tem nenhum CD da banda, mas quando tiver a oportunidade vai comprar: “ainda não comprei nenhum porque ainda não tive a oportunidade, mas quando tiver compro os dois e até mesmo o próximo que sair”.
Rosa Mota, 78 anos, também não diz que não a um bom pé de dança e que não há melhor para isso que os “Toka & Dança”. Confessa que ainda não foi a nenhum concerto, mas que gostava muito. “Ainda não os vi ao vivo, mas gostava para dançar”. Rosa diz ainda que este tipo de música é o seu preferido, “Gosto deste tipo de música, gosto do ’vira’”.
Rafael Duarte, 17 anos, diz que este estilo musical não é o seu preferido, mas esta banda tem algo de diferente e por isso gosta de os ouvir: “não gosto, propriamente, deste estilo musical mas as músicas deles são diferentes”. Rafael acha que por serem diferentes chamam gente mais nova, “acho que este tipo de música, mais diferente, chama mais jovens por não ser aquele ‘pimba’ tradicional a que toda a gente está habituada e conhece”.
Os “Toka & Dança” vieram para ficar, o seu nome é e será cada vez mais reconhecido onde se fala português.

Reportagem: Marlene Moreira
 
Imagens: DR




Que esta linda menina de apenas 13 anos sirva de motivação para todas as meninas de Portugal e do Brasil no que se refere ao nacionalismo e à nossa cultura comum!

Brasileiros pensam que certas doenças desapareceram e deixam de tomar vacinas, dizem especialistas

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Brasil
                                           

Números do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde mostram que aproximadamente metade das crianças brasileiras não recebeu todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Imunização em 2020.

Os índices contabilizados pelo PNI até esta segunda-feira (7), segundo uma reportagem do portal G1, mostram que a cobertura vacinal no Brasil está em 51,6% para as imunizações infantis.

A porcentagem ideal é entre 90% e 95% para garantir proteção contra doenças como sarampo, coqueluche, meningite e poliomielite.

Para Isabela Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, há um fenômeno chamado de hesitação em vacinar. Segundo a médica, esse fenômeno pode ocorrer por diversos fatores.

"Confiança em vacina não faz você se vacinar. Os vários fatores da hesitação vão desde de a falta de percepção de risco, não estar informado sobre a importância da vacinação, não estar informado sobre o risco da doença a também falta de confiança no profissional da saúde ou nas autoridades públicas", disse à Sputnik Brasil.
Segundo Ballalai, a pandemia da COVID-19 pode agravar ainda mais o processo de baixa cobertura vacinal e fazer com que doenças como a poliomielite voltem.

"Fica claro que o medo de sair de casa, a orientação que muitos receberam de não buscar um serviço de saúde a não ser que fundamental, a falta de percepção de que a vacinação é um serviço essencial e que não deve parar mesmo em tempos da COVID-19 fez com que essas coberturas em 2020 estejam entre 50% e 60%. Aí sim a gente tem um risco muitíssimo aumentado que eu arrisco dizer, com possibilidade inclusive, da poliomielite voltar", disse.

Já para Edimilson Migowski, professor de Doenças Infecciosas da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o sucesso da vacina em aparentemente erradicar ou diminuir drasticamente a incidência de certas doenças faz com que a população deixe de perceber os riscos dessas enfermidades.

"A vacina hoje vem sendo em parte vítima do seu grande sucesso, a partir do momento que as doenças foram melhor controladas a população perdeu um pouco a sua consciência acerca da gravidade [dessas enfermidades]. Por isso é muito importante trabalhar na promoção de saúde, mantendo a vacinação em dia", disse à Sputnik Brasil.
Outro fator apontado por Migowski é a disseminação de notícias falsas sobre as vacinas.

"A queda da cobertura vacinal vem sendo em parte consequência das fakes news em relação às vacinas, as pessoas não cansam de divulgar não só no Brasil, mas no mundo", explicou.

Sobre a hesitação da população brasileira em ir ao posto de saúde tomar vacinas por conta do receio de se contaminar com a COVID-19, Migowski diz que o risco de contaminação em um posto de saúde para tomar vacinas é baixo.

"Sem sombra de dúvida o risco de você adquirir a COVID-19 em uma ida ao posto de saúde para fazer vacinação é muito pequeno. A vacinação traz muito mais benefícios do que um eventual risco de exposição ao novo coronavírus", completou.

Urgente: Bolsonaro fala em compromisso com a Constituição e com a democracia durante pronunciamento (VÍDEO)

Covid-19 no mundo
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Brasil
O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em cadeia nacional nesta segunda-feira (7) para celebração dos 198 anos da independência do Brasil.
Durante sua fala, Bolsonaro disse que tem  compromisso com a Constituição, com a preservação da soberania, com a democracia e com a liberdade.
"No momento em que celebramos essa data tão especial, reitero, como Presidente da República, meu amor à Pátria e meu compromisso com a Constituição e com a preservação da soberania, democracia e liberdade, valores dos quais nosso país jamais abrirá mão", disse Bolsonaro.
O pronunciamento foi gravado no Palácio da Alvorada e durou pouco mais de três minutos.
Segundo o presidente brasileiro, "o sangue dos brasileiros sempre foi derramado por liberdade".
"Vencemos ontem, estamos vencendo hoje e venceremos sempre", disse Bolsonaro.
Bolsonaro também falou novamente sobre o período da ditadura militar e disse que o país esteve ameaçado pelo comunismo.
"Nos anos 60, quando a sombra do comunismo nos ameaçou, milhões de brasileiros, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, foram às ruas contra um país tomado pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada", declarou.

Leia a íntegra do pronunciamento do presidente:

"Boa noite.
Naquele histórico 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga, o Brasil dizia ao mundo que nunca mais aceitaria ser submisso a qualquer outra nação e que os brasileiros jamais abririam mão da sua liberdade.
A identidade nacional começou a ser desenhada com a miscigenação entre índios, brancos e negros. Posteriormente, ondas de imigrantes se sucederam, trazendo esperanças que em suas terras haviam perdido.
Religiões, crenças, comportamentos e visões eram assimilados e respeitados.
O Brasil desenvolveu o senso de tolerância, os diferentes tornavam-se iguais. O legado dessa mistura é um conjunto de preciosidades culturais, étnicas e religiosas, que foram integradas aos costumes nacionais e orgulhosamente assumidas como brasileiras.
Passados quase dois séculos da Independência, nos quais enfrentou e superou inúmeros desafios, o Brasil consolidou sua posição no concerto das nações.
Ainda no século XIX, durante o período do Império, fomos invadidos e agredidos, derrotando a todos.
Já no século XX, durante a II Guerra Mundial, a Força Expedicionária Brasileira foi à Europa para ajudar o mundo a derrotar o nazismo e o fascismo.
Nos anos 60, quando a sombra do comunismo nos ameaçou, milhões de brasileiros, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, foram às ruas contra um país tomado pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada.
O sangue dos brasileiros sempre foi derramado por liberdade.
Vencemos ontem, estamos vencendo hoje e venceremos sempre.
No momento em que celebramos essa data tão especial, reitero, como Presidente da República, meu amor à Pátria e meu compromisso com a Constituição e com a preservação da soberania, democracia e  bliberdade, valores dos quais nosso País jamais abrirá mão.
A Independência do Brasil merece ser comemorada hoje, nos nossos lares e em nossos corações.
A Independência nos deu a liberdade para decidir nossos destinos e a usamos para escolher a democracia.
Formamos um povo que acredita poder fazer melhor.
Somos uma Nação temente a Deus, que respeita a família e que ama a sua Pátria.
Orgulho de ser brasileiro.
Presidente Jair Bolsonaro"

PELA PRIMEIRA VEZ CAIU A MÉDIA MÓVEL DE CASOS DE COVID-19 NO BRASIL

Neste sábado (5), o Brasil chegou a 126.230 óbitos registrados por COVID-19. Pela primeira vez o país teve uma média móvel em queda. Conforme os dados publicados pelo consórcio de veículos de imprensa, com base em informações das secretarias estaduais de Saúde, a média móvel de mortes pelo novo coronavírus no Brasil caiu 17%. A queda é superior aos 15%, faixa considerada o mínimo para além da estabilidade. Em números, a média móvel foi de 819 óbitos. Já os casos confirmados chegaram a 4.121.203, com 33.420 registros confirmados neste sábado (5). A média móvel de casos chegou a 39.466 por dia, o que representa um crescimento de 4% em relação aos casos registrados nos últimos 14 dias.
Funcionária do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Universidade Federal de São Paulo (Crie/Unifesp), onde estão sendo feitos os testes da vacina de Oxford © REUTERS / Amanda Perobellinda
Segundo o consórcio de imprensa, três estados registraram alta na média móvel de mortes: Amazonas, Tocantins e Ceará. Em estabilidade, estão Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Roraima e Rondônia. Já os estados que registraram queda na média de mortes foram Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Acre, Amapá, Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. O Brasil segue como o segundo país com mais casos e mortes por COVID-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 6.242.039 e 188.501 mortes, conforme os dados da Universidade Johns Hopkins.

Lusofobia

O vídeo acima de Bemvindo Sequeira, teria que ser analisado por um ângulo maior, teríamos que voltar ao passado distante de 500 anos para entendermos melhor as palavras deste intelectual luso brasileiro, que assumiu e defende com orgulho suas raízes lusíadas, alicerces da "Unidade Nacional" do Brasil e de Portugal e agora também dos países da PALOP (Países de Língua Oficial Portuguesa).

Num Brasil nativo de centenas de dialetos tribais, os portugueses tiveram que combater toda a sorte de pirataria dos invasores estrangeiros, como franceses, holandeses, ingleses e outros e mesmo assim conseguiram manter e alargar nossas fronteiras em batalhas memoráveis  como Guararapes, Uruçumirim, Cunhaú, etc. , contando com a ajuda das tribos amigas, principalmente tupis-guaranis.

A partir de 1580, com a imprudência  de D. Sebastião em Quibir, começa então a decadência de Portugal e suas colônias como o Brasil, que continua até hoje acelerada pelo avanço da pirataria contemporânea que resultou da "Revolução Industrial" e do atual modelo neo liberal, agora agonizante, que gera todo este desespero das elites illuminatis, ainda donas da mídia e de forte ranço, não só anti lusófilo como também Espano americano.

Mas, senhor Bemvindo, fique tranquilo que o dia deles, os separatistas, está chegando! E esse dia, pelo andar dos acontecimentos mundiais, está bem próximo. Continue seu trabalho difícil em torno da união e progresso de nossos dois povos tão parecidos na língua, na cultura e no sentimento, que estas falsas elites, brasileiras e portuguesas, que há mais de 250 anos nos separam, em breve, até por uma questão de sobrevivência, terão que abandonar seus patrões estrangeiros e trabalhar ao lado de seu novo patrão o povo luso brasileiro. Pelo menos até ao momento em que este povo, através de uma revolução cultural possa formar seus próprios dirigentes. Sem essa de esquerda ou direita, mas com o sentimento nacionalista da nossa universal, integracionista e  humanista cultura luso brasileira deixada por nossos antepassados e que resiste até hoje ao bombardeio cerrado  de desinformação e violência  que esta mídia separatista e perversa despeja sobre nossos lares ainda na sua maioria cristãos! Seja Bem vindo, sr Bemvindo Sequeira!!!  
 
JPL