Pais Barreto (na grafia arcaica Paes Barreto) é um nome de família composto da onomástica da língua portuguesa.
A família Pais Barreto representa um dos mais antigos troncos familiares brasileiros, com origem no Brasil na cidade de Pernambuco, por onde passou no estado João Pais Velho Barreto, português nascido na cidade de Viana do Castelo, em Portugal, por volta de 1544 e foi morto também no estado de Pernambuco, na cidade de Olinda em 21 de maio de 1617. Foi filho segundo de Antônio Velho Barreto. Antônio Velho Barreto, foi cavaleiro da Ordem de Cristo, morgado de Bilheiras e senhor da Domus fortis de Constantino Barreto.
O morgadio de Bilheiras localizava-se próximo à foz do rio Lima. João Pais Velho Barreto fundou o morgadio do Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco.
O já referido João Pais Velho Barreto, teve a sua chegada no Brasil entre 1557 e 1560, local onde foi um importante cultivando a cana-de-açúcar, chegando a ser considerado, na época, como o homem mais rico de Pernambuco. Foi prestador de serviços de relevância na colonização da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
Em Portugal foi Fidalgo da Casa Real e Cavaleiro da Ordem de Cristo
Os Barretinhos
Os Barretos
A todas as gerações dos Barretos, que através da união, do trabalho, do patriotismo e do amor tanto ajudaram na construção desta pátria lusófila, os parabéns de nosso cclbdobrasil.blogspot.com e da nossa rádio cclbdobrasil.minha rádio.fm os votos de perene felicidade...
Jorge
Nome completo Jorge Fernando Pinheiro de Jesus
Data de nasc. 24 de julho de 1954 (65 anos)
Local de nasc. Amadora, Portugal
Apelido Mister
Informações profissionais
Período em atividade Como jogador: 1972–1988 (17 anos)
Como treinador: 1989–presente (30 anos)
Equipa atual CR Flamengo
Posição como jogador: meio campista
Como treinador do Benfica, de 2009 a 2015 ganhou dez títulos (recorde do clube) e alcançando duas finais da Liga Europa.
Foi também treinador do Sporting
Sucedem-se as reações à conquista da Taça Libertadores por parte de
Jorge Jesus e o Sporting fez questão de dar os parabéns ao seu antigo
treinador.
"O nosso sócio 3289 sagrou-se campeão da #Libertadores 2019! Parabéns
Jorge Jesus, parabéns #Flamengo", assinalou o clube leonino nas redes
sociais.
O novo serviço tem o objetivo de desenvolver novas técnicas para o tratamento da doença
Por: Portal FolhaPE em 21/11/19 às 14h35, atualizado em 21/11/19 às 15h06
ImipFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco
O
Hospital Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira
(Imip) dará inicio nesta sexta-feira (22) ao Biobanco de Pesquisa,
serviço que tem por objetivo o desenvolvimento de novas técnicas no
tratamento em oncologia.
O Biobanco do Imip é responsável pela
coleta e armazenamento de material molecular de tumores que, agora,
serão utilizados para fins de pesquisa .
“Com a implantação do
Biobanco, a população terá acesso a diagnósticos moleculares de última
geração na área da oncologia e também ao tratamento personalizado,
determinando maiores chances de cura e melhor qualidade de vida”, afirma
a diretora de Pesquisa do Imip, Leuridan Torres.
O
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (20)
que não é possível para ele ter "paciência" com o presidente Jair
Bolsonaro, o ministro da Justiça Sergio Moro e o coordenador da Lava
Jato, Dalton Dallagnol.
Em entrevista realizada
para o site Nocaute, ele disse que não sentia "raiva", mas pediu por
"justiça", afirmando que sua condenação foi baseada em "mentiras".
Também disse "é bom de brigar", pois estava "defendendo sua honra", e
honra para nordestino tem muito valor".
"Não me peçam paciência nem com Bolsonaro, nem com Moro
e nem Dallagnol. Não é crime querer justiça. Quero recuperar o respeito
que ganhei na sociedade brasileira durante a minha vida", acrescentou.
Lula fez ataques duros ao procurador: "Eu, preso, vi o descarado do
Dallagnol ameaçar o Congresso, ameaçar a Suprema Corte. É um moleque
desaforado. Eu quero justiça e justiça passa por essas pessoas serem
punidas." .
"Quero que o país volte à normalidade, e para que isso aconteça o meu
processo tem que ser anulado e os responsáveis punidos", disse Lula,
para quem a força tarefa da Lava Jato busca, na realidade, condenar os
seus "oito anos de governo".
Petista defende candidaturas próprias nas eleições de 2020
Além disso, o ex-presidente falou sobre o papel do PT no cenário
político e nas próximas eleições, afirmando que o partido deveria lançar
candidatos próprios a prefeito, inclusive em municípios como o Rio de
Janeiro, onde existiria a possibilidade de aliança entre a sigla e o
PSOL.
"O PT nasceu grande.
Falaram que o PT vai polarizar. Se não tiver um partido que quer
polarizar, não tenha partido. O PT nasceu para polarizar. Vamos
polarizar em 2022, essa é a nossa sina. Polarizar e ganhar, para provar
que somos capazes de governar melhor que eles", defendeu.
Ao mesmo tempo, disse que também era preciso rivalizar com Bolsonaro, e que a solução para os problemas brasileiros passava por governar para os pobres. "A
solução é fácil, é só colocar o pobre dentro do orçamento. Um prato a
mais de comida para o pobre, um chinelo a mais para a criança, um livro a
mais, isso que vai fazer as pessoas crescerem", sustentou.
'Sou grato' a Ciro
Em relação a Ciro Gomes (PDT), que o vem criticando em entrevistas, o petista disse que prefere "guardar as coisas boas".
"Tenho respeito pelas pessoas, fico sempre pesando as ofensas que o
Ciro Gomes faz e as coisas que ele fez no meu governo. E prefiro ficar
com as coisas boas. Dizem que ele é destemperado, eu não preciso ficar
com isso, eu sou grato por ele", disse.
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixando a carceragem da Polícia Federal de Curitiba
Ao comentar o governo Bolsonaro, foi duro: "Estou vendo o governo
destruir o país. O Bolsonaro fica com essa estupidez, querendo governar
com fake news e mentira para todo lado, o Paulo Guedes min. da Economia
aproveita e vai vendendo o Brasil, e o país tá sendo quebrado.
Desemprego muito alto, salário muito baixo, acabando com educação e
investimento em ciência e tecnologia", opinou.
'Não vamos fazer o jogo rasteiro que eles fazem'
O e-presidente também disse que Bolsonaro não tem coragem de ir ao
Nordeste ver os estragos causados pelo vazamento de óleo na região,
assim como ao Pantanal e à Amazônia, que vem sofrendo com queimadas e
desmatamento. "Até hoje o presidente não foi ver que barco derramou
óleo, preferiu culpar a Venezuela. É como alguém levar um tiro e você
primeiro procurar quem atirou, e não socorrer a pessoa", disse.
Apesar disso, defendeu uma política mais alegre. "Não temos de fazer o
jogo rasteiro que eles fazem. Senão não politiza a sociedade. Contra a
raiva deles, devemos vender sorrisos, falar mais de amor, mais de
humanismo, o ser humano tem que voltar a ser humano", disse.
1578: Batalha de Alcácer-Quibir ou a Batalha dos três Reis (II)
1578: Batalha de Alcácer-Quibir ou a Batalha dos três Reis (II)
1578: Batalha de Alcácer-Quibir ou a Batalha dos três Reis
Por
mares nunca dantes navegados, há 600 anos atrás os portugueses seguiram
ao encontro de outras terras e novos povos. O esforço para conquistar
locais longínquos e cheios de perigo era o preço a pagar pela abertura
de novas rotas do comércio.
D. Sebastião, décimo sexto Rei
de Portugal, conhecido como “o Desejado”, filho do príncipe D. João e
neto do Rei D. João III, nasceu em 1554 e morreu ainda muito novo, em
1578, em Alcácer-Quibir, Marrocos.
Foi o último rei da dinastia de
Avis. Herdeiro da coroa com apenas três anos de idade, só em 1568 é que
D. Sebastião é aclamado Rei de Portugal ao atingir a maioridade.
O povo português esperava com grande angústia o
nascimento do herdeiro, pois a sucessão do trono podia estar em causa
devido ao casamento da infanta D. Maria de Portugal com o príncipe D.
Filipe de Castela.
O monarca era bastante inteligente e dividia o seu
tempo entre a caça, os exercícios religiosos e a leitura. O seu inverno
era passado em Sintra, enquanto o seu verão era passado em Salvaterra e
Almeirim.
Depois de assumir o trono, D. Sebastião rodeou-se de aristocratas e começou a demonstrar interesse em conquistar Marrocos.
Para
poder realizar esse sonho, o monarca teve de aumentar os impostos,
socorrer-se dos fundos da Igreja e recorrer a empréstimos de banqueiros
estrangeiros.
Ainda durante a gerência do Cardeal D. Henrique em
1568, foi criado no Porto um efetivo de 300 homens, que estavam ligados
às companhias de ordenanças.
Em 1562, já no reinado de D. Sebastião,
mas enquanto este era menor de idade e a regência do país entregue ao
Cardeal D. Henrique, ocorreu o cerco à praça de Mazagão, e em 1571
realizou-se a Batalha de Lepanto.
D. Sebastião demonstrou um grande
interesse em combater os mouros, porém só em 1573 é que o Monarca
iniciou a jornada ao Alentejo e ao Algarve.
Em 1574, o Rei partiu em
direção ao Norte de África e fez-se acompanhar pelos nobres mais
importantes da Corte, na sua primeira jornada de reconhecimento à
região. Nesse ano, usou como desculpa uma viagem ao Algarve e partiu em
segredo para Marrocos, deixando o país sem monarca. Mulei Mahamet,
Xerife de Marrocos, teria vindo a Lisboa pedir ajuda a D. Sebastião para
lutar contra Mulei Moluco, seu tio, pois este tinha-lhe tirado o seu
poder.
Com Marrocos sob o domínio Otomano, Portugal corria o risco
de ter problemas com o comércio português em África, Índia e no Brasil.
No entanto, a falta de recursos e de condições em geral fez com que o
rei tivesse de regressar a Portugal.
Deste modo, o monarca começou a
preparar uma expedição militar, enviando o seu melhor homem, Pedro de
Alcáçova Carneiro, para negociar com Filipe II um tratado de união
contra Marrocos.
Porém, em 1576, o monarca português visita seu tio,
o monarca espanhol, que tenta convencê-lo a não avançar com a expedição
a Marrocos. No entanto, nada resultou.
Exército de mercenários
O
regresso a Portugal não fez com que D. Sebastião recuasse na sua ideia
de conquistar o Norte de África. Ainda em 1576, o Monarca teve o motivo
que esperava para voltar a Marrocos: Muley Mahamet foi deposto do trono
de Marrocos pelo seu tio Muley Moluco e recorreu a D. Sebastião e a D. Filipe II pedindo-lhes ajuda.
O Monarca português queria afirmar-se e
“aproveitou” o pedido de ajuda de Muley Mahamet e assim em 1576 D.
Sebastião encontrou-se com D. Filipe II em Guadalupe para combinarem os
preparativos da próxima jornada ao Norte de África e pedir ajuda
militar.
Para convencer o Monarca castelhano, o Monarca português
falou-lhe dos ataques de pirataria moura que cresciam no Mediterrâneo e
no Atlântico.
Em 1578, com a morte da rainha D. Catarina e da
Infanta D. Maria e com a controvérsia que girava em volta da governação
durante o tempo em que o Rei esteve na primeira jornada em África, fez
com que os preparativos se atrasassem e só nos finais de Junho deste
mesmo ano o Monarca partisse para o Norte de África, como refere a
‘Crónica do Xarife Mulei Mahamet e d’El-Rei D. Sebastião(1573-1578).
O
recrutamento do exército para esta expedição ficou num custo muito
elevado, pois ninguém queria ir para África. Assim, este exército foi
composto por mercenários irlandeses, alemães, italianos e espanhóis.
D.
Sebastião manda abrir o túmulo de D. Afonso Henriques, pois pretendi-a
levar a sua espada para a batalha…
Pensa-se que D. Sebastião terá
partido de Lisboa para o norte e África com uma armada com cerca de 800
navios e com cerca de 20000 homens. Divididos por 5000 estrangeiros, 12
000 homens treinados, quatro terços portugueses, cada terço possuía 12
companhias, cada companhia cerca de 250 homens, 1400 esquadrões de
aventureiros e 500 homens do esquadrão castelhano.
No verão de 1578,
D. Sebastião estava pronto a partir. Em 1578, no dia 4 de Agosto, em
Alcácer-Quibir, realizou-se a Batalha de Alcácer-Quibir ou a Batalhas
dos Três Reis como também é conhecida, tendo sido este nome atribuído
devido à morte de três soberanos.
Beijing, 31 out (Xinhua) -- A cooperação econômica e comercial entre a
China e os países lusófonos alcançou novas conquistas apesar do
protecionismo comercial e do unilateralismo e ainda há muito potencial
de cooperação nas áreas emergentes, disse à Xinhua o ex-secretário-geral
do Fórum para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os
Países de Língua Portuguesa (Fórum de Macau), Wang Cheng'an.
Apesar das incertezas que o protecionismo comercial e o
unilateralismo trazem para a economia mundial, o valor total das
importações e exportações entre a China e os países lusófonos cresceu
25% em 2018, a US$ 150 bilhões, de acordo com a administração aduaneira
chinesa.
Desde 2009, a China tem sido o maior parceiro comercial do Brasil, ou
seja, há dez anos consecutivos. É também o maior parceiro comercial na
Ásia para Portugal e Cabo Verde. Em 2018, o valor das importações e
exportações de mercadorias entre a China e Moçambique, Brasil, Angola,
Guiné-Bissau, Portugal aumentou 35,68%, 26,59%, 24,21%, 9,97% e 7,27%,
respectivamente.
"O protecionismo e o unilateralismo não impediram a cooperação
econômica e comercial entre a China e os países lusófonos", disse Wang.
"A China e os países lusófonos trabalharão mais estreitamente para
aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios."
Segundo Wang, os países lusófonos, com uma população de 280 milhões
de pessoas, têm um enorme potencial de desenvolvimento. A China
estabeleceu parcerias estratégicas com todos eles, e nos últimos anos,
sob a orientação da Iniciativa do Cinturão e Rota, a cooperação
multilateral e bilateral entre a China e os países lusófonos alcançou
grandes resultados e salvaguardou a pedra angular do multilateralismo.
Além das áreas tradicionais como infraestrutura e produtos agrícolas,
a China e os países lusófonos têm um enorme potencial de cooperação em
áreas emergentes, como comércio eletrônico e tecnologia de comunicação,
disse Wang.
Segundo Wang, a China está desenvolvendo serviços internacionais de
correio expresso com os países lusófonos, que têm muito espaço no
comércio eletrônico. O Brasil possui o maior mercado de comércio
eletrônico na América Latina, o que dá dinamismo ao crescimento
econômico do país. As compras online em Cabo Verde representam 40% do
volume postal do país. Outros países, como Angola, Moçambique e
Timor-Leste, estão aprimorando os serviços de correio internacional,
encomendas postais e encomendas registradas.
Quanto à área da tecnologia de comunicações, a Huawei está presente
no mercado dos países lusófonos e assinou um contrato com a Altice, a
maior operadora de telefonia de Portugal, para fornecer equipamentos e
software para redes comerciais 5G. O governo brasileiro, por sua vez,
disse que não impedirá a Huawei de operar a rede de 5G no país. Existe
uma grande margem de cooperação entre a China e os países lusófonos
nesta área.
Fundado em 2003, o Fórum de Macau é uma plataforma importante que
liga a China e o mundo lusófono e tem desempenhado um papel
significativo nos intercâmbios econômicos e comerciais entre os dois
lados.