A traição chocante que levou Ronaldo a abandonar o Real Madrid




Resultado de imagem para imagens de cristiano ronaldo no juventus


Tudo terá começado em maio de 2017, quando o craque português solicitou uma reunião na casa do seu empresário Jorge Mendes, quando se viu confrontado com um caso de evasão fiscal junto à Receita espanhola.

"Quem é o responsável por isto", terá questionado o jogador.

Ronaldo dirigiu-se posteriormente a Carlos Osório, advogado responsável pelas questões fiscais dos jogadores agenciados por Jorge Mendes e a quem o goleador luso pagava os honorários.

"Doutor, eu tinha dito que não queria riscos. Não tenho estudos. A única coisa que fiz na vida foi jogar futebol, mas não sou tonto e não confio em ninguém. Por isso, quando contrato um assessor pago sempre 30 por cento a mais do que me pede porque não quero problemas", terá dito.

O advogado retorquiu, assumindo a responsabilidade.

"Cris, eu sou o responsável. Está descansado, vamos lutar até à morte".

Chegar a um acordo com as autoridades fiscais espanholas, era algo que custava a Ronaldo aceitar, uma vez que considerava que sempre havia cumprido com as suas obrigações. Irritado e incomodado com a situação, o internacional português terá exclamado:

"Eu nunca disse que não pagaria impostos! Quero saber o que se passou! Não entendo nada, os impostos pagam os patrocinadores. Por que razão estou a ser acusado?"

O El Mundo acrescenta ainda que Ronaldo achava que a lógica dos patrocinadores dos clubes se aplicava igualmente aos futebolistas. Contudo em Espanha são estes que tem de fazer as contas com o fisco e só depois recebem as verbas das marcas que os patrocinam. Em Inglaterra, por exemplo, é possível os desportistas desviarem 50 por cento dos direitos de imagem para sociedades fora do país.

É aqui que se dá o momento em que Ronaldo se sentiu traído pelo Real Madrid e Florentino Pérez. O avançado luso esperava que o clube merengue o compensasse com uma subida no salário pelo dinheiro que teria de pagar ao fisco (desembolsou 18,8 milhões de euros). De resto o Barcelona adotou esta estratégia para ajudar Lionel Messi, Javier Mascherano e muitos outros dos seus jogadores que também tiveram problemas com o fisco espanhol.

Carlos Osório descobriu que no contrato de Ronaldo estava prevista uma cláusula em que o Real Madrid assumia as contingências fiscais. Contudo, o emblema merengue que essas contingências se deviam apenas ao salário de CR7, pelo que o clube preferiu não saiu em seu auxílio.

Assim Ronaldo viu nesta falta de solidariedade como uma traição.

De acordo com o El Mundo, em 2017 o AC Milan ofereceu ao português 150 milhões de euros líquidos em cinco anos, mas Ronaldo estava determinado em permanecer em Madrid e continuar a fazer história contra tudo e contra todos.

Entretanto começou a ficar cada vez mais distante na lista dos jogadores mais bem pagos do mundo. Messi e Neymar renovaram com os respetivos clubes e Ronaldo passou a ser o terceiro jogador mais bem pago do mundo, algo que não coincidia com o estatuto de melhor do mundo e detentor da Bola de Ouro.

Pérez prometeu a Ronaldo que lhe aumentaria o salário caso o Real Madrid conquistasse a Liga dos Campeões.

"Não é uma questão de dinheiro, é status, respeito", disse aos que lhe eram mais próximos.

O jogador recebeu uma proposta de aumento salarial de 21 para 25 milhões de euros por ano, que se poderiam estender para os 30 milhões mediante o cumprimento de determinados objetivos. A proposta foi imediatamente rejeitada e Ronaldo até chegou a transmitir a Jorge Mendes o seu arrependimento por não ter saído do clube no início da temporada.

O Real Madrid acreditava que era Jorge Mendes quem o incitava a deixar o clube, mas o empresário garantia a Florentino Pérez que não pensava na saída do português.

Chegaram mais propostas pelo avançado. O Manchester United chegou-se à frente, mas os valores apresentados pelos red devils não convenceram Florentino Pérez.

"Traz-me uma proposta de 100 milhões de euros", terá dito o líder merengue a Mendes.

O PSG falou com Jorge Mendes e deixou uma condição: "Se o contratarmos tem de ser no último dia do mercado, para o Real Madrid não nos levar o Neymar ou o Mbappé."

Mas Ronaldo não queria esperar tanto tempo, correndo o risco de algo correr mal e o negócio não se realizar.

Em dezembro, o português terá pedido a Mendes que sondasse a Juventus.

"Gosto porque é um clube organizado e não esqueço que tentaram contratar-me quando eu estava no Sporting. Chegaram a duas finais da Liga dos Campeões nos últimos anos e comigo podem ganhar".

E foi no jogo em que Ronaldo apontou aquele golaço de bicicleta e que escandalosamente não levou o prémio Puskàs, que surgiu uma primeira aproximação de Mendes a Andrea Agnelli, presidente dos bianconeri.

O Nápoles também se juntou à corrida e foi o próprio Carlo Ancelotti a contactar Jorge Mendes.

"Jorge, eu quero o Cristiano, fala com o meu presidente".

Contudo Aurelio De Laurentiis considerou que o negócio não seria viável para o Nápoles.

Agnelli começou a considerar seriamente a contratação de Ronaldo, sobretudo pelos efeitos desportivos e económicos que o jogador traria.

Jorge Mendes tentou até ao último segundo manter a porta aberta para o Real Madrid, mas a certa altura o português já estava decidido.

"Dei a minha palavra a quem me valorizou. Se agora Florentino me oferecer o dobro, não quero saber. Vou para a Juventus

MANIFESTAÇÕES A FAVOR E CONTRA BOLSONARO OCUPAM VÁRIAS CIDADES DO BRASIL

Manifestantes pró-Bolsonaro ocupam várias cidades do país

Publicado em 29/09/2018 - 20:46
Por Agência Brasil Brasília

Em protesto ao movimento #Ele não, manifestantes saíram às ruas hoje (29) em favor da candidatura à Presidência da República pelo PSL de Jair Bolsonaro. Houve protesto em Copacabana, no Rio de Janeiro, no qual homens e mulheres se vestiram de verde e amarelo, levaram cartazes com elogios ao deputado e reagiram às críticas.

Há informações de manifestações em São Paulo, Belo Horizonte, Teresina, Manaus e em várias cidade de grande e médio porte no país. Em alusão aos adversários, os manifestantes usaram como referência # Ele sim.    

Nas redes sociais, Flávio e Carlos Bolsonaro,  filhos do candidato, postaram vídeos com imagens de manifestações favoráveis ao pai. O mesmo fez o próprio candidato. 

No Twitter de Jair Bolsonaro foi publicado o vídeo de uma caminhada de apoio a ele, em uma das principais avenidas de Joinville, em Santa Catarina.

A equipe de Bolsonaro também postou vídeo de uma carreata em Jiparaná, em Rondônia. Sem mencionar o local exato do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo em que mulheres, reunidas em um auditório, gritam que o candidato as representa.

No Twitter de Carlos Bolsonaro, ele postou um vídeo do Teatro Amazonas, em Manaus, em que manifestantes ocuparam a frente do local e gritaram palavras de ordem favoráveis à candidatura. A maioria era de mulheres vestidas de cor-de-rosa e cantando músicas em favor de Bolsonaro.

As imagens da chegada de Bolsonaro em sua casa no Rio também foram postadas no Twitter do filho Carlos. Nelas, o candidato não aparece, mas há manifestantes gritando palavras de apoio e imagens da movimentação da escolta policial.

Saiba mais

  • Mulheres protestam em várias cidades contra machismo e homofobia
Edição: Renata Giraldi e Graça Adjuto
Tags: Bolsonaro manifestações candidatura a favor

Mulheres protestam em várias cidades contra machismo e homofobia

Publicado em 29/09/2018 - 17:46
Por Pedro Rafael Vilela, Fernanda Cruz e Léo Rodrigues - Repórteres da Agência Brasil Brasília


Pelo menos 30 mil pessoas - de acordo com as organizadoras - participaram hoje (29), em Brasília, do ato convocado pelo coletivo "Mulheres Unidas contra Bolsonaro". Na última atualização da Polícia Militar (PM), a mobilização tinha 7 mil pessoas. O protesto foi pacífico. Além da capital federal, a manifestação ocorreu em várias cidades brasileiras e no exterior. Houve atos também em várias cidades a favor do candidato.

Ato de mulheres "#EleNão" contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro, em Brasília
Manifestação reúne mulheres em Brasília - Antonio Cruz/ Agência Brasil
As manifestantes ocuparam três das cinco faixas da pista norte do Eixo Monumental, saindo da altura da Rodoviária do Plano Piloto em direção ao complexo cultural da Funarte, próximo à Torre de TV, zona central da capital do país.

A assistente administrativa Socorro Paiva vestia uma camiseta colorida, com frases contra o machismo. Para ela, o ato é uma forma de evitar que o país mergulhe no que considera um retrocesso histórico.

"Não podemos compactuar com a intolerância. Quero que meus filhos e netos cresçam em um país sem machismo e homofobia", afirmou.

As amigas Luciene de Souza  e Mônica Carvalho disseram estar no ato em defesa da democracia. "Estamos lutando pela nossa democracia, mas também em defesa do respeito, da paz e do amor", afirmou Luciene.

"Esse ato também nos ajuda a ter coragem de sair e se juntar contra a intolerância. Se tem 10 mil pessoas aqui, sabemos que pelo menos outras 10 mil não vieram porque ainda estão com medo da violência, do machismo", disse Mônica.

Além de palavras de ordem contra Jair Bolsonaro, que ressaltavam a postura do candidato em relação às mulheres, à população negra e ao movimento LGBT, centenas de manifestantes portavam cartazes, camisetas e bandeiras com frases sobre a  luta anti-homofobia e antirracismo.

A servidora pública Nara Kohlsdorf levou os filhos, um de 11 e outro de 9 anos. "Quero que eles vivenciem a história", afirmou. Para ela, o ato não se centra apenas em uma postura relacionada às eleições, mas expressa um movimento por direitos das mulheres. "Quando a gente se une em torno de uma agenda de igualdade, a gente é mais forte".

Incidente

Durante a marcha, um contêiner com entulho, ao lado do Eixo Monumental, pegou fogo e assustou os manifestantes. A PMDF e o Corpo de Bombeiros tiveram que interferir, desviar o trânsito e os manifestantes, para conter o incêndio. Pelo menos duas viaturas de combate a incêndio foram usadas. Não houve registro de danos materiais, nem feridos. As autoridades não souberam informar quem teria provocado o fogo.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, uma mulher teve um mal súbito e foi atendida pelos socorristas, mas não chegou a ser transportada para o hospital. O incidente pode ter sido causado pelo excesso de calor. Durante a marcha, a temperatura era de de pelo menos 33 graus Celsius. Muitas pessoas usavam bonés, chapéus e até guarda-chuva para se proteger do sol forte.

São Paulo

Na capital paulista, a concentração começou às 15h no Largo da Batata, na zona oeste. A organização do ato estimou o número de participantes em 200 mil. A Polícia Militar não fez estimativa e informou que não foram registradas ocorrências relevantes.

 Manifestação Mulheres contra Bolsonaro no Largo da Batata, região oeste de São Paulo
 Manifestação Mulheres contra Bolsonaro no Largo da Batata, região oeste de São Paulo - Rovena Rosa/Agência Brasil

Participaram da manifestação representantes de partidos políticos, movimentos sociais e ativistas de diversas áreas. Estiveram presentes também alas das torcidas do Corinthians e Palmeiras.
Por volta das 17h30, a passeata começou a se movimentar pela Avenida Faria Lima, em direção à Avenida Paulista. Um grupo de mulheres entoava palavras de ordem contra o candidato do PSL.
Ana Silveira, 26 anos, era uma das responsáveis pela batucada. “Faço parte do coletivo que pretende ocupar os espaços da cidades e estamos hoje pedindo liberdade e felicidade. "Ele não”, disse ela.
Joana Brandão, 38 anos, também se manifestava. "Pelos direitos das minorias, por isso protestamos”, afirmou.

Rio de Janeiro

Atividades culturais marcaram o início da concentração, às 15h, na Cinelândia, no centro do Rio. A mobilização contou a presença de homens e mulheres. No carro de som, a organização foi liderada por elas. Músicas e palavras de ordem falavam de machismo no comportamento do candidato Jair Bolsonaro e lembravam o mote o ato: "Ele não".

Da Cinelândia, as manifestantes se dirigiram para a Praça XV, também no centro da capital fluminense, onde um palco foi preparado para apresentações teatrais e shows. A analista de contas Consuelo Lardosa estava lá com a filha. "As palavras que têm sido ditas são de muita violência contra as mulheres e agridem a todas as mães que lutam e batalham por um pouco dignidade para seus filhos, em país tão difícil como o nosso. Estamos aqui, assim como outras famílias, pais com suas crianças, afinal é um movimento de paz e não de ódio", afirmou.

Mulheres protestam contra o presidenciável Jair Bolsonaro no centro do Rio.
Mulheres protestam contra o candidato Jair Bolsonaro no centro do Rio - Tomaz Silva/Agência Brasil

Para a técnica em edificações Bárbara Ribeiro, é uma possibilidade de discutir as propostas dos candidatos e mostrar como algumas delas revelam posições machistas, homofóbicas e anti-trabalhistas. "Quando você organiza um ato desse tamanho, você chama a atenção da sociedade para a importância de analisar os planos de governo. É algo sério".
A psicóloga Júlia Pierezan destacou a importância de manter a mobilização, mesmo após o primeiro turno e depois das eleições. "Antes de tudo, é uma luta a favor da democracia", disse. Embora a mobilização envolvesse jovens em sua maioria, havia representantes de todas as faixas etárias.

Uma concentração de apoiadores de Bolsonaro ocorreu na praia de Copacabana, na zona sul da cidade. Marcada para as 14h, a manifestação foi na altura do Posto 5. Pouco antes das 19h, o Centro de Operações do Rio informou, nas redes sociais, que as pistas estavam liberadas.

Datafolha: Bolsonaro tem 28% das intenções de voto; Haddad tem 22%
Edição: Graça Adjuto
Tags: mulheres marcha Bolsonaro - manifestação machismo homofobia



DISCURSOS DE MADURO E TEMER NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU






Maduro critica Trump por ataques à Venezuela em discurso na ONU




Nações Unidas, 26 set (EFE).- O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou nesta quarta-feira, em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelos ataques feitos a seu país durante discurso realizado ontem na Assembleia Geral da ONU.

"Hoje a Venezuela é vítima de uma agressão permanente, política e midiática por parte dos Estados Unidos. Ressuscitaram a Doutrina Monroe para justificar do ponto de vista ideológico a agressão contra nossa pátria amada", disse Maduro, que decidiu de última hora ir à cidade americana para participar da Assembleia Geral da ONU.

A Doutrina Monroe, que passou a nortear a política externa dos Estados Unidos a partir de 1823, pregava a ideia de uma "América para os americanos" para afastar as influências europeias do continente. No entanto, a estratégia foi vista por governos de muitos países da região como uma tática imperialista da Casa Branca.
Ontem, Trump citou o presidente James Monroe, o criador da doutrina, para afirmar que a ideia de rejeitar interferências de países estrangeiros no continente é uma política formal dos EUA.

"É um velho conflito, uma velha contradição, entre uma doutrina que pretende dominar nossa região e a que defende a Venezuela. No século XXI, eles pretendem seguir governando o mundo como se ele fosse uma propriedade deles. Em nossa região, esse conflito tem 200 anos", afirmou Maduro em seu discurso.

O presidente americano pediu que os países presentes na Assembleia Geral da ONU ajudem o governo dos EUA a restaurar a democracia na Venezuela e chamou a crise enfrentada pelo país de uma "tragédia humana". convidou a ONU a supervisionar a democracia em seu país onde teve o mesmo teve 67% de votos na eleição recente.

Além disso, Trump culpou o socialismo por "quebrar" uma nação rica em petróleo e pediu que o mundo resista a esse sistema político, que, segundo ele, traz consigo
"sofrimento, corrupção e decadência".

Fatos importantes sobre a guerra no Iêmen

A guerra em andamento no Iêmen, que deslocou milhões de pessoas, é muito mais complexa do que um conflito entre sunitas e xiitas.

Por três anos, o Iêmen, o país mais pobre do mundo árabe, foi destruído por uma sangrenta guerra entre os rebeldes houthi e apoiadores do governo internacionalmente reconhecido do Iêmen.

Os houthis e o governo iemenita têm lutado desde 2004, mas grande parte dos combates se limitou à fortaleza dos houthis, a empobrecida província de Saada, no norte do Iêmen.

Em setembro de 2014, os houthis assumiram o controle da capital do Iêmen, Sanaa, e seguiram em direção ao sul, em direção à segunda maior cidade do país, Aden. Em resposta aos avanços dos Houthis, uma coalizão de estados árabes lançou uma campanha militar em 2015 para derrotar os houthis e restaurar o governo do Iêmen.

Uma mulher iemenita carrega seu filho enquanto aguarda 
para receber uma ração fornecida por um grupo de assistência 
local em Sanaa [EPA]

Em 26 de março de 2018, pelo menos 10.000 iemenitas haviam sido mortos pelos combates, com mais de 40.000 baixas no total.

Obter informações precisas sobre o número de mortos é difícil, mas a Save The Children estimou que pelo menos 50.000 crianças morreram em 2017, uma média de 130 por dia.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, estima que os ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita causaram quase dois terços das mortes de civis, enquanto os Houthis foram acusados ​​de causar baixas civis em massa devido ao cerco de Taiz, a terceira maior do Iêmen. cidade.
Milhões de iemenitas foram deslocados.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) estima...Continue lendo...

Navio-hospital chinês chega à Venezuela para assistência médica

Navio-hospital chinês chega à Venezuela para assistência médica



Navio-hospital chinês "Arca da paz" no porto de La Guaira, em 22 de setembro de 2018 - AFP

Escoltado por aviões militares, um navio-hospital chinês chegou à Venezuela neste sábado para assistência médica gratuita por uma semana, em meio à grave crise sofrida pelo sistema de saúde venezuelano.

“Eles vão ficar toda a semana, atendendo e recebendo pacientes”, declarou o ministro da Defesa, o general Vladimir Padrino, após a embarcação He Ping fang Zhou (“Arca da Paz”) ancorar em La Guaira, a cerca de 40 km de Caracas.

Segundo informações oficiais, a embarcação está equipada com 500 leitos, 35 unidades de terapia intensiva e 12 salas de cirurgia. Sua tripulação foi recebida com danças típicas.
“Isso é diplomacia, com ações concretas de cooperação e não (…) invocando os tambores da guerra, do intervencionismo”, acrescentou Padrino no convés do navio de 178 metros de comprimento.

Ele se referiu assim às denúncias do governo de Nicolás Maduro sobre planos liderados pelos Estados Unidos para uma intervenção militar na Venezuela.

ELEIÇÕES 2018

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita,  o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos. 

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais  americanas, inglesas francesas principalmente.  

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018! 

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria  sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

Nestas eleições, pelas últimas pesquisas do IBOPE, Datafolha, entre outros de menor popularidade podemos perceber que haverá uma bipolarização entre os candidatos da esquerda e da direita, neste caso, Fernando Haddad à esquerda, Ciro Gomes a centro esquerda, Bolsonaro à extrema direito e Geraldo Alckmin a centro direita,  o que confunde as intenções de voto do eleitor, pois o mesmo de modo geral não se interessa pela parte ideológica dos partidos, mas sim pelas propostas sociais destes candidatos. 

Assim, resumidamente para ajudar nossos eleitores achei por bem dar um resumo destas doutrinas políticas que em verdade estão causando toda esta guerra fria entre as grandes potências mundiais do momento com tanto sofrimento para os povos do Brasil e do mundo está agora em declínio com o avanço rápido da doutrina socialista da Rússia e da China e isto assusta o grande capital das multinacionais  americanas, inglesas francesas principalmente.  

O Brasil, desde mais de dois séculos está inserido no modelo capitalista e por isso sua elite dominante está com medo desta mudança pensando que vai perder seu status e suas poupanças e daí esta guerra contra os partidos de esquerda que ameaçam ganhar de novo estas eleições de 2018! 

Minha opinião é ao contrário! A renda vai ser melhor distribuída, os trabalhadores melhores condições sociais e a desigualdade entre os mais ricos e mais pobres diminuir, gerando assim uma sociedade menos violenta, odiosa e depressiva! Isto é em resumo o que está acontecendo no Brasil e gerando o medo daqueles que conseguiram uma estabilidade financeira em terem que distribuir deu patrimônio com os mais pobres!

O socialismo é um modelo que se preocupa com os lucros da maioria enquanto o capitalismo é um modelo voltado para uns poucos!!! Por isso vamos votar nas urnas do Brasil em 07 de outubro pensando no que é melhor para a maioria  sem medo e sem preconceitos para um Brasil melhor para todos! O Brasil é rico demais e com justiça social para todos certamente vai ser a potência que falta ao mundo! A potência da união e do amor!!! Portanto vote com amor e com consciência, vote pelo Brasil brasileiro!!!!

DEPUTADOS E SENADORES QUE VOTARAM A FAVOR E CONTRA NO PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF

Conheça os deputados federais e os senadores que votaram a favor e contra o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff


Com os recentes acontecimentos na política brasileira, mais do que nunca foi tão grande a importância de ficar ainda mais atento em quem votamos. Muitas vezes o eleitor escolhe de forma irresponsável certos candidatos devido à falta de consciência da importância da figura deles.

Um exemplo disso são os deputados federais. São eles os representantes do Poder Legislativo. Uma das principais funções dos políticos que ocupam esse cargo é autorizar processos contra o presidente da república.

É de fundamental importância que o eleitor sinta que o deputado federal que está ocupando esse cargo graças ao seu voto, realmente, o represente e corresponda às suas ideias e vontades.
Deputados que votaram contra e a favor do impeachment de Dilma
Foto: reprodução/agencia brasil

Deputados que votaram contra e a favor do impeachment

Distrito Federal (DF)

  • Alberto Fraga (DEM) – SIM
  • Augusto Carvalho (SD) – SIM
  • Erika Kokay (PT) – NÃO
  • Izalci (PSDB) – SIM
  • Laerte Bessa (PR) – SIM
  • Rogério Rosso (PSD) – SIM
  • Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
  • Rôney Nemer (PP) – SIM

Acre (AC)

  • Alan Rick (PRB) – SIM
  • Angelim (PT) – NÃO
  • César Messias (PSB) – NÃO
  • Flaviano Melo (PMDB) – SIM
  • Jéssica Sales (PMDB) – SIM
  • Leo de Brito (PT) – NÃO
  • Rocha (PSDB) – SIM
  • Sibá Machado (PT) – NÃO

Roraima (RR)

  • Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
  • Carlos Andrade (PHS) – SIM
  • Edio Lopes (PR) – NÃO
  • Hiran Gonçalves (PP) – SIM
  • Jhonatan de Jesus (PRB) – SIM
  • Maria Helena (PSB) – SIM
  • Remídio Monai (PR) – SIM
  • Shéridan (PSDB) – SIM

Amazonas (AM)

  • Alfredo Nascimento (PR) – SIM
  • Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
  • Átila Lins (PSD) – SIM
  • Conceição Sampaio (PP) – SIM
  • Hissa Abrahão (PDT) – SIM
  • Marcos Rotta (PMDB) – SIM
  • Pauderney Avelino (DEM) – SIM
  • Silas Câmara (PRB) – SIM

Amapá (AP)

  • André Abdon (PP) – SIM
  • Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
  • Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
  • Jozi Araújo (PTN) – NÃO
  • Marcos Reategui (PSD) – SIM
  • Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
  • Roberto Góes (PDT) – NÃO
  • Vinicius Gurgel (PR) – ABSTENÇÃO

Pará (PA)

  • Arnaldo Jordy (PPS) – SIM
  • Beto Faro (PT) – NÃO
  • Beto Salame (PP) – ABSTENÇÃO
  • Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
  • Edmilson Rodrigues (PSO) – NÃO
  • Elcione Barbalho (PMDB) – NÃO
  • Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
  • Hélio Leite (DEM) – SIM
  • Joaquim Passarinho (PSD) – SIM
  • José Priante (PMDB) – SIM
  • Josué Bengtson (PTB) – SIM
  • Júlia Marinho (PSC) – SIM
  • Lúcio Vale (PR) – NÃO
  • Nilson Pinto (PSDB) – SIM
  • Simone Morgado (PMDB) – NÃO
  • Wladimir Costa (SD) – SIM
  • Zé Geraldo (PT) – NÃO

Paraná (PR)

  • Alex Canziani (PTB) – SIM
  • Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
  • Aliel Machado (REDE) – NÃO
  • Assis do Couto (PDT) – NÃO
  • Christiane de Souza Yared (PR) – SIM
  • Diego Garcia (PHS) – SIM
  • Dilceu Sperafico (PP) – SIM
  • Enio Verri (PT) – NÃO
  • Evandro Roman (PSD) – SIM
  • Fernando Francischini (SD) – SIM
  • Giacobo (PR) – SIM
  • Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
  • João Arruda (PMDB) – SIM
  • Leandre (PV) – SIM
  • Leopoldo Meyer (PSB) – SIM
  • Luciano Ducci (PSB) – SIM
  • Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
  • Luiz Nishimori (PR) – SIM
  • Marcelo Belinati (PP) – SIM
  • Nelson Meurer (PP) – SIM
  • Nelson Padovani (PSDB) – SIM
  • Osmar Serraglio (PMDB) – SIM
  • Paulo Martins (PSDB) – SIM
  • Ricardo Barros (PP) – SIM
  • Rubens Bueno (PPS) – SIM
  • Sandro Alex (PSD) – SIM
  • Sergio Souza (PMDB) – SIM
  • Takayama (PSC) – SIM
  • Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
  • Zeca Dirceu (PT) – NÃO

Santa Catarina (SC)

  • Carmen Zanotto (PPS) – SIM
  • Celso Maldaner (PMDB) – SIM
  • Cesar Souza (PSD) – SIM
  • Décio Lima (PT) – NÃO
  • Esperidião Amin (PP) – SIM
  • Geovania de Sá (PSDB) – SIM
  • João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
  • João Rodrigues (PSD) – SIM
  • Jorge Boeira (PP) – SIM
  • Jorginho Mello (PR) – SIM
  • Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
  • Mauro Mariani (PMDB) – SIM
  • Pedro Uczai (PT) – NÃO
  • Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
  • Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
  • Valdir Colatto (PMDB) – SIM

Mato Grosso do Sul

  • Carlos Marun (PMDB) – SIM
  • Dagoberto (PDT) – NÃO
  • Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
  • Geraldo Resende (PSDB) – SIM
  • Mandetta (DEM) – SIM
  • Tereza Cristina (PSB) – SIM
  • Vander Loubet (PT) – NÃO
  • Zeca do PT (PT) – NÃO

Rio Grande do Sul (RS)

  • Afonso Hamm (PP) – SIM
  • Afonso Motta (PDT) – NÃO
  • Alceu Moreira (PMDB) – SIM
  • Bohn Gass (PT) – NÃO
  • Carlos Gomes (PRB) – SIM
  • Covatti Filho (PP) – SIM
  • Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – SIM
  • Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
  • Giovani Cherini (PDT) – SIM
  • Heitor Schuch (PSB) – SIM
  • Henrique Fontana (PT) – NÃO
  • Jerônimo Goergen (PP) – SIM
  • João Derly (REDE) – SIM
  • José Fogaça (PMDB) – SIM
  • José Otávio Germano (PP) – SIM
  • Jose Stédile (PSB) – SIM
  • Luis Carlos Heinze (PP) – SIM
  • Luiz Carlos Busato (PTB) – SIM
  • Marco Maia (PT) – NÃO
  • Marcon (PT) – NÃO
  • Maria do Rosário (PT) – NÃO
  • Mauro Pereira (PMDB) – SIM
  • Nelson Marchezan Junior (PSDB) – SIM
  • Onyx Lorenzoni (DEM) – SIM
  • Osmar Terra (PMDB) – SIM
  • Paulo Pimenta (PT) – NÃO
  • Pepe Vargas (PT) – NÃO
  • Pompeo de Mattos (PDT) – ABSTENÇÃO
  • Renato Molling (PP) – SIM
  • Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
  • Sérgio Moraes (PTB) – SIM

Rondônia (RO)

  • Expedito Netto (PSD) – SIM
  • Lindomar Garçon (PRB) – SIM
  • Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
  • Luiz Cláudio (PR) – SIM
  • Marcos Rogério (DEM) – SIM
  • Mariana Carvalho (PSDB) – SIM
  • Marinha Raupp (PMDB) – SIM
  • Nilton Capixaba (PTB) – SIM

Goiás (GO)

  • Alexandre Baldy (PTN) – SIM
  • Célio Silveira (PSDB) – SIM
  • Daniel Vilela (PMDB) – SIM
  • Delegado Waldir (PR) – SIM
  • Fábio Sousa (PSDB) – SIM
  • Flávia Morais (PDT) – SIM
  • Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
  • Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
  • João Campos (PRB) – SIM
  • Jovair Arantes (PTB) – SIM
  • Lucas Vergilio (SD) – SIM
  • Magda Mofatto (PR) – SIM
  • Marcos Abrão (PPS) – SIM
  • Pedro Chaves (PMDB) – SIM
  • Roberto Balestra (PP) – SIM
  • Rubens Otoni (PT) – NÃO
  • Thiago Peixoto (PSD) – SIM

Tocantins (TO)

  • Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
  • César Halum (PR) – SIM
  • Dulce Miranda (PMDB) – SIM
  • Irajá Abreu (PSD) – NÃO
  • Josi Nunes (PMDB) – SIM
  • Lázaro Botelho (PP) – SIM
  • Professora Dorinha (DEM) – SIM
  • Vicentinho Júnior (PR) – NÃO

Mato Grosso (MT)

  • Adilton Sachetti (PSB) – SIM
  • Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
  • Fabio Garcia (PSB) – SIM
  • Nilson Leitão (PSDB) – SIM
  • Professor Victório Galli (PSC) – SIM
  • Ságuas Moraes (PT) – NÃO
  • Tampinha (PSD) – SIM
  • Valtenir Pereira (PMDB) – NÃO

Maranhão (MA)

  • Alberto Filho (PMDB) – SIM
  • Aluisio Mendes (PTN) – NÃO
  • André Fufuca (PP) – SIM
  • Cleber Verde (PRB) – SIM
  • Eliziane Gama (PPS) – SIM
  • Hildo Rocha (PMDB) – SIM
  • João Castelo (PSDB) – SIM
  • João Marcelo Souza (PMDB) – NÃO
  • José Reinaldo (PSB) – SIM
  • Junior Marreca (PEN) – NÃO
  • Juscelino Filho (DEM) – SIM
  • Pedro Fernandes (PTB) – NÃO
  • Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
  • Sarney Filho (PV) – SIM
  • Victor Mendes (PSD) – SIM
  • Waldir Maranhão (PP) – NÃO
  • Weverton Rocha (PDT) – NÃO
  • Zé Carlos (PT) – NÃO

Piauí (PI)

  • Assis Carvalho (PT) – NÃO
  • Átila Lira (PSB) – SIM
  • Capitão Fábio Abreu (PTB) – NÃO
  • Heráclito Fortes (PSB) – SIM
  • Iracema Portella (PP) – SIM
  • Júlio Cesar (PSD) – SIM
  • Marcelo Castro (PMDB) – NÃO
  • Paes Landim (PTB) – NÃO
  • Rejane Dias (PT) – NÃO
  • Rodrigo Martins (PSB) – SIM

Paraíba (PB)

  • Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
  • Benjamin Maranhão (SD) – SIM
  • Damião Feliciano (PDT) – NÃO
  • Efraim Filho (DEM) – SIM
  • Hugo Motta (PMDB) – SIM
  • Luiz Couto (PT) – NÃO
  • Manoel Junior (PMDB) – SIM
  • Pedro Cunha Lima (PSDB PB) – SIM
  • Rômulo Gouveia (PSD) – SIM
  • Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – SIM
  • Wellington Roberto (PR) – NÃO
  • Wilson Filho (PTB) – SIM

Sergipe (SE)

  • Adelson Barreto (PR) – SIM
  • Andre Moura (PSC) – SIM
  • Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
  • Fabio Reis (PMDB) – SIM
  • João Daniel (PT) – NÃO
  • Jony Marcos (PRB) – SIM
  • Laercio Oliveira (SD) – SIM
  • Valadares Filho (PSB) – SIM

Bahia (BA)

  • Alfonso Florence (PT) – NÃO
  • Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
  • Antonio Brito (PSD) – NÃO
  • Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
  • Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
  • Bacelar (PTN) – NÃO
  • Bebeto (PSB) – NÃO
  • Benito Gama (PTB) – SIM
  • Cacá Leão (PP) – ABSTENÇÃO
  • Caetano (PT) – NÃO
  • Claudio Cajado (DEM) – SIM
  • Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
  • Davidson Magalhães (PCdoB) – NÃO
  • Elmar Nascimento (DEM) – SIM
  • Erivelton Santana (PEN) – SIM
  • Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
  • Fernando Torres (PSD) – NÃO
  • Irmão Lazaro (PSC) – SIM
  • João Carlos Bacelar (PR) – NÃO
  • João Gualberto (PSDB) – SIM
  • Jorge Solla (PT) – NÃO
  • José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
  • José Carlos Araújo (PR) – NÃO
  • José Nunes (PSD) – NÃO
  • José Rocha (PR) – NÃO
  • Jutahy Junior (PSDB) – SIM
  • Lucio Vieira Lima (PMDB) – SIM
  • Márcio Marinho (PRB) – SIM
  • Mário Negromonte Jr. (PP) – ABSTENÇÃO
  • Moema Gramacho (PT) – NÃO
  • Paulo Azi (DEM) – SIM
  • Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
  • Roberto Britto (PP) – NÃO
  • Ronaldo Carletto (PP) – NÃO
  • Sérgio Brito (PSD) – NÃO
  • Tia Eron (PRB) – SIM
  • Uldurico Junior (PV) – SIM
  • Valmir Assunção (PT) – NÃO
  • Waldenor Pereira (PT) – NÃO

Pernambuco (PE)

  • Adalberto Cavalcanti (PTB) – NÃO
  • Anderson Ferreira (PR) – SIM
  • André de Paula (PSD) – SIM
  • Augusto Coutinho (SD) – SIM
  • Betinho Gomes (PSDB) – SIM
  • Bruno Araújo (PSDB) – SIM
  • Daniel Coelho (PSDB) – SIM
  • Danilo Cabral (PSB) – SIM
  • Eduardo da Fonte (PP) – SIM
  • Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
  • Gonzaga Patriota (PSB) – SIM
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB) – SIM
  • João Fernando Coutinho (PSB) – SIM
  • Jorge Côrte Real (PTB) – SIM
  • Kaio Maniçoba (PMDB) – SIM
  • Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
  • Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
  • Mendonça Filho (DEM) – SIM
  • Pastor Eurico (PHS) – SIM
  • Ricardo Teobaldo (PTN) – NÃO
  • Sebastião Oliveira (PR) – ABSTENÇÃO
  • Silvio Costa PTdoB – NÃO
  • Tadeu Alencar (PSB) – SIM
  • Wolney Queiroz PDT – NÃO
  • Zeca Cavalcanti PTB – NÃO

Alagoas (AL)

  • Arthur Lira (PP) – SIM
  • Cícero Almeida (PMDB) – SIM
  • Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
  • JHC (PSB) – SIM
  • Marx Beltrão (PMDB) – SIM
  • Maurício Quintella Lessa (PR) – SIM
  • Paulão (PT) – NÃO
  • Pedro Vilela (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO

Rio Grande do Norte (RN)

  • Antônio Jácome (PTN) – SIM
  • Beto Rosado (PP) – SIM
  • Fábio Faria (PSD) – SIM
  • Felipe Maia (DEM) – SIM
  • Rafael Motta (PSB) – SIM
  • Rogério Marinho (PSDB) – SIM
  • Walter Alves (PMDB) – SIM
  • Zenaide Maia (PR) – NÃO

Ceará (CE)

  • Adail Carneiro (PP) – SIM
  • Aníbal Gomes (PMDB) – AUSÊNCIA
  • Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
  • Arnon Bezerra (PTB) – NÃO
  • Cabo Sabino (PR) – SIM
  • Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
  • Danilo Forte (PSB) – SIM
  • Domingos Neto (PSD) – NÃO
  • Genecias Noronha (SD) – SIM
  • Gorete Pereira (PR) – ABSTENÇÃO
  • José Airton Cirilo (PT) – NÃO
  • José Guimarães (PT) – NÃO
  • Leônidas Cristino (PDT) – NÃO
  • Luizianne Lins (PT) – NÃO
  • Macedo (PP) – NÃO
  • Moroni Torgan (DEM) – SIM
  • Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
  • Odorico Monteiro (PROS) – NÃO
  • Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Martins (PRB) – SIM
  • Vicente Arruda (PDT) – NÃO
  • Vitor Valim (PMDB) – SIM

São Paulo (SP)

  • Alex Manente (PPS) – SIM
  • Alexandre Leite (DEM) – SIM
  • Ana Perugini (PT) – NÃO
  • Andres Sanchez (PT) – NÃO
  • Antonio Bulhões (PRB) – SIM
  • Arlindo Chinaglia (PT) – NÃO
  • Arnaldo Faria de Sá (PTB) – SIM
  • Arnaldo Jardim (PPS) – SIM
  • Baleia Rossi (PMDB) – SIM
  • Beto Mansur (PRB) – SIM
  • Bruna Furlan (PSDB) – SIM
  • Bruno Covas (PSDB) – SIM
  • Capitão Augusto (PR) – SIM
  • Carlos Sampaio (PSDB) – SIM
  • Carlos Zarattini (PT) – NÃO
  • Celso Russomanno (PRB) – SIM
  • Dr. Sinval Malheiros (PTN) – SIM
  • Duarte Nogueira (PSDB) – SIM
  • Edinho Araújo (PMDB) – SIM
  • Eduardo Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Eduardo Cury (PSD) – SIM
  • Eli Corrêa Filho (DEM) – SIM
  • Evandro Gussi (PV) – SIM
  • Fausto Pinato (PP) – SIM
  • Flavinho (PSB) – SIM
  • Floriano Pesaro (PSDB) – SIM
  • Gilberto Nascimento (PSC) – SIM
  • Goulart (PSD) – SIM
  • Guilherme Mussi (PP) – SIM
  • Herculano Passos (PSD) – SIM
  • Ivan Valente (PSOL) – NÃO
  • Jefferson Campos (PSD) – SIM
  • João Paulo Papa (PSDB) – SIM
  • Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – SIM
  • José Mentor (PT) – NÃO
  • Keiko Ota (PSB) – SIM
  • Luiz Lauro Filho (PSB) – SIM
  • Luiza Erundina (PSOL) – NÃO
  • Major Olimpio (SD) – SIM
  • Mara Gabrilli (PSDB) – SIM
  • Marcelo Squassoni (PRB) – SIM
  • Marcio Alvino (PR) – SIM
  • Miguel Haddad (PSDB) – SIM
  • Miguel Lombardi (PR) – SIM
  • Milton Monti (PR) – SIM
  • Missionário José Olimpio (DEM) – SIM
  • Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
  • Nilto Tatto (PT) – NÃO
  • Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
  • Paulo Freire (PR) – SIM
  • Paulo Maluf (PP) – SIM
  • Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
  • Paulo Teixeira (PT) – NÃO
  • Pr. Marco Feliciano (PSC) – SIM
  • Renata Abreu (PTN) – SIM
  • Ricardo Izar (PP) – SIM
  • Ricardo Tripoli (PSDB) – SIM
  • Roberto Alves (PRB) – SIM
  • Roberto de Lucena (PV) – SIM
  • Rodrigo Garcia (DEM) – SIM
  • Samuel Moreira (PSDB) – SIM
  • Sérgio Reis (PRB) – SIM
  • Silvio Torres (PSDB) – SIM
  • Tiririca (PR) – SIM
  • Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
  • Vanderlei Macris (PSDB) – SIM
  • Vicente Candido (PT) – NÃO
  • Vicentinho (PT) – NÃO
  • Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
  • Vitor Lippi (PSDB) – SIM

Rio de Janeiro (RJ)

  • Alessandro Molon (REDE) – NÃO
  • Alexandre Serfiotis (PMDB) – SIM
  • Alexandre Valle (PR) – SIM
  • Altineu Côrtes (PMDB) – SIM
  • Arolde de Oliveira (PSC) – SIM
  • Aureo (SD) – SIM
  • Benedita da Silva (PT) – NÃO
  • Cabo Daciolo (PTdo) – SIM
  • Celso Pansera (PMDB) – NÃO
  • Chico Alencar (PSO) – NÃO
  • Chico D’angelo (PT) – NÃO
  • Clarissa Garotinho (PR) – AUSÊNCIA
  • Cristiane Brasil (PTB) – SIM
  • Deley (PTB) – SIM
  • Dr. João (PR) – SIM
  • Eduardo Cunha (PMDB) – SIM
  • Ezequiel Teixeira (PTN) – SIM
  • Felipe Bornier (PROS) – SIM
  • Fernando Jordão (PMDB) – SIM
  • Francisco Floriano (DEM) – SIM
  • Glauber Braga (PSOL) – NÃO
  • Hugo Leal (PSB) – SIM
  • Indio da Costa (PSD) – SIM
  • Jair Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
  • Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
  • Julio Lopes (PP) – SIM
  • Leonardo Picciani (PMDB) – NÃO
  • Luiz Carlos Ramos (PTN) – SIM
  • Luiz Sérgio (PT) – NÃO
  • Marcelo Matos (PHS) – SIM
  • Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
  • Marcos Soares (DEM) – SIM
  • Miro Teixeira (REDE) – SIM
  • Otavio Leite (PSDB) – SIM
  • Paulo Feijó (PR) – SIM
  • Pedro Paulo (PMDB) – SIM
  • Roberto Sales (PRB) – SIM
  • Rodrigo Maia (DEM) – SIM
  • Rosangela Gomes (PRB) – SIM
  • Sergio Zveiter (PMDB) – SIM
  • Simão Sessim (PP) – SIM
  • Soraya Santos (PMDB) – SIM
  • Sóstenes Cavalcante (DEM) – SIM
  • Wadih Damous (PT) – NÃO
  • Washington Reis (PMDB) – SIM

Espírito Santo (ES)

  • Carlos Manato (SD) – SIM
  • Dr. Jorge Silva (PHS) – SIM
  • Evair de Melo (PV) – SIM
  • Givaldo Vieira (PT) – NÃO
  • Helder Salomão (PT)  – NÃO
  • Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
  • Marcus Vicente (PP) – SIM
  • Max Filho (PSDB) – SIM
  • Paulo Foletto (PSB) – SIM
  • Sergio Vidigal (PDT) – SIM

Minas Gerais (MG)

  • Adelmo Carneiro Leão (PT) – NÃO
  • Aelton Freitas (PR) – NÃO
  • Bilac Pinto (PR)- SIM
  • Bonifácio de Andrada (PSDB) – SIM
  • Brunny (PR) – NÃO
  • Caio Narcio (PSDB) – SIM
  • Carlos Melles (DEM) – SIM
  • Dâmina Pereira (PSL) – SIM
  • Delegado Edson Moreira (PR) – SIM
  • Diego Andrade (PSD) – SIM
  • Dimas Fabiano (PP) – SIM
  • Domingos Sávio (PSDB) – SIM
  • Eduardo Barbosa (PSDB) – SIM
  • Eros Biondini (PROS) – SIM
  • Fábio Ramalho (PMDB) – SIM
  • Franklin Lima (PP) – SIM
  • Gabriel Guimarães (PT) – NÃO
  • George Hilton (PROS) – NÃO
  • Jaime Martins (PSD) – SIM
  • Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
  • Júlio Delgado (PSB) – SIM
  • Laudivio Carvalho (SD) – SIM
  • Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
  • Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
  • Lincoln Portela (PRB) – SIM
  • Luis Tibé (PTdoB) – SIM
  • Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
  • Marcelo Álvaro Antônio (PR) – SIM
  • Marcelo Aro (PHS) – SIM
  • Marcos Montes (PSD) – SIM
  • Marcus Pestana (PSDB) – SIM
  • Margarida Salomão (PT) – NÃO
  • Mário Heringer (PDT) – SIM
  • Mauro Lopes (PMDB) – SIM
  • Miguel Corrêa (PT) – NÃO
  • Misael Varella (DEM) – SIM
  • Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
  • Odelmo Leão (PP) – SIM
  • Padre João (PT) – NÃO
  • Patrus Ananias (PT) – NÃO
  • Paulo Abi-ackel (PSDB) – SIM
  • Raquel Muniz (PSD) – SIM
  • Reginaldo Lopes (PT) – NÃO
  • Renzo Braz (PP) – SIM
  • Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
  • Rodrigo Pacheco (PMDB) – SIM
  • Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
  • Stefano Aguiar (PSD) – SIM
  • Subtenente Gonzaga (PDT) – SIM
  • Tenente Lúcio (PSB) – SIM
  • Toninho Pinheiro (PP) – SIM
  • Weliton Prado (PMB) – SIM
  • Zé Silva (SD) – SIM
  •  

Senadores que votaram contra e a favor do impeachment


Como parte do processo do impeachment, Dilma Rousseff foi convocada ao Senado federal para fazer a sua defesa, respondendo algumas perguntas feita pelos senadores. A sessão foi bastante cansativa, se estendendo por mais de 13 horas.

Depois disso, os senadores realizaram duas votações: a primeira decidiu sobre o impeachment e a segunda, que a presidente não ficará inelegível por oito anos e poderá exercer função pública.

O processo teve fim nove meses após a autorização da abertura pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois das denúncias feitas pelo ex-procurador de justiça Hélio Pereira Bicudo e pelos advogados Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal.

Votos à favor

Após quase 70 horas de julgamento, iniciado no dia 25 de agosto, foram ouvidos, além da própria representada, parlamentares, testemunhas e os advogados das duas partes. No processo, 61 senadores votaram a favor do impeachment. Saiba quais foram eles:

Acir Gurgacz (PDT-RO),
Aécio Neves (PSDB-MG),
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP),
 Alvaro Dias (PV-PR), Ana Amélia (PP-RS),
 Antonio Anastasia    (PSDB-MG),
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE),
 Ataídes Oliveira (PSDB-TO),
Benedito de Lira (PP-AL),
 Cássio Cunha Lima (PSDB-PB),
 Cidinho Santos (PR-MT),
Ciro Nogueira (PP-PI),
Cristovam Buarque (PPS-DF),
Dalírio Beber (PSDB-SC),
Dário Berger (PMDB-SC),
 Davi Alcolumbre (DEM-AP),
 Edison Lobão (PMDB-MA),
 Eduardo Amorim (PSC-SE),
 Eduardo Braga (PMDB-AM),
 Eduardo Lopes (PRB-RJ),
 Eunício Oliveira    (PMDB-CE),
 Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE),
Fernando Collor (PTC-AL),
Flexa Ribeiro (PSDB-PA),
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN),
Gladson Cameli (PP-AC),
Helio José (PMDB-DF),
Ivo Cassol (PP-RO),
 Jader Barbalho (PMDB-PA),
 João Alberto Souza (PMDB-MA),
José Agripino (DEM-RN),
José Anibal (PSDB-SP),
José Maranhão (PMDB-PB),
José Medeiros (PSD-MT),
 Lasier Martins (PDT-RS),
Lúcia Vânia (PSB-GO),
Magno Malta (PR-ES),
Maria do Carmo Alves (DEM-SE),
Marta Suplicy (PMDB-SP),
Omar Aziz (PSD-AM),
 Paulo Bauer (PSDB-SC),
 Pedro Chaves (suplente de Delcídio Amaral cassado pelo Senado) (PSC-MS), Raimundo Lira (PMDB-PB),
 Reguffe (sem partido-DF),
Renan Calheiros (PMDB-AL),
Ricardo Ferraço (PSDB-ES),
Roberto Rocha (PSB-MA),
Romario (PSB-RJ),
Romero Jucá (PMDB-RR),
Ronaldo Caiado (DEM-GO),
Rose de Freitas  (PMDB-ES),
Sérgio Petecão (PSD-AC),
Simone Tebet (PMDB-MS),
Tasso Jereissati (PSDB-CE),
Telmário Mota (PDT-RR),
Valdir Raupp (PMDB-RO),
Vicentinho Alves (PR-TO),
Waldemir Moka (PMDB-MS),
Wellington Fagundes (PR-MT),
Wilder Morais (PP-GO),
Zezé Perrella (PTB-MG).

Votos contra

Por outro lado, tiveram ainda aqueles senadores que votaram contra o processo de impeachment, acreditando que não houve crime de responsabilidade, principal acusação que recai sobre Dilma Rousseff no processo de afastamento. Saiba quais foram os senadores:

Angela Portela (PT-RR),
Armando Monteiro (PTB-PE),
Elmano Férrer (PTB-PI),
Fátima Bezerra (PT-RN),
Gleisi Hoffmann (PT-PR),
Humberto Costa (PT-PE),
João Capiberibe (PSB-AP),
Jorge Viana (PT-AC),
José Pimentel (PT-CE),
Kátia Abreu (PMDB-TO),
Lídice da Mata (PSB-BA),
Lindbergh Farias (PT-RJ),
Otto Alencar (PSD-BA),
Paulo Paim (PT-RS),
Paulo Rocha (PT-PA),
Randolfe Rodrigues (REDE-AP),
Regina Sousa (PT-PI),
Roberto Muniz (PP-BA),
Roberto Requião (PMDB-PR)
Vanessa Grazziotin (PC do B-AM).

Continue lendo...