Tratado de Madri (1750)



O Tratado de Madri, nomeado por muitos historiadores como o Tratado de Swap, foi um documento assinado por Fernando VI de Espanha e Juan V de Portugal em 13 de janeiro de 1750 para definir as fronteiras entre suas respectivas colônias na América do Sul. . Este tratado faz parte da sucessão de tratados de limites assinados entre Espanha e Portugal desde o século XV, quando foi assinado o Tratado de Alcáçovas. O tratado, com base no princípio do direito romano Uti possidetis, possideatis ita (que tem, de fato, deve ter direito), estendeu os domínios de Portugal que sai dos limites do Brasil quase em seu estado atual.

Antecedentes

Durante a união de Espanha e Portugal entre 1580 e 1640, o Tratado de Tordesilhas perdeu todos os motivos para ser. De fato, com essa união, os portugueses, governados pelo mesmo rei de Castela e Aragão, podiam ser estabelecidos muito além do meridiano de Tordesilhas (aproximadamente 46º Ó). Além disso, coincidindo com o pós-crise de 1640, Portugal, novamente independente, empreendeu e sem base jurídica algumas ações comerciais e colonial para além deste limite, o mais importante dos quais a fundação em 1680 da Nova Colônia do Santíssimo Sacramento (Nova Colônia do Santíssimo Sacramento) em frente à cidade de Buenos Aires, ou seja, na costa River Plate do atual Uruguai e a fundação em 1737 do presidio de Jesus Mary Joseph, origem do atual Rio Grande do Sul na atual Brasil, literalmente na margem do rio La Plata, em frente a Buenos Aires. Isso causou uma série de disputas entre Espanha e Portugal durante anos, que finalmente se estabeleceram neste tratado. 

Conteúdo 

Desde 1750 a Espanha tinha estabelecimentos em território Português e vice-versa, o tratado estipulado, com base nos limites claros uti possidetis ita possideatis ajuste para os domínios de Portugal e Espanha, forçando a transferência de cada uma das partes dos territórios, colônias, missões ou estabelecimentos localizados no lado oposto. De acordo com o tratado de Portugal deu à Espanha o Colonia del Sacramento (art. XIII) e recebeu em troca os territórios do Sul, o nascimento do rio Ibicuí, missões, na margem direita do rio Guaporé e cedeu o território ocidental do Japurá Rio para a Amazônia e navegação do rio Içá (artigo XIV). Ficou estabelecido também que, em caso de guerra entre Portugal e Espanha na Europa, seus vassalos da América do Sul permaneceriam em paz (Artigo XXI).Este Tratado foi também assinado, em 5 de outubro de 1750, pelo embaixador do Reino da Grã-Bretanha e pelo secretário de Estado José de Carvajal e Lancaster. Nele, os Black Seats e o navio de permissão estabelecidos no Tratado de Utrecht foram cancelados no final da Guerra de Sucessão Espanhola. Como compensação, a Coroa espanhola prometeu pagar à Companhia do Mar do Sul a quantia de 100.000 libras em várias parcelas. O resultado de tudo isso é que o direito do comércio britânico na América espanhola foi encerrado, embora o comércio de escravos por mercadores britânicos tenha continuado ilegalmente na ilha da Jamaica e de Belize, que os britânicos se recusaram a abandonar. 
 Consequências

Com o tratado, o território dos Sete Povos das Missões passou a domínio de Portugal e, posteriormente, do Brasil.
O Tratado de Madrid trouxe como consequências imediatas: a revogação do Tratado de Tordesilhas; a consagração do princípio do uti possidetis (quem tem a posse tem o domínio); a mudança da Colônia do Sacramento pelo território dos Sete Povos das Missões; e a definição do rio Uruguai como fronteira oeste do Brasil com a Argentina.

São apontadas como consequências indiretas deste tratado: a concessão à Espanha da navegação exclusiva do Rio da Prata; a criação da Capitania D’El Rey de São Pedro do Rio Grande do Sul; o aumento do poderio militar português no Sul do Brasil; a concessão de parte da Amazônia aos portugueses; a construção do Forte Príncipe da Beira, do Forte do Macapá e do Forte de Tabatinga, entre outros. É também parcialmente responsável pela mudança da capital do Vice-Reino de Salvador (BA) para o Rio de Janeiro.

As demarcações das fronteiras impostas pelo Tratado de Madrid sofreram resistência, particularmente por parte dos índios guaranis, insuflados pelos jesuítas. A reação indígena guarani do cacique José (Sepé) Tiaraju deu início à Guerra Guaranítica (1752-1756). Sepé foi morto três dias antes da última batalha, a de Caibaté, onde morreram combatendo mais de 1500 índios.

O resultado final desses tratados e de outros que viriam foi fruto da colonização portuguesa desde o século XVI até o XIX que ao penetrar o território, seja por motivos econômicos (mineração na região mais central – Minas, Mato Grosso e Goiás –, pecuária no sertão nordestino e no sul do Brasil e coleta de produtos da floresta, associado à facilidade de navegação da Bacia Amazônica ) ou religiosos (como é o caso das missões jesuítas, franciscanas e carmelitas que estiveram em diversas partes do Brasil), expandiu os domínios portugueses de norte a sul e pelo uti possidetis adquiriu terras que antes não lhes pertenciam.

Para a historiografia brasileira, o Tratado de Madri representa a base histórico-jurídica da formação territorial do país, por ser o primeiro documento a definir com precisão suas fronteiras naturais. Para historiadores argentinos, no entanto, este tratado teria sido extorquido ao governo espanhol, por incapacidade ou por influência da rainha da Espanha, filha do rei português.


PRESIDENTE DO IRÃ DISSE HOJE QUE SEU PAÍS" DERROTARÁ COM ORGULHO" AS SANÇÕES AMERICANAS

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

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Hassan Rouhani
O segundo pacote das sansões entram hoje em vigor contra o Irã, penalizando a venda de petróleo e as transações financeiras iranianas com o Banco Central.
Numa reunião com funcionários do Ministério da Economia o presidente Rouhani assumiu um discurso  desafiador para com os EUA. O Presidente garantiu que, apesar dos Estados Unidos quererem reduzir as exportações de petróleo a zero, o país “"continuará a vendendo" o seu petróleo.
Depois de abandonar o pacto nuclear, em maio passado, o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos iriam mais uma vez impor sanções ao Irão de forma unilateral. A Presidente Rouhani Administração iraniana deveria também submter seu programa nuclear à fiscalização das Nações Unidas e parar com a política de apoio a grupos extremistas.  

O acordo de 2015 previa o levantamento de maior parte das sanções econômicas e financeiras aplicadas ao Irão, em troca da abertura do programa nuclear do Irã à  fiscalização das Nações Unidas. As políticas do Irã na região, especialmente o apoio dado a grupos extremistas e o programa de mísseis balísticos também deveriam parar.
O Irã garante que tem cumprido com o acordo nuclear que estabeleceu com os Estados Unidos no mandato de Barack Obama, e apela à Agência Internacional de Energia Atômica para confirmar o seu compromisso.

No entanto, os outros países signatários - Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha - estão tentando combater as sanções. Washngton já anunciou que isentará temporariamente oito países da proibição da compra de petróleo iraniano.
Rouhani advoga que os EUA hoje estão “isolados”, já que a maioria dos países do Mundo rejeita sanções e apoia o acordo nuclear de 2015. Qualificou a atual situação como uma "guerra econômica" e denunciou as políticas dos EUA, sublinhando que procuram "simplesmente pressionar a população".
"Não somos os únicos que estão zangados com as políticas dos EUA, até empresas e governos europeus estão com raiva deles", acrescentou.
No encontro, Rouhani disse que "entre os setores econômicos do país, o Ministério da Economia está na vanguarda dessa resistência e luta contra as conspirações dos Estados Unidos".
"Com a ajuda e a unidade do povo, devemos fazer os americanos entenderem que não podem falar com a grande nação iraniana com a linguagem de pressão e sanções, eles têm que ser punidos pela história", afirmou.

 IRÃ EM EXERCÍCIOS MILITARES

O Irã está pronto para a guerra e responde com exercícios militares às novas sanções dos EUA

O Irã iniciou esta segunda-feira exercícios militares de defesa aérea. A televisão estatal iraniana transmitiu imagens de sistemas de defesa e baterias antiaéreas durante manobras militares que vão se prolongar até terça-feira, numa vasta região do norte do país.
O general iraniano Habibillah Sayyari disse que tanto o exército nacional como a Guarda Revolucionária estão participando dos exercícios e que toda a munição usada é produzida no Irã.

Milhares de iranianos concentraram-se neste domingo  em Teerã para festejar mais um aniversário da tomada da embaixada dos Estados Unidos, no auge da Revolução Islâmica de 1979. A manifestação, que reeditou o grito de “morte à América”, teve sobretudo por alvo as sanções ressuscitadas pela Administração Trump. A televisão estatal Hispantv afirmou...Continue lendo...

Governo português condena ataque no Egito e reafirma "empenho na erradicação do terrorismo"

 

O Governo português condenou hoje o ataque terrorista de sexta-feira no Egito, reivindicado pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI), que provocou a morte de sete pessoas e reafirmou o "empenho na erradicação do terrorismo".
Também o Papa Francisco, se referiu ao atentado terrorista que há dois dias atingiu a Igreja Copta Ortodoxa, no Egito”, falando aos peregrinos desde a janela do apartamento pontifício, no Vaticano, onde presidiu à recitação da oração do ângelus.
Francisco rezou pelos sete peregrinos assassinados pelo simples fato...Continue lendo...

Dia dos Fiéis Defuntos, Dia de Finados ou Dia dos Mortos é celebrado pela Igreja Católica no dia dois de novembro.

Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja Católica  dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
No ano de 998 depois de Cristo o abade Odilo de Cluny, pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigavam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.
A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.

Tradição por religião

Cristianismo protestante

Após a Reforma Protestante, que começou em 1517 com Martim Lutero, a celebração do Dia de Finados foi fundida ao da Festa de Todos os Santos na Igreja Anglicana, mas posteriormente desmembrada em certas igrejas ligadas ao Movimento de Oxford no século XIX.
A observância da comemoração foi restaurada, todavia, em 1980, por meio da publicação do livro litúrgico The Alternative Service Book, o qual define a data como "festividade menor" intitulada "Comemoração dos Fiéis Defuntos.
Entre os protestantes mais antigos da Europa, a tradição foi mantida. Mesmo com a forte influência de Martinho Lutero não foi possível abolir sua celebração na Saxônia. Durante sua vida e, apesar da sanção oficializada pela Igreja Luterana, sua memória sobrevive fortemente no costume popular.
Em 1816, a Prússia introduziu uma nova data para a lembrança dos mortos, com feriado, entre os cidadãos luteranos, que era o Totensonntag, domingo dos Mortos, celebrado no último domingo antes do Advento.   Este costume foi mais tarde adotado também pelos protestantes alemães, ainda que não se tenha espalhado muito além das regiões de maioria luterana na Alemanha.
Para a Igreja Metodista, são santos todos os fiéis batizados, de modo que, no Dia de Todos os Santos, a congregação local honra e recorda seus membros falecidos.

Espiritismo

Para os espíritas, visitar o túmulo é a exteriorização da lembrança que se tem do espírito querido, é uma forma de manifestar a saudade, o respeito e o carinho, pois segundo consta nO Livro dos Espíritos, questão 320, a lembrança dedicada aos desencarnados os sensibiliza, conforme sua situação. Entretanto, nada há de solene comparando-se aos demais dias. Desde que realizada com boa intenção, sem ser apenas um compromisso social ou protocolar, desde que não se prenda a manifestações de desespero, de cobranças, de acusações, como ocorre em muitas situações, a visitação ao túmulo não é condenável, como nada o é no Espiritismo, apenas é conduzida à compreensão de forma lógica e racional. O espírito, ou alma, agora desencarnada, não se encontra no cemitério, e pode ser lembrada e homenageada através da prece em qualquer lugar. A prece proferida pelo coração, pelo sentimento, santifica a lembrança, e é sempre recebida com prazer e alegria pelo espírito desencarnado.
Em um contexto histórico, o codificador, Allan Kardec, indaga na questão 329: 

 ISLAMISMO - A MORTE PARA OS MULÇULMANOS
 
Para nós, muçulmanos, Deus nos criou com um propósito nesta vida, que é adorá-Lo. Mas, como devemos adorá-Lo? 
Seguindo o caminho indicado por Ele, um caminho que trará a felicidade para o ser humano, tanto nesta vida como na outra, pois nosso Criador conhece como ninguém as criaturas por Ele criadas, sabendo, portanto, o que é melhor para elas. 
Dessa forma, Deus designou o ser humano como seu califa (gerente) aqui na Terra, para que pudesse usufruí-la e desenvolvê-la tendo como parâmetro este caminho indicado por Ele.
Diante disso, o muçulmano.
Para nós, muçulmanos, Deus nos criou com um propósito nesta vida, que é adorá-Lo. Mas como devemos adorá-Lo? Seguindo o caminho indicado por Ele, caminho este que trará a felicidade para o ser humano, tanto nesta vida como na outra. Afinal, o nosso Criador conhece como ninguém as criaturas por Ele criadas, sabendo, portanto, o que é melhor para elas. Dessa forma, Deus designou o ser humano como seu califa (gerente) aqui na Terra, para que pudesse usufruí-la e desenvolvê-la tendo como parâmetro este caminho indicado por Ele.
Diante disso, o muçulmano que é coerente com a mensagem do Islam busca viver esta vida seguindo aquilo que agrada o Nosso Criador, afastando-se de tudo aquilo que o desagrada. Assim, quando se deparar com a morte, que alcançará a todos, sem exceção e sem atrasar nem adiantar um segundo sequer do momento destinado por Deus para cada pessoa, ele estará com um saldo positivo, ou seja, com suas boas ações sendo superiores às suas más ações, para que possa merecer o Paraíso prometido por Ele para os crentes que buscam ser coerentes com a mensagem indicada por Deus, o Altíssimo.
Deus nos mostra e nos faz sentir esta realidade diariamente, através daquilo que os sábios muçulmanos chamaram de "morte pequena", que é o sono. Ao nos deitarmos e dormirmos Deus está nos lembrando da morte, pois neste momento perdemos o controle da situação. Quando o sono nos alcança ficamos completamente vulneráveis, e somente despertamos pela anuência de Deus. Para o muçulmano coerente isto serve como um lembrete, procurando a cada noite fazer um balanço de como foi o seu dia a fim de verificar se agiu de acordo com o que agrada a Deus. Caso contrário, ele busca se arrepender do que fez de errado e aperfeiçoar suas ações no dia seguinte.
Logo, o muçulmano tem a consciência de que antes ele não era nada, e que foi Deus quem lhe proporcionou a vida e tudo que tem. Ele sabe que nada mais é do que um califa aqui na Terra, criado para implementar o modelo que Deus indicou, e que quando chegar a sua hora Aquele que o criou e lhe deu tudo irá lhe convocar. Devemos então ter a tranquilidade e a paciência de aceitar este fato. É claro que, como seres humanos, sentimos a perda de um ente querido por toda dor e tristeza causada pela ausência daquela pessoa que amamos. Mas, ao mesmo tempo, temos a certeza de que pertencemos ao Nosso Criador, e isso faz com que suportemos o sofrimento com serenidade, desejando e suplicando o melhor para aquele que se foi.
" Toda alma provará o sabor da morte e, no Dia da Ressurreição, sereis recompensados integralmente pelos vossos atos; somente quem for afastado do fogo infernal e introduzido no Paraíso, triunfará. Que é a vida terrena, senão um prazer ilusório?" (Alcorão 3:185)
" Não é dado a nenhum ser morrer, sem a vontade de Deus; é um destino prefixado. E a quem desejar a recompensa terrena, conceder-lha-emos; e a quem desejar a recompensa da outra vida, dar-lha-emos, igualmente; também recompensaremos os agradecidos" (Alcorão 3:145)

EDUCAÇÃO - APRENDENDO NOSSA HISTÓRIA COMUM. PT6




HISTÓRIA DO BRASIL - AULA 2 - PARTE 3 - AS GRANDES NAVEGAÇÕES

EDUCAÇÃO - APRENDENDO NOSSA HISTÓRIA COMUM. PT5


HISTÓRIA DO BRASIL - AULA 2 - PARTE 2 - AS GRANDES NAVEGAÇÕES

 Caso não tenha visto as 3 primeiras partes, veja a postagem abaixo.

parte1, parte2, parte3.

 

EDUCAÇÃO - APRENDENDO NOSSA HISTÓRIA COMUM. PT4

HISTÓRIA DO BRASIL - AULA 2 - PARTE 1 - AS GRANDES NAVEGAÇÕES

 Caso não tenha visto as 3 primeiras partes, veja a postagem abaixo.

parte1, parte2, parte3.

 

ELEIÇÕES 2018 - CONSUMARAM-SE AS PREVISÕES

Como já era esperado, a direita voltou ao poder, mais por incompetência  dos políticos de esquerda do que pela competência de seus líderes. Saltava aos olhos de qualquer analfabeto político,  que, se pelo menos  dois de seus principais partidos, o PDT de Ciro Gomes e o PT de Haddad tivessem se unido em torno de um candidato único, que poderia ter sido escolhido através de uma sondagem pública, ou mesmo através de conversações entre ambos os partidos, ainda no primeiro turno,  o resultado desta eleição teria sido bem diferente.  Estava bem claro que Lula não teria tempo suficiente para transferir seus votos para Haddad. As próprias pesquisas dos diversos institutos como Datafolha e Ibope confirmavam isso ainda no primeiro turno, indicando uma rejeição de Haddad muito próxima da de Bolsonaro, enquanto a rejeição a Ciro  era baixa e indicava, no caso de um segundo turno uma vitória deste sobre Bolsonaro com uma diferença de mais de 5 pontos percentuais.
Porém, mais uma vez não houve essa união da esquerda, e a direita volta ao poder depois de mais de 13 anos de governo petista que foi sempre travado pelas grandes corporações nacionais e internacionais e pelo preconceito ainda existente numa sociedade influenciada pelos padrões anglo-americanos.  Mas, o PT também cometeu alguns erros nos seus programas sociais na sua ânsia de ajudar os mais pobres.
  
Agora com o país dividido ao meio e com a aproximação à política de Donald Trump, as possibilidades de uma guerra com a Venezuela são reais e tenebrosas, pois a Rússia...Continue lendo...